<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100</id><updated>2012-02-16T05:48:09.543-02:00</updated><title type='text'>blog do rev. camilo</title><subtitle type='html'>Anunciando a Palavra e divulgando as boas-novas do Reino, assim como reflexões sobre outros temas relevantes, quando necessário</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://revcamilo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-1188039364999634704</id><published>2012-01-14T19:18:00.002-02:00</published><updated>2012-01-14T19:32:17.127-02:00</updated><title type='text'>NA DÚVIDA, PARE; REFLITA! E NÃO CULPE OS OUTROS</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“E João, chamando dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro?”&lt;/span&gt; – Lucas 7.18b,19. &lt;br /&gt;(Leia todo o contexto – Lucas 7.18-23)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem dentre nós nunca passou por um momento de dúvida, mesmo no auge da sua vida? Mesmo nos melhores momentos  da sua vida, quem nunca passou por um momento de desalento, de desilusão? Quem nunca passou por um momento de desânimo, por um desencanto qualquer? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses momentos interferem ou não no nosso amadurecimento pessoal ou espiritual? Na nossa fé? O que devemos aprender em meio a tudo isso? Os filhos de Deus também passam por isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elias foi um dos maiores profetas do Antigo Testamento. Suas orações sacudiam o mundo. Elias teve a ousadia de condenar o estilo de vida pecaminoso dos reis e rainhas do seu tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elias enfrentou uma multidão de falsos profetas no monte Carmelo, e chamou fogo do céu diante de todos eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiago 5.16-18 cita Elias como exemplo de eficácia da oração como o justo que orou para parar de chover por três anos, e durante três anos e seis meses não choveu; e que ele orou de novo para chover, e o céu deu a chuva que fez a terra germinar seus frutos.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas esta imagem de Elias seria incompleta se não incluíssemos nela o seu período de desilusão e desânimo, que culminou no momento em que ele se escondeu numa caverna solitária, orando para que Deus acabasse com sua vida miserável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este texto que nós lemos em Lucas fala de João Batista, mas começa com um quadro semelhante ao de um profeta desanimado. Este contexto tem seu início no verso 17 deste capítulo 7, e vai até o verso 35. Vamos tratar agora apenas dos versos 18 a 23. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, os especialistas dizem que o estilo de pregação de João parece muito com o de Elias. Um jeito duro de tratar os incrédulos, tamanha é a certeza da sua mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João foi um predestinado. Conforme Lucas 1.13-17,57-66,76,77, João foi gerado por Deus para ser o precursor do Messias há muito anunciado. Por meio  do seu ministério, “muitos se regozijarão”, pois seria chamado “profeta do Altíssimo, porque precederás o Senhor, preparando-Lhe os caminhos, para dar ao Seu povo conhecimento e salvação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João teve um ministério proeminente. João teve seu auge ao proclamar que o Reino dos Céus estava próximo. As pessoas se reuniam para ouvi-lo pregar e serem batizadas por ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João apresentava Jesus como o Messias, o Cordeiro de Deus que veio para tirar os pecados do mundo, e que ele não seria digno nem de desatar as correias de Suas sandálias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João também denunciou o estilo de vida pecaminoso do governante local, Herodes Antipas 1º, que, dentre as suas maldades, mandou prender João e, depois, decapitá-lo. No final, este foi o preço do ministério de João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João agora estava na prisão. O ministério de João estava numa pior. Humanamente falando, a carreira ministerial de João terminou em desastre. Seus seguidores se foram. Apenas uma pequena parcela de seus primeiros discípulos permaneceu com ele. João não mais pregava sobre a vinda do Messias. Seu ministério chegou ao fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, a notícia dos milagres e dos prodígios de Jesus corria por toda a Judeia e por toda a vizinhança. O ministério de Jesus crescia em popularidade. Jesus estava no auge. Mas João permanecia preso; sem saber ao certo o que estava acontecendo do lado de fora da sua cela. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josefo diz que o cárcere de João ficava numa fortaleza localizada na costa oriental do mar Morto chamada Macaeros ou Maqueronte. Era um lugar solitário e desolado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine uma pessoa com o estilo de João, que pregava com tanta veemência a vinda de um novo Reino, e que esperava por isso, mas que agora estava preso, sem saber o que realmente estava acontecendo lá fora! E, na sua opinião, esse Reino não acontecia. Será que João estava enganado? O que deu errado com a sua pregação? E que Reino seria esse? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, as perguntas, e também as dúvidas e o desânimo, brotavam daquele lado escuro da prisão, atormentando a mente de João. Dizem que, apesar de ser um profeta, João estava sendo apenas humano demais. Talvez esperasse um reino humano, como tantos da sua época também esperavam. Um reino que tirasse o povo do jugo dos romanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas Isaías não havia prometido que com a vinda do Messias os cativos seriam libertados? No entanto, João estava preso! Também não dizia que esse Messias traria juízo sobre este mundo incrédulo, que Ele estabeleceria o Seu Reino invencível sobre o Seu povo e que nunca mais haveria sofrimento? Mas João continuava preso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas mesmas dúvidas também tiveram os discípulos de Jesus sobre o Seu reino, pensando que seria um reino físico, político, cuja capital seria Jerusalém. Até mesmo na hora de Jesus subir ao céu eles ainda perguntavam quando seria o tempo do reino vindouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda hoje nós também temos esse tipo de problema; de dúvidas; de desânimo. Se Deus é tão bom, tão amoroso, como é que Ele nos permite tanto sofrimento, tanta dor, tantas dúvidas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez João tenha aprendido com esses momentos de crise. E nós também devemos aprender com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na dúvida, pare; pergunte; reflita &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Esta notícia a respeito dele divulgou-se por toda a Judeia e por toda a circunvizinhança. Todas estas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos. E João, chamando dois deles, enviou-os ao Senhor para perguntar: És tu aquele que estava para vir ou havemos de esperar outro? Quando os homens chegaram junto dele, disseram: João Batista enviou-nos para te perguntar: És tu aquele que estava para vir ou esperaremos outro?” &lt;/span&gt;– Lucas 7.18-20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Esperado” também pode ser um título para “o Messias”. Todo o ministério de João tinha sido preparado para anunciar que Jesus era esse Messias, o esperado Rei de Israel. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas na prisão ele começa a ter suas dúvidas. Estava ele enganado? Tinha entendido mal a palavra profética? João já não estava tão certo daquilo que acreditava? Sua fé estava em dificuldades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dizem que não. Mas suas perguntas eram inesperadas, pois vinham de quem foi preparado como testemunha de Jesus (Lucas 3.16,17).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João não entendia por que Jesus não punia os pecadores, e realizava constantemente obras de misericórdia. Viria outro para cumprir as ameaças de julgamento que ele tanto enfatizava em suas pregações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Daí, de pronto, João envia alguns dos seus discípulos para perguntarem a Jesus se Ele era aquele que estava para vir ou teriam que esperar outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém lembrar que o próprio João também foi questionado por uma comitiva de sacerdotes e levitas enviada pelos judeus para perguntarem quem ele era, logo no início do seu ministério. E, de pronto, ele responde: “Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor, como disse o profeta Isaías.” (João 1.23).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você também tem dúvidas? Você tem medo de expô-las, pensando que vai assustar os outros ou ser rejeitado por eles? Não esqueça: Na dúvida, pare. Pergunte, informe-se, e refaça uma nova rota. Não empurre com a barriga, porque, depois, o desastre será bem maior, e pior. João apressou-se logo em esclarecer as suas dúvidas. Quem sabe, esse não seja o seu melhor momento para mudar a sua vida? Para melhor, é lógico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jesus é fiel. Ele continua o mesmo, e nos aceita, mesmo com as nossas dúvidas&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Naquela mesma hora, curou Jesus muitos de moléstias, e de flagelos, e de espíritos malignos; e deu vista a muitos cegos. Então, Jesus lhes respondeu: Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.”&lt;/span&gt; – Lucas 7.21,22.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja como Jesus respondeu às dúvidas de João. Ele poderia dizer: Sim, eu sou o Messias que você tanto anunciou, razão esta para a qual você nasceu, para proclamar a minha vinda. O que está acontecendo com você? Por que duvida? Leia a Bíblia, ô, incrédulo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não. Jesus continuou operando as Suas obras. Diante dos discípulos de João, Jesus continuou cumprindo a Sua parte. Jesus respondeu a João com ações sobre Ele já anunciadas, e em que o próprio João também se baseava nas suas pregações para falar do Messias, “o Esperado”. &lt;br /&gt;Jesus utilizou-Se da mesma linguagem profética utilizada pelos antigos profetas que prediziam a Sua vinda. Jesus respondeu a João com a linguagem de profeta que, certamente, João entendia, já que ele mesmo também era um profeta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, com todos os termos utilizados na época pelos profetas, Jesus deu provas da confirmação daquelas profecias, ali, com Suas obras, prodígios e milagres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mandou que os discípulos de João testificassem do que viram: “Ide e anunciai a João o que vistes e ouvistes: os cegos veem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são ressuscitados, e aos pobres, anuncia-se-lhes o evangelho.” (Isaías 35.3-6a; 61.1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes nós só acreditamos quando nos apresentam provas. Jesus não se importou com as circunstâncias de João. Ele poderia enviar anjos para abrirem as celas, e libertarem a João, como em outras ocasiões fizera com Seus discípulos, e ver tudo o que Ele estava fazendo. Mas não o fez. Apenas deu provas de Quem Ele era por meio das Suas obras. Jesus não deixou pairar nenhuma dúvida sobre quem Ele era. Ele era Aquele que estava sendo esperado, sim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com todas as dúvidas, inquietações, desânimo e desalento de João, Jesus continuava sendo o mesmo, assim como também continua sendo hoje, e será para sempre, operando em nós as Suas maravilhas; os Seus prodígios. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não muda por causa das nossas dúvidas. Das nossas circunstâncias, inconstâncias ou fraquezas. Jesus continua aceitando-nos, mesmo com as nossas dúvidas, porque somente as Suas obras é que podem dirimir as nossas dúvidas, sem retóricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E também porque Ele é fiel. Em 2Timóteo 2.13 diz que “Se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Felizes os que realmente creem! E não culpam os outros por seus fracassos&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“E bem-aventurado é aquele que não achar em mim motivo de tropeço.”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; – Lucas 7.23.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que todos nós somos passíveis de dúvidas, erros e desânimos, principalmente diante de um mundo tão conturbado, liberal e relativista quanto esta nossa época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lógico que somos fracos. Às vezes, podemos cair. Mas devemos cuidar-nos, e seguir em frente, não importa o que esteja tentando impedir-nos, e não culpar os outros pelos nossos erros e fracassos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SENHOR mandou que Josué seguisse em frente. Ordenou a Elias que saísse da caverna, pois tinha mais o que fazer para ele. E Jesus, como o Filho enviado pelo Pai para a nossa salvação, mostrou a João as ações  das Suas obras porque Jesus também devia seguir em frente, praticando-as. Era a Sua missão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso só nos mostra que temos que seguir em frente porque, se temos uma missão a cumprir - e se ela foi ordenada por Deus -, Jesus, como nosso Salvador, está conosco, provando-nos e aprovando-nos. Abrindo as portas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele jamais vai impedir-nos de caminhar. Ele jamais vai servir-nos de tropeço. São as provas do Seu amor para conosco. São as provas para as quais Ele foi enviado. E Suas provas são-nos reveladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas obras são as provas da razão da nossa fé. E estas provas por meio de Seus milagres são as credenciais de que Jesus mostra quem Ele é, e que já vêm sendo prometidas desde o Antigo Testamento, sobre as quais Isaías já falava àqueles que também estavam desanimados, e começando a duvidar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Querem prova maior do que as obras da cruz? Creia sem duvidar, e seja realmente bem-aventurado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As obras de Jesus são o antídoto contra todas as nossas dúvidas, desânimo, frustrações, crises e medo. Não importam quais sejam as suas circunstâncias ou dificuldades, olhe para as obras de Jesus. Olhe para Jesus, e veja o que Ele já fez e pode muito mais fazer por você. Suas obras mostram quem Ele realmente é. Coloque suas dúvidas nas mãos dEle. Ele não nos desampara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________&lt;br /&gt;Fontes: BÍBLIA DE ESTUDO DE GENEBRA, 1999, notas. p. 1192&lt;br /&gt;        Studies in the Gospel of Luke. Disponível em www.johnstevenson.net.          Acesso:11/01/12&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-1188039364999634704?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1188039364999634704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1188039364999634704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2012/01/na-duvida-pare-reflita-e-nao-culpe-os_14.html' title='NA DÚVIDA, PARE; REFLITA! E NÃO CULPE OS OUTROS'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2792069524213688713</id><published>2011-12-24T15:34:00.004-02:00</published><updated>2011-12-26T14:47:24.678-02:00</updated><title type='text'>Feliz Natal?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QZA8CIY_v9M/TvYNY_N_YqI/AAAAAAAAANU/EAkm6d4yxR8/s1600/natal2004.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 134px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-QZA8CIY_v9M/TvYNY_N_YqI/AAAAAAAAANU/EAkm6d4yxR8/s200/natal2004.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5689749902167335586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Natal&lt;br /&gt;Ano-novo&lt;br /&gt;De novo?&lt;br /&gt;Correrias&lt;br /&gt;Presentes&lt;br /&gt;Consumismo&lt;br /&gt;Hipocrisias&lt;br /&gt;De novo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que há de novo, então?&lt;br /&gt;O que há de novo, de fato?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E no seu coração?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria&lt;br /&gt;que será para todo o povo&lt;br /&gt;É que hoje vos nasceu o Salvador&lt;br /&gt;que é Cristo&lt;br /&gt;o Senhor"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E o seu nome será Maravilhoso Conselheiro&lt;br /&gt;Deus Forte&lt;br /&gt;Pai da Eternidade&lt;br /&gt;Príncipe da Paz"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São estas as boas-novas de salvação&lt;br /&gt;Esta é a novidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem crê nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você crê nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pense nisso!....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Experimente!....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Feliz Natal&lt;br /&gt;Feliz Ano-novo!&lt;br /&gt;Todo dia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2792069524213688713?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2792069524213688713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2792069524213688713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/12/feliz-natal_7175.html' title='Feliz Natal?'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-QZA8CIY_v9M/TvYNY_N_YqI/AAAAAAAAANU/EAkm6d4yxR8/s72-c/natal2004.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-8359529469778688991</id><published>2011-11-21T16:18:00.003-02:00</published><updated>2011-12-12T18:59:19.431-02:00</updated><title type='text'>ALEGRIA EM MEIO ÀS AFLIÇÕES</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Naquele dia, nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome. Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa.”&lt;/span&gt; - João 16.23,24  (leia todo o contexto: versos 16 a 33).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sorria, você está sendo filmado!” Quem já não ouviu essa frase ou já não leu em algum lugar de destaque? Ela aparece muito em ambientes fechados, mas de muita aglomeração pública, principalmente quando nos obrigam a ficar horas e horas esperando algum atendimento tipo repartição pública e outros locais semelhantes em que sofremos nas mãos daqueles que estão do outro lado do balcão e onde também se pode ler outra estranha e, no mínimo, irônica inquirição: “Você já sorriu hoje?” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez todos esses dizeres tenham como objetivo imprimir-nos um sentido de que sorrir é ter alegria, é ser ou estar feliz, é ter muita paciência e aguentar firme ali, aconteça o que acontecer que, no final, tudo vai dar certo. Será? Isso não seria mais uma figura de retórica com o intuito de nos acalmar em momentos tão angustiantes que às vezes nos atormentam dias e dias? Será que temos essa capacidade de nos satisfazermos uns aos outros por meio de uma alegria perene ou de uma felicidade plena?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 6 de novembro comemoramos o Dia Nacional do Riso. Em meio a importantes questionamentos, a mídia provoca-nos a refletir sobre estudos que tentam descobrir como um ato tão divertido afeta o corpo e a vida das pessoas, além de querer mostrar que os efeitos do riso vão muito além de uma sensação de bem-estar [1]. Mas qual é o efeito do riso em nossas vidas? Rir é mesmo o melhor remédio? Mas que espécie de riso é esse? O que expressa um sorriso sincero, mesmo em meio às nossas aflições? Quem é capaz de nos trazer a alegria verdadeira, a alegria que supera todas as nossas tribulações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes nos enveredamos por caminhos adversos em busca de alguma alegria ou daquilo que pensamos ser a nossa felicidade em meio a uma vida, muitas vezes, estressante, turbulenta, solitária e falsa! Quantas vezes em meio a nossos desesperos ou precipitações, diante das nossas aflições e tribulações, desanimamo-nos, e nos perdemos no meio deste caminho porque fizemos escolhas erradas, e não encontramos a verdadeira paz, a alegria que supera as nossas aflições, e muito menos em quem nos apoiar, compartilhar ou desabafar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Palavra de Deus é atualíssima, e fala conosco todo dia. Ao tratar desses nossos conflitos, de um jeito ou de outro, mesmo lidando com os contrastes desta vida, assim como os conceitos opostos, conceitos estes que ainda influenciam nossos dias, tais como os conceitos de luz e trevas, de fé e incredulidade, de amor e ódio, de vida e morte, de bem e mal, de alegria e tristeza, o Evangelho de João toca-nos profundamente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Escrito por volta dos anos 90-96 d.C., e tendo como destaque o ensino, seu público-alvo é a Igreja. Sua palavra-chave é “crer”. É tido como o coração das Escrituras, e seu principal objetivo é que creiamos que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, crendo, tenhamos vida em Seu nome [2]. No esboço deste Evangelho, desde o prólogo ao epílogo, passando pelo ministério público de Jesus, Sua paixão e ressurreição, isso é notado de maneira persuasiva e contundente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do capítulo 16, versos 4b a 33, fala-nos da alegria que supera a tribulação. Mas este assunto já começa a ser tratado bem antes, desde o capítulo 14 - quando Jesus conforta os discípulos, tendo em vista Sua morte e ressurreição, já que Ele precisava ir, mas voltaria, e os receberia para Ele mesmo porque na casa de Seu Pai há muitas moradas.  Ele iria preparar o lugar deles - versos 1 a 4. “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim”, conforta Jesus, no verso 1. Já nos versos 16 e 17, em meio a esse misto de tristeza e alegria, Jesus promete-lhes outro Consolador, o Espírito da Verdade que o mundo não conhece, mas eles O conhecem porque Ele habita neles e estará neles. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo 15, Jesus dá uma pausa em Seu discurso para falar da metáfora da videira, como se nos dissesse que Ele vai, sim, e que Ele voltará, sim, mas ai de quem não estiver com Ele até o fim, enxertado nEle, dando frutos com Ele. “Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.” - verso 5.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Já, no capítulo 16, versos 16 a 22, Jesus explica a missão do Consolador, e responde as perguntas dos discípulos por meio de contraposições, de contrastes, como a alegria e a tristeza, além de uma parábola que fala das dores de parto - significando tristeza, e do prazer de ter nascido ao mundo um homem - expressando alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja, sem Jesus - tristeza; com Jesus - alegria. E, por falar nisso, como está você hoje? Alegre ou triste? Como andam ou por onde andam a sua alegria ou a sua tristeza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de todos esses fatos, a gente se coloca no lugar daqueles discípulos, no lugar do próprio Jesus, como homem que também era. Naqueles anos todos de convivência mútua, de comum união, de tanto aprendizado, de amizade, de confiança, apesar das dificuldades e diferenças inerentes a cada um deles, agora, depois de três anos de um intenso trabalho juntos, o Mestre fala-lhes de despedidas, e que vai embora... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se isso se passasse conosco, qual seria o nosso comportamento? Qual tem sido o nosso cuidado quando passamos informações delicadas e importantes em momentos difíceis? Como dizer a verdade sem deixar sequelas, tristezas, já que essa verdade teria que ser dita? Como não expressar nem deixar transparecer a tristeza nem o desânimo nessas horas? Como deixar um traço de alegria onde paira a tristeza? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os versos 23 e 24 acentuam essa alegria com notáveis características que devem marcar um novo tempo em nossas vidas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A origem da nossa alegria&lt;/span&gt;. Onde está e em que consiste essa origem da nossa alegria? Por que Jesus afirma isso? Por que “naquele dia”? Que dia é esse? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Naquele dia, nada me perguntareis”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - verso 23a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A origem da nossa alegria está em poder entender, e compreender, o que Jesus tem para nos dizer, para nos oferecer, e praticarmos, desfrutando tudo isso ao lado dEle, aqui e na eternidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jesus explica aos discípulos que eles já não têm mais que perguntar-Lhe sobre as dúvidas deles, já que havia dissipado o tipo de confusão em que há pouco eles estavam envolvidos - versos 16 a 18, porque, mesmo que Sua presença física fosse retirada do meio deles, Sua presença espiritual permanece com eles por meio das obras do Espírito, começando com o Pentecostes, e continuando durante toda a vida da Igreja, e, finalmente, na eternidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os discípulos pensavam que a expressão “um pouco” contradizia a declaração de Jesus sobre a ida dEle para o Pai - versos 17 e 18.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Um pouco, e não mais me vereis; outra vez um pouco, e ver-me eis”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - verso 16. A primeira expressão refere-se à crucificação, a morte de Jesus, que tiraria Jesus do meio de Seus discípulos - ou seja, uma situação de tristeza - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Um pouco, e não mais me vereis”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. A segunda expressão pode referir-se imediatamente ao tempo da própria profecia, da ressurreição, da vinda do Espírito, e também, mais remotamente, da Segunda Vinda de Cristo - isto é, uma situação de alegria - &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“outra vez um pouco, e ver-me eis”&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os discípulos estavam tristes diante de todo aquele ambiente de despedida, até então, de ansiedade e insegurança, eles só puderam estar seguros de sua alegria quando o próprio Jesus lhes explicou tudo direitinho, esclarecendo toda aquela situação, e dúvidas, prometendo-lhes que “ninguém poderá tirar” deles esta alegria - verso 22.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas que alegria é essa? A alegria da Sua volta após Sua morte. A alegria da ressurreição. A alegria da presença do Espírito. A alegria de estarem juntos com Ele na eternidade. A alegria da paz depois das suas inquietações. A alegria da resposta das suas petições. A alegria da resposta da oração eficaz em que o Pai ouve e atende as nossas súplicas “em nome de Jesus”, o Deus-Redentor, o Mediador entre Deus e os homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sobre essa mesma temática, utilizando-Se destes mesmos contrastes entre tristeza e alegria, o Senhor Jesus vai mais longe, destacando o nosso passado, o presente e o futuro, e a atuação de Deus no comando de tudo. A parábola da mulher grávida - verso 21, apesar de sua simplicidade e naturalidade, está repleta de ecos de profecias do Antigo Testamento, e tem a função importante de enfatizar a natureza escatológica dos eventos citados por Jesus. A figura das dores de parto é frequente no Antigo Testamento quando se trata de julgamento - cf. Isaías 21.3; Jeremias 13.21; Miqueias 4.9,10.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isaías 66.7-14 é um exemplo desta imagem aplicada à figura da Nova Jerusalém, ao nascimento de uma nova comunidade. Ou seja, a obra da Igreja de Cristo e o seu nascimento no dia de Pentecostes em que três mil almas foram convertidas e as boas-novas de salvação se espalharam pelo mundo conhecido naquela época.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A razão da nossa alegria&lt;/span&gt;. Em que consiste essa razão da nossa alegria? Quem é essa razão da nossa alegria? Que poder tem esse nome? Realmente acreditamos nesse nome? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - verso 23b.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes, nós também nos deparamos com encruzilhadas que nos confundem, e não temos a quem perguntar qual é a saída, ou melhor, por qual caminho deveríamos trilhar com vistas a um final feliz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita vez, buscamos a nossa felicidade por nossas próprias mãos, e aqueles que pensávamos serem nossos verdadeiros amigos desaparecem. Não correspondem às nossas expectativas. Abandonam-nos. Decepcionam-nos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita vez, mergulhamos pelos caminhos mais abjetos que só mesmo depois de experimentá-los, e sofrermos as consequências, é que percebemos a roubada em que entramos, pensando ser a saída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez tenhamos, sim, momentos de alegria, mas que são apenas momentos. São tão passageiros que temos que repeti-los, esforçando-nos em vão e dolorosamente, perseguindo aquela felicidade que nunca tivemos, numa tentativa de perpetuarmos esses momentos. Assim, eles nos escravizam, como o mundo das drogas, que nos viciam, ou da prostituição, que nos joga na lama, ou ainda de tantas outras atitudes e situações em que nos afundamos que só nos contradizem e desfiguram ainda mais a nossa imagem já muito longe da original  quando se trata da semelhança ao Supremo Criador ou da coroa da criação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita vez, buscamos a nossa própria felicidade, tentando encontrar a nossa própria alegria por nossos próprios meios, pelas nossas próprias mãos, e cavamos o nosso próprio precipício, esquecendo-nos de que Jesus é a única razão da nossa alegria. A nossa alegria está somente nEle, e vem somente dEle, porque o Pai nos concede todas as coisas por meio dEle. Ele é o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por Ele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Por que, então, não somos alegres? &lt;/span&gt;Por que, então, não somos felizes? A quem recorrermos nos momentos difíceis? Em quem depositarmos a nossa total confiança?  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Até agora nada tendes pedido em meu nome”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - verso 24a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não somos alegres, ou felizes, porque olhamos apenas para as nossas circunstâncias, valorizando-as demasiadamente. Olhando apenas para o nosso umbigo, não pedimos ao Pai como deveríamos pedir. Pedimos mal. Egoisticamente, pedimos para esbanjarmos em nossos próprios prazeres. Pedimos sem a devida fé. Pedimos como se jogássemos numa loteria. Pedimos não confiando plenamente em Deus [3].   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devemos pedir em nome de Jesus porque Deus só nos aceita por meio dEle. O Pai somente nos aceita por meio do Filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O que fazer para sermos alegres, e, realmente, sermos felizes? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Será que estamos fazendo as nossas escolhas corretamente? Em quem e como estamos depositando a nossa alegria, a nossa felicidade, os nossos questionamentos e petições? &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa”&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; - verso 24b. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que essa nossa alegria seja completa, basta colocarmos com total confiança as nossas alegrias em Jesus, não nas nossas circunstâncias. Paulo tem um belo exemplo disso, e é dele este alerta: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” - Filipenses 4.4. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Juntamente com as epístolas aos Efésios, Colossenses e Filemom, a epístola de Paulo aos Filipenses está incluída no grupo das epístolas conhecidas como “as epístolas da prisão”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Filipos foi fundada a primeira Igreja Cristã na Europa. Dizem que os filipenses foram um povo hospitaleiro que muito contribuiu para o auxílio de Paulo em suas viagens missionárias - Filipenses 4.15,16. Paulo esteve por três vezes na cidade de Filipos. A alegria é um dos temas dominantes em Filipenses, conhecida como a “epístola da alegria”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que nos intriga, e muito nos ensina, é que Paulo, quando escreveu esta epístola, estava preso em Roma. Como é que uma pessoa, mesmo estando presa, sofrendo tantas aflições, humilhações, pode falar, escrever, aconselhar, e até incentivar-nos a que devemos nos alegrar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Alegrai-vos sempre no Senhor”, e ele ainda insiste: “outra vez digo: alegrai-vos”. Estas palavras nos advertem que somente em Cristo é que nós devemos nos alegrar, não importa a situação que estamos passando. Alegremo-nos sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e você devemos alegrar continuamente. Nós é que devemos praticar esta ação. Nós é que devemos nos alegrar no Senhor. Nós é que temos que tomar uma atitude, porque Deus já fez tudo por nós. Deus já fez Sua parte nesse sentido. A ação depende agora de nós, porque Deus já nos enviou o Seu Espírito para habitar conosco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obediência a esse mandamento é sempre possível, mesmo em meio a conflitos, adversidades e privações, porque a alegria não repousa em circunstâncias favoráveis, mas “no Senhor”, e Paulo recorre à repetição para enfatizar essa verdade [4]. O Espírito do SENHOR está em mim. O Espírito do SENHOR está em você. Então, por que não agimos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se mirarmos somente em Jesus, todas as nossas dúvidas e incredulidades se dissiparão em meio a este mundo de contrastes e confusões, de mentiras e contradições, de incertezas e solidão. A nossa verdadeira alegria e o caminho que devemos seguir para alcançá-la estão somente em Jesus. Somente Ele é que nos consola em nossas aflições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plenitude e a perenidade da nossa alegria, e, consequentemente, da nossa felicidade, estão apenas e tão somente em Jesus. E se nós estivermos em plena comunhão com Ele e obedecermos a Seus mandamentos, tudo o que pedirmos no nome dEle, Ele nos concederá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entregue-se a Jesus! Entregue-se de corpo e alma. Entregue-se de verdade. Entregue-se plenamente, e Ele lhe trará tantas alegrias que você nem imagina, porque grandes coisas Ele faz por aqueles que nEle creem.Somente nEle você tem a verdadeira alegria. Somente nEle você é feliz de verdade. Experimente essa alegria! Experimente essa felicidade! Experimente esse desafio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 GONÇALVES, Letícia. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Rir faz mesmo bem à saúde?&lt;/span&gt; Disponível em www.minhavida.com.br. Acesso em 06/11/2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 João 20.30,31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 Tiago 4.3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Biblia de Estudo de Genebra&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, 1999, notas, p. 1418 - cf. Romanos 12.12; Lucas 10.20&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-8359529469778688991?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/8359529469778688991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/8359529469778688991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/11/alegria-em-meio-as-aflicoes.html' title='ALEGRIA EM MEIO ÀS AFLIÇÕES'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-4073767894315132454</id><published>2011-10-20T23:54:00.011-02:00</published><updated>2011-10-21T03:21:38.418-02:00</updated><title type='text'>A ESSÊNCIA DA VERDADEIRA ADORAÇÃO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-cPOM8AGHtUw/TqDZPeTTzjI/AAAAAAAAAKc/ssFqkx3yGcQ/s1600/Capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 197px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-cPOM8AGHtUw/TqDZPeTTzjI/AAAAAAAAAKc/ssFqkx3yGcQ/s320/Capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665767191087402546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nestes tempos do vale tudo, inclusive nos cultos e púlpitos de nossas Igrejas, Samy Anderson vem a público compartilhar sua reflexão sobre como devemos adorar a Deus “em espírito” e “em verdade”, destacando a essência da verdadeira adoração, tendo em vista um fortalecimento espiritual da nossa vida cristã.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além de cumprir um inestimável alerta contra os falsos profetas e falsos mestres, e também – por que não? – os falsos crentes, que vêm atraindo muitas pessoas também em nossos dias, este livro é importante, não somente a todos os que aspiram ser um verdadeiro adorador dAquele que requer a nossa adoração do jeito que Ele mesmo exige ser adorado, mas também devido ao seu conteúdo, que foi pesquisado e elaborado por meio de vocábulos buscados na fonte e apresentado em linguagem acessível. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;José Camilo dos Santos - Pastor e jornalista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus provoque a reflexão devida sobre essas questões no meio do Seu povo através deste livro. É o nosso desejo e a nossa oração. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Solano Portela - Presbítero.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Procura intensa&lt;/span&gt;.O assunto desperta grande interesse. &lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-vjfsjUfxDbk/TqDwsKiuNiI/AAAAAAAAALY/kjZy4Zp7L6k/s1600/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B201.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-vjfsjUfxDbk/TqDwsKiuNiI/AAAAAAAAALY/kjZy4Zp7L6k/s200/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B201.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665792972766983714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-9n5vQ0xyiro/TqDtsbwuZ4I/AAAAAAAAALA/ecwRXHQWS64/s1600/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B537.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-9n5vQ0xyiro/TqDtsbwuZ4I/AAAAAAAAALA/ecwRXHQWS64/s200/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B537.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665789678854236034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-JsJwDMdiE4s/TqDwBnmVoaI/AAAAAAAAALM/AAB65wyHfW8/s1600/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B193.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-JsJwDMdiE4s/TqDwBnmVoaI/AAAAAAAAALM/AAB65wyHfW8/s200/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B193.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665792241832403362" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-1LzKhOm4PnE/TqDyGOyksFI/AAAAAAAAAMU/wiQORpyG7DA/s1600/IPF%2Bem%2BPaulista-PE%2Be%2BPatos-PB%2B331.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-1LzKhOm4PnE/TqDyGOyksFI/AAAAAAAAAMU/wiQORpyG7DA/s200/IPF%2Bem%2BPaulista-PE%2Be%2BPatos-PB%2B331.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665794520095436882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-Jpd4cDsa-W0/TqDxXb7tXII/AAAAAAAAALw/zeSuq2lrbmQ/s1600/IPF%2Bem%2BPaulista-PE%2Be%2BPatos-PB%2B071.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Jpd4cDsa-W0/TqDxXb7tXII/AAAAAAAAALw/zeSuq2lrbmQ/s200/IPF%2Bem%2BPaulista-PE%2Be%2BPatos-PB%2B071.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665793716169563266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-dYHjxPEgUFk/TqDw7MHZYgI/AAAAAAAAALk/_ejCdgfyc_U/s1600/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B331.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-dYHjxPEgUFk/TqDw7MHZYgI/AAAAAAAAALk/_ejCdgfyc_U/s200/Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2Bdo%2BLivro%2B-%2BRecife-PE%2B331.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665793230887281154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Onde encontrar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;e-mail: samyanderson@ig.com.br - tel.(19) 3039-0707 - distribuidores autorizados -  principais livrarias da sua cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem é Samy Anderson&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-P5tOQMUF HM/TqDhyktOQKI/AAAAAAAAAK0/0Yzgtp_350Q/s1600/autor.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 152px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-P5tOQMUF-HM/TqDhyktOQKI/AAAAAAAAAK0/0Yzgtp_350Q/s200/autor.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5665776590195146914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Casado com Kelly,  e pai de Vitória, o Rev. Samy Anderson é graduado em Teologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e cursou a disciplina de Sociologia da Religião para pós-graduação em Sociologia na UFSCar (Universidade Federal de São Carlos). É professor de línguas originais, exegese bíblica e Teologia Contemporânea no Seminário Presbiteriano Fundamentalista do Brasil, em Limeira, SP. Hoje, com 32 anos de idade e 12 de ministério, o Rev. Samy Anderson atua como pastor na Igreja Presbiteriana Fundamentalista no Parque Novo Mundo, em Limeira, SP.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-4073767894315132454?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4073767894315132454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4073767894315132454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/10/essencia-da-verdadeira-adoracao.html' title='A ESSÊNCIA DA VERDADEIRA ADORAÇÃO'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cPOM8AGHtUw/TqDZPeTTzjI/AAAAAAAAAKc/ssFqkx3yGcQ/s72-c/Capa.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-3949017988797171653</id><published>2011-07-07T01:02:00.005-03:00</published><updated>2011-07-16T22:46:43.531-03:00</updated><title type='text'>A CERTEZA DA SALVAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação,mas passou da morte para a vida.”&lt;/span&gt; - João 5:24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos de nós temos certeza da nossa salvação? Você acredita que o verdadeiro crente pode perder a salvação? Uma vez salvo, salvo para sempre? Ou não? Quem é que nos garante a salvação - se é que ela realmente existe -, nós mesmos, por nossos próprios méritos, ou pelos méritos de quem? O que é essa salvação? O Senhor Jesus realmente tem poder para salvar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Novo Dicionário da Bíblia&lt;/span&gt;, o conceito de "salvação" está relacionado à “saúde”, “ajuda”, “cura”, “recuperação”, “redenção”, “remédio” ou “bem-estar”,e significa a ação ou o resultado de livramento ou preservação de algum perigo ou enfermidade, subtendendo segurança, saúde e prosperidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas Escrituras, isso parte dos aspectos mais físicos para o livramento moral e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Novo Dicionário da Bíblia&lt;/span&gt; ainda diz que o Novo Testamento indica a inclinação do homem para o pecado, seu perigo e potência, e também o livramento que pode ser encontrado exclusivamente em Cristo, e que a Bíblia nos fornece um relato que desdobra como Deus proveu a base da salvação, tendo-Se apresentado pessoalmente como a salvação do homem.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Isso posto, quem tem, então, o pleno poder para nos garantir a salvação e nos livrar de todo o mal, física e espiritualmente, senão o próprio SENHOR nosso Deus, em Seu Filho Jesus Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de outras manifestações encetadas pelos assumidamente não-regenerados, os hipócritas, que se deixam enganar com suas falsas esperanças lisonjeados pelo amor próprio e traídos pelo espírito de autojustiça e autoconfiança - nos dizeres de Hodge, comentando a &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Confissão de Fé de Westminster&lt;/span&gt; -, também existem pessoas que, paradoxalmente, se dizem cristãs, mas que não têm essa segurança da sua salvação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que vivemos em tempos de relativismo, de especulações, de controvérsias. Ainda hoje nos deparamos com essa questão da certeza da salvação, da autoridade salvadora de Jesus e Sua divindade.Ainda hoje muitos acreditam que esse assunto depende exclusivamente de cada um de nós. Ou ainda que esse assunto de vida eterna, de salvação, é papo furado, e que Jesus não tem todo esse poder de salvar ninguém, já que Ele nem mesmo Filho de Deus é, e muito menos Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que o texto de João 5:24 encontra-se bem no centro dos 47 versos do capítulo 5 desse Evangelho.Por se tratar de uma bela conclusão de uma exposição lógica feita por Jesus aos incrédulos judeus em que não existe meio termo. Em seu  Evangelho, João estabelece as duas respostas possíveis à mensagem de Jesus sobre Sua Pessoa e Sua obra. Não há neutralidade com respeito a Jesus. Neste Evangelho nos defrontamos, desde o início, com a necessidade de escolher entre a fé e a incredulidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O capítulo 5 destaca a unidade do Ser e a atividade do Pai e do Filho, e a autoridade de Jesus (5:1-47), incluindo discursos em que Jesus explica Sua missão (5:19-47) e  Sua filiação divina (5:19-29), além de Ele mesmo apresentar as testemunhas que falam da Sua autoridade e da Sua divindade - testificadas, segundo Ele mesmo diz, por João Batista, por Suas próprias obras, pelo Pai, pelas Escrituras e por Moisés (5:30-47). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a autoridade de Jesus procede do Pai que confiou a Ele os papéis de Doador da vida e Juiz (5:19-30), e os destaques destes discursos só foram possíveis devido a um conflito entre Jesus e os judeus que questionavam a autoridade de Jesus por causa da cura de um paralítico junto ao tanque de Betesda no dia de sábado (5:1-18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os versos 16 e 17 afirmam que os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lO, “porque fazia estas coisas no sábado”. Mas Jesus lhes dizia: “Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os especialistas afirmam que essa controvérsia a respeito do sábado foi o estopim de uma insistente polêmica sobre a tão discutida natureza da mensagem de Jesus como Messias e Deus. Isso provocou uma crescente reação de incredulidade entre a liderança religiosa de Israel (5:1-12:50).Parece que foi aí que começaram as incansáveis perseguições dos judeus contra Jesus - a primeira declaração aberta de hostilidade que culminou num padrão de comportamento contínuo contra o trabalho incansável de Jesus em conjunto com o Pai em favor da salvação de muitos. Os judeus não aceitavam a divindade de Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal comportamento parece estranho para os nossos dias? Olhando de longe, parece que sim. Mas, de perto, não é bem assim. Quantos ainda hoje também se esquivam de ajudar alguém nas suas deficiências, físicas ou espirituais, apenas por estarem intrínseca e egoisticamente apegados aos seus próprios negócios, conceitos, preconceitos, ou outras convicções e afazeres? Quantas vezes não despistamos as pessoas e fugimos de uma boa ocasião para falar-lhes de esperança, do amor de Jesus, ou de outra boa notícia, argumentando que estamos cansados por causa da nossa lida diária ou atrasados para o nosso compromisso? Ou mesmo por timidez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentemente, o Pai celeste, em harmonia com o Filho, jamais Se cansa de laborar por nós, posto que Jesus veio para salvar os perdidos, e resgatar os eleitos, trazendo-nos conforto, segurança e a certeza de que Deus está sempre presente nas horas mais difíceis em que pensamos que não vamos mais resistir. Mas quantos de nós cremos nesse Jesus Salvador, nesse Jesus Filho de Deus? Ainda hoje há muitos que apregoam assumidamente a não-divindade de Jesus. Ou mesmo que não creem em nenhuma outra divindade, senão em si mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas,  em vez de dar ouvidos ao legalismo dos judeus, Jesus não se importa com as ameaças deles, e aproveita para explicar o Seu poder e a Sua missão, a Sua comum união com o Pai, a relação de intimidade e completa unidade de propósito e ação na Trindade; a Sua relação de identidade e harmonia entre a vontade do Pai e a do Filho; que Ele e o Pai são Um, e que, portanto, o Filho por Si mesmo nada pode fazer se também não o fizer o Pai. “Porque tudo quanto Ele faz, o Filho o faz igualmente”, diz o verso 19 - o que expressa humildade e obediência, não incapacidade pessoal de Jesus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a missão de Jesus se solidifica com base na autoridade do amor do Pai ao Filho e, desse amor, provêm maiores obras do que a simples cura de um paralítico, para que nos maravilhemos (verso 20). “Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer.” (verso 21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são estas maiores obras? No verso 21 Jesus diz que os mortos espirituais serão vivificados. Esse poder só é possível a Deus, mas Jesus reivindica esse poder para Si mesmo (verso 25). A missão de Jesus se revela como vivificante, mas ao Filho foi dado também o poder de julgamento (verso 22). Com isso, unem-se a Jesus as funções de dar vida e de julgar (versos 22,27-29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tais prerrogativas, o Filho é a máxima revelação do Pai que deseja que todos honrem ao Filho (verso 23). E somente quem tem tais poderes pode confiantemente assegurar: “Na verdade, na verdade, vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.” (verso 24).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confiantemente também nós podemos afirmar que está garantida a nossa salvação, não por qualquer mérito nosso, mas pelos méritos do Senhor Jesus outorgados pelo Pai depois de provar os caminhos da cruz, ser moído, provado e aprovado, morto e ressuscitado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a nossa salvação requer de nós um ato de fé, porque pela graça somos salvos por meio da fé; e isto não vem de nós, é dom de Deus (Efésios 2:8). Mesmo sendo um dom de Deus, que Ele dá a quem quer, esse ato de fé exige de nós uma nova atitude de vida, uma tomada de decisão aplicada pelo próprio Deus por meio do Seu Santo Espírito, porque Deus salva Seus eleitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como todos somos pecadores,falhos e finitos, nós dependemos desse dom gracioso de Deus para respondermos com fé a Cristo desde o momento da nossa conversão. Assim está assegurada a nossa salvação, pelos méritos do Senhor Jesus outorgados pelo Pai.É essa a jornada de fé em que Jesus nos mostra o caminho com vistas à vida eterna.        &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;1.  &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna”&lt;/span&gt; (João 5:24a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que é essa Palavra? O Logos, o Verbo que Se fez carne e habitou entre nós, é a Palavra revelada. Ou seja, o próprio Jesus - o Cristo, o Messias, o Ungido de Deus. O mesmo que foi anunciado desde os tempos mais remotos como o novo Adão, e que estava desde o princípio com Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse Jesus é o mesmo que, antes de iniciar o Seu ministério terrestre, foi batizado por João Batista e, como num ambiente de festa, veio-Lhe dos céus o testemunho confirmando a Sua identificação como o Servo do Senhor (Isaías 42:1; cf. Êxodo 4:22), relacionando-O com o reinado messiânico (Salmo 2:7). “E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”, relata  Mateus 3:16,17.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os analistas afirmam que o aparecimento do Espírito em forma de pomba lembra-nos a atividade criativa do Espírito em Gênesis 1:2, e pode apontar para o começo da nova criação através do ministério de Jesus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no prólogo do seu Evangelho, João apresenta Jesus como esse Logos, a Palavra, o Verbo, o Deus de Deus e Luz de Luz, o Filho encarnado de Deus, vindo a terra para revelar o Pai e redimir o homem, doando-nos a graça e a verdade, onde se destaca a natureza dinâmica da fé (João 1:1-18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, ouvir a palavra de Jesus é o mesmo que ouvir o próprio Jesus - o Cristo, o Messias. Ou seja, a própria Palavra de Deus, posto que Ele mesmo é a própria Palavra encarnada, o Logos, o Verbo; o próprio Deus que O enviou. Crer nEle é crer nAquele que O enviou, ou vice-versa.  Ou seja, é o mesmo que crer em Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termos distintos, mas importantes, são apresentados aqui, e que são interligados em meio às suas consequências lógicas, cujas ações representadas pelos verbos “ouvir”, “crer” e “ter”, estão no presente: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“ouve a minha palavra”&lt;/span&gt;  - “Ouvir”, aqui, também tem o sentido de “conhecer”, “obedecer”, “fazer a vontade de Deus”. Mas, para obedecer, é preciso conhecer; conhecer para poder crer porque “a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17). Quem está disposto a pagar o preço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“crê naquele que me enviou”&lt;/span&gt; - Crer no Pai, que enviou o Filho, é o mesmo que crer no Filho (cf. João 3:16; 6:29). "Ouvir" e "crer", aqui, implicam em ação na qual a fé faz uma grande diferença. Se você ouve, mas não crê, de nada vale o seu ouvir. Mais ainda, o "crer" aqui é nAquele que garantiu o Seu próprio Filho para nos redimir; para ser ouvido; para ser crido. Como já foi dito, o Pai e o Filho são Um. São um único Deus, não dois deuses, como os judeus pensavam, e queriam matar a Jesus por blasfêmia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até que ponto temos “ouvido” essa palavra de Deus? Até que ponto temos “obedecido” a esse Deus Triúno, e “crido” nEle, “cumprindo”, assim, corretamente, a Sua vontade?  E, se realmente cremos, cumprimos a Sua vontade?  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“tem a vida eterna”&lt;/span&gt; - É a conclusão lógica dos conceitos expostos acima. Quem “ouve” e “crê” “tem”. Tem o que? No caso, a vida eterna. E o que é vida eterna, senão estar com Deus, seja nesta ou na esfera espiritual? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme se apresentam os verbos “ouvir”, “crer” e “ter”, significa que a realidade da nossa salvação está no tempo presente. A nossa salvação é hoje, agora, e urgente. A salvação está acessível a todos os que corretamente reconheçam a Jesus como Messias e Salvador (João 4:25,26,29,42). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A salvação é uma ação concluída que tem um efeito presente, não é apenas um objeto de esperança para o futuro, mas uma presente realidade para o crente, pois aquele que crê “passou da morte para a vida” (cf. 6:47). A vida eterna começa quando se ouve e se crê (cf. João 20:31). E a vida eterna é estar com Deus, aqui e no futuro, quando ressuscitarmos com Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, a salvação é uma realidade palpável em nossos dias. Você crê nisso? Você crê que hoje mesmo o Senhor já te livrou de algum mal? Pense bem. Somente Ele é o Autor da nossa salvação. Somente Ele pode nos livrar do mal. Você realmente crê nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“não entrará em condenação”&lt;/span&gt; (outras versões: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“não entra em juízo”&lt;/span&gt;; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“não será condenada&lt;/span&gt;)(João 5:24b).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se crermos, já é um grande passo para alcançarmos a vitória. Ou seja, para sermos salvos de qualquer mal, do pecado, da morte. Basta irmos em frente com a nossa fé, pois ela pode mover até montanhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem negar, escatologicamente, o juízo vindouro, para o crente, na palavra de Cristo não há mais tal juízo, pois as Suas ovelhas ouvem a Sua voz, e Ele as conhece, e elas O seguem (João 10:27). Os crentes já passaram pelo julgamento, e já têm a vida eterna, não morrerão, durante toda a eternidade (João 10:28). Serão levados às “moradas” da casa do Pai, pelo Filho na Sua volta (João 14:1-4,23).  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“mas passou da morte para a vida”&lt;/span&gt; (outras versões: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;“mas já passou da morte para a vida&lt;/span&gt;”)(João 5:24c).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, como é característico em João, são nos apresentados dois conceitos fundamentais, e antagônicos entre si, os quais toda criatura tem que enfrentar. A morte é certa, se estamos vivos. Uma depende da outra. Como falar de uma, desprezando a outra? Como seres finitos, um dia, todos morreremos. E depois disso? Morte eterna ou vida eterna? São dois caminhos que se nos apresentam, e que vamos nos deparar com um deles um dia. Será que estamos preparados? Qual dele nos é reservado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a morte, senão a cessação da vida; o fim? A morte significa a separação. Espiritualmente, se morrermos, separamo-nos de Deus. E esta ação está intimamente ligada aos pecados que cometermos. Se estivermos em pecado, estamos mortos para Deus. Estamos separados de Deus. Do contrário, já passamos da morte para a vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, a  morte física não deve ser um problema para o crente. Todos nós devemos morrer por causa dos nossos pecados, para, então, acharmos a graça no juízo final. “Se já morremos com Ele, também viveremos com Ele.” (2Timóteo 2:11).A morte não separa o crente de Deus. Pelo contrário, leva-o à comunhão com o Cristo que sofreu, e, portanto, à fonte e origem da totalidade da vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O crente, se for um cristão verdadeiro, aprende a considerar, através de um ato de fé, que seus sofrimentos e morte são o sofrer e morte de Cristo, e, assim, a certeza da salvação e da vida eterna (2Coríntios 4:11,12; Filipenses 1;20,21; Romanos 8:36ss). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a vida, o que é, senão o período ou o espaço de tempo de uma existência concreta que começa com o nascimento? Se para o crente a morte, como significado de pecado, já foi derrotada através de Jesus, conforme enfatiza o ensino do Novo Testamento, a vida significa a vitória sobre a morte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espiritualmente, nesse caso, o crente nasce de novo. É a promessa correspondente da vida que já está presente. O crente ficará firmemente de pé no julgamento, e, assim, permanecerá na vida eterna, que é dádiva de Deus, pois é Ele que ressuscita os mortos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se viver longe de Deus descreve-se como morte, a vida verdadeira depende da Palavra de Deus (Lucas 15:24, 32; Mateus 4:4), de um Deus que pode matar e vivificar (Mateus 10:28; Romanos 4:17), de um Deus vivo (Mateus 16:16; 26:63); o Deus dos vivos (Mateus 22:32; Marcos 12:27: Lucas 20:38), conforme descreve o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento&lt;/span&gt;, para quem só há uma vida verdadeira - a de Deus - e só os que recebem a Cristo têm a vida porque “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10:10), assim como a missão do Logos, em João, é apresentada como o outorgar da vida (João 6:51). Só em Jesus é que se encontra a vida (João 3:16; 5:26,40; 6:53ss; 10:28: 1João 4:9; cf. 11:25; 14:6).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem essa vida verdadeira, espiritualmente falando, somos como aqueles cegos, coxos e paralíticos de Betesda à mercê da misericórdia de Deus, e da ação do Seu Espírito, para sermos movidos num ato de fé a fim de ouvirmos a Palavra revelada e crermos nAquele que a enviou a nós para nossa salvação,porquanto do SENHOR é que vem a nossa salvação (Salmo 3:8; 27:1; 37:39, Lucas 19:9, etc.) “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos.” (Atos 4:12).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo diz em 1Coríntios 15:19 que se esperamos em Cristo somente nesta vida, somos os mais miseráveis, ou os mais infelizes, de todos os homens. Mas, em Romanos 10:14, ele mesmo questiona: “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão aquele de quem não ouviram? E como ouvirão se não há quem pregue?” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis o nosso desafio, ou seja, o papel de cada um de nós cristãos: Proclamar esta salvação a todos, indistintamente - se é que realmente cremos -, porque no meio destes estão os eleitos, como aquele paralítico que foi curado naquele tanque de Betesda, e deixar que Deus por meio do Seu Espírito conclua a obra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse desafio depende de uma atitude nossa para dizer a cada um desses necessitados, perdidos e paralíticos espirituais, que se levantem, que tomem  e joguem fora o seu leito, a sua muleta, a sua cegueira, o seu pecado, e andem, e que esse Espírito de Deus lhes mova, e que eles andem  até Jesus, ao encontro dEle. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é o nosso desafio, hoje, e urgente.Será que estamos dispostos a expor-nos a isso, a cumprir a nossa missão como verdadeiros cristãos? Será que estamos dispostos a seguir o nosso chamado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1237-1238, 1402, 1104&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;BROWN, Colin; COENEN, Lothar (orgs.). &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento&lt;/span&gt;. 2ª ed. v. 1 e 2. Trad. por Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 2000. p. 1323-1325, 2648, 2650&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EARLE Ralph, MAYFIELD Joseph H. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Comentário Bíblico Beacon. João a Atos&lt;/span&gt;.  v. 7. 1ª ed. Trad. por Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro, RJ: CPAD, 2006. p. 63-68 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HODGE, A. A. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Confissão de Fé Westminster Comentada&lt;/span&gt;. 2ª ed. Trad. por Rev. Valter Graciano Martins. São Paulo: Os Puritanos, 2008. p.323-335&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Evangelho Segundo São João: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1072-1075. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Novo Dicionário da Bíblia&lt;/span&gt;. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1962, 1990.  v.2. p. 1464-1469. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Argumento de João&lt;/span&gt;. In: Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 158-160, 170-171&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-3949017988797171653?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/3949017988797171653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/3949017988797171653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/07/certeza-da-salvacao.html' title='A CERTEZA DA SALVAÇÃO'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-5052187711857843878</id><published>2011-06-01T13:36:00.006-03:00</published><updated>2011-07-05T12:05:20.205-03:00</updated><title type='text'>A CERTEZA DA VITÓRIA EM MEIO ÀS TENTAÇÕES</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar”&lt;/span&gt; - 1Coríntios 10:13&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Dizem que os crentes estão imunes às tentações deste mundo.  Que aqueles que sofrem tentações ou provações não estão sendo abençoados, e que Deus não está com eles. Será? O que dizer, então, do próprio Senhor Jesus que disse que neste mundo sofreremos aflições, mas que nEle mesmo encontraremos paz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer ainda de que Ele mesmo foi tentado pelo diabo no deserto num dos momentos cruciais de Sua vida terrestre? Jesus estava muito vulnerável fisicamente, mas não espiritualmente. Ali, Jesus estava jejuando há 40 dias e 40 noites em preparação para o Seu ministério. Mesmo assim, o Senhor Jesus vence a Satanás, ordenando-lhe que se retire, dizendo-lhe que somente ao Senhor nosso Deus devemos adorar e prestar culto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, conforme Mateus 4:1-11, mais uma vez, o Senhor Jesus vence a Satanás pela Palavra de Deus.Apesar das tentações, das nossas provações diárias e de tantas outras provocações, é a Palavra de Deus que nos dá força nesta vida para seguirmos em frente na busca do nosso alvo, da nossa vitória. A Palavra de Deus é a nossa segurança; a certeza da vitória para os crentes cristãos – os eleitos de Deus. É como diz a letra de uma música de Kleber Lucas espalhada pela internet: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Deus cuida de mim na sombra das suas asas &lt;br /&gt;E não ando sozinho &lt;br /&gt;Não estou sozinho &lt;br /&gt;Pois sei: Deus cuida de mim &lt;br /&gt;Se na vida não tem direção &lt;br /&gt;É preciso tomar decisão&lt;br /&gt;Eu sei que existe alguém que me ama &lt;br /&gt;Ele quer me dar a mão &lt;br /&gt;Se uma porta se fecha aqui &lt;br /&gt;Outras se abrem ali &lt;br /&gt;Eu preciso aprender mais de Deus &lt;br /&gt;Porque ele é quem cuida de mim &lt;br /&gt;Deus cuida de mim” &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, Deus cuida de nós. Mas muitos de nós crentes, diante de situação semelhante, às vezes nos desesperamos, esquecendo-nos de quem realmente é o nosso Deus, de Sua fidelidade para conosco, da Sua Verdade, da Sua Palavra, e caímos nas ciladas do diabo, esquecendo-nos dos privilégios da nossa comunhão com Deus, de sermos filhos dEle, de que Ele não Se alegra em nos ver sofrendo, e até mesmo de um ditado popular que diz que Deus nos dá o frio conforme o nosso cobertor. Então, mergulhamos em incertezas, ansiedades e murmurações, ou seja, pecamos mais e mais, chafurdando-nos num vale de lama sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o texto de 1Coríntios 10:1-13 Paulo mostra os exemplos da história de Israel  que nos podem despertar, e fazer-nos refletir sobre a nossa própria vida nos dias de hoje, e até ajudar-nos a prevenir das tentações, mesmo na certeza de que Deus pode nos livrar na hora exata, já que Ele sempre providencia um escape, mesmo diante das nossas imensas fraquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, muita vez, dificultamos o acesso a esses privilégios, colocando empecilho pelo caminho, complicando o acesso à nossa plena felicidade, valorizando coisas periféricas, fortalecendo os nossos erros e pagando um alto preço pelas nossas atitudes que, em regra, o SENHOR nosso Deus não Se agrada. Nossas atitudes erradas podem nos custar muito caro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo o texto também mostra os tristes resultados do mau uso dos privilégios por Israel que servem de alerta para os coríntios - E por que não para todos nós desta geração, diante da nossa arrogância e cegueira do nosso dia a dia? Quando e como é que poderemos resistir a tantas provocações, senão quando abrirmos os nossos olhos espirituais, descansando-nos e nos espelhando no Senhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando é que poderemos perceber, diante de nossas tentações, o quanto Deus está nos provando, e provendo-nos de resistências, capacidade e sabedoria para que possamos descansar na Sua paz, independentemente do que vier contra nós, já que o Seu fardo é leve? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o texto de 10:12 mostra que a queda é sempre uma possibilidade, o verso 13, mostra que a  ajuda de Deus é sempre uma certeza. E, ainda, por sua vez, o verso 13 ratifica um grande encorajamento aos crentes que estão enfrentando tentações e outros tipos de provações. Entretanto, se Deus nos guarda de tentações maiores do que as que podemos resistir, nós não podemos valer-nos de nossas tentações como uma desculpa para pecarmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado jamais deve ser uma necessidade para o crente. Este, sim, é que deve sentir na pele o privilégio da certeza da vitória garantida por um Deus que cuida de nós para não cairmos em tentação, apesar dos nossos erros, perdas, peripécias, punições e mau uso destes privilégios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que os exemplos de Israel sirvam para nossa reflexão nos dias de hoje, conforme já foi dito,  assim como também alerta o apóstolo Paulo:&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;1 – Conforme o verso 13a, “Não vem sobre nós tentação, senão humana”, mesmo que a tentação sempre nos force a afastar-nos do modo correto de vida. Exemplos citados nos versos 1-5 mostram os privilégios que partilharam os israelitas, e que, por causa do seu pecado, Deus não Se agradou do comportamento da maioria deles, “razão por que ficaram prostrados no deserto” (verso 5).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os altos privilégios nacionais de Israel não garantiram a bênção individual para todos (10:1-5). Eles partilharam da libertação (verso 1). Eles partilharam na identificação com o Libertador (verso 2). Eles partilharam da provisão (versos 3 e 4). Mas a maioria não partilhou da recompensa da Terra Prometida (verso 5).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram”, alerta o apóstolo Paulo no verso 6. Israel entregou-se à cobiça (verso 6); à idolatria (verso 7); à imoralidade (verso 8); à obstinação (verso 9); e à murmuração (verso 10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os versos 6 a 13, ao mostrar o mau uso dos privilégios pelos israelitas, e a punição que se seguiu, alertam os coríntios contra sua arrogância espiritual em meio à tentação. O mau uso dos privilégios que levou Israel a se entregar a pecados grosseiros e a sofrer a punição divina serve como alerta para a Igreja (versos 6 a 11). Os erros do passado servem como exemplo para aqueles que vivem no final dos tempos (verso 11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando por metáfora, Paulo diz ainda, em Romanos 9:24, que devemos correr de tal modo que alcancemos o nosso objetivo assim como um atleta corre para ganhar o seu prêmio. Assim como estes atletas que lutam disciplinando o seu próprio corpo até chegarem ao seu objetivo final, que é vencer a sua luta, os crentes também devem estar dispostos a pôr de lado os seus interesses egoístas na busca de seu alvo principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas qual deve ser alvo principal de um crente? Reflita, e responda você mesmo para você mesmo. Qual é o seu alvo principal nesta vida? O que você tem em mente nesta sua passagem aqui na terra, como um crente cristão? Você está mesmo sendo vigilante para não cair?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso é que o verso 12 diz que “aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia.” As consequências de uma queda são terríveis. Trazem-nos sequelas, que se não curarmos delas, tornar-se-ão em incurável doença. Entretanto, o Senhor não nos quer ver doentes, pecando, como um ser errante por aí, já que Ele nos criou para desfrutarmos com Ele das Suas bênçãos, do Seu Paraíso eterno, mas que já estejamos desfrutando disso aqui, desde já, mesmo neste mundo tão controverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso é que o Senhor Jesus pede ao Pai  que não nos tire deste mundo, mas que nos livre do mal. E Ele tem poder para isso. Diante de todas as nossas aflições, tentações, e provocações outras, é o Senhor que nos livra. E se porventura estivermos sendo tentados é Ele mesmo que nos quer ver sendo provados, desbastados, para sermos cada vez mais fortalecidos, aguardando tranquilamente até o dia da vitória, e podermos dar o nosso testemunho àqueles que também possam ser testados para os mesmos objetivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – O verso 13b diz que “Deus é fiel, e não permitirá que sejamos tentados além das nossas forças”.  Se a tentação sempre nos força a afastar-nos do modo correto de vida, Deus, porém, guarda o crente neste particular. Essa é a nossa segurança, que, por pior que estejamos sendo tentados, Deus é que nos garante a vitória final, já que Ele é fiel, e não permite que sejamos tentados além das nossas próprias forças.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Deus é fiel em Sua Palavra. Ele não é como o homem que vive mentindo, pensando que, assim, possa livrar sua pele do mal, e pratica outro mal. Em Tiago 1:11 está escrito que bem-aventurado é o homem que suporta, com perseverança, a provação, porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam. E mais: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e Ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz.”(versos 13 e 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia diz que é o Espírito Santo que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (João 16:8). E se Deus é fiel, é Ele mesmo, conforme a Sua própria Palavra, que cuida de nós, não permitindo que venha sobre nós tentação, senão humana. E, por Ele ser fiel, também nos permite suportar essas tentações, assim como as provações e provocações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que realmente temos esta certeza, esta percepção, e estamos dispostos, e até mesmo preparados, para que roguemos ao Espírito de Deus que nos ajude neste sentido, prevenindo-nos contra o pecado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Já o verso 13c diz que, “antes, com a tentação, Deus nos dará também o escape, para que  possamos suportar”, alertando-nos que se esse crente se apoiar em Deus, achará meio de escapar, pois o Senhor sempre mostra o caminho desse escape. E, juntamente com esta tentação, Deus nos proverá livramento, de sorte que possamos suportar, encontrando uma saída para tal e fortalecimento, entendendo que estas provações foram para o nosso bem por causa do imenso amor desse mesmo Deus a Seus filhos como um pai que os corrige.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As nossas tentações, provações, e demais provocações neste sentido, só nos servem para o fortalecimento  da nossa própria fé, e do grande amor de Deus para conosco, pois quem nos separará deste amor de Deus em Cristo Jesus? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, em Tiago 1:2,3 está escrito que devemos estar felizes quando cairmos em várias tentações, posto que elas são a prova da nossa fé, prova esta que opera a nossa paciência, porque nos gloriamos na esperança da glória de Deus, conforme está em Romanos 5:2b-5.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;Já em 1Coríntios 10:12,13 mostra-nos como o exemplo assustador de Israel pode motivar os próprios coríntios a desistir de sua arrogância e a buscar ajuda divina. E, quanto a nós, em que outros exemplos podemos ainda nos espelhar para encontrarmos a nossa verdadeira paz espiritual? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso é que a nossa segurança deve estar em Deus, porque temos paz com Ele por meio de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Por isso é que devemos gloriar-nos nas nossas próprias tribulações, posto que elas produzem a paciência e a paciência produz a experiência e a experiência produz a esperança, conforme aponta o apóstolo Paulo em Romanos 5:2b-5, como que ilustrando tudo o que dissemos até aqui. Ou seja, quem tem paciência, tem esperança. Portanto, sabe suportar as tribulações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que significa ter essa paciência? O pastor Samy Anderson, numa de suas exposições sobre Tiago 5:7-11, explicou que a paciência é a capacidade de suportarmos todo tipo de provação, e até de provocação, com vistas ao bem, sobretudo instigado por quem estiver ao nosso lado. Não é acomodação, mas ação. Isso só nos faz concluir que  quem tem paciência, tem esperança, e quem tem esperança sabe suportar as tribulações ou provações, e provocações outras. Ou seja, sabe esperar, porque tem fé, mas vai à luta na certeza de  alcançar o seu alvo; a sua vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Senhor nos instigue, para que continuemos nessa luta com vistas ao alto, que é o nosso alvo.&lt;br /&gt;___________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1357 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PROCTOR, W. C. G. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;As Epístolas aos Coríntios. 1Coríntios: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1206. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Argumento de 1Coríntios&lt;/span&gt;. In: Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 280-281&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-5052187711857843878?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5052187711857843878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5052187711857843878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/06/certeza-da-vitoria-em-meio-as-tentacoes.html' title='A CERTEZA DA VITÓRIA EM MEIO ÀS TENTAÇÕES'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2949191705728498096</id><published>2011-04-23T15:27:00.003-03:00</published><updated>2011-04-23T16:03:58.859-03:00</updated><title type='text'>QUAL É O SEU CHAMADO?</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”&lt;/span&gt; (1Pedro 2:9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO MUNDO moderno, profissional e secularmente falando, todos têm que procurar uma formação que esteja conforme os padrões e aptidões de cada um, mas principalmente que cada um se encaixe naquela profissão que melhor lhe satisfaça; que melhor condiz com seu desempenho, desejos e realizações para que, além de um rendimento salarial compatível, também possa render-lhe satisfações pessoais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ninguém vive feliz fazendo aquilo que não gosta, que não tem nada a ver consigo, que não lhe dá prazer. Tampouco os que estão ao seu derredor. Temos que estar encaixados naquilo a que fomos chamados; para o serviço a que fomos vocacionados. Todos têm um chamado específico para desenvolver uma função específica nesta engrenagem social em que todos precisam estar bem para que tudo corra bem para o bem de todos, mesmo diante de um sistema capitalista selvagem, exigente e competitivo destes nossos tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo acontece quando se trata dos serviços do Reino. Todos têm um chamado, até mesmo “os que tropeçam na Palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos” (1Pedro 2:8). Diferentemente dos eleitos, estes “que tropeçam” são condenados porque são desobedientes, incrédulos, e essa desobediência não ocorre à parte da vontade soberana de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos fomos chamados para desempenhar um papel importante no contexto do plano de Deus. Deus tem um plano para cada um de nós. Você também foi chamado para se engajar nesse plano. Você tem um chamado. Você tem ciência dele ou você é mais um daqueles que vêm à Igreja somente porque encontra a porta aberta? Somente para cumprir tabela, para não perder o costume? Você é um daqueles que vêm à igreja, e senta,e chora, e ouve tudo, e depois vai embora, e, assim, sucessivamente, em todos os domingos? É esse o seu chamado? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não se lembra de como os discípulos de Jesus foram chamados? Você se lembra de como Jesus chamou e vocacionou cada um deles? “Eu vos farei pescadores de homens”, prometeu-lhes Jesus. Essa promessa é ligada à primeira de todas as chamadas do Evangelho, o que sugere que a tarefa principal do cristão, neste mundo, é ganhar outros para Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Pedro estava lá entre os quatro primeiros discípulos que foram chamados por Jesus, e que, assim que foram chamados, deixaram tudo o que estavam fazendo e seguiram a Jesus (Mateus 4:18-25; Marcos 1:16-20; cf. Lucas 5:1-11). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos obedeceram ao chamado. Todos seguiram a missão. Todos tornaram-se apóstolos, e hoje são os pilares da Igreja de Cristo. Mas, com exceção de João, todos foram martirizados; morreram e foram sacrificados por causa do seu chamado. Você seria capaz de passar por tais experiências nos dias de hoje em defesa de sua fé? Hoje,  literalmente,você seria capaz de morrer por sua fé como aqueles discípulos e tantos outros mártires cristãos? Quais são os nossos argumentos em favor daquilo que cremos? – se é que cremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os apóstolos eram homens simples, tidos até como iletrados,e ignorantes, mas que foram transformados, e Jesus conseguiu fazer deles o alicerce da Sua Igreja. Muitos ímpios hoje em dia utilizam-se do exemplo de liderança de Jesus diante dos Seus discípulos para motivar as pessoas nas suas empresas como exemplo de rendimento no cumprimento de suas metas. Entretanto, a Igreja está construída sobre o alicerce dos profetas e daqueles apóstolos, e até hoje conserva-se unida pela principal pedra – o próprio Jesus Cristo (Efésios 2:20). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Pedro era um deles. Judeu, profundamente religioso, cuja fé oscilava de quando em quando. Gostava do Antigo Testamento. Sempre tinha que recordar da vida de Abraão e de outros servos de Deus, da antiga dispensação. Suas mensagens são simples, e todas baseiam-se em testemunhos; em fatos da vida de Jesus e do ministério apostólico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas duas epístolas, juntamente com as de Tiago e Judas, são conhecidas como as epístolas gerais, católicas ou universais.Elas servem de aplicação para quaisquer épocas. Escrita no final de sua vida aqui na terra, a primeira epístola de Pedro coloca-se entre os anos 64 a.C. e 68 a.C., e tem o propósito de encorajar e fortalecer os crentes com as consolações do Evangelho numa época de provação e crise aguda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estes Pedro chama de eleitos, peregrinos, forasteiros, estrangeiros dispersos. É a epístola da esperança viva, fundada na ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos. Assim, ela se aplica a nossos dias, dada a sua insistência na firmeza em tempos de sofrimentos à luz da esperança no Redentor ressurreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1Pedro 2:9,10, o autor muda de assunto e, aplicando à Igreja os termos do Antigo Testamento referentes à Israel, afirma a continuidade entre o Israel do Antigo Testamento e a Igreja do Novo Testamento. Israel e a Igreja são representados como o único povo de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos versos 8 e 9, Pedro assinala um nítido contraste entre o destino dos incrédulos (v. 8) e a posição dos eleitos; os crentes em Cristo. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos. Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem são esses eleitos? Quais são suas principais características?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. São os crentes; a Igreja de Cristo – a &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“geração eleita”&lt;/span&gt;; a &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“nação santa”&lt;/span&gt;; o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“povo adquirido”&lt;/span&gt; – um povo especial com um chamado especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é a Igreja, que é constituída por todos os crentes. A Igreja é a casa espiritual escolhida por Deus edificada em Cristo. São títulos dados aos cristãos, tomados diretamente como se descreve o povo de Deus do Antigo Testamento (Êxodo 19:5; Isaías 43:21). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente os crentes são eleitos. Os crentes assumem tais títulos como o novo Israel, raça eleita, com direito a todos os privilégios, chamados para aceitar as responsabilidades de povo escolhido de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. São o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“sacerdócio real”&lt;/span&gt; – Este é um dos privilégios dos crentes: ter acesso direto a Deus por meio de Cristo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os santos desfrutam do governo de Deus e, como sacerdotes, possuem íntimo acesso a Ele (Hebreus 10:19-22 1Pedro 2:5-9). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumpre aos crentes ser um sacerdócio real (Êxodo 19:6; Apocalipse 1:5,6). Eles formam um novo Templo, edificado em Cristo, no qual, como novo sacerdócio, oferecem sacrifícios de adoração espirituais e aceitáveis (1Pedro 2:4-8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois ofícios de rei e sacerdote eram zelosamente conservados um separado do outro em Israel (cf. 2Crônicas 26:16-21), mas, em Cristo, estes dois ofícios se combinam. Cristo é sacerdote entronizado rei (Zacarias 6:12,13), e todos quantos O seguem são reis e sacerdotes para Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo quanto o sacerdote era nos tempos do Antigo Testamento, em relação com Deus e os homens, o cristão deve ser na sua coletividade e na sua vida individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. São os arautos e testemunhos dos atos poderosos e nobres de Deus – &lt;span style="font-style:italic;"&gt;“para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A eleição e o chamado do povo de Deus não são somente para a salvação, mas também para o serviço.Todos os crentes são chamados para dar alegre testemunho dos atos salvíficos de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os crentes devem perceber seu novo papel na sociedade como comunidade espiritual escolhida por Deus (1Pedro 2:4-10). Eles desfrutam novos relacionamentos para com Deus de forma a torná-lO conhecido como Deus Salvador, e misericordioso, por meio do testemunho (1Pedro 2:9,10).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se somos eleitos, somos verdadeiramente crentes. Se somos verdadeiramente crentes, temos um chamado que não pode ser descartado, e o dever de estarmos na linha de frente quando formos convocados. Que não deixemos ser levados pelas intrigas, fofocas, ciúmes, melindres ou demais chorumelas de ninguém, nem mesmo de nós próprios. Também é bom lembrar que, num sentido amplo, todos os crentes são ministros, o que significa ser “servidor”; “criado”; um “ajudante”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do ministério cristão há grande diversidade. Nem todos são chamados para servir com a mesma capacidade e dom (1Coríntios 12:4-11). Mas todos são chamados e eleitos para um tipo de serviço. Assim, todos os eleitos foram chamados para servir, ou seja, para dar fruto (João 15:16; 1Pedro 2:9). Qual é o seu chamado? Qual é o seu dom? Seu chamado é reconhecido pelos outros?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATKINSON, F. C. Basil. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Evangelho Segundo São Mateus: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 952. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1497&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MCNAB, Andrew. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;As Epístolas Gerais de Pedro. 1Pedro: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1401-1418. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Sermão Eficaz - Curso de Homilética&lt;/span&gt;. Apostila adaptada do livro homônimo de James Cranc “El Sermón Eficaz” pelo Prof. Rev. Osvaldo Chamorro. El Paso, Texas, Casa Bautista de Publicaciones, 1971. p. 4&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Argumento de 1Pedro&lt;/span&gt;. In: Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 525-538&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2949191705728498096?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2949191705728498096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2949191705728498096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/04/qual-e-o-seu-chamado.html' title='QUAL É O SEU CHAMADO?'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-6868967115675452397</id><published>2011-04-23T14:54:00.003-03:00</published><updated>2011-04-23T15:02:01.988-03:00</updated><title type='text'>PENSE EM JESUS CRISTO</title><content type='html'>A Sexta-Feira Santa, ou da Paixão, é a data que a cristandade usa para comemorar a crucificação e morte de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;É importante pensar no que Ele fez. Todos os dias.&lt;br /&gt;Antes de Jesus vir, o mundo estava perdido. E agora? Continua perdido.&lt;br /&gt;É nesse ponto que Sua crucificação e morte fazem toda a diferença. Sem Ele, não há esperança. Só há perdição.&lt;br /&gt;O mundo está cheio de pecado, maldição e escuridão.&lt;br /&gt;Quem nos resgatará?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até as Igrejas institucionais estão cheias de pecado, maldição e escuridão.&lt;br /&gt;Quem nos resgatará?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nós mesmos nascemos cheios de pecado, maldição e escuridão.&lt;br /&gt;Quem nos resgatará?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Jesus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ele não veio a este mundo fazer uma visitinha nem tirar férias. Ele veio resgatar.&lt;br /&gt;Nesta data e nos dias seguintes, desafio você a ler o Evangelho de Mateus, Marcos, Lucas e João e deixar o Espírito Santo tocar sua vida com a história, vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Fonte: www.juliosevero.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-6868967115675452397?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/6868967115675452397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/6868967115675452397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/04/pense-em-jesus-cristo.html' title='PENSE EM JESUS CRISTO'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-1649032487197667182</id><published>2011-04-09T21:13:00.002-03:00</published><updated>2011-04-09T21:32:34.017-03:00</updated><title type='text'>DEUS É AMOR, E ESSA É A NOSSA VITÓRIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;"&gt;“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”&lt;/span&gt;- João 3:16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSIM como no passado, ainda hoje, nós também nos defrontamos com grandes catástrofes, dentro e fora de nossas casas; dentro e fora de nós mesmos. Catástrofes materiais, financeiras, ecológicas, ambientais, pessoais. Mas a pior de todas as catástrofes é a catástrofe espiritual, a apostasia - quando não acreditamos mais em nada, a não ser em nossos bens materiais.  Muitos destes flagelos são frutos de nossas próprias mãos por causa do nosso pecado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     São atitudes, em geral, inconsequentes tomadas por conta própria, sem pensarmos nas suas dimensões, ou mesmo em quem e de que maneira elas possam repercutir. Muitas vezes somos egoístas, irresponsáveis, arrogantes e rebeldes sem causa - se é que existe alguma causa para a rebeldia. Assim, sobrevivemos. E, guiados pelas nossas próprias deficiências, tornamo-nos vulneráveis e não vivemos plenamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Falamos, murmuramos, reclamamos, isso quando não tomamos atitudes ainda mais drásticas, que ceifam vidas, deixando sequelas que jamais se apagam, que, quando nos despertamos é que detectamos o tamanho do estrago. E tudo acontece como se fosse parte de um pesadelo, como se estivéssemos fora de nosso controle, dos nossos padrões normais - se é que ainda existem normalidades neste mundo tão cruel, pleno de incredulidade e incertezas, mesmo no meio daqueles que se dizem cristãos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Sem querer ser pessimista, intolerante ou desalentador, mas, abra as páginas dos jornais, veja a televisão, acesse a internet, ouça o rádio, saia às ruas, escute as pessoas... Só ouvimos conversa fiada, balelas, violências, decepções, lamentações, sofrimento, confrontos e contendas, de um jeito ou de outro, e por qualquer motivo, mesmo perante  tudo aquilo que o Supremo Criador colocou diante de nós, de uma maneira geral, para o nosso próprio bem, para o nosso conforto e comum união entre Ele e todos em nosso derredor. Só que não temos olhos para ver as maravilhas deste Criador que tudo faz e fará por nós, há muito e fielmente prometido. Nem temos ouvidos para ouvir a Sua voz, muito menos para perscrutar os Seus juízos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Será que perdemos a razão, nossos valores, nossas referências? E, se eles ainda existem, quais são e onde estão? Ou somos os mesmos de sempre, crentes em nós mesmos, apegados aos nossos próprios afazeres e confiantes em nossas próprias audácias apenas e tão somente? No que realmente cremos? - se é que ainda cremos em alguma coisa, além do nosso próprio umbigo. Ou será que estamos mesmo loucos? Será que ainda temos jeito? E quem pode dar esse jeito? Ou será que já estamos mortos e nem sabemos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Obviamente que estamos falando aqui de morte espiritual. Mas, quem crê nisso? Quem vai dar ouvido a isso? Quem vai perder tempo com isso nesta vida agitada destes nossos tempos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O texto citado (João 3:16), tem como pano de fundo o conhecido diálogo entre Jesus e Nicodemos, que trata do novo nascimento. “Aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus”, diz Jesus a Nicodemos, que se maravilhou pelo fato de alguém poder experimentar todo o processo de desenvolvimento desta vida e poder, depois, renascer (João 3:3,4). Mas isso não é nada fácil, pois requer e exige de nós um total desprendimento daquilo que somos ou do que éramos antes. Exige de nós uma mudança radical vinda de dentro de nós que por nós mesmos é impossível praticá-la, a não ser que esta mudança venha do alto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Somente a nossa renovação interior permite-nos a nossa participação no Reino de Deus. A isso chamamos de regeneração. Isso também não vem de nós. É ação exclusiva de Deus, que nos faz reviver depois de estarmos mortos. É dom da graça de Deus, obra imediata, sobrenatural, do Seu imenso amor, realizada em nós por meio do Espírito Santo. Seu efeito é fazer com que nós, da morte espiritual, passemos à vida espiritual. A regeneração muda a disposição de nossa alma, inclinando nosso coração para Deus. Seu fruto é a fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Portanto, a regeneração antecede a fé “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:15). E esta não é uma fé cega, traiçoeira, aleatória. Também não é nenhum “show da fé”, posto que não é fácil praticar esta fé por ser coisa séria. Ela é oriunda [1] de uma referência que nos identifica; [2] de um objetivo, uma finalidade, que é o nosso alvo, que nos preserva contra a morte eterna; e [3] de uma razão de ser, que, antes de nos preservar naquele nosso objetivo, também nos privilegia graciosa e imerecidamente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;1.Nossa referência é Cristo &lt;/span&gt; &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     Para melhor identificarmos o texto (João 3:16) no seu contexto ainda mais restrito, vejamos os seus dois versos anteriores: “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”- João 3:14-16. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Mas, antes de prosseguirmos, devemos perceber que o texto do verso 15 tem uma correlação, não somente com o texto que lhe é imediatamente anterior (verso 14), mas também com o texto remoto, imediatamente posterior, o texto logo abaixo (verso 16) como se dependessem um do outro. Um é consequência do outro, como elos de uma corrente que se interligam, uma condicional, citando situações históricas do passado do povo de Deus, e, comparativamente, sugerindo, em situação diferente, que o mesmo deva acontecer com Jesus Cristo para que o plano de redenção divino seja consumado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado.” (verso 14). O fato aqui mencionado está registrado em Números 21:4-9, quando os israelitas rebeldes murmuravam e queixavam-se contra Deus e Moisés. Então, Deus enviou serpentes abrasadoras para o meio deles, para puni-los. Mas Deus disse a Moisés para colocar uma serpente de bronze numa haste com a promessa de que os que olhassem para ela vivessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Devemos atentar ainda para os verbos “levantou”, “importa” e “seja levantado”, que enfatizam o imperativo, como uma necessidade, resultado, causa de que Jesus teria que ser sacrificado, e pendurado num madeiro por nossa causa, como o Cordeiro perfeito, sem qualquer defeito que morreu pelos nossos pecados (1Pedro 1:19; João 1:29; Romanos 5:8). Promessa esta já anunciada por Deus desde Gênesis 3:15, assim que Adão e Eva caíram em desobediência por astúcia de Satanás. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2.Nosso alvo é Cristo, que nos preserva contra a morte eterna&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      “Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (verso 15).  Eis a causa, o resultado, a necessidade, e a consequência de que fala o verso 14. Se crermos, não pereceremos. Não morreremos. Se olharmos para a cruz de Cristo, e o propósito divino, viveremos. Se crermos, teremos a vida eterna. Cristo foi levantado na cruz, e ressuscitado depois, para a glória dAquele que Lhe enviou para que crêssemos nEle, e tenhamos a vida, não a morte, pois Ele morreu em nosso lugar para que vivêssemos.  Por causa da morte de Cristo é que vivemos. “Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida.”(1João 5:12). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Mais uma vez, a correlação, aqui, é entre os termos “crer”, “não pereça” e “vida eterna”, que estão interligados, e voltados para o crente por meio da Pessoa e missão de Cristo como Salvador, conforme o texto anterior (verso 14), mas se restringe somente a “todo aquele que crê”. Não a todos, indistintamente, ressaltado em João 6:47: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Se aquele que crê tem a vida eterna, podemos concluir que aquele que não crê não tem a vida eterna, permanece na morte, e a ira de Deus permanece sobre ele (cf. 5:25-29), destacado ainda em João 3:36: “Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.” Assim como Cristo tem poder para salvar, também tem poder para exercer juízo, conforme João 5:29 - “E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal para a ressurreição da condenação.” &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;3.Nossa razão de ser é que Deus nos ama graciosamente, por meio de Cristo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Tudo o que até aqui foi exposto só pôde acontecer “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (verso 16). Tudo o que até aqui foi exposto está interligado numa correlação, não apenas entre os versos citados, mas também entre alguns termos acima já mencionados (ver João 3:14-16).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Tudo isso para demonstrar que o incomensurável amor de Deus é a razão da nossa existência. Ele é a nossa razão de ser, e Deus ainda nos privilegia com o dom da fé para que vençamos o mundo (1João 5:4) que está no maligno (1João 5:18,19; Gálatas 1:4), e creiamos nEle por meio de Cristo, o Autor e Consumador da nossa fé (Hebreus 12:2). Deus é amor, e esta é a vitória do crente. Ou melhor, esta é a segurança do cristão, porque crente todo mundo é, mas, cristão!... nem todos são. Nem mesmo em meio àqueles que dizem que são, que pensam que são, mas, na verdade, não são.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Mas que amor é esse? Deus amou o mundo, e daí? E se Ele apenas nos amasse, e nada exigisse de nossa parte? Mas Ele nos amou, doando-Se a nós por meio de Seu Filho para que vivêssemos em comunhão com Ele - mesmo que nenhum de nós  merecesse tamanho privilégio. Mesmo assim, Ele nos ama, e nós temos que fazer a nossa parte.  Sem a nossa fé esse amor não faria sentido. Deus nos ama e coloca em nós a fé para que creiamos nesse Seu amor. Para que creiamos nEle, e tenhamos vida com Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Mas que amor é esse? É como o amor dos homens? Certamente que não! As experiências deste mundo dizem que não. As nossas experiências pessoais, as experiências com as quais defrontamos a cada dia pela mídia, pelos nossos vizinhos, entre os povos e nações... São tantas as experiências danosas, as violências, as promiscuidades, que se praticam em nome do “amor”. São tantos os que se matam ou matam os outros por “amor”! O amor dos homens mata. Mas o amor de Deus vivifica, dá vida, ressuscita, transforma os homens. Veja o diálogo de Jesus com Nicodemos (João 3:1ss). Necessário nos é nascer de novo (João 3:7).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O amor de Deus nos constrange, no sentido de embaralhar as nossas mentes por este amor estar muito além do nosso entendimento, principalmente para o ímpio. Aqueles que não creem não entendem esse amor. O amor de Deus faz-nos ver quanto somos pequenos, mesquinhos e frágeis diante da Sua magnificência, e transcendência, mas, ao mesmo tempo, de um Deus tão imanente. Esse amor é a nossa única esperança. A única certeza de uma vida duradoura e perseverante para aqueles que creem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Tal como amou a Seu Filho, o Pai também nos ama. Este amor de Deus em Cristo é a certeza da nossa vitória. Tanto é que Ele sempre providencia um escape para todo aquele que nEle crê para que não pereça diante das provações deste mundo, mas que tenha a vida eterna (1Coríntios 10:13).  Mas sem fé é impossível agradar a Deus “porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe” (Hebreus 11:6). Além de que o justo viverá por fé (Romanos 1:17; Habacuque 2:4). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim, se chega ao ápice da compreensão do plano de Deus, do Seu propósito, e da percepção da Sua mensagem redentora. É como um final feliz! Uma apoteose muitas vezes incompreendida, dada a abrangência que engloba os termos “porque Deus amou o mundo de tal maneira...”, que se aplica a todos os eleitos de todas as partes do mundo ainda hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Deste modo, através da beleza de um estilo discursivo, literário e teológico muito bem estruturado, o discípulo amado disseca esse amor de Deus, interligando-o com a nossa fé, sem a qual não entraremos no Reino de Deus, ou seja, não teremos direito à vida eterna. Não seremos justificados. Não teremos salvação (Efésios 2:8). É o Evangelho da fé, do confronto ou do conflito entre a fé e a incredulidade em que a Pessoa de Jesus como o Filho de Deus, o Cristo, o Messias, o Salvador, o Verbo que Se fez carne é a figura central, e que, por meio dEle, a salvação está acessível a todos que corretamente reconheçam isso, “para que, crendo, tenham vida em Seu nome” (João 1:1-18; 4:25,26,29,42; 20:31). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Assim como os israelitas rebeldes, murmuradores e pecadores tiveram que olhar para a serpente de bronze levantada por Moisés no deserto para que vivessem, nós também, pecadores que somos, temos que mirar em Cristo, que foi levantado na cruz; morto, crucificado, porém, exaltado, cuja ressurreição e glorificação revelam, juntas, a glória de Deus (João 8:28; 12:32,34).Temos que voltar nosso olhar, de corpo e alma, com todo o nosso ser e por toda a nossa vida, para este Cristo que foi levantado no madeiro, e sacrificado por nossa causa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Esta é a chave do eterno plano de Deus para salvar o Seu povo (Atos 4:27,28). O propósito soberano de Deus, a Sua vontade, mesmo tendo que sacrificar injustamente o Seu Filho unigênito “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (v. 15,16b). Se crermos nesta obra de Cristo não pereceremos jamais. Teremos a vida eterna. Mas isso só acontece pela obra da graça de Deus. Pelo Seu amor em resgatar os Seus eleitos, aqueles que creem nEle. O SENHOR Deus enviou Seu Filho para morrer pelo Seu povo. Não por todos (João 6:37-40; 10:14-18; 17:19). Aquele que o Pai envia a Seu Filho de modo nenhum o lançará fora. E a certeza desta obra salvífica de Cristo não se restringe a tempo e lugar, aplica-se aos eleitos de todas as partes do mundo em todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Somente Jesus Cristo tem poder para salvar. Aquele que não mirar em Cristo, e não receber o remédio que Deus providenciou por meio deste mesmo Cristo - como Moisés fez com aqueles que foram picados pela serpente no deserto -, perecerá. Cristo é o antídoto para os nossos pecados. E de fé em fé aquele que é justificado também é restaurado a um estado de retidão por e perante Deus, não pelos seus próprios méritos, porque isso só acontece pela crença na ação de Cristo em sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim, aquele que crê não morrerá. Não será separado de Deus, mas vive na Sua presença, ou seja, tem a vida eterna. Assim, Deus demonstra o Seu amor sem par pelos pecadores, para que o Seu povo possa ter comunhão com Ele, mesmo à custa da morte injusta do Seu único Filho. Esta é a maior, e inigualável prova de amor que existe. Assim, semelhantemente, a nossa maior prova de amor é dar a nossa vida a nosso próximo, seja ele quem for, esteja ele onde estiver, e de onde vier - mesmo se este próximo for nosso pior inimigo, como fez Jesus Cristo pelos pecadores (Mateus 5:43-48; 22:37-40; Romanos 13:9; 1Coríntios 13; Levítico 19:18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim, possamos transformar o mundo, e viver num ambiente bem melhor, longe de tantas catástrofes e flagelos, principalmente em níveis espirituais - frutos de tanta ignorância,irresponsabilidade, desobediência e apostasia. Que as manifestações e a comunhão deste Espírito transformador do SENHOR nosso Deus possa nos impactar para que experimentemos esse amor de Deus por meio de Cristo, nosso Salvador, agora e sempre. Amém!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1233-1234&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Evangelho Segundo São João: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia. v. 2. Edição em português: Rev. Dr. Russell P. Shedd. São Paulo: Vida Nova, 1963, 1972, 1976, 1979, 1980, 1983, 1985, 1987, 1990. p. 1068-1069. Reimpressão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Argumento de João&lt;/span&gt;. In: Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 149-177&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-1649032487197667182?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1649032487197667182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1649032487197667182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2011/04/deus-e-amor-e-essa-e-nossa-vitoria.html' title='DEUS É AMOR, E ESSA É A NOSSA VITÓRIA'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-6319753660011951331</id><published>2010-12-27T21:05:00.004-02:00</published><updated>2010-12-29T23:41:23.627-02:00</updated><title type='text'>Natal, Natal, Natal!...</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;TANTO se falou&lt;br /&gt;e tanto ainda se fala &lt;br /&gt;Come-se&lt;br /&gt;bebe-se &lt;br /&gt;festeja-se&lt;br /&gt;Muitos até se matam &lt;br /&gt;tornam-se estatística das pesquisas &lt;br /&gt;e lá se vão os seus natais&lt;br /&gt;Muitos odeiam o Natal&lt;br /&gt;Mas nós comemoramos o Natal&lt;br /&gt;Comemoramos, sim!&lt;br /&gt;Comemoramos o nascimento do Messias &lt;br /&gt;há muito tão anunciado&lt;br /&gt;Porque um Menino nos nasceu &lt;br /&gt;um Filho se nos deu &lt;br /&gt;e o principado está sobre os Seus ombros &lt;br /&gt;e se chamará o Seu nome Maravilhoso &lt;br /&gt;Conselheiro &lt;br /&gt;Deus Forte &lt;br /&gt;Pai da Eternidade &lt;br /&gt;Príncipe da Paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que viva o Natal&lt;br /&gt;que Jesus nasça em cada coração&lt;br /&gt;em cada um de nós&lt;br /&gt;trazendo-nos um novo tempo &lt;br /&gt;nestes tempos tão estranhos&lt;br /&gt;e que possamos encher-nos da Sua graça &lt;br /&gt;e aprendermos com Ele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que haja em nós o mesmo sentimento dEle&lt;br /&gt;que mesmo sendo em forma de Deus, esvaziou-Se a Si mesmo&lt;br /&gt;Tornou-Se servo&lt;br /&gt;Fez-Se semelhante aos homens&lt;br /&gt;Na forma de homem, humilhou-Se a Si mesmo&lt;br /&gt;Foi obediente até a morte&lt;br /&gt;e morte de cruz&lt;br /&gt;E Deus O exaltou soberanamente&lt;br /&gt;e Lhe deu um nome que é sobre todo o nome&lt;br /&gt;para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho&lt;br /&gt;dos que estão nos céus&lt;br /&gt;e na terra&lt;br /&gt;e debaixo da terra&lt;br /&gt;e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor&lt;br /&gt;para a glória de Deus Pai &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de tanta prepotência&lt;br /&gt;Incredulidade&lt;br /&gt;estupidez&lt;br /&gt;e finidade&lt;br /&gt;que aprendamos com Ele&lt;br /&gt;com a Sua mensagem de salvação&lt;br /&gt;de amor&lt;br /&gt;e de paz&lt;br /&gt;porque por amor a nós &lt;br /&gt;sendo rico, fez-Se pobre&lt;br /&gt;para que pela Sua pobreza enriquecêssemos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quantos creem nisso?&lt;br /&gt;quantos creem nEle?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que viva o Natal!&lt;br /&gt;que Jesus Cristo nasça em cada coração&lt;br /&gt;no meu&lt;br /&gt;e no seu&lt;br /&gt;cotidianamente&lt;br /&gt;e sem medo de sermos felizes&lt;br /&gt;podermos aclamar Feliz Natal&lt;br /&gt;e próspero Ano-novo&lt;br /&gt;Feliz Ano-todo!&lt;br /&gt;Todo dia!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-6319753660011951331?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/6319753660011951331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/6319753660011951331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/12/natal-natal-natal.html' title='Natal, Natal, Natal!...'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-5485958582638230648</id><published>2010-12-06T21:47:00.010-02:00</published><updated>2011-08-22T15:25:06.834-03:00</updated><title type='text'>PELEJANDO PELA FÉ</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Aquela fé que uma vez foi dada aos santos &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maravilhoso é quando nossos corações e mentes são incomparavelmente alcançados por uma ação  eficaz do Espírito divino. É quando passamos a perceber, daí para frente, que estes nossos corações e mentes não estão mais cauterizados nem vagando por aí, divagando, perdidos, inventando coisas que só mesmo quem vive de nulidades gosta de fazer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maravilhoso é quando não estamos mais à mercê de quaisquer ventos nem embalados por brados estranhos, e a nosso bel-prazer, como se fôssemos os donos do mundo no vale-tudo de uma vida rasteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maravilhoso é quando somos sensíveis ao agir de Deus em nossas vidas, e que esse agir se espraia como luz em meio a trevas ou como brisa no deserto, que é este mundo incrédulo e pleno de falácias, escravizado por espíritos enganadores. E o que é pior, os seguidores deste mundo se acham os tais, desconstruindo - ou pelo menos tentando desconstruir - a grande mensagem que tem Cristo como fundamento e centro de todas as coisas. A mensagem de amor fraterno, de esperança, mas também de perseverança e, consequentemente, de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maravilhoso é perceber que esta mensagem vem sendo ensinada desde os mais remotos tempos e ainda hoje ela é revelada àqueles que creem. Àqueles que são privilegiados pela iniciativa soberana de Deus à salvação, posto que a Sua misericórdia para com pecadores indignos e a consequente paz estão baseadas em Seu amor manifestado em Jesus Cristo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todos somos pecadores indignos se não formos alçados por este privilégio da graça de Deus, e se não compreendermos o papel central deste mesmo Jesus Cristo no plano geral de Deus para a Sua criação[1], e nossa salvação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim é que o apóstolo Paulo destaca o valor desta mensagem para  nossa prática cotidiana, sendo que a pessoa que dominá-la nunca perderá o seu caminho, pois está perfeitamente instruído, plenamente preparado para o que der e vier. Esta mensagem está nas Escrituras, e elas mesmas são a própria mensagem revelada para os homens de Deus; os escolhidos - aqueles que foram chamados para aceitarem o convite do Evangelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se realmente foram chamados, jamais desviarão dele. “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra."[2] Por isso é que os crentes em Cristo não devem desprezar porção alguma destas Escrituras, pois é dever cristão pelejar por sua fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é sempre assim. Humanamente falando, somos um universo à parte com todas as nossas incógnitas e fragilidades, egoísmos e outras fraquezas ou defeitos, que, geralmente, optamos por fazer extravasar toda a nossa arrogância, doa a quem doer, apenas por um objetivo unicamente pessoal, egocentricamente danoso à coletividade e ao padrão moral desta fé cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, óbvio, em desarmonia com as próprias Escrituras, os ensinamentos de Cristo. São os falsos mestres que, com seus falsos ensinos, habilmente, e sem espalhafato, secreta e furtivamente, inserem-se na comunidade; na Igreja. São “homens ímpios, que convertem em dissolução a graça de Deus, e negam a Deus, único dominador e Senhor nosso, Jesus Cristo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso acontece em todos os tempos, já que em todos os tempos existem pessoas - os seres humanos, que, embora criados à imagem e semelhança do  divino Criador, trazem em si mesmos uma natureza perversa, pecaminosa; um legado herdado desde os tempos do seu primeiro protótipo. Contra esta vida natural dos homens sem a presença do Espírito de Deus[3] é que Judas denuncia a falta de entendimento espiritual deles, e, se estão sem este entendimento espiritual, pelo menos têm conhecimento instintivo da vida física, e, mesmo neste setor da vida, revelam-se moralmente pervertidos, nos dizeres de Robertson. “Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem. Ai deles!"[4]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma ampla descrição dos falsos irmãos, Judas agora passa a orientar os genuínos membros da Igreja[5] quanto ao seu comportamento na presença de tais homens para que estes não devam estar confusos devido a presença de pessoas falsas no seio da Igreja, tendo em vista que os próprios apóstolos já anteciparam esta situação. O dever deles consistia em conservar a fé e a pureza. Quando possível, deveriam procurar a recuperação moral e espiritual dos iludidos.[6]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pois bem, o objetivo da epístola de Judas está compreendido no versículo 3. “Amados, procurando  eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos.” Rodeava os crentes o fantasma da sedução. Importava socorrer a comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta carta era muito oportuna. Na sua primeira parte esclarece a natureza da heresia disseminada pelos falsos mestres (v. 4-6); como que, pela licenciosidade em que vivem, se assemelham os hereges aos de Sodoma e Gomorra, e como que serão condenados ao mesmo castigo de destruição. A segunda parte (v. 17-25) contém conselhos adequados  a tais erros. A oração perseverante, a fé, a prática do amor e a instrução comum para confortar e firmar a fé aos que sobrenadam em dúvidas, são os meios à mão, capazes de oposição às tiradas dos intrusos perturbadores do sossego espiritual dos crentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, a conclusão de Judas é tida como uma das mais belas doxologias do Novo Testamento (v. 24, 25). Em contraste com o retrato sombrio dos hereges com o brilho da glória de Deus, Judas dá ânimo aos crentes em sua luta contra a heresia, e repete a promessa da proteção, mencionada no início da carta (v. 2), estabelecendo o tom confiante para essa defesa veemente da “fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”.[7] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, alguns estudiosos afirmam que esta carta mostra-nos a necessidade urgente de lutarmos para mantermos a pureza do verdadeiro Evangelho, mas que devemos permitir que nos mostre também que, nessa luta, mais do que em qualquer outra coisa, necessitamos do amor de Cristo em nossos corações e da sabedoria do Espírito Santo em nossa mente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrita provavelmente entre os anos 68 e 75 d.C., Judas trata do mesmo assunto da segunda carta de Pedro, que é a questão do falso ensino. Segundo Green, há concordância geral entre os comentaristas de que a heresia em mira é, em ambas as cartas, uma forma de gnosticismo. A vida e os ensinos daquelas pessoas negavam o senhorio de Jesus.[8] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses falsos mestres estavam usando a liberdade cristã e a livre graça de Deus como licença para a imoralidade. Por sua vez, Judas dedica a maior parte de sua epístola (v. 4-19) à denúncia destes falsos mestres com a finalidade de impressionar os seus leitores com a seriedade desta ameaça.  &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Mas, na avaliação dos comentaristas, a estratégia de Judas é mais do que somente uma oposição negativa. Ele exorta aos seus leitores para que cresçam no conhecimento da verdade cristã (v. 20) e para que procurem resgatar aqueles cuja fé estava hesitante (v. 22, 23). Estes mesmos comentaristas deduzem que esta receita para confrontar erros espirituais é tão eficaz hoje em dia quanto o era quando foi escrita a carta de Judas.[9]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em tempos difíceis, mas não tão diferentes daqueles em que estes homens de Deus denunciavam as mazelas dos falsos ensinos. As heresias, as seitas e seus séquitos sempre existiram, e sempre vão existir, desde que os homens, pensando apenas em si mesmos, excluem Jesus do centro das atenções, subestimando-O, e colocando outro “cristo” em lugar do Filho de Deus, tirando-Lhe a Sua divindade e os Seus atributos divinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além, é claro, destes homens serem exclusivistas, proselitistas, e de utilizarem fontes extrabíblicas, assim como em seus ensinos apregoarem uma espécie de salvação totalmente antropocêntrica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quem disse que é fácil defender a sã doutrina? Quem é que nunca viu, em nossos dias, de um jeito ou de outro, algumas - ou pelo menos uma - daquelas cenas mencionadas acima? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas, e muitas outras, são cenas de um velho espetáculo que a cada tempo se traveste de novas aparências por conta de um manjado show da fé, como lobo em pele de cordeiro, mas que faz seus estragos a milhões de incautos quanto à cidadania do Reno de Deus, posto que seus objetivos são sempre os mesmos: transgredir a genuína Palavra de Deus na sua essência revelada nas Escrituras, iludindo a muitos, e semeando o joio de suas doutrinas entre os santos. Essas personalidades são reais, e fazem parte do nosso contexto nos dias de hoje; parecem obreiros de Cristo, mas são operários de Satanás.[10] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Precisamos aguçar cada vez mais a nossa sensibilidade, e estarmos atentos, de olhos bem abertos, e com os nossos corações e mentes incansavelmente inquietados, procurando apresentar-nos diante de Deus aprovados, como obreiros que não têm de que se envergonhar, que manejam bem a Palavra da Verdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que o Santo Espírito de Deus nos capacite para podermos proclamar a Palavra, insistentemente, em qualquer situação, quer seja boa, quer seja má, corrigindo, repreendendo, exortando com toda a longanimidade e doutrina. “Porque haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.”[11] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse tempo é hoje. Tempos de grandes questionamentos do conteúdo da fé cristã; em que teologias novas e especulativas são largamente disseminadas, e em que uma nova moralidade está sendo defendida. Nos dizeres de Green, são tempos em que o cristianismo nos está sendo apresentado em termos do amor, ao passo que o conteúdo da fé e da esperança para o futuro está sendo calado de modo estranho, em deferência ao clima intelectual contemporâneo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentarista vai um pouco mais além quando reflete sobre um intelectualismo em boa parte do nosso cristianismo - que talvez não esteja muito longe daquele que é atacado nas cartas de Judas e de 2Pedro – cujo conhecimento tem pouco relacionamento com a vida santa.[12]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ainda é tempo de o pecado ser desmascarado; de lembrarmos de que a persistência dos maus procedimentos sempre termina em ruína, e de que um intelectualismo despojado de amor é uma coisa infrutífera.[13] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda há tempo de tomarmos uma atitude - se é que somos crentes cristãos, homens de atitude -, e agirmos como os crentes da Igreja primitiva - já que Judas escreveu sua carta como uma carta circular dirigida para várias Igrejas, sem nenhuma em particular -, defendendo com toda veemência a ortodoxia e o valor desta epístola, praticando-a, literalmente, pela causa da nossa salvação comum, batalhando, diligentemente, “pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”, designando, aqui, o conteúdo da mensagem ensinada pelos apóstolos e professada por todos os cristãos como padrão para a Igreja.[14]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que o Senhor nos dê forças para tanto, para resistir; para irmos até o fim em reverência à eterna grandeza de Deus em Sua glória, majestade, domínio e poder. Porque somente Ele é poderoso para nos guardar de tropeçar, e apresentar-nos irrepreensíveis, com alegria, perante a Sua glória. “A Ele, ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e todo o sempre. Amém.”[15]&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Notas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;; Antigo e Novo Testamentos. Edição Revista e Atualizada no Brasil. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. nota. p. 1521&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2.2Timóteo 3:16,17; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Novo Comentário Bíblico - Novo Testamento&lt;/span&gt;. 1ª ed. Earl Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House (editores). Rio de Janeiro, RJ: Central Gospel, 2010. p. 614&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.ROBERTSON, Robert. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Epístola Geral de Judas: Introdução e Comentário&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1444, 1446. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.Judas 10,11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.Ibid. 8-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.Ibid. 17-23; ROBERTSON, Robert. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Epístola Geral de Judas: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1446. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O argumento de Judas&lt;/span&gt;. In: Foco e desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 584&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.2Pedro 2:1-3; Judas 4; GREEN, Michael. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2Pedro e Judas - Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. 1ª ed. Trad. por Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983. p. 36&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;; Antigo e Novo Testamentos. Edição Revista e Atualizada no Brasil. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. p. 1520&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10.ANDRADE, Claudionor de. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Judas&lt;/span&gt;. In: Lições Bíblicas - Aluno. 1º trim. 2002. Rio de Janeiro, RJ: CPAD, 2002. p. 8 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11.2Timóteo 2:15; 4:2-4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12.GREEN, Michael. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2Pedro e Judas - Introdução e Comentário&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. 1ª ed. Trad. por Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983. p. 7&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13.Ibid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14.2João 9,10; 1Coríntios 15:3-8; &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;; Antigo e Novo Testamentos. Edição Revista e Atualizada no Brasil. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. nota. p. 1521&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15.Ibid. p. 1523 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Bibliografia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDRADE, Claudionor de. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Judas&lt;/span&gt;. In: Lições Bíblicas - Aluno. 1º trim. 2002. Rio de Janeiro, RJ: CPAD, 2002&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;B&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;íblia de Estudo de Genebra&lt;/span&gt;; Antigo e Novo Testamentos. Edição Revista e Atualizada no Brasil. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. p. 1520-1523&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GREEN, Michael. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;2Pedro e Judas&lt;/span&gt; - Introdução e Comentário. 1ª ed. Trad. por Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1983&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;HALLEY, H. H. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Judas&lt;/span&gt;. In: Manual Bíblico: Um Comentário Abreviado da Bíblia. Trad. por David A. de Mendonça. São Paulo: Vida Nova, 1991. 10ª ed.  p. 597-598&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O Novo Comentário Bíblico - Novo Testamento&lt;/span&gt;. 1ª ed. Earl Radmacher, Ronald B. Allen e H. Wayne House (ed.). Rio de Janeiro, RJ: Central Gospel, 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, Carlos Osvaldo Cardoso. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O argumento de Judas&lt;/span&gt;. In: Foco e desenvolvimento no Novo Testamento. 1ª ed. São Paulo: Hagnos, 2008. p. 577-588&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROBERTSON, Robert. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Epístola Geral de Judas: Introdução e Comentário&lt;/span&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1441-1447. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ROSE, Delbert R. &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A Epístola de Judas&lt;/span&gt;. In: Comentário Bíblico Beacon. v. 10.  1ª ed. Trad. por Valdemar Kroker e Haroldo Janzen. Rio de Janeiro, RJ: CPAD, 2006. p.351-381&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WIERSBE, Warren W. J&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Judas&lt;/span&gt;. In: Comentário Bíblico Expositivo: Novo Testamento. v. 2. Trad. por Susana E. Klassen. Santo André, SP: Geográfica, 2006. p. 699-719&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-5485958582638230648?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5485958582638230648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5485958582638230648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/12/pelejando-pela-fe.html' title='PELEJANDO PELA FÉ'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2805642166747326152</id><published>2010-10-31T17:03:00.005-02:00</published><updated>2010-11-04T23:14:36.405-02:00</updated><title type='text'>AS BASES DA REFORMA PROTESTANTE</title><content type='html'>HÁ QUASE 500 anos a Igreja medieval passava por uma situação vexatória de escândalos, e de campanhas enganosas, como bem sintetizava naquela época um jingle que se tornou popular por meio de seu principal maquinador, o monge dominicano Johannes Tetzel, que se fazia ouvir em praças públicas diante de ingênuas multidões: “Assim que a moeda no cofre tilintar, a alma do purgatório irá saltar”. Estes eventos tiveram seu auge por volta do outono de 1517 quando Tetzel prometia a seus ouvintes que estes poderiam obter a remissão dos pecados de seus entes queridos que já haviam morrido e ido para o purgatório. O purgatório, segundo os ensinos escatológicos das Igrejas Católica Romana e Ortodoxa Grega, é o lugar para onde vão as pessoas que, em vida, não foram santas o suficiente para irem diretamente para o céu, nem más o bastante para serem condenadas ao inferno, e que, por isso mesmo, por um processo de experiências purificadoras, estas pessoas são preparadas para o céu.   O purgatório era um lugar de punição temporal pelos pecados, e o tempo que a pessoa deveria passar lá seria determinado pelo número e gravidade das ofensas. Quando uma pessoa tivesse sido completamente purgada ela seria liberada para ir para o céu. &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     Mesmo diante de algo tão grosseiro, que  se não fosse verdade, seria cômico, se se tomar como alicerce as Sagradas Escrituras, as pessoas apareciam de todos os lugares, procurando libertar seus queridos das chamas da punição, juntando seus bens e correndo até Tetzel para comprar estes documentos, já que Tetzel levava estas pessoas a crerem que podiam obter o perdão meramente ao colocarem suas moedas no caixa dele, e que elas levariam em troca os certificados oferecidos por ele. Era a famigerada venda de indulgências por parte do catolicismo romano que pretendia, com isso, financiar a construção da grande catedral de São Pedro, em Roma. O papa oferecia o perdão dos pecados para quem contribuísse financeiramente para o empreendimento. E as pessoas caíam no tão conhecido conto do vigário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Pelo que se pode  depreender disso tudo é que essa história já vinha de muito longe. Segundo o pastor e professor de história no Cedarville College, em Ohio, EUA, Dr. James E. McGoldrick, já nos anos 1460-1470, o papa Sixtus 4º declarava que os benefícios obtidos através das indulgências poderiam ser transferidos para os crentes que já haviam ido para o purgatório porque, de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica – ainda segundo dados do Dr. McGoldrick –, esta tem a custódia dos Tesouros dos Méritos que são adquiridos pelos grandes santos que haviam excedido as boas obras necessárias para a sua salvação. Esse excesso de méritos tornava-se uma fonte da qual a Igreja poderia distribuir méritos aos que estavam deficientes, e a indulgência tornou-se o meio pelo qual os pecadores necessitados poderiam obter méritos desta Tesouraria.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Diante de tais atitudes, vê-se que a Igreja havia se desviado dos ensinos do Evangelho. A Igreja havia se tornado totalmente corrupta. Mergulhada no luxo e riquezas, além de vender indulgências, cobrava altos impostos, e disputava o poder com o Estado romano. A autoridade papal havia se auto-outorgada acima da autoridade bíblica. O poder temporal havia tomado o lugar do espiritual. Criaram-se tribunais eclesiásticos para julgar as causas que se consideravam “matérias de fé”. Os apologistas, que deveriam ser os guardiães e defensores da fé, tornaram-se déspotas, e mandavam para o martírio grandes nomes que poderiam trazer muita contribuição, não somente para a teologia, mas também para a própria Igreja naqueles dias, e talvez futuramente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Nestes tempos surgiram importantes grupos que se mantiveram na clandestinidade por causa do braço opressor e temporal dominante na Igreja. Ao longo da história destacam-se os valdenses, os albigenses ou cátaros, os anabatistas, e tantos outros. Mas no lugar em que a Igreja passava, ela deixava o rastro do martírio, da destruição, silenciando aqueles que se opusessem a qualquer uma de suas doutrinas e práticas, não importando por quais meios, somente pelo objetivo de se tornar uma igreja universal através do Império Romano. A Igreja havia perdido a sua visão de Reino de Deus e buscava o reino que Satanás ofereceu a Cristo no monte da tentação (Mt 4:8). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Muitos descontentes quiseram reformar aquelas estruturas em decomposição dentro da Igreja. Neste período conhecido como a “Idade das Trevas”, muitos homens tidos como pré-reformadores sofreram o martírio por testemunharem a sua fé. Séculos antes da Reforma propriamente dita, homens como João Wycliffe, na Inglaterra, João Huss, na então Tchecoslováquia, assim como Jerônimo Savanarola, Jerônimo de Praga, e tantos outros, já haviam dado suas vidas por se oporem a estes ensinamentos da Igreja de Roma. Todos estes pré-reformadores tinham motivos de sobra para combaterem toda esta gama de incoerências que contaminava a sã doutrina. Erasmo de Roterdã defendia que a Igreja precisava ser reformada porque havia abandonado os verdadeiros ideais cristãos. Afirmava que a vida era muito mais importante que a doutrina ortodoxa, e que os frades enquanto se ocupavam com distinções sutis levavam vidas escandalosas. Erasmo desejava a reforma dos costumes e a prática da decência e da moderação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A oposição a esta Igreja corrompida e a seus falsos ensinamentos colheu seus frutos no século 16. Mas lá pelo final do século 15 já havia sinais de fincar seus rumos. Fatos importantes aconteceram neste período, coincidindo com a invenção da imprensa de onde surgiu um intenso interesse pelas letras. Muitos dos estudiosos passaram a se interessar pela leitura das Escrituras e sua tradução. Havia muita coisa escrita sobre as mazelas da Igreja de Roma. A invenção da imprensa com a arte tipográfica teve um impacto notável sobre as letras neste período. Os livros se tornaram mais acessíveis, e era possível reproduzirem-se em quantidades maiores aqueles livros mais apreciados da antiguidade. A exposição literária dos autores estava preservada porque se podia obter centenas ou milhares de cópias idênticas, sem rasuras, emendas ou outras distorções editoriais carentes de revisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Somando a esse despertar na literatura e na arte, Cristóvão Colombo, com o auxílio da bússola, havia erguido o véu que escondia os horizontes do Ocidente, descobrindo para o povo europeu um outro hemisfério. Vasco da Gama contornou o Cabo da Boa Esperança, abrindo, assim, uma nova rota para o comércio das Companhias das Índias. Além de um sentimento nacionalista que deu origem a Estados modernos como a França, a Inglaterra e os países escandinavos, que se uniram sob monarquias relativamente fortes, todos estes fatores contribuíram para preparar o caminho de uma reforma religiosa que estava prestes a irromper. Os eruditos afirmam que muitos dos principais intelectuais da época viam no passado imediato, e às vezes no presente, uma época de decadência com respeito à antiguidade clássica, e por esta causa se empenhavam em provocar um renascer desta antiguidade em voltar às suas fontes, e em imitar sua linguagem e estilo. &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;     A isto se chamou de Renascimento, que foi um movimento intelectual e artístico surgido na Itália nos séculos 14 e 15, onde teve sua melhor expressão. Segundo os especialistas, o Renascimento não somente se inspirou nas fontes clássicas da literatura e arte, mas também nos séculos 12 e 13. Sua arte tinha profundas raízes no gótico. Sua forma de ver o mundo tinha muito a ver com a cosmovisão de são Francisco e de Cícero. Sua literatura se inspirou em parte aos cânticos medievais que os trovadores levavam de região para região. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Assim, chegamos à Reforma, e o herói dela foi Martinho Lutero – um filho de mineiro, que nasceu em Eisleben, na Alemanha, em 10 de novembro de 1483. Sua família era pobre, mas gozava de respeito na comunidade. Lutero foi um monge católico-romano que, abraçando as idéias dos pré-reformadores, indignou-se, desafiou e protestou contra os abusos e as corrupções ligadas à venda de indulgências, e denunciou o ensino de que o perdão dos pecados poderia ser obtido através de “contrição, confissão e contribuição”, exigindo que toda esta questão fosse discutida pelos estudiosos da Universidade. Lutero convidou alguns colegas acadêmicos para um debate público a respeito das 95 Teses, ou objeções, que ele mesmo havia escrito sobre a venda de indulgências e proferiu três sermões contra as indulgências em 1516 e 1517.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;  Foi assim que em 31 de outubro de 1517 Lutero afixou as suas 95 Teses na porta da Igreja do castelo de Wittenberg, Alemanha. Esse fato é considerado como o início da Reforma Protestante. Lutero, então, iniciou um protesto que atraiu muitos seguidores, e logo os que se uniram a este protesto ficaram conhecidos como os “protestantes”, e as 95 Teses foram logo traduzidas para o alemão e amplamente copiadas e impressas. Após um mês  já havia espalhado por toda a Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A intenção de Lutero era reformar a Igreja Católica Romana, e, fazendo assim, estava desafiando a autoridade papal. Com a recusa da Igreja Católica Romana em dar ouvidos à chamada de Lutero para a reforma e retorno às doutrinas e práticas bíblicas, iniciou-se a Reforma Protestante, da qual surgiram quatro divisões ou tradições principais do protestantismo: Luteranos, Reformados, Batistas e Anglicanos; e Deus levantou homens piedosos em diferentes países para, mais uma vez, restaurar a Sua Igreja por todo o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Assim, a Reforma Protestante foi um movimento reformista cristão iniciado no século 16 por Martinho Lutero, que, através da publicação de suas 95 Teses, protestou contra diversos pontos da doutrina da Igreja Católica Romana, propondo uma reforma no catolicismo. Lutero foi apoiado por vários religiosos e governantes europeus, provocando uma revolução religiosa, iniciada na Alemanha, e estendendo-se pela Suíça, França, Países Baixos, Reino Unido, Escandinávia e algumas partes do Leste Europeu, principalmente os Países Bálticos e a Hungria. A resposta da Igreja  de Roma foi o movimento conhecido como a “Contrarreforma”, ou “Reforma Católica”, iniciada no Concílio de Trento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Os estudiosos afirmam que junto com a Reforma Protestante assentam-se quatro perguntas ou doutrinas básicas, que segundo criam reformadores protestantes como Martinho Lutero, Ulrich Zwinglio, João Calvino e João Knox, constituíam erro por parte da Igreja Católica Romana: Como uma pessoa é salva? Onde reside a autoridade religiosa? O que é a Igreja? Qual a essência do viver cristão? Tais questões estabeleceram o que seria conhecido como os princípios fundamentais da Reforma Protestante. São conhecidos como os Cinco Solas da Reforma, e era por estas cinco doutrinas bíblicas que os reformadores protestantes afirmaram sua opinião contra a Igreja Católica Romana, resistindo às ameaças que lhes eram feitas para que voltassem atrás nestes seus ensinamentos. Mas eles resistiam em nome da sua fé até mesmo ao ponto de morrerem por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      O professor Dr. McGoldrick, diz que de acordo com a definição do dicionário, a palavra “protestante” significa “um membro de algumas Igrejas cristãs que terminaram se separando da Igreja Católica Romana desde o século 16”, e que não é um termo pejorativo. A palavra é derivada do latim, da preposição “pro",que significa “para”, e o infinitivo “testare”, “testemunho”. “Protestante”, portanto, é “alguém que testemunha”. Um protestante é uma testemunha de Jesus Cristo e, consequentemente, da Palavra de Deus. O professor ensina que o protestantismo não é meramente o protesto contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento; é o reavivamento, o renascer da fé bíblica, um renascer do cristão do Novo Testamento, com uma ênfase positiva sobre as doutrinas das Escrituras,  graça e fé. Assim, utilizando a linguagem dos termos do latim do século 16, o protestantismo proclama &lt;em&gt;Sola Scriptura&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sola Gratia&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sola Fide&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Solus Christus&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Soli Deo Gloria&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Sola Scriptura &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;"Somente a Escritura"&lt;/strong&gt;. O protestantismo genuíno, em qualquer lugar, declara que a Bíblia, unicamente a Bíblia, é a autoridade da fé cristâ e de prática de vida, pois esta é a fé dos nossos pais, “a fé que uma vez por todas foi entregue aos santos” (Jd 3). Somente pelo padrão das Escrituras é que todos os ensinamentos e doutrinas da Igreja devem ser medidos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       Lutero, como um simples monge agostiniano e teólogo obscuro, sem fortuna nem poder, quando teve que provar sua fé, em abril de 1521, na pequena cidade alemã de Worms, diante de uma assembleia formada de bispos, arcebispos, príncipes do Império, representantes das cidades livres, e bem no alto, acima de todos, o augusto Carlos 5º, rei da Espanha e “Santo Imperador de Roma”, diante daquela assembleia toda imponente, vestido com seu capuz, de pé diante de uma mesa em que estavam os seus folhetos e tratados que defendia, disse: “Desde que vossa serena majestade e vossas senhorias buscam uma resposta simples, eu a darei assim, sem chifres nem dentes. A menos que seja convencido pelo testemunho das Escrituras ou por mera razão (pois não confio nem no papa nem nos Concílios somente, pois é bem sabido que eles frequentemente erram e se contradizem), eu estou atado pelas Escrituras que já citei, e a minha consciência é escrava da Palavra de Deus. Eu não posso e não irei me retratar de nada, já que não é seguro nem correto agir contra a consciência”.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Uma das bandeiras da Reforma Protestante é que as Sagradas Escrituras são suficientes para assuntos de salvação e devem ser sempre a autoridade final, e não filosofias e tradição de homens ou decisões conciliares. O protestantismo renuncia a autoridade das tradições humanas. Quando Jesus debateu com os fariseus, e respondeu às suas críticas, Ele os acusou, dizendo: “[...] E assim invalidastes a Palavra de Deus, por causa da vossa  tradição” (Mt 15:6). McGoldrick lembra que Jesus muitas vezes contradizia as tradições dos homens, mas Ele cumpria, mantinha e defendia a Palavra de Deus, e cita que no Sermão do Monte Jesus expôs a confiança dos judeus na tradição rabínica quando disse: “Ouvistes o que foi dito aos antigos [...]. Eu, porém, vos digo [...].” (Mt 5:21,22). “Desta maneira Jesus contradizia os ensinamentos tradicionais dos rabinos que haviam pervertido a Palavra de Deus através de falsas interpretações”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Como Paulo, os protestantes também acreditam que toda a Escritura é “inspirada por Deus”, que a Bíblia é o guia para a salvação e que através da Palavra escrita de Deus o crente torna-se “perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm 3:17). Quando estava partindo para Jerusalém, onde sabia que enfrentava muitas perseguições, mas que sabia também que, depois de sua partida, “lobos vorazes” se infiltrariam na Igreja de Éfeso e não poupariam o rebanho (At 20:29), o apóstolo reconheceu o valor da Escritura. Ele recorda aos presbíteros de Éfeso: “Jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (At 20:27).&lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;      Muitos afirmam que o resgate da Palavra de Deus talvez tenha sido o maior trunfo da Reforma Protestante na certeza de que nada pode substituir a pregação da Palavra de Deus numa época em que era impossível ao povo ler as Escrituras. Os reformadores conseguiram colocar a Bíblia na língua das pessoas, tornando-a acessível a todos. Os especialistas também concordam que a Reforma não somente possibilitou que todos tivessem acesso à Palavra, mas também que ela, a Palavra de Deus, tivesse o lugar de honra que possui de direito, e que todos pudessem interpretá-la corretamente, o que não significa que cada um pode interpretá-la a seu modo, satisfazendo os seus próprios interesses. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Portanto, em resumo, a Palavra de Deus é infalível e absolutamente suficiente para nos ensinar tudo o que precisamos saber sobre a salvação e sobre o próprio Deus, além de ser a única fonte suprema desse conhecimento. Nenhuma outra fonte deve ser aceita, apregoa a Reforma.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sola Gratia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;“Somente a Graça”&lt;/strong&gt;. A ênfase aqui se dava em razão da doutrina católica vigente de que as boas obras ajudariam na salvação do homem. Durante a Reforma, os líderes protestantes e os teólogos geralmente concordavam que a doutrina da salvação da Igreja Católica Romana seria uma mistura de confiança na graça de Deus e confiança no mérito de suas próprias obras, comportamento este chamado pelos protestantes de sinergismo. A posição reformada é a de que a salvação é inteiramente condicionada a ação da graça de Deus; somente a graça através da regeneração unicamente promovida pelo Espírito Santo, em conjuto com a obra redentora de Jesus Cristo. Consequentemente, defendem que o homem, que é naturalmente pecador –  daí as ideias de depravação total do gênero humano –, é salvo, única e exclusivamente, pela vontade e ação de Deus sobre aquele que Ele quer salvar, pois o homem, sem essa ação de Deus, jamais O buscaria por si mesmo. "Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus." (Rm 3:11).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;      A Bíblia diz claramente que o homem pecador não tem qualquer esperança de salvação através de seu próprio esforço: “Pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.” (Ef 2:8,9). McGoldrick afirma que o protestantismo nega todos os esquemas de salvação que promovem o homem e suas atividades e cerimônias religiosas como meio de vida eterna e perdão. Insiste ainda que a salvação vem através do puro e imerecido favor de Deus, pela graça somente, já que os desejos pecaminosos levam o homem cada vez mais para longe de Deus, vivendo em pecado, amando o pecado, e se não for pela misericórdia de Deus, morrendo em pecado. Jesus disse: “[...] Todo aquele que comete pecado é escravo do pecado.” (Jo 8:34). Em sendo assim, o homem pensa que é livre, mas ele é escravo do pecado e de Satanás. Mas o homem possui um certo tipo de liberdade, entretanto, McGoldrick diz que ele é livre para fazer o que quer, mas o que ele quer mesmo é pecar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A respeito da trágica condição do homem caído Lutero refletia e a descrevia assim: “Eu creio que não posso por minha própria razão ou força, acreditar em Jesus Cristo meu Senhor ou buscá-lO. Mas o Espírito Santo me chamou através do Evangelho, me iluminou pelos Seus dons, e me santificou e preservou na verdadeira fé. Da mesma maneira, Ele chama, reúne, ilumina e santifica toda a Igreja cristã da terra, e preserva a sua união com Jesus Cristo na verdadeira fé [...]” Ao pensar na justiça e na santidade do Senhor, Lutero via-se tão pecador que se sentia perdido e completamente impossibilitado se alcançar a Deus, até que compreendeu &lt;br /&gt;Romanos 1:17, “O justo viverá por fé”, e toda a sua vida se transformou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A opinião dos especialistas é que Lutero e os outros reformadores entenderam que o homem não precisa tornar-se justo por meio do cumprimento das obras da Lei para poder alcançar a vida eterna, pois isto ele jamais conseguiria, uma vez que ninguém nunca cumpriu a Lei de Deus (Rm 3:10,20; Gl 3:11). Eles entenderam que, tendo como base a justiça de Cristo, Deus pode e efetivamente declara justo aquele que crê. Os especialistas afirmam que esse ato de declarar justo é algo completamente gratuito, pois o homem nada fez para merecer isso, uma vez que tudo provém  da obra e dos méritos do Senhor Jesus. Desta forma, a justiça de Cristo é colocada sobre nós como se fosse nossa. Lembram ainda que era isso que Paulo chama de “o Evangelho da graça de Deus” do qual ele queria testemunhar mesmo que lhe custasse a própria vida (At 20:24), e esse Evangelho da graça de Deus era a boa notícia de que os pecadores podiam ser salvos por meio da obra salvadora de Cristo feita por eles. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;      Enfim, afirma a doutrina bíblica que a salvação é somente pela graça de Deus apenas, e que nós somos resgatados de Sua ira apenas por Sua graça. A graça de Deus em Cristo não é meramente necessária, mas é a única causa eficiente da salvação. Esta graça é a obra sobrenatural do Espírito Santo que nos traz a Cristo por nos soltar da servidão do pecado e nos levantar da morte espiritual para a vida espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sola Fide &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;“Somente a Fé”&lt;/strong&gt;. Historicamente, conhecida como doutrina da justificação pela fé, afirma que a fé, e somente a fé, justifica o pecador, isto é, o declara justificado diante de Deus – e isto é exclusivamente baseado na graça de Deus, através somente da fé daquele que crê. Por causa da obra redentora do Senhor Jesus Cristo é que são perdoadas as transgressões da Lei de Deus. Ou seja, afirma que aquele que crê que Jesus é o Cristo, creu porque Deus lhe deu essa graça, e por essa graça, através dessa crença, dessa fé, é salvo dos pecados, e da condenação que receberia por causa dos pecados. Pela fé, aquele que crê compreende o sacrifício do Filho de Deus e os méritos. A retidão de Jesus Cristo é aplicada a esse pecador que crê. É pela fé em Cristo que Sua justiça é imputada a nós como a única satisfação possível da perfeita justiça de Deus.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;      A posição oposta afirma que aqueles que creem recebem perdão baseado apenas em suas boas obras. Tal posição é chamada de legalismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Se a salvação ocorre pela graça somente, a forma ou método de recebê-la é a fé somente. Segundo os eruditos, a Reforma, entretanto, apregoou que a fé é uma questão de confiança, não na eficácia ou no ensino da Igreja, mas no poder de Deus que pode salvar plenamente os que se aproximam dEle confiando nos méritos de Cristo. Esses mesmos estudiosos ainda afirmam que os reformadores deixaram muito claro que quem salva é Cristo e não a fé. Ressaltam que a fé não pode ser considerada uma pequena obra que, em última instância, tem poder de nos salvar, mas que é apenas o instrumento pelo qual nos apropriamos da salvação conquistada plenamente por Cristo. Porém, esses eruditos lembram que, ainda assim, alguns poderiam entender que a fé é uma pequena obra necessária para a salvação, não fosse o ensino inequívoco da Escritura de que mesmo a fé é um dom de Deus (cf. Ef 2:8,9; Rm 12:3; Jd 3). &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;      Historicamente, o conceito de Sola fide foi a base para Martinho Lutero desafiar a cobrança de indulgências pela Igreja Católica Romana, e, por essa razão, é chamada de Princípio material da Reforma Protestante, enquanto que a doutrina Sola scriptura é considerada Princício formal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solus Christus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;“Somente Cristo”&lt;/strong&gt;. Significa que obtemos a salvação somente por meio de Cristo. Esta doutrina bíblica afirma que a salvação é encontrada somente em Cristo e que unicamente Sua vida sem pecado e expiação substitutiva são suficientes para nossa justificação e reconciliação com Deus, o Pai. O Evangelho não é pregado se a obra substitutiva de Cristo não for declarada, e a fé em Cristo e Sua obra não forem propostas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;       Por isso mesmo é que se defendemos a primazia das Escrituras, ou a doutrina da sola scriptura, obrigatoriamente temos que nos apegar a Cristo somente, ou a doutrina  do solus Christus, posto que  somente pelo padrão das Escrituras é que todos os ensinamentos e doutrinas da Igreja devem ser medidos, como já foi dito, e Cristo é o Cabeça da Igreja. Cristo é o centro das Escrituras. Ele mesmo disse a alguns religiosos de Sua época: “Examinai as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de Mim testificam.” (Jo 5:39; cf. Lc 24:27). Nesta passagem fica claro que as Escrituras testificam de Cristo, fazendo-nos crer que a busca daqueles que se recusam a encontrar Cristo nas Escrituras é fútil, porque lhes falta a iluminação do Espírito Santo (2Co 3:6). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Os protestantes caracterizavam os dogmas relativos ao papa como representante de Cristo e chefe da Igreja sobre a terra, o conceito de mérito por obras e a ideia católica de um tesouro vindouro por causa das boas obras como uma negação de que Cristo é o único mediador entre Deus e os homens. As Escrituras dizem que “[...] há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tm 2:5). A Bìblia de Estudo de Genebra diz que o ministério salvífico de Jesus Cristo se resume nesta afirmação de que Ele é “o Mediador entre Deus e os homnes”. Daí, “mediador” ser aquele que aproxima partes que estão sem comunicação e que podem estar alienadas, separadas ou em guerra uma com a outra. O Mediador deve tratar com ambos os lados, identificando-se com ambos, defendendo os interesses dos dois, e apresentando cada uma das partes com base na boa vontade. Foi assim que Moisés foi mediador entre Deus e Israel (Gl 3:19), falando a Israel da parte de Deus, quando Deus outorgou a Lei (Ex 20:18-21), e falando a Deus da parte de Israel, quando Israel pecou (Ex 32:9-33:17). Assim, Cristo é “o Mediador da nova aliança” (Hb 9:15; 12:24), o iniciador de um novo relacionamento de consciente paz com Deus, indo além daquilo que era conhecido segundo as disposições do Antigo Testamento para tratar com a culpa do pecado (Hb 9:11-10:18). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      A Reforma diz não a todas as tentativas humanas de se chegar a Deus. Somente Cristo pode nos conduzir a Deus e nos dar a salvação. A despeito de quaisquer outras ideias extravagantes em voga principalmente nos dias de hoje, o ensino das Escrituras enfatizado pela Reforma é que Cristo é absolutamente necessário para a salvação. Paulo disse a seus presbíteros em Éfeso que jamais havia deixado de “anunciar coisa alguma proveitosa, de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa, testificando tanto a judeus como a gregos o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus” (At 20:20,21). Atentar para os termos “arrependimento para com Deus” e “fé em nosso Senhor Jesus”, expressando que todos, sem exceção, devem vir a Deus da mesma maneira – em arrependimento pelo pecado (cf. At 26:20; Lc 24:47; Mc 1:15) e fé em Jesus Cristo, ou melhor, por intermédio de Jesus Cristo. Também  nos leva a refletir que sem Cristo não há salvação, posto que se alguém não confiar na obra salvadora de Jesus, em hipótese alguma, poderá ser salvo.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Soli Deo Gloria &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      &lt;strong&gt;“Glória Somente a Deus”&lt;/strong&gt;. É o princípio segundo o qual toda a glória é devida a Deus por Si só, uma vez que a salvação é efetuada exclusivamente através de Sua vontade e ação. Não só o dom da expiação de Cristo na cruz, mas também o dom da fé, criada no coração do crente pelo Espírito Santo. Esta doutrina afirma que a salvação pertence somente a Deus, e foi alcançada por Deus apenas para Sua glória. Isto demonstra que como cristãos devemos glorificar sempre e somente a Ele, e devemos viver toda a nossa vida perante a face dEle, sob a autoridade dEle, e somente para a glória dEle, ressaltando, na opinião de David Wright, a justificação da sabedoria e do poder de Deus contra a usurpação papal e as religiões feitas por homens, honrando a transcendência soberana e a predestinação providencial divinas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Segundo os reformadores, nada, ninguém, nenhum ser humano, ou outros seres quaisquer,  mesmo os santos canonizados pelo catolicismo romano, os papas, e quaisquer outras autoridades eclesiásticas, ou laicas, são dignos de qualquer glória que lhes seja atribuída. Toda glória provém de Deus, que é digno dela. Portanto, não há espaço para a glorificação do homem na estrutura bíblica da salvação levantada pelos reformadores. Toda a glória deve ser dada a Deus, porque este é Seu objetivo, que não deve ser visto como um gesto de egoísmo divino, mas de amor divino, como anota a Bíblia de Estudo de Genebra, ratificando que Deus quer ser louvado por Seu caráter meritório e exaltado por Sua grandeza e bondade. Deus quer ser reconhecido por aquilo que Ele é, e este Seu propósito tem dois lados ou duas etapas. De um lado, Deus revela Sua glória em atos de livre generosidade; e, de outro, Seu povo responde com adoração, dando-Lhe glória com ações de graças por aquilo que tem visto e recebido. Segundo a Bíblia de Genebra, os seres humanos foram criados para essa recíproca comunhão de amor, e a redenção oferecida por Cristo torna isso possível para os que caíram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Os estudiosos lembram que gastamos a maioria de nosso tempo como Narcisos, contemplando nossa própria imagem distorcida no espelho, e não vemos com nitidez a autêntica imagem de Deus em nossa vida, sem compreendermos quem realmente somos e quem Deus é, não percebendo que não temos alternativa a não ser nos prostrarmos e exaltarmos o Seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Finalizando&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;A hora de protestar&lt;/strong&gt;. Enfim, são estas as bases da Reforma Protestante, cinco importantes e fundamentais doutrinas que nos alicerçam biblicamente quando se trata de testificar a razão da nossa fé, embora estas bases estejam sendo descartadas por muitos de nós nos dias de hoje, numa deslavada grosseria, desconsideração ou ignorância, propositadas ou não, se não para com o Absoluto e Soberano Triúno Deus e Sua Palavra, no mínimo, para com o sangue derramado daqueles que tanto lutaram para que pudéssemos libertar-nos daqueles dias de trevas, corrupção e manipulação de poderes, e vivermos até então usufruindo – se é que usufruimos mesmo – de todas aquelas bênções sem nenhum esforço de nossa parte.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Depois de mais de 500 anos do nascimento de Lutero, em 1483, e quase 500 anos depois que o próprio Lutero, naquele 31 de outubro de 1517 afixou as suas 95 Teses na porta da Igreja do castelo de Wittenberg, na Alemanha, abrindo, assim, um clarão para os novos tempos, e que refletiu em todo o mundo, parece que a Igreja de nossos dias está voltando para aqueles tempos da lamentável “Idade das Trevas”, tempos do atraso, tempos das falácias, das fábulas e vãs filosofias, ou algo parecido.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;     Assim como naqueles tempos, nos dias de hoje, nós, que dizemos que somos cristãos – às vezes até arrogantemente diante daqueles que necessitam avidamente de ouvir simplesmente e sem nenhuma tergiversação as maravilhas das boas-novas da salvação para uma real transformação de vida –, precisamos rever muitos dos nossos conceitos que se desviaram diametralmente daqueles defendidos pela Reforma Protestante, e agirmos como ela mesma ainda proclama, reformados, mas sempre reformando, ou seja, aproximando-nos sempre, e cada vez mais, da verdade absoluta anunciada nas Escrituras, que tanto os reformadores defenderam.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;       Evidente – como alguns já defendem em nossos dias, especulando sobre uma possível nova Reforma Protestante – que é muito importante avaliarmos a Igreja e seus ensinos nos dias de hoje, tendo como base as lições dos reformadores do século 16. De muitas formas, grande parte da cristandade precisa ser desafiada a retornar a essas doutrinas fundamentais de fé da mesma forma que os reformadores desafiaram a Igreja Católica Romana naqueles tempos, proclamando o genuíno Evangelho, ou seja, defendendo os cinco solas. Do contrário, devemos seguir o conselho do professor e estudioso de História da Reforma, Dr. James E. McGoldrick: “Se a Igreja da nossa geração não estiver fazendo isto, chegou a hora, novamente, de protestar!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANGLADA, Paulo. Calvinismo - &lt;strong&gt;As Antigas Doutrinas da Graça&lt;/strong&gt;. São Paulo: Puritanos, 2000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________ &lt;strong&gt;Sola Scriptura  - A Doutrina Reformada das Escrituras&lt;/strong&gt;. São Paulo: Puritanos, 1998&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As 95 Teses&lt;/strong&gt;. Trad. e ad. por R. Hasse; publicado pela Igreja Evangélica Luterana do Brasil. s/d&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bem-Vindo à Reforma&lt;/strong&gt;. In: Revista Expressão A Essência da Fé - Introdução à Teologia Reformada. São Paulo: Cultura Cristã. s/d. p. 1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/strong&gt;; Antigo e Novo Testamentos. Edição Revista e Atualizada no Brasil. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.   p. 932,1238, 1376, 1444, 1453 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confissão de Fé de Westminster&lt;/strong&gt;. 18ª ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2008 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Graça e Fé&lt;/strong&gt;. In: Revista Palavra Viva. São Paulo: Cultura Cristã. s/d.  p. 1-20&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HODGE, A. A. &lt;strong&gt;Confissão de Fé Westminster Comentada&lt;/strong&gt;. Trad. por Rev. Valter Graciano Martins. São Paulo: Puritanos, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.gotquestions.or/portugues-Protestante.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.monergismo.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://pt.wikipedia.org/wiki/cinco_solas&lt;br /&gt;       &lt;br /&gt;            - os quatro itens acima foram acessados em 13/8/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MCGOLDRICK, E. James. &lt;strong&gt;Três Princípios do Protestantismo&lt;/strong&gt;. In: Jornal Os Puritanos, ano 2, nº 4, julho-agosto /1994. p. 4-9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SPROUL, R. C. &lt;strong&gt;Sola Gratia - A Controvérsia Sobre o Livre-Arbítrio na História&lt;/strong&gt;. Trad. por Mauro Meister. São Paulo: Cultura Cristã, 2001&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;WRIGHT, David F. &lt;strong&gt;Protestantismo&lt;/strong&gt;. In: Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã. Editor: Walter A. Elwel. Trad. por Gordon Chow. São Paulo: Vida Nova, 1990. v. 3. p. 194-197&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2805642166747326152?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2805642166747326152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2805642166747326152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/10/as-bases-da-reforma-protestante.html' title='&lt;strong&gt;AS BASES DA REFORMA PROTESTANTE&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2650960758027629685</id><published>2010-05-15T00:42:00.002-03:00</published><updated>2010-05-15T00:58:41.900-03:00</updated><title type='text'>QUAL É A MINHA HISTÓRIA?</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Quando teu filho te perguntar [...], então dirás a teu filho: Éramos servos de Faraó no Egito; porém o SENHOR, com mão forte, nos tirou do Egito [...]” -                           Deuteronômio 6:20a,21&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NENHUM de nós vive como se tivesse surgido do nada. Como se tivesse caído de paraquedas no meio de um deserto plenamente inóspito, sem deixar nenhum rastro ou sinal de luz a ser seguido, em todos os sentidos, longe de todos e de tudo, assim, sem passado nem futuro, sem perspectivas de nada na vida. Nenhum de nós foi miraculosamente engendrado para ser jogado fora feito lixo. Ou qualquer coisa descartável, como se o Criador estivesse errado na fórmula. Ou para ser enclausurado no topo de um castelo cercado com fortalezas por todos os lados como um ser rejeitado e isolado que, absorvido pelo seu próprio ego, pensa estar distante das inquietações ou porquês deste mundo, mesmo sendo muitos destes quesitos até absurdos e evasivos. Nenhum de nós tem qualquer direito de imaginar-se não ser passível de quaisquer inquirições sobre as coisas desta vida ou sobre nós mesmos. Todos temos a nossa história, de um jeito ou de outro, edificante ou não, brilhante, opaca ou não. Ricos ou pobres, pretos ou brancos, crentes ou incrédulos, cristãos ou não, todos temos os nossos compromissos como uma carga - no bom sentido, é claro -, para transportar - até geneticamente falando -, levando-a adiante para quem estiver à nossa frente como uma geração de um futuro que por herança assumirmos. E todos temos este legado como um fio de uma meada ou o elo de uma corrente que deve permanecer continuamente esticado;  interligado por todos os lados. Sem deixar a peteca cair, todos temos as nossas responsabilidades que devemos anunciar como um toque de um clarim no silêncio de cada madrugada qual uma marca registrada. Todos temos uma história para contar, seja ela escrita ou não, que, mesmo sendo cuidadosamente guardada no íntimo do nosso coração, um dia, de um jeito ou de outro, esta poderá vir à tona, e ser resgatada, sendo, assim, detonada como se faz com uma bomba até então camuflada, não importa por quais mídias ou intenções, ou por quais dispositivos seja manipulada. Assim é que o passado de cada um de nós aponta para o nosso futuro de acordo com o que agirmos no presente. Lógico que nada é tão estático e didaticamente exposto assim como uma estaca fincada no chão, irretocavelmente imutável, ali plantada de cara para as intempéries que vêm e vão sem piedade alguma a nosso encontro para, enfim, sermos destruídos ou remodelados sem mais nem menos até mesmo contra a nossa própria vontade. Ou mesmo como se fôssemos meros seres inúteis e alienados à espera da morte, sem nenhuma opção libertária - e por que não até libertina e mais nada?-, enlevados pelas ondas salobras destes nossos tempos, por mais que tentemos fazer algo que realmente valha a pena. Mas valer a pena para que? Por que, para quem e como? Qual é o verdadeiro sentido de tudo isso? Será que a minha vida realmente vale a pena? Será que ela faz ou tem algum sentido? Qual é a minha história? O que é que eu tenho para contar que possa passar para frente, e que possa servir de parâmetro positivo para alguém, para os meus descendentes como família, comunidade ou como nação, consuetudinariamente ou não? O que eu tenho feito para a minha geração,  individualmente ou como comunidade ou como nação? O que é que eu tenho para passar para alguém que possa marcá-lo para sempre no sentido de edificação de uma vida melhor, natural e espiritual? Qual é a sua história? Será que vale a pena contá-la, agora e futuramente, para os meus e os seus filhos ou parentes, vizinhos ou amigos? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Há fatos em nossa vida que nos transformam para sempre, mas que também exigem de nós paciência e pertinácia para que não percamos o cerne daquilo a que nos predispomos a seguir como num teste de fogo enquanto estivermos neste período de passagem até alcançarmos o alvo pretendido. Corremos riscos, perdemos muito do que até então pensávamos que eram de tão especial importância para nós e de que jamais pretendíamos abdicar-nos. É como se estivéssemos sendo desbastados por uma lâmina tão fina cujo efeito fosse tão dolorido que nos penetra até o fundo do nosso ser, sangrando no mais sensível do nosso íntimo, mas que muita vez nem percebemos, e mesmo sofrendo, continuamos presos a tão duras penas. No entanto, nada entendemos, e lamentamos esconjuradamente, e continuamos lamentando e sofrendo, apenas e tão somente, patinando, como se estivéssemos chafurdados num imenso lamaçal, sendo que o problema - ou a solução, depende da avaliação de quem esteja passando por tais peripécias -, está tão próximo de nós ou ainda até dentro de nós mesmos. Nós é que devemos mudar de rota, parar e repensar, e seguir à risca as regras das nossas metas, e vencer, ou fixar-nos numa pista esburacada e obscura que não vai dar em lugar nenhum, desviando-nos pelos precipícios de uma trilha tortuosa, e nos perder para sempre. Tudo depende de uma atitude de nossa parte, por menor que seja, mas que tem que ser tomada na hora exata. Sob a liderança de Moisés, depois que foram libertados da escravidão egípcia, os israelitas atravessaram o mar Vermelho, peregrinaram por um período de 40 anos pelo deserto, passaram por várias gerações, até que os tempos de julgamento haviam terminado e Israel preparava-se para entrar na Terra Prometida, sendo que este percurso poderia ter sido percorrido em pouquíssimos meses. Os eruditos afirmam que foi um dos períodos mais críticos da história daquele povo, pois, além de enfrentarem novos e terríveis inimigos ainda se sujeitaram a duras provas, ratificando sofrimentos e tantas outras perdas por causa da sua idolatria, murmurações e rebeldia, mas que também foi ali neste percurso que eles foram sendo tratados e tiveram várias experiências com Deus que não desviava o Seu foco daquilo que pretendia fazer com este estranho povo. A nossa infidelidade não anula a fidelidade de Deus. O SENHOR nosso Deus nunca perde o foco de Seus planos, inclusive do que Ele tem para cada um de nós, assim como também do que Ele quer de cada um de nós, por mais estranhos que possamos ser. Só temos que entender e obedecer a Sua mensagem, e cumprir a nossa parte, conforme a vontade dEle. Depois, é seguir sempre em frente sem desviar de Suas pegadas. Reiteradamente, Deus sempre indica o caminho, e até mesmo onde nos embocaríamos, dependendo dos nossos passos e de como andarmos nele, por nossa própria conta ou segundo a aquiescência dEle. Se de maldições ou de bênçãos, eis o roteiro da nossa própria vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim como caminhava aquele povo, assim também caminha a humanidade, e   assim andamos todos nós ainda hoje, debaixo dos auspícios dAquele que sempre nos indicou os nossos passos, embora muitos de nós ainda fazem questão de caminhar por conta própria arriscando-se pelos ermos da perdição. Será que temos a sensibilidade para podermos perceber isso? Até que ponto somos sensíveis a tudo isso? Ou será que somos tão surdos, cegos ou mudos, e amparamo-nos em outras deficiências para não seguirmos tais pegadas direitinho? Ou será que estamos perdidos por aí no nosso deserto de cada dia? Naquele tempo, os israelitas tinham a nuvem que lhes seguia e pairava sobre o tabernáculo, indicando a presença de Deus naquele lugar, assim como também indicava o itinerário para a caminhada daquele povo. De noite, acompanhava-lhes uma coluna de fogo. Diz a Bíblia que a nuvem do SENHOR estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre eles, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas, num indicativo da real presença de Deus ali no meio deles, atuando como o Guia deles que, ao alinharem-se e prepararem-se para partir e seguir viagem, eles nem sabiam para onde, posto que era Deus Quem mostrava o caminho por meio da nuvem. Até onde deveriam ir? Até que a nuvem parasse. “Assim, partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto. E o SENHOR ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite. Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite.” Diferente do fogo do julgamento divino, essa nuvem e esse fogo eram o sinal visível da glória de Deus sobre o Seu povo - a presença protetora de Deus -, porquanto o SENHOR estava cumprindo Sua promessa de permanecer com eles pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       E nós hoje, o que somos e o que temos para testificar diante de um mundo incrédulo neste deserto tão avassalador? Obviamente que não temos a nuvem, tampouco aquela coluna de fogo. No entanto, nós temos, nos dizeres de Jan Rouw, um excelente Guia enquanto estamos neste mundo que, para nós cristãos, é um deserto. Não somos conduzidos por meio de uma nuvem visível, mas pelo Santo Espírito de Deus que habita em nós e do Qual somos templo, resgatados e pagos por um alto preço pelo próprio Senhor Jesus, sendo, assim, no corpo e no espírito, instrumentos de Deus. “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” É o próprio Paulo quem exorta repetidas vezes os coríntios, lembrando-lhes, deste modo, o orgulho que tinham da plenitude do seu conhecimento e sabedoria cristã. Também estas lembranças aplicam-se a nós ainda hoje. Segundo os eruditos, esta passagem, além de esboçar o fato básico de que o crente cristão foi remido pelo precioso sangue de Cristo, e que, assim, Lhe pertence, proporciona-nos ainda a doutrina cristã a respeito do corpo e prepara-nos para a crença na sua ressurreição. Daí, nossa dedicação a Cristo deve ser mais profunda do que antes, quando pertencíamos ao mundo, antes de sermos resgatados, “porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si”. Vivemos e morremos para o SENHOR nosso Deus, Doador da vida e Senhor de todas as coisas, a Quem devemos toda glória e louvor. Portanto, essa nossa união com Cristo agora nos envolve por inteiro, e não somente o nosso corpo. Ou seja, a nossa união com Cristo é física e espiritual, isto é, corpo e espírito - ação esta eficazmente operada por uma atuação do Espírito Santo. O apóstolo ainda aplica ao indivíduo o conceito de Igreja como o novo templo onde Deus habita. Contudo, noutro ponto, ele também direciona o seu foco sobre o povo de Deus como uma coletividade inteira, o que os especialistas fazem-nos refletir que apesar de devermos estar conscientes desse caráter pessoal da residência do Espírito Santo em nós, a ênfase das Escrituras recai sobre a identidade coletiva do povo de Deus como um templo santo e como uma casa espiritual. Se antes Deus manifestava a Sua presença no templo, enchendo-o com a nuvem de Sua glória, hoje, Ele vive em Seu povo, enchendo-os com o Espírito Santo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Assim, nós hoje também somos passíveis de estar peregrinando por aí, perdidos, sem encontrarmos a saída no meio do deserto do nosso dia a dia, se ainda priorizarmos em nossas vidas tudo aquilo que praticávamos antes de sermos resgatados da nossa escravidão, das nossas muitas transgressões, e se ainda não chegamos com os nossos pecados diante de Deus pedindo socorro e nem crermos no Senhor Jesus como um Hóspede divino que habita em nós, e que tem autoridade como nosso único intercessor diante do Pai, assim como também ainda não nos curvamos em oração solicitando humildemente a Deus que nos mostre o caminho da retidão - guiados pelo Espírito Santo, consequentemente. Ou seja, se ainda não provamos a alegria de sermos perdoados; a alegria da remoção dos nossos pecados; de sermos o santuário de Deus, guiados em segurança e guardados de todo passo em falso; de todo erro; de toda falácia, para não sermos os mais infelizes dos homens. “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano.” Se assim é, que assim seja, como bem acentua o salmista, assim como também retratam as Sagradas Escrituras a respeito da união de Cristo, o Mediador, com Seu povo redimido. “Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o lavrador. Toda a vara em Mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em Mim, e Eu nele, esse dá muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” A metáfora da videira frequentemente é usada na Bíblia, tanto no Velho como no Novo Testamentos. Nos ensinos do Senhor Jesus, aplica-se à união entre o crente cristão e o SENHOR nosso Deus em que Jesus é a videira verdadeira de Deus, e o Pai é o lavrador ou agricultor. Os ramos só florescem se permanecerem na videira. E todo ramo sem fruto é cortado e os brotos frutíferos são cuidadosamente aparados para que deem mais fruto, enquanto Deus corta os ramos imprestáveis e joga-os fora. Os eruditos afirmam que os verdadeiros crentes são purificados pela Palavra de Deus e pela experiência de união com a videira verdadeira. Sem Jesus nada podemos fazer, já que a total incapacidade do pecador não regenerado torna a graça salvadora absolutamente necessária para a salvação, pois, se “verdadeira” significa “genuína”, Jesus é a “videira” final e real, se comparado a Israel que era um tipo que prefigurava a realidade. Se no Velho Testamento Israel é chamado de a “videira” ou a “vinha” de Deus, e é julgado por não produzir frutos, o Senhor Jesus é e faz aquilo que o tipo significa. Se nenhum ramo que está em Cristo pode ser totalmente infrutífero, todo ramo que pertence a Cristo produzirá fruto e será cuidado para que necessariamente possa aumentar os seus frutos. A falta de fruto pode significar a falta de obediência a Deus. E se a vinha e seus frutos considerados no Velho Testamento forem combinados com a ordem de Cristo a respeito do amor citada em alguns fragmentos do Novo Testamento, estas considerações podem indicar que este fruto refere-se a uma vida como a de Cristo produzida pelo Espírito Santo.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     E a vida continua, a minha, a sua, e a de todos, sem nenhuma distinção, ilustrando a própria história de cada um de nós por mais que nos esquivemos ou que nossas fraquezas e estupidez, ou mesmo a nossa mediocridade, tentem desviar-nos, descambando para outros rumos. A nossa história sempre vai estar lá, escrita ou não, tocando ou não as gerações, de acordo com o andamento da nossa própria caminhada. Não a de outrem. Terminada a peregrinação dos israelitas, nas vésperas de entrarem em Canaã, mais uma vez todas as leis relacionadas com a vida religiosa, social e civil deles são-lhes repetidas e comentadas por Moisés a todos eles, sem exceção, anunciando o que Deus pretende deles e ainda lembrando-lhes o que Deus tinha feito por eles até então por meio de grandes e terríveis sinais e maravilhas, em antecipação à sua vida sedentária e aplicadas a ela. Leis essas em que se incluíam o grande mandamento de amar a Deus sobre todas as coisas, de todo o coração, de toda a alma e de toda a força, e que também foi repetida pelo próprio Senhor Jesus, em cujo ensino ocupou o primeiro lugar. “Quando teu filho te perguntar no futuro, dizendo: Que significam os testemunhos, e estatutos e juízos que o SENHOR nosso Deus vos ordenou? Então dirás a teu filho: Éramos servos de Faraó no Egito; porém o SENHOR, com mão forte, nos tirou do Egito; e o SENHOR, aos nossos olhos, fez sinais e maravilhas, grandes e terríveis, contra o Egito, contra Faraó e toda sua casa; e dali nos tirou, para nos levar, e nos dar a terra que jurara a nossos pais. E o SENHOR nos ordenou que cumpríssemos todos estes estatutos, que temêssemos ao SENHOR nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.” A história deste povo era tão importante que eles tinham que perpetuar essas ideias de Deus entre eles por todas as suas gerações. Eles não deviam depender apenas de instruções públicas, mas tinham também que ensiná-las diligentemente no lar; escrever partes importantes desta lei nas umbreiras das portas; atá-las nos braços e testas, e falar sobre elas constantemente com a finalidade de imprimir no povo a Palavra de Deus com persistência para que fizesse parte de sua própria natureza mental. E nós hoje, o que fazemos com todos estes conhecimentos, com todos os ensinos de Cristo? Ou mesmo com a nossa própria história, a nossa mensagem cristã permeada de alegria, de esperança e vitórias em que a Igreja de Cristo se tornará esplendorosa como uma esposa ornada para o seu esposo? Ou ainda sobre um tempo em que todos os males desaparecerão dando lugar a um novo céu e uma nova terra? Será que realmente acreditamos nisso ou achamos que a Palavra de Deus não passa de balelas diante deste deserto; deste mundo tão cruel? Cremos que Deus habitará para sempre com o Seu povo e enxugará toda a lágrima de nossos olhos para que não haja mais nem morte nem luto nem dor nem quaisquer outros tipos de violência? Você crê nessa história? Você crê que assim como Deus fez com aquele povo no deserto também nos livrará deste nosso deserto de hoje; deste mundo tenebroso? No que cremos, então? No que vale a pena acreditar nos dias de hoje? Como instruir as nossas gerações sobre os tão grandes e terríveis sinais e maravilhas da Palavra de Deus revelada em nossa vida? O que Deus quer nos ensinar em meio a nosso deserto? Em meio a esse mundo tão desafiador? É certo que todos temos a nossa história. Mas o que temos para contar? Qual é a sua história?      &lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE &lt;br /&gt;“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida”  – Apocalipse 21:1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 118:19-29; Deuteronômio 6:20-25&lt;br /&gt;Apocalipse 21:1-5; João 15:1-8&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;] Êxodo 13:17-14:14; 14:15-31; 16:1-36-17:1-7; Deuteronômio 1:3; 4:1-40; 5:1-33; 9:1-29; 10:12-22; 11:13-32&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 201&lt;br /&gt;MANLEY, G. T. &lt;em&gt;Deuteronômio: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 222-224, 235. Reimpressão&lt;br /&gt;CONNELL, J. C. &lt;em&gt;Êxodo: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 150. Reimpressão&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;] Êxodo 40:34-38; Números 4:1-49; 9:17-22; Êxodo 13:20-22; 33:9,10,14-17; Números 9:15-23; 10:33-36; 11:25; Salmo78:14;  99:7; 105:39; Isaías 4:5 &lt;br /&gt;ROUW, Jan; KIENE, Paul F. &lt;strong&gt;A Casa de Ouro&lt;/strong&gt;. 1ª ed. Diadema, SP: Depósito de Literatura Cristã, 1994. p. 32&lt;br /&gt;CONNELL, J. C. &lt;strong&gt;Êxodo: Introdução e Comentário&lt;/strong&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 154. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 797&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;] Efésios 1:3-13; 1Coríntios 3:16,17; 6:15-20; Efésios 2:19-22; 1Pedro 2:4,5; 2Coríntios 6:16; Romanos 14:7; Isaías 43:7,21; Êxodo 29:43-46; 1Reis 8:10,11&lt;br /&gt;ROUW, Jan; KIENE, Paul F. &lt;em&gt;A Casa de Ouro&lt;/em&gt;. 1ª ed. Diadema, SP: Depósito de Literatura Cristã, 1994. p. 32&lt;br /&gt;PROCTOR, W. C. G. &lt;em&gt;As Epístolas aos Coríntios: Introdução e Comentário - 1Coríntios&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1201, 1202. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1349, 1353, 1379&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt;] Salmo 32:1,2; 1Coríntios 3:11; Efésios 2:20-22; 1Coríntios 6:15,19; 12:12; Efésios 1:22,23; 4:15,16; Romanos 7:4; Efésios 5:31,32; Apocalipse 19:7; Romanos 5:12,18-21; 1Coríntios 15:22,45,49; Isaías 5:1-7; João 15:1-17; Romanos 6:5; Salmo 80; Jeremias 2:21; Gálatas 5:22,23 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 635, 1257&lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São João: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1092. Reimpressão&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;5&lt;/strong&gt;] Deuteronômio 6:4-9,20-25; 10:12; 11:1,13,22; Mateus 22:37; Apocalipse 21:1-5&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 177, 178&lt;br /&gt;HALLEY, H. H. &lt;em&gt;Manual Bíblico: Um Comentário Abreviado da Bíblia&lt;/em&gt;. Trad. por David A. de Mendonça. 10ª ed. São Paulo: Vida Nova, 1991. p. 119, 142&lt;br /&gt;MANLEY, G. T. &lt;em&gt;Deuteronômio: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 235. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2650960758027629685?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2650960758027629685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2650960758027629685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/05/qual-e-minha-historia.html' title='&lt;strong&gt;QUAL É A MINHA HISTÓRIA?&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-4007999704812432840</id><published>2010-04-13T16:35:00.007-03:00</published><updated>2010-05-03T18:32:59.295-03:00</updated><title type='text'>ETERNOS APRENDIZES</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Persiste em ler, exortar e ensinar. Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos”&lt;/em&gt; – 1Timóteo 4:13,15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DEPOIS da chamada fase tatibitate, ao passar para a idade dos porquês, meu filho, como qualquer outra criança, sempre nos fazia, assim como ainda faz, perguntas que sempre nos surpreendem, não somente por nos depararmos com a sua perspicácia no seu jeito de inquirição e curiosidade diante das coisas que vem descobrindo no seu dia a dia, mas também por, muitas vezes, nos forçar a optar por uma melhor saída no sentido de darmos uma resposta coerente, de acordo com a sua pergunta, e que possa do mesmo modo alcançar o seu entendimento, tendo em vista ser ele ainda uma criança, e de pouca idade.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      Por sua vez, quando ele, então, argumenta alguma coisa e a gente pergunta por que ele pensa desse jeito, ele simplesmente responde “porque sim”, e pronto, sem nem uma outra alternativa ou explicação mais acurada. E a gente fica, assim, sem muito entender, alertando-lhe para que ele  especifique melhor cada um do seu detalhamento sobre aquele determinado assunto para que possamos  apreendê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim também caminha a humanidade em meio a seus sonhos, reptos e jornadas diárias, metas e dúvidas, perguntas e respostas cujos resultados nem sempre estão de acordo com aquilo que deseja ou planeja. Porque todos queremos as coisas do nosso próprio jeito, porque é assim, e ponto. Surpreendentemente, muitas coisas ainda estão dando errado, talvez porque não procuramos a resposta corretamente ou porque quem a tem, se é que realmente tem, não nos quer dar, ou não sabe dar, sabe-se lá por quais razões, ou porque não queremos encontrá-la e nem queremos saber, sabe-se lá também por quê. Isso ocorre não somente no nosso ambiente como sociedade em geral ou mesmo como comunidade segmentada em nossos nichos sociais, mas também individualmente como ser inserido em nossos espaços culturais apreendidos com o passar dos nossos anos, espaços estes do mesmo modo nem sempre em equilíbrio com o nosso tempo de vida natural e o saber que deveríamos ter adquirido, não excluindo aqui até mesmo o nosso amadurecimento espiritual.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Ainda diante das tantas incógnitas destes nossos tempos em que impera um liberalismo avassalador, tudo nos parece tão confuso em meio a este relativismo destes nossos dias, já que às vezes nos sentimos literalmente abandonados no meio de tantos caminhos, de uma encruzilhada que nos deixa à deriva no sentido de qual deles deveríamos seguir na mais segura e perfeita paz, mas que, na verdade, só nos impossibilita de refletir com clareza sobre os tantos desafios deste nosso mundo, tanto espiritual e material. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Muita vez não entendemos e nem conseguimos responder a tantos porquês, mesmo que muitos deles, atuando dentro de nós, não nos deixam calar. Muita vez ainda agimos como meninos, imaturos e ignorantes para entender ou mesmo responder a todos os desafios ou a todas as provações que se nos arrostam. São indagações que nos cutucam sem parar, já que nem às tais inquietações estamos preparados para enfrentá-las satisfatoriamente. Desde os nossos próprios filhos, dentro da nossa própria casa ou dentro de nós mesmos, no seio da nossa própria família, e até mesmo no íntimo dos poderes públicos e privados, laicos ou não, enfim, na nossa comunidade, no nosso convívio espiritual, tudo isso só nos leva a questionar por onde é que anda aquele conhecimento que nos liberta, aquela Verdade. Por onde anda aquela resposta que nos satisfaça plenamente? Será que estamos prontos para encará-la de frente, e sem tergiversações, e partirmos para uma nova vida, segura, definitiva e sem falácias, conforme os desígnios de Deus? Ou será que vivemos como no vaivém de uma valsa, conforme a música toca, ou à mercê do vento, conforme ele sopra, neste oba-oba sem pé e sem cabeça, sem nenhum receio de alguma tempestade ou tsunami, e até mesmo de um descompasso, neste imenso e emblemático  terreno arenoso e movediço desta nossa vida que se esvai como um líquido que flui entre os dedos? Até que ponto e até onde resistiremos firmes ante nossa arrogância longe das  incógnitas ou desequilíbrios? Será que nos garantimos a nós mesmos nesta corda bamba? Até quando? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A Bíblia diz que se conhecermos a Verdade, ela nos libertará. Mas que Verdade é esta? Nós a conhecemos realmente? Nós cremos nela sinceramente? E que conhecimento é este? Noutra parte também está escrito que Jesus é o caminho, a Verdade e a vida, e que ninguém irá a Deus Pai, senão por Jesus, posto que a graça e a verdade vieram por meio deste mesmo Senhor Jesus que é o Verbo, ou seja, a Palavra de Deus, que Se fez carne, e habitou entre nós como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de Verdade. “E a glória do SENHOR se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca do SENHOR o disse.” Pela graça de Deus, muitos testemunharam esta Sua glória, seja no deserto, no tabernáculo, no templo, e na transfiguração, e este termo deve ser aplicado somente a Ele, o Deus Supremo, Criador e Governador do universo diante de Quem todo joelho deve curvar-se, além de que este Verbo feito carne manifesta plenamente a realização graciosa da aliança e o caráter de Deus como guardador desta aliança.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Assim como nos tempos do exílio o SENHOR transmitia por meio de Seus profetas palavras de conforto, e de uma especial esperança, assim como também de uma inesgotável alegria ao Seu povo escolhido, do mesmo modo devemos encontrar uma razão maior e especial por meio de uma ação eficaz e também peculiar deste mesmo Espírito de Deus para proclamarmos esta Verdade ainda hoje, tendo em visto que esta Mensagem de conforto, de forma alguma depende de nossos esforços apenas e tão somente, mas provém, antes, da misericórdia soberana e divina, posto que “toda a carne é erva e toda a sua beleza, como a flor do campo”, cai e seca. Na verdade, somos como a erva, e vã é a nossa esperança, senão confiarmos no SENHOR Deus Todo-Poderoso cuja redenção perdura abundantemente. E em meio a tudo o que é perecível, mutável, a Sua Verdade permanece para sempre. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Embora a salvação não seja obtida por meio de conhecimentos intelectuais, como erroneamente pensavam os gnósticos, mas, sim, por meio de um relacionamento vital com o Senhor Jesus e do compromisso com a Verdade que Ele revelou,além de ser dom de Deus - porque somente pela graça é que somos salvos,por meio da fé-, em nosso dia a dia jamais devemos deixar de sustentar que o ensino de Cristo, que é a Verdade, é que nos torna livres da escravidão do pecado.Mas como sustentar seguramente, e de acordo com a Palavra, estas verdades divinas se não estivermos capacitados para um ensino adequado? Todos somos chamados? E, se assim o somos, todos estamos preparados? &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     Se “ministério” significa “serviço” prestado a Deus ou às pessoas, tendo como alvo a edificação de indivíduos com vistas à maturidade coletiva em Cristo, pelo mesmo e único Espírito, nós também devemos cumprir a nossa parte “para que não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente”, neste contexto de tanta incredulidade e apostasia, heresias e falsas profecias em que os desafios nos afrontam a cada dia, provocando a razão da nossa fé.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;     Hoje, e mais do que nunca, exigem-se melhores formações ministeriais, não como se formam líderes naturalmente fortes que sabem como administrar um negócio ou empreendimento - as coisas de Deus não são um “negócio”, um toma-lá-dá-cá ou um tipo de franquia, com objetivos meramente pragmáticos não considerando o processo de um resultado a partir das perspectivas de Cristo, não terrenas, dos homens, não-bíblicas nem espirituais. Obviamente que não, mas devemos estar preparados, sim, estudando sempre, como diz um dos princípios dos reformadores, &lt;em&gt;reformados, mas reformando sempre&lt;/em&gt;, já que a Palavra de Deus não é estática, extemporânea, mas viva, atual e atuante, “divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça”, em todos os tempos e lugares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Hoje, e mais do que nunca, devemos procurar apresentar-nos a Deus aprovados para o ministério a que formos chamados, mas como obreiro que não tem de que nos envergonhar, “que maneja bem a Palavra da Verdade”.  O próprio Paulo exorta Timóteo à fidelidade e diligência no ministério, insistindo para que ele persista em ler, exortar e ensinar. “Medita estas coisas; ocupa-te nelas, para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos”, aconselha a seu amado filho na fé e fiel colaborador no seu ministério, preocupado com a preservação e propagação da verdade do Evangelho, e a promoção e manutenção de uma salutar conduta cristã por parte dos que o pregavam, assim como dos que criam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Entretanto, para que se ensine, também é necessário que se aprenda, que estude e muito, para que os ouvintes apreendam os tais ensinos. É necessário que seja um eterno aprendiz. Há quem critique a proliferação dos cursos de teologia, duvidando da sua qualidade e impingindo neles um péssimo desempenho desta massa de novos formandos, mas também há quem diga que devemos consumir-nos no estudo e na comunhão com Deus. É o que afirma MacArthur, Jr, confessando que ele tem um lado público que a congregação vê, mas que também tem um lado particular que só Deus conhece. “Embora eu só possa pregar três horas por semana, estudo trinta. Essas horas gastas todas as semanas na presença de Deus são um privilégio elevado e santo”, destaca. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A necessidade de estudar para a nossa formação ministerial é tão premente em nossos dias como para qualquer outra formação secular, só que de maior responsabilidade, posto ser das coisas do alto, e que Deus usa a pregação como principal meio humano para dispensar Sua graça pela qual Ele salva pessoas e transforma vidas, lidando com o homem como um todo, não com apenas um de seus detalhes particulares. E isso começa dentro da nossa própria casa com nossos próprios filhos, já que esta mesma Palavra de Deus alerta-nos para que eduquemos nossas crianças no caminho em que devem andar para que até quando envelhecerem não se desviarão dele. Também o profeta Oséias já alertava que o povo de Deus estava sendo destruído por falta de conhecimento - do conhecimento de Deus, que, segundo os eruditos, é inseparável da Lei de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ---------------------&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;] João 8:32; 1:14,17; 14:6; Isaías 40:5; Romanos 6:14,18,22; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 831; FITCH, W. Isaías: Introdução e Comentário. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 718, 1228.  Reimpressão; Êxodo 16:1-10; 33:18-23; 40:34,35; 1Reis 8:1-11; Mateus 17:1-5; Gênesis 24:27; Salmo 25:10; Provérbios 16:6; Êxodo 34:6; Salmo 26:3 &lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;] Isaías 40:6-8; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1244; João 18:37; Efésios 2:8&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;] Efésios 4:7-16; 1Coríntios 12:11;1Timóteo 2:4; 3:1-13; Tito 1:6-9;2Timóteo 2:15; 3:16; 4:1-5&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;4&lt;/strong&gt;] 2Timóteo 2:15; 4:13-16; 1:1ª; STIBBS, A. M. &lt;em&gt;As Epístolas a Timóteo e a Tito: Introdução e Comentário.&lt;/em&gt; In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1311, 1312.  Reimpressão. Provérbios 22:6; Oséias 4:6; 6:6; 8:12; Adaptado de John MacArthur, Jr., “Wanted: A Few Good Shepherds”, Masterpiece (novembro-dezembro, 1989), 2-3, e MarcArthur, Then Reasons ! Am a Pastor”, Masterpiece (novembro-dezembro, 1990), 2-3.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-4007999704812432840?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4007999704812432840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4007999704812432840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/04/eternos-aprendizes.html' title='&lt;strong&gt;ETERNOS APRENDIZES&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-230554886427402228</id><published>2010-03-31T01:42:00.004-03:00</published><updated>2010-03-31T11:16:42.303-03:00</updated><title type='text'>O QUE É A IGREJA?</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica” – Credo Niceno-Constantinopolitano (Concílio de Nicéia, 325 d.C., revisado no Concílio de Constantinopla, 381 d.C.)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ATÉ HOJE, e até mesmo aos olhos das criaturas mais reles e indoutas, ainda experimentamos ou sofremos em nossa própria pele situações vexatórias, desconfortáveis e constrangedoras por conta de quem que, se utilizando dos seus postos dentro da Igreja, comete absurdos e escândalos, não só naquilo que diz respeito à transgressão da Palavra propriamente dita, como também  na sua conduta pessoal, infiltrando-se na multidão daqueles que se postam como crentes ou líderes diante da sua comunidade, ou mesmo na sua maneira esdrúxula de gerir as coisas do Reino, posto que, na verdade, estas coisas não vão além dos próprios interesses do SENHOR nosso Deus que lhes outorgou tal administração, assim como nos concede a cada um de nós este ofício no âmbito da medida dos nossos melhores dons, na certeza de que prestaremos conta quando bem Lhe aprouver. E tudo isso sem nos esquecermos da tão acirrada perseguição dos ímpios e de outras tantas heresias apregoadas por este mundo afora, além dos danos, muitas vezes irreparáveis, que possam causar ao rebanho.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Se, como instituição e igualmente como corpo visível com suas atuações no tempo dos homens e, portanto, constituída por estes mesmos homens, a Igreja nunca foi um modelo de perfeição exatamente por causa de nossas arrogâncias e ambições, e de todas as nossas deficiências herdadas de nossos próprios pecados, como corpo invisível, no entanto, a Igreja sempre existiu desde os mais remotos tempos, e, como organismo vivo, ela só ainda sobrevive vitoriosamente porque é conduzida pelo poder de Deus. Assim, não podemos estar receosos pelo futuro da Igreja, mesmo nas ocasiões em que ela ainda é perseguida, porém, esperançosos, à medida que percebemos a sua indestrutibilidade desde os tempos passados, já que quanto mais perseguida, aí é que ela mais cresce, mesmo nos dias de hoje, qual o ensino da parábola do grão de mostarda proposto pelo Senhor Jesus cuja semente é a menor de todas, mas que, ao ser semeada, torna-se uma das maiores plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Apesar dos pesares, e das nossas lamentáveis atitudes e ingratidões, assim como de muitos falsos crentes que se dizem cristãos tentarem desdizer os planos de Deus com relação a Seus eleitos, ou seja, a verdadeira Igreja de Cristo, confundindo as pessoas com suas falsas doutrinas e pregações egocêntricas, desde os tempos do ministério terrestre do Senhor Jesus, Ele já antecipava o desenvolvimento da Sua Igreja como poder universal - o que se cumpriu em plena Idade Média -, e ainda alertava sobre a figura do maligno no quadro da Igreja visível em sua apostasia, mas que, por fim, exalavam otimismo e confiança no triunfo da Palavra de Deus. Se as parábolas do grão de mostarda e do fermento são relacionadas com a presente manifestação do Reino de Deus no mundo na pessoa do Senhor Jesus, a Igreja representa o novo Israel hoje. Os especialistas assinalam que assim como a semente pequenina da mostarda, depois de semeada, transforma-se numa das maiores plantas, assim também as coisas de Deus podem parecer pequeninas aos nossos olhos e ao mundo, no entanto, produzem grandes resultados, posto que Deus revela a grandeza de Seu poder ao demonstrar que as coisas consideradas insignificantes para o mundo podem ser Seus recursos mais poderosos e preciosos numa clara demonstração de que não valemos nada diante de Sua divina magnificência. Porém, antes de qualquer coisa, Deus tem misericórdia de todos os que arrependidamente admitem a sua pecaminosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É na Igreja que os cristãos podem enriquecer-se espiritualmente. Consequentemente, devem unir-se com os outros crentes para poderem participar da vida de uma congregação local, prestando culto a Deus em espírito e em verdade, aceitando um alimento espiritual que lhes seja saudável até para sua vida natural, assim como a disciplina e, igualmente, participando do seu ministério e  testemunho, posto que a Igreja é a única comunidade que presta culto a Deus, permanentemente reunida no verdadeiro santuário - a Jerusalém celestial e o lugar da presença de Deus -, conforme acentuam os especialistas, lembrando ainda que, embora a Igreja seja uma só, ela é constituída de pessoas que ainda estão na terra, que formam a Igreja militante, e daquelas que já morreram e estão na glória. Estas últimas formam a Igreja triunfante. À parte os trocadilhos de mau gosto, e quaisquer outras usurpações, a Igreja é a comunhão dos santos em todo tempo e lugar, agora e sempre. Não é à toa que o apóstolo Paulo lembra que a única Igreja universal é o Corpo de Cristo de quem somos seus membros em particular, mas que também, e por isso mesmo, o é cada congregação local. E como ensina o Novo Testamento, a Igreja é o cumprimento das esperanças e disposições do Antigo Testamento realizado pelo Senhor Jesus. É a família e o rebanho de Deus; o Seu Israel; o corpo e a noiva  de Cristo; o santuário do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Os estudiosos também afirmam que, como uma realidade distintiva do Novo Testamento, a Igreja existe em Cristo e através de Cristo, ao mesmo tempo em que ela é uma continuidade de Israel, a semente de Abraão e o povo da aliança de Deus. Assim, a nova aliança sob a qual a Igreja vive é uma nova forma do relacionamento em que Deus diz à Sua comunidade escolhida: “Eu serei o vosso Deus, e vós sereis o Meu povo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Refletir sobre a Igreja e sua história é meditar sobre a trajetória do povo de Deus em todos os tempos e lugares, de um povo privilegiado, escolhido e separado para adorá-Lo em espírito e em verdade; de uma história apoteótica, vitoriosa e edificante;  e de um Deus que não divide a Sua glória com ninguém, posto que somente Ele é digno de toda honra e toda  glória para todo o sempre. E este povo é a Igreja de Cristo a qual é o Seu corpo, a plenitude dAquele que cumpre tudo em todos, posto que este mesmo Senhor Jesus Cristo é a cabeça deste corpo, ou seja, da Igreja, que foi comprada por Seu próprio sangue para que não nos tornássemos escravos de homens, mas filhos de Deus pelos méritos deste mesmo  Senhor Jesus Cristo que é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Corpo de Cristo, casa de Deus, comunhão dos santos, assembléia pública, assembléia do povo de Deus são alguns termos que se incluem à palavra “Igreja”, envolvendo até mesmo um grupo de pessoas que se reúnem em nome de Cristo. Mas nunca um grupo qualquer, um corpo qualquer, porém, uma definição que designa e tem como expressão a Igreja Cristã, tanto local quanto universal. Ou seja, o termo engloba aqueles que são verdadeiros crentes em Cristo, ou ainda um grupo particular de crentes que se reúnem em um lugar. Em português, o vocábulo  “Igreja” deriva-se do latim &lt;em&gt;ecclesia&lt;/em&gt;, que, por sua vez, no Novo Testamento, traduz a palavra grega &lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt;. No grego secular, &lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt; designava uma assembléia pública, e este significado ainda foi mantido no Novo Testamento. Já, no Antigo Testamento hebraico, a palavra &lt;em&gt;qãhãl&lt;/em&gt; designa a assembléia do povo de Deus, e a Septuaginta, na tradução grega do Antigo Testamento, traduziu esta palavra por &lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;synagoge&lt;/em&gt;, igualmente. Até mesmo no Novo Testamento &lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt; pode significar a assembléia dos israelitas, mas, à parte destas exceções, a palavra &lt;em&gt;ekklesia&lt;/em&gt;, no Novo Testamento, designa a Igreja Cristã, local e universalmente falando, jamais um edifício, e, sim, um corpo vivo do qual Cristo é a cabeça e todos os batizados são seus membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Desde o Concílio de Constantinopla, em 381, com reafirmações em Éfeso, em 431, e Calcedônia, em 451, a Igreja tem afirmado ser “una, santa, católica e apostólica”. A Igreja é “una” porque é um corpo sob uma Cabeça, ou seja, Cristo, apesar do grande número de denominações e congregações locais. Ainda que muitas Igrejas estejam divididas, mesmo assim,  elas reconhecem Jesus Cristo como Senhor e Salvador; e creem que podem ser uma só. Apesar das divergências, somos uma família. Paulo declara que, em Cristo, todos somos um, sem distinção de raça, condição social ou sexo. A Igreja é “santa”, não porque sejam perfeitos os seus membros, mas porque o Espírito Santo nela opera. Ou seja, a Igreja é separada daquilo que é profano. Assim como a Igreja é consagrada a Deus comunitariamente, assim também o é cada cristão individualmente. Os cristãos são santos no sentido de terem sido separados para se dedicarem ao serviço de Deus e consagrados por Ele, o que não significa que estejam livres do pecado. A Igreja é “católica” porque é universal, ou seja, existe no mundo inteiro, guardando sempre a fé para todas as épocas e todos os povos, incluindo crentes de gerações passadas e crentes de todas as culturas e sociedades. Originada do grego, &lt;em&gt;katholikos&lt;/em&gt;, e do latim, &lt;em&gt;catholicus&lt;/em&gt;, a palavra “católico” significa “geral”, “por tudo”, “universal”, ortodoxo”, embora grupos de cristãos tenham dado-lhe diferentes significados. E, por fim, a Igreja ainda é “apostólica” porque está fundada no ensino apostólico, e comissionada a ir pelo mundo guardando o ensino e a irmandade dos apóstolos. Ou seja, a Igreja é enviada a pregar o Evangelho, reconhecendo esta mensagem e missão dos apóstolos, e, conforme são mediadas através das Sagradas Escrituras, devem ser as de toda a Igreja.Os eruditos destacam que a Igreja só pode ser “una”, “santa” e “católica” se for uma Igreja “apostólica”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É nesta Igreja que seus membros atuam com sua diversidade de dons, de ministérios e de operações, assistidos pelo mesmo Espírito, pelo mesmo Senhor e pelo mesmo Deus que opera tudo em todos, cuja manifestação deste mesmo Espírito é dada a cada um para o que for útil. Ou seja, para ser um instrumento usado por Deus para dar progresso espiritual ao Seu povo, nos dizeres de John MacArthur, Jr., que também revela sua gratidão a Deus por isso, além de considerar-se honrado por ser um canal pelo qual a graça de Deus, o amor do Senhor Jesus Cristo e a consolação do Espírito Santo possam tornar-se mais reais às pessoas. Porém, MacArthur destaca que esse privilégio também traz a responsabilidade mais pesada que alguém pode assumir, já que o cumprimento desse privilégio e o desencargo dessa responsabilidade exigem que a compreensão da Igreja e de seus ministérios seja correta e de acordo com a Palavra de Deus.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   Assim, alista 10 pontos definidos por ele como algumas verdades básicas para melhor entendermos as questões ligadas à igreja e estabelecer tal compreensão como um fundamento para o ministério: A Igreja é a única instituição que nosso Senhor prometeu edificar e abençoar - Mateus 16:18. A Igreja é o lugar de reunião dos verdadeiros adoradores - Filipenses 3:3. A Igreja é a assembléia mais preciosa sobre a terra, uma vez que Cristo a adquiriu com Seu próprio sangue - Atos 20:28; 1Coríntios 6:19; Efésios 5:25; Colossenses 1:20; 1Pedro 1:18; Apocalipse 1:5. A Igreja é a expressão terrena da realidade celestial - Mateus 6:10; 18:18. A Igreja, por fim, triunfará, tanto no âmbito universal como no local - Mateus 16:18; Filipenses 1:6. A Igreja é a esfera de comunhão espiritual - Hebreus 10:22-25; 1joão 1:3,6,7. A Igreja é quem proclama e protege a Verdade divina - 1Timóteo 3:15; Tito 2:1,15. A Igreja é o lugar principal de edificação e crescimento espiritual - Atos 20:32; Efésios 4:11-16; 2Timóteo 3:16,17; 1Pedro 2:1,2; 2Pedro 3:18. A Igreja é a plataforma de lançamento para a evangelização do mundo - Marcos 16:15; Tito 2:11. A Igreja é o ambiente em que se desenvolve e amadurece uma liderança espiritual forte -2Timóteo 2:2. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É esta Igreja o reflexo de todos os cristãos, a continuidade entre o Israel do Antigo Testamento e a Igreja do Novo Testamento, posto que Israel e a Igreja são representados como o único povo de Deus. E estes mesmos cristãos são a casa espiritual edificada em Cristo, contrastando nitidamente o destino dos incrédulos e a posição dos eleitos que são chamados para anunciar as virtudes dAquele que os resgatou das trevas para a Sua maravilhosa luz. Antes, nós também não éramos povo, e não tínhamos alcançado misericórdia, mas agora somos povo de Deus que alcançamos misericórdia por uma escolha soberana deste mesmo nosso Deus. Não por nenhum mérito nosso. Assim, do mesmo modo os especialistas concordam que somos eleitos e chamados não somente para a salvação, mas também para o serviço, posto que todos nós como crentes em Cristo somos chamados a dar testemunho dos atos salvíficos de Deus, principalmente diante de uma sociedade tão degenerada em que vivemos. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;-----------  &lt;br /&gt;[1] LIMA, ROGÉRIO. &lt;em&gt;História da Igreja 1&lt;/em&gt;. Apostila do curso de bacharel em teologia. Seminário Presbiteriano Fundamentalista do Brasil - SPFB, Limeira, SP: 2010p.4; Mateus 13:31,32&lt;br /&gt;[2] Mateus 13:19; Ezequiel 17:23; 31:5,6; Salmo 104:12; Daniel 4:12,21; Marcos 4:30,32; Lucas 13:18,19; SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 996, 997. Reimpressão; ATIKINSON BASIL F. C.  &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Mateus: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 966. Reimpressão; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1120,1153,1347;1Coríntios 1:26; Marcos 2:17;João 9:39-41  &lt;br /&gt;[3] &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1403; Hebreus 10:25; Mateus 18:15-20; Gálatas 6:1; 4:26; Hebreus 12:22-24; 1Coríntios 12:12-27; Efésios 1:22,23; 3:6; 4:4; João 10:16; Efésios 2:18; 3:15; 4:6; 1Pedro 5:2-4; Gálatas 6:16; Efésios 5:23-32; Apocalipse 19:7; 21:2,9-27; 1Coríntios 3:16; Efésios 2:19-22&lt;br /&gt;[4] 1Coríntios 11:25; Hebreus 8:7-13; Jeremias 7:23; 31:33; Ex 6:7; Isaías 43:1; 45:3&lt;br /&gt;[5] João 4:24; Isaías 42:8; Efésios 1:23; Colossenses 1:18; Atos 20:28; 1Coríntios 6:20; 7:23&lt;br /&gt;[6] Efésios 1:23; 4:15,16; 5:30; Colossenses 1:18; 1Coríntios 12:27; 2Samuel 7:5; Salmo 65:4; 84:4; 118:26; Malaquias 3:10; Mateus 18:17,20; Atos 15:41;Romanos 16:16; 1Coríntios 4:17;7:17; 14:33; Colossenses 4:15; Mateus 16:15-19; Atos 20:2;1Coríntios 12:28; 15:9; Efésios 1:22; Atos 19:32,39,41; Deuteronômio 10:4; 23:2,3; 32:30; Salmo 22:23; Atos 7:38; Hebreus 2:12 &lt;br /&gt;[7] &lt;em&gt;Enciclopédia Histórico-Teológica da Igreja Cristã&lt;/em&gt;. Walter A. Elwell (editor).Trad. por Gordon Chown. São Paulo: Vida Nova, 1990. vol. 2. p.286-290; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri:Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999.notas.p.1403;1Coríntios 1:10-30; Romanos 12:3-8; João 17:20-26; Atos 2:42; 4:32; Efésios 4:1-6; Gálatas 3:27,28; Filipenses 3:12a; 2Tessalonicenses 2:13; Colossenses 3:12ss; Efésios 2:19-22&lt;br /&gt;[8] 1Coríntios 12:4-7&lt;br /&gt;[9] Adaptado de John MacArthur, Jr., “Wanted: A Few Good Shepherds”, &lt;em&gt;Masterpiece &lt;/em&gt;(novembro-dezembro, 1989), 2-3, e MarcArthur, Then Reasons ! Am a Pastor”, &lt;em&gt;Masterpiece&lt;/em&gt; (novembro-dezembro, 1990), 2-3. &lt;br /&gt;[10] 1Pedro 2:8-10; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1497; PINK, A. W. &lt;em&gt;Deus é Soberano&lt;/em&gt;. São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 1997, 2002, 2008. p. 6. 2ª ed. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-230554886427402228?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/230554886427402228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/230554886427402228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/03/o-que-e-igreja.html' title='&lt;strong&gt;O QUE É A IGREJA?&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2836187734508982647</id><published>2010-03-15T13:00:00.002-03:00</published><updated>2010-03-15T13:41:29.255-03:00</updated><title type='text'>SOMOS TODOS MISSIONÁRIOS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“E eles, tendo partido, pregaram por todas as partes, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a Palavra com os sinais que se seguiram” – Marcos 16:20&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OS DONS que Deus nos deu são importantes para a unidade e fortalecimento do corpo de Cristo como Igreja visível em redor do mundo que se identifica e desenvolve na proporção dos nossos serviços, aptidões e desempenho de acordo com as especificidades de cada um de nós, considerando que a manifestação do Espírito nos é dada para o que for útil, já que, segundo a Palavra de Deus, um só e o mesmo Espírito é Quem  opera todas estas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se este corpo é formado por muitos membros que, mesmo sendo muitos, fazem parte e ao mesmo tempo são um só corpo, estes membros também devem procurar com zelo os seus melhores dons para servirem a Deus de uma maneira exemplar na excelência do amor fraterno qual nos primórdios da Igreja Cristã onde as pessoas perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações. “E em toda a alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à Igreja aqueles que se haviam de salvar.”  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se pouco antes de ser recebido no céu e ser assentado à direita de Deus Pai, pela Sua autoridade, o próprio Senhor Jesus deu  uma ordem a Seus discípulos para que estes saíssem pelo mundo proclamando o Evangelho a  toda criatura, destacando a razão primária para o evangelismo e as missões por este mundo afora, assim também a todos nós cabe este mandado, já que somos crentes neste mesmo Cristo, e, portanto, seguidores desta mesma mensagem  que estes Seus discípulos com especial diligência anunciavam, mesmo pagando um alto preço que custava a muitos até a própria vida. A Bíblia diz que eles, tendo obedecido, pregavam a Palavra de Deus por toda parte, e o Senhor cooperava com eles, confirmando esta Palavra por meio dos “sinais e prodígios, e na virtude do Espírito de Deus”. Os comentaristas afirmam que Paulo considerava a pregação do Evangelho como o meio pelo qual os gentios seriam conduzidos a Deus como uma oferenda agradável de ação de graça; depois, este importante plantador de Igrejas descreve o seu ministério em termos trinitarianos.         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, desde o início do livro de Atos dos Apóstolos até nossos dias vê-se que o Evangelho põe em destaque o poder e a atividade do Filho de Deus na terra e chega no seu auge rasgando, nos dizeres de Graham Swift, novos horizontes para a Igreja no mundo. E, como um memorial desta obra missionária, Lucas descreve a trajetória desta Igreja vitoriosa, apesar de tantas pedras serem arremessadas contra ela, mas que ainda permanece, e permanecerá, intacta, viva e militante, acolhendo os necessitados com um alimento sólido e saudável, como um grande hospital espiritual que previne e cura todos os doentes por meio do poder dAquele que nos enviou para tal missão, ou seja, ir e pregar a Palavra viva e miraculosa que transforma vidas, não importa aonde ou a quem quer que seja, como um semeador que pacientemente vai semeando, semeando e semeando até que o Dono da colheita vem colhendo, colhendo e colhendo, resgatando a Sua ceifa das intempéries de um inimigo cruel que nunca se cansa de querer destruir ou arruinar uma semente que tão bem e cuidadosamente é plantada dentro de nós, abortando a colheita, e abocanhando-nos para o seu putrefato ventre, se não estivermos assentados em um firme e fértil terreno. Daí a responsabilidade da Igreja para com as missões, e com seus missionários, já que estas devem estar dentre os seus principais propósitos, por sermos todos nós um missionário na magnitude daquele mandado do Senhor que se estende até mesmo de dentro da nossa própria casa com a nossa própria família e vizinhos, alcançando o outro lado da nossa rua até atingir os confins da terra, outros povos e culturas diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, ultrapassando as barreiras geográficas, singrando os mares das mais longínquas terras, desafiando as mais diversas e adversas culturas, igualmente enfrentando povos, ideologias e regimes políticos avessos a sua própria fé, arriscando suas próprias vidas, e em favor de uma Igreja gloriosa, sem mácula nem ruga, mas santa e irrepreensível, estes plantadores de Igreja, qual semeadores de uma boa semente, ou seja, da própria Palavra de Deus, e em nome desta mesma fé que professam, coloca-a em prática, vivificando-a por meio de uma valorosa obra, vão disseminando esta Palavra viva e eficaz em nome dAquele que os autorizou a continuarem esta semeadura ainda hoje, posto ser esta uma tarefa ainda inacabada, mas que este mesmo Senhor ainda opera pela ação do Seu Santo Espírito no meio daqueles que obedecem a este Seu chamado, confirmando esta mesma Palavra como um dos mais significativos sinais e prodígios em nossos dias. O verdadeiro milagre, sinais, prodígios e fenômenos estão na própria Palavra de um Deus que Se revela a cada um de nós a cada dia. Mas é necessário que alguém fale disso, e anuncie estas maravilhas. Muitos ainda desconhecem ou não acreditam. Transmitir esta mensagem a todos os povos, não importam quão diferentes sejam suas culturas, despertando-os a crerem neste Senhor de todas as coisas, mas principalmente da nossa própria salvação, é o papel importante daqueles que este mesmo Senhor faz com que estes descubram que o seu melhor dom é ser  um dos semeadores desta semente, ou seja, as boas-novas da salvação, posto que, segundo o apóstolo Paulo, se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.   &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;---------&lt;br /&gt; [1] 1Co 12:12-14,27-31; At 2:42-47;  Bíblia de Estudo de Genebra. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1143; BRUCE, F. F. Os Atos dos Apóstolos: Introdução e Comentário. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1106, 1107. Reimpressão&lt;br /&gt;[2] Mateus 28:18-20; Marcos 16:14-20; Romanos 15:14ss; Bíblia de Estudo de Genebra. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1342&lt;br /&gt; [3] GRAHAM SWIFT, C. F. O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1025. Reimpressão&lt;br /&gt;[4] Ef 5:27; Tg 2:14-17&lt;br /&gt;[5] 1Co 15:19&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2836187734508982647?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2836187734508982647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2836187734508982647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/03/somos-todos-missionarios.html' title='&lt;strong&gt;SOMOS TODOS MISSIONÁRIOS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7881059366350881948</id><published>2010-03-15T12:30:00.002-03:00</published><updated>2010-03-15T12:58:09.449-03:00</updated><title type='text'>VESTINDO A CAMISA</title><content type='html'>&lt;em&gt;“[...] ide, fazei discípulos de todas as nações [...]; ensinando-as a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado [...]– Mt 28:19a,20a&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TODOS  que estamos inseridos em qualquer contexto ou segmento, seja político ou social, ou qualquer outro, seja num time de futebol ou mesmo em qualquer clube ou outra facção, seja lá qual for, temos que defender a sua bandeira, hasteá-la bem alto, destacando-a dentre as demais, e em alto e bom som sairmos por aí aonde quer que seja, defendendo esta tal bandeira. Não importa o que dizem, se somos falhos, feios, sujos ou malvados, se temos cores assim ou assadas, se somos os últimos da fila, se estamos em frangalhos . . . Nada disso importa. O que importa mesmo é que o meu time é o melhor por causa disso ou daquilo, e por causa de tudo isso é que estou nele, e o defendo com unhas e dentes, e o apregoo a todos os cantos possíveis e impossíveis da terra, mesmo que os outros não queiram ouvir, mas, mesmo assim, eu continuo falando dele, insistindo nisso a todo custo. Do contrário, seremos alijados deste time.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não se lembra das torcidas de futebol, das torcidas organizadas, ou de outros tantos grupos organizados, e dos horrores que muitos deles aprontam por causa dos seus ideais? Quem não se lembra de certos militantes extremistas que ainda fazem seus estragos entre nós, e mesmo daqueles que açambarcam certos poderes, mesmo na carreira política, por conta daquilo que defendem, e nada muda para melhor em nossa vida comunitária ou mesmo como nação? Por mais agressivos, desagradáveis e corruptos que sejam, lá estão eles em defesa dos seus princípios. Ninguém se importa com mais nada, além de suas tão almejadas pretensões. Seus signatários vão até o fundo na defesa daquilo que pregam, em favor de seus interesses, muitos deles às vezes até escusos. Mas todos estão por aí botando a cara para bater ao defenderem aquilo que creem diante de seus opositores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, todos lutam por aí, pelas ruas e palanques, pelos campos e cidades, muitas vezes até inescrupulosamente, vestindo suas camisas, muitas delas bem marcadas, e bem manjadas, e até manchadas de cores estranhas, defendendo suas bandeiras, teorias e plataformas na busca de novos adeptos, mesmo necessitando, em geral, sem nem perceberem, de uma nova visão deste mundo cruel, tumultuado, egoísta e pecaminoso. E nós, que nos consideramos crentes cristãos? Onde está a nossa camisa, a nossa bandeira ou a nossa espada para podermos vestir, hastear ou empunhar com toda autoridade que nos é devida diante de tudo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É certo que a mensagem da salvação igualmente por ser a mesma mensagem da cruz - por onde passam todas as nossas adversidades deste mundo -, não tem nada a ver com estas arrogâncias, intransigências e deleites mundanos, o que significa que também devemos morrer para este mundo de iniquidades para podermos mirar-nos nAquele que, por esta mesma cruz, e por amor a todos nós, deu-nos o exemplo, doando-Se a nós, e amando-nos primeiro, ao ponto de Se humilhar e morrer por nós, ensinando-nos a amar, primeiramente, ao SENHOR nosso Deus de todo o nosso coração, e de toda a nossa alma, e de todo o nosso pensamento, como o primeiro e grande mandamento. Depois, semelhantemente, também nos ensinou que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos, já que se amarmos os nossos irmãos passamos da morte para a vida, posto que quem não ama a seu irmão permanece na morte, nos dizeres do apóstolo João, que ainda insiste que não devemos amar apenas por palavras, mas por obra e em verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como mandamento é lei, cumpre-se, sem sermos nenhum choramingas depois das nossas desobediências;depois de cairmos em pecado - como dizem,depois do leite derramado -, já que a nossa obediência a Deus é a nossa primeira obrigação. E, se é que somos cristãos, também somos seguidores de Cristo, e temos a marca dEle em nós.Tal qual foi dada a Seus discípulos na Grande Comissão pelo poder do Senhor Jesus no céu e na terra, assim também nos foi dada a todos nós, por meio deste mesmo Senhor Jesus  e como seguidores daqueles mesmos discípulos, toda autoridade para que, assim como estes, do mesmo modo, fizéssemos mais outros tantos discípulos em todas as nações, ensinando-os a guardar todas as coisas que o Mestre ensinou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Hoje, como crentes em Cristo, também trazemos esta herança daqueles Seus seguidores. E o que são estas coisas que Jesus lhes havia ensinado? Certamente que não fora nenhuma apologia ao ódio ou o acirramento à incredulidade, à arrogância e dureza dos corações dos homens, características estas ainda hoje tão evidentes. Tal qual foi dada aos Doze pela autoridade de Cristo também por todos nós ainda hoje esta mesma ordem de evangelizar a toda criatura deve ser obedecida. Esta é a bandeira a ser hasteada por todos os que se consideram cristãos diante destes novos tempos, destes tempos pós-modernos em que tudo é relativo, mas que, vergonhosamente para todos nós, milhões de pessoas ainda não foram alcançados pela Palavra de Deus que nos liberta, e nos lembra: “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado” onde o grande amor de Deus tem espaço privilegiado no coração dos homens, desde que eles creiam neste Senhor Jesus com o seu único Salvador.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É certo que não é nada fácil seguir a Jesus nem falar deste amor de Deus a uma geração caída, perdida e insensível, mas sedenta deste amor de Deus, e que urgentemente necessita de uma transformação em suas vidas - igualmente necessitadas de uma verdadeira revolução miraculosa, longe da imoralidade, da corrupção e da violência. No entanto, se fosse fácil, o próprio sacrifício da cruz não teria sentido, e o Senhor Jesus não teria morrido por amor a nós, assim como a Sua pregação com vistas ao arrependimento e a chegada do Reino dos Céus também não teria sentido. Todos faríamos tudo isso com  nossas próprias mãos; com nossas próprias forças. Mas é o Espírito do Senhor que faz a obra, que nos propulsiona, proporcionando-nos este privilégio de também participarmos deste propósito de Deus, de anunciar a Sua Palavra de salvação, deste amor sem limites, desta esperança de uma nova vida aos homens.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;É  por isso mesmo que devemos ir em frente com a nossa missão em nome deste Deus Triúno, servindo-O com os nossos melhores dons, posto que o domínio de Cristo é universal, e o Seu Evangelho deve ser anunciado aos quatro cantos do mundo por ser o único caminho que restaura os corações contritos, que dá liberdade aos cativos, abrindo-lhes as prisões com a chave das boas-novas desta maravilhosa salvação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta a mensagem que devemos anunciar, destacando-a dentre quaisquer outras que possam se proclamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-----------&lt;br /&gt;[1] 1Jo 4:19; Mt 22:36-40; Dt 6:5; Lv 19:18; Rm 13:9; 1Co 13; 1Jo 3:14,18&lt;br /&gt;[2] Mt 28:18-20; Mc 16:15-18; Lc 24:47 &lt;br /&gt;[3] Mc 16:16; ATKINSON BASIL, F. C. O Evangelho Segundo São Mateus: Introdução e Comentário. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 984. Reimpressão&lt;br /&gt;[4] Mt 4:17&lt;br /&gt;[5] Lc 4:18-21; Isaías 61:1,2&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7881059366350881948?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7881059366350881948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7881059366350881948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/03/vestindo-camisa.html' title='&lt;strong&gt;VESTINDO A CAMISA&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-2293270560675339656</id><published>2010-02-08T11:07:00.002-02:00</published><updated>2010-02-08T11:20:08.048-02:00</updated><title type='text'>NOSSA MISSÃO</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Em verdade vos digo que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria”&lt;/em&gt; – &lt;em&gt;Lucas 4:24&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AINDA HOJE também não é fácil entender por que as pessoas, assim tão de repente, passam da admiração por alguém aos insultos e intolerâncias ou outros tipos de violência que culminam com mortes, sejam por emboscada, perseguições ou mesmo a queima roupa, assim, na cara dura, e limpa, sem nenhuma máscara nem constrangimento. Sem nos esquecermos de outros abomináveis e diversos tipos de horrores praticados pelos homens em suas trapaças neste mundo tão confuso, perdido e apóstata. Não são raras as vezes que já vimos pessoas sendo idolatradas ou mesmo badaladas, até mesmo pela mídia, e, de repente, estas mesmas pessoas são execradas, achincalhadas, e, perdendo a sua visibilidade, são esquecidas para espanto de muitos. Isso quando não lhes é ceifada a própria vida às vezes por quem sempre esteve ali do seu lado em plena tietagem posando como seu exímio e leal admirador. Também não são raras as vezes que estes tão decantados momentos de amor - entre aspas, é óbvio -, transformam-se, num piscar de olhos, em eternas situações de ódio, de terror, para nunca mais voltar atrás.  Quantas vezes já vimos pessoas, depois dos seus parcos minutos de fama, chafurdarem-se num ostracismo tal que, sem poderem se livrar de tanta solidão, ansiedade ou depressão enveredam-se por um trajeto sem volta e fatal? Neste mundo de interesses escusos, nós agimos e reagimos à nossa maneira, a nosso bel-prazer, não importando o alvo, desde que nossas vantagens sejam salvaguardadas, doa a quem doer. Basta que alguém nos oponha nestas nossas regalias ou benesses. Basta que a verdade de algumas de nossas sujeiras venha à tona. Quantas vezes já vimos, ouvimos ou nos envolvemos em alguns destes itens ou em situações semelhantes? Se dizem que a verdade dói, pode-se inferir que a mentira é suave, não dói; é lucrativa, de um jeito ou de outro. Balelas à parte, posto que neste me engana que eu gosto, muitos fazem de tudo para tirar o pé da lama a seu modo, e se acham os tais, e ninguém tem nada com isso, ameaçam debochadamente, ludibriando a si mesmos, pensando que realmente estão longe deste lamaçal todo; que nada lhes atinge, e que os outros em derredor são lixo. E assim caminha a humanidade nesta sua perigosa trilha tão íngreme que ameaça até o mais tímido e precavido daqueles que tentam mudar o rumo desta prosa há séculos tão bem ensaiada. Nos tempos de Jesus, tais situações também não eram tão diferentes. Talvez tenha mudado apenas o jeitão da coisa, mas as intenções eram as mesmas. As pessoas faziam tudo o que era possível, e até o impossível, para poderem eliminar quem tentasse mudar os seus planos. O próprio Senhor Jesus também não esteve imune a estas ocasiões de insultos, perseguições, e até mesmo de tentativas de linchamento até atingir Sua morte na cruz. Como evangelista, Lucas insiste em mostrar que o conflito e a perseguição acompanham todos os instantes da vida pública de nosso Senhor que, para alguns especialistas, podem ser interpretados como o prelúdio que apresenta o destino do Mestre, já anunciando o drama da Sua morte quando foi humilhado, vergonhosamente chicoteado e chacoteado, sendo conduzido para fora da cidade para ser crucificado como um ente qualquer, porém, muito perigoso para seus algozes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Mesmo depois de percorrer várias regiões levando o Seu ensino a todas aquelas nações, mesmo desenvolvendo um intensivo ministério, e sendo admirado por onde passava, mesmo assim, o Senhor Jesus também tinha lá os Seus desafetos. Um fato que é relatado pelos quatro evangelistas mostra que até mesmo na Sua própria terra natal Jesus não era bem recebido. Jesus ensinava nas sinagogas, era louvado por onde quer que passava, menos pelos Seus próprios conterrâneos que O viram crescer junto deles até quando recebeu o batismo de João e saiu pelo mundo a pregar Sua Mensagem de salvação. Uma Mensagem que até hoje ainda muda toda uma situação de sofrimento, de angústia, de perdição, até então vigente. Uma Mensagem de cura, de quebrantamento,  de restauração de vidas, e que põe em liberdade aqueles que se sentem oprimidos e escravizados pelos seus mais diversificados tipos de déspota, de pecado. Mesmo assim, os habitantes de Nazaré, e até mesmo os Seus próprios parentes, não acreditavam em Jesus. Assim como ainda hoje muitos também não acreditam, mesmo estando passando pelas mais diversas provas. Não se curvam. Priorizando Sua opção pelos pobres ou mais desvalidos, tanto natural quanto espiritual - mas jamais optando pela acepção das pessoas -, o Senhor Jesus, ao anunciar tais necessidades, também traça o perfil do Seu ministério, ou seja, Suas prioridades no Seu Reino, mas aquele povo só queria mesmo era continuar com suas mesmices ao sabor dos seus prodígios e fantasias, das suas crendices e tradições - e olha que o Senhor nem havia ainda falado sobre o dia da Sua vingança -, tal qual nos dias de hoje quando o Seu nome é anunciado. É difícil as pessoas acreditarem que o verdadeiro milagre é e está na Palavra de Deus que nos faz nascer de novo para uma verdadeira libertação em nossas vidas. Basta crermos nisso. É a Palavra que nos liberta das nossas preferências terrenas para voltarmos a enxergar a verdadeira riqueza que Deus tem reservado para cada um de nós por meio da nossa fé. Sim, o Senhor Jesus veio para pregar a liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos e dar liberdade aos oprimidos. Quem e o que é que tanto nos sufoca, que nos obscurece a nossa visão para não vermos nitidamente e não entendermos o verdadeiro conteúdo da Mensagem salvadora, ou seja, da própria Palavra de Deus revelada, conforme é anunciada, e que este mesmo Senhor nos ensina como ela deve ser apreendida dentro de nós? O que é que nos move a procurarmos esse Jesus? Ou será que apesar de tanto orarmos, se é que realmente oramos, e não alcançando os objetivos de nossas petições, aí, então, jogamos tudo para o alto, e, desesperadamente, corremos atrás de bruxos, astrólogos, benzedores, adivinhos, seitas religiosas e heresias que prometem mundos e fundos, e tudo o que desejamos, mas que, no fundo, tudo não passa de um barco furado que nos despeja num asqueroso lamaceiro cujos dirigentes só querem mesmo é encherem os bolsos de dinheiro por conta da nossa ignorância, inclusive pela falta de conhecimento da própria Palavra de Deus? O povo sofre por falta de conhecimento. E este conhecimento está nas Sagradas Escrituras. Será que também fazemos como os habitantes de Nazaré, que se revoltaram contra Jesus porque não conseguiram os seus objetivos, ou seja, não entenderam claramente o que o Senhor lhes havia dito a respeito do Seu chamado ministerial, ou seja, a Sua Mensagem salvadora? Mesmo assim, nosso Senhor não somente não fez o que eles pediram, mas ainda os levou a refletirem sobre o desprezo que as pessoas dão quando um mensageiro de Deus não é reconhecido como tal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Muitos de nós ainda hoje também somos motivos de chacota quando mudamos o rumo de qualquer prosa e nos direcionamos para as coisas de Deus, um assunto de mais conteúdo, um assunto que trata das coisas do alto, mas que chateia os incrédulos, deixando-os desconfortáveis diante de tão eficaz mensagem. E a missão daquele que tem esse chamado é ir a todas as nações, fazer discípulos, ensinando as pessoas a guardarem todas as coisas que Jesus ensinou. A estes nosso Senhor confirma que estará com eles até a consumação dos tempos. E estes são os Seus próprios discípulos;  aqueles que, como o próprio Cristo, obedeceram ao chamado do Mestre, assim como também o Filho obedeceu a Seu Pai quanto ao resgate dos eleitos de Deus. Se somos chamados, só temos que obedecer, e nada mais, posto que as demais coisas o Senhor providencia, mesmo se nos defrontarmos com quem consideramos o nosso pior inimigo. O Senhor mandou, tem que cumprir. O Senhor chamou, tem que seguir; tem que obedecer. O Senhor tem autoridade para nos comissionar, tendo em vista a razão primária para o evangelismo e missões. Posto que o domínio de Cristo é universal, o Evangelho deve ir ao mundo inteiro, dizem os comentaristas. Ressaltam ainda que, ao ensinar a santidade prática, Jesus ensinou a Seus discípulos não simplesmente em que devem crer, mas também em como devem obedecer. Se ministério significa trabalho, ou melhor ainda, significa serviço prestado a Deus ou às pessoas  que, na Igreja, tem como alvo a edificação das pessoas com vistas a maturidade coletiva em Cristo, esse trabalho não tem nada a ver com as mordomias deste mundo, com as facilidades dele, e suas mazelas; é trabalho duro que nos requer especiais dons que só mesmo o Senhor da obra pode nos orientar, qualificando-nos para prestarmos tais serviços. Foi seguindo esta obediência que o então jovem Jeremias recebeu de Deus o seu chamado para o seu ministério profético, que era o de anunciar o julgamento divino contra Judá, por causa da idolatria. A tarefa ministerial não é fácil. É sempre uma missão difícil e arriscada a nossos olhos. Jeremias sabia disso, ele tinha que anunciar a Palavra aos reis, aos governadores, aos sacerdotes e a todo o povo em meio a todo aquele ambiente adverso de idolatria, de alguns fracassos, e de intolerância, como acontece a todos quando iniciam esta missão de profeta por mais simpáticas que estas pessoas sejam até então. Estes mensageiros são marginalizados, criticados, tanto é que Jeremias até fez algumas objeções diante de Deus quanto à sua convocação, dizendo que não sabia falar, que era ainda muito jovem. Mas o SENHOR lhe disse: “Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem Eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás.” Antes, porém, o SENHOR já lhe havia esclarecido tudo sobre a sua criação e eleição, no sentido de conhecê-lo desde muito antes de ele ter sido gerado no ventre de sua mãe. Assim como aconteceu com Moisés, e o apóstolo Paulo, Deus também havia separado Jeremias para o ministério antes mesmo do seu nascimento. Assim, os especialistas consideram que o chamado de Jeremias baseou-se num profundo sentido da iniciativa de Deus, como se Jeremias tivesse sido predestinado para o cargo desde que nasceu, antes, até, de ser concebido - como um caso de determinismo espiritual. Consideram ainda que o caráter dramático do chamado de Jeremias realça o princípio de que quando Deus chama alguém para uma missão, Ele o prepara para isso, apesar de uma extensa lista das nossas fraquezas e limitações, e também de estarmos expostos a derrotas e de sermos vítimas de ódio dos nossos inimigos, além de nos tornarmos objetos de disputa e de discórdia. No entanto, Deus nos garante Sua presença em meio a tudo isso, habilitando-nos. Como Jeremias, nós também antevemos dificuldades, mas Deus promete nos libertar, posto que Ele não nos chama para uma missão sem pretensões de nos ajudar a executá-la conforme Suas próprias metas. Deus não brinca em serviço nem pretende nos colocar em vexames. Entretanto, Deus exorta o profeta a não desanimar nem atemorizar diante do conteúdo de tão árdua tarefa para que também ele não seja envergonhado pelo próprio Deus diante daqueles a quem a Mensagem deve ser anunciada. “E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque Eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar.” É isso, com Deus, seremos invencíveis diante de nossos inimigos, posto que a nossa esperança, o nosso conforto, estão somente nEle que nos conhece desde antes da fundação do mundo e de cuja vontade é a causa final de todas as coisas. Sem a vontade de Deus - que é soberano absoluto sobre todas as coisas - as coisas não se movem. Ou seja, sem o mover de Deus nada acontece. Se Deus quiser, tudo acontece, e de uma maneira bem venturosa. Nas mãos dEle é que está a verdadeira e plena vitória. Como quem confirma este livramento quando nos encontramos em dificuldades, Lucas cita que ao ser ameaçado de linchamento e morte por certa turba cheia de ira, o Senhor Jesus, “porém, passando pelo meio deles, retirou-Se” tranquilamente. É isso. É mais um motivo de conforto e alegria seguirmos ao SENHOR que, como Cristo, também somos chamados para anunciar uma Mensagem de libertação, de esperança, de um mundo melhor e livre dos males que tanto afetam a sociedade em nossos dias. É certo que encontraremos oposição, que estaremos sujeitos a calúnias, a perseguições, mas uma coisa também é certa: somos protegidos por Deus, que nos chamou e nos comissionou para levar em frente a Sua obra, a Sua Mensagem salvadora. Com o SENHOR nosso Deus à nossa frente, autorizando-nos a prosseguir, passaremos em meio a nossos inimigos e agressores, e iremos em frente, como assim o fez o Senhor Jesus que, com segurança, venceu o mundo levando a Sua Mensagem de paz e amor fraternal, sem nenhum plágio. Jesus e Jeremias, dois belos exemplares de pessoas fiéis à própria missão que lhes fora incumbida por Deus, e que levaram até o fim com ousadia e autoridade dadas pelo próprio Deus. Anunciando coisas desagradáveis a este mundo cruel, eles não titubearam; foram em frente, seguindo Aquele que lhes autorizava ir e anunciar a Sua Palavra de salvação. Com ou sem rejeição, eles foram em frente, e venceram. Qual é a nossa posição quando ainda hoje também somos chamados a levar uma tão importante Mensagem? Qual é a nossa postura diante de Deus quando somos chamados a desempenhar a nossa missão? Somos zelosos e levamos a sério esta responsabilidade? Titubeamos covardemente ou obedecemos ao Soberano Senhor da obra que nos garante a vitória? Que miremos nestes exemplos assim como em tantos outros que a Palavra nos revela para o nosso próprio bem. Que o Dono da obra nos guie, e nos abençoe, nessa nossa caminhada!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Assim veio a mim a Palavra do SENHOR, dizendo: Antes que te formasse no ventre te conheci, e antes que saísses da madre, te santifiquei; às nações te dei por profeta. Então disse eu: Ah, Senhor Deus! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino. Mas o SENHOR me disse: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem Eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás. Não temas diante deles; porque estou contigo para te livrar, diz o SENHOR. E estendeu o SENHOR a Sua mão, e tocou-me na boca; e disse-me o SENHOR: Eis que ponho as minhas palavras na tua boca; olha, ponho-te neste dia sobre as nações, e sobre os reinos, para arrancares, e para derrubares, e para destruíres, e para arruinares; e também para edificares e para plantares. Tu, pois, cinge os teus lombos, e levanta-te, e dize-lhes tudo quanto Eu te mandar; não te espantes diante deles, para que Eu não te envergonhe diante deles. Porque, eis que hoje te ponho por cidade forte, e por coluna de ferro, e por muros de bronze, contra toda a terra, contra os reis e Judá, contra os seus príncipes, contra os seus sacerdotes, e contra o povo da terra. E pelejarão contra ti, mas não prevalecerão contra ti; porque Eu sou contigo, diz o SENHOR, para te livrar.” – Jeremias 1:4-10,17-19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 111; Jeremias 1:4-10&lt;br /&gt;1Coríntios 14:12-20; Lucas 4:21-32&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Marcos 3:20,21; João 7:5; Marcos 6:1-6; Mateus 13:53-58; Lucas 4:21-29&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 240-244   &lt;br /&gt;[2] Lucas 4:18,19, 21; Mateus 22:29; João 20:9; Lucas 4:25-27&lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Lucas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1034. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1188 &lt;br /&gt;[3] Mateus 28:18-20; Gênesis 12:3; Efésios 4:7-16;Atos 13:2; Romanos 15:16;Atos 6:3; 1Timóteo 3:1-13; Tito 1:6-9; Jeremias 1:4-10,17-19;Gênesis 18:19; Amós 3:2; Êxodo 2; Gálatas 1:15; Salmo 135:6; Provérbios 21:1; Mateus 10:29; Isaías 46:10; Lucas 4:30  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1143, 1144, 861 &lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 237, 238   &lt;br /&gt;CAWLEY, F. &lt;em&gt;Jeremias: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 744. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-2293270560675339656?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2293270560675339656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/2293270560675339656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/02/nossa-missao.html' title='&lt;strong&gt;NOSSA MISSÃO&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-4590657522628791059</id><published>2010-01-30T20:01:00.003-02:00</published><updated>2010-01-30T20:11:43.964-02:00</updated><title type='text'>ATÉ O FUNDO</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente” – 1Coríntios 12:27,31&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SE QUISERMOS empreender alguma tarefa que se destina a uma ampla e fidedigna exposição de acordo com os eventos acontecidos, e que sejam igualmente postos ao domínio público por tempo indeterminado, temos que ir até o fundo nas indagações, nas fontes, até as raízes dos fatos, às suas origens, falando com as pessoas ou manuseando os documentos diretamente envolvidos, e até mesmo considerar as testemunhas oculares, para, depois de acurada investigação, estarmos prontos para finalizarmos e divulgarmos o tão planejado empreendimento. Ou seja, temos que ser ousados, além de estarmos munidos de todos os dados e, diretamente da fonte, discorrermos com plena autoridade e persuasão. Todos temos as nossas responsabilidades por tudo aquilo que nos dispomos a empreender. Ninguém vive neste mundo isoladamente, apenas e tão somente por viver, como se as repercussões de nossos atos, quaisquer que sejam, não respingassem em quem está a nosso lado, não importam as distâncias; como se caíssemos de paraquedas, e estivéssemos perdidos em algum lugar deste planeta, falando coisas sem sentido, inventando histórias, e, gananciosamnete, enganando os outros por causa de dinheiro ou outros fins estranhos, fantásticos ou mirabolantes. Em qualquer segmento da nossa sociedade, político, religioso ou não, dentre outros, sempre existem aqueles que se julgam espertos, e acham que devem levar vantagem em tudo, e em cima de todos, com suas teorias esdrúxulas ou até mesmo tacanhas, levianas e inconsistentes, sem ética e sem nenhum fundamento que se preze. Agem sem nenhum zelo por aquilo que se lhe incumbiu desempenhar. O importante é que ainda restam algumas pessoas que não caem em conversa fiada, que não pactuam com estelionatários, e que não são tão simplórias assim, para se deixarem ser enganadas, e levarem gato por lebre. Temos que estar atentos, e inquirirmos, indo até a fonte para não sermos ludibriados, inclusive quando se trata dos ensinos cristãos, do ouvir e da ministração da Palavra de Deus, posto que muitos dedicaram totalmente a sua própria vida por esta Verdade para que ela seja fielmente anunciada conforme aquilo que eles viram e ouviram.E o que eles viram e ouviram - e até sofreram na própria pele as consequências desta opção de fé - não foram vãs filosofias, sonhos, revelações misteriosas, nenhuma história banal, falaciosa, sem sentido, como as que se ouvem nos botequins por aí, aos pés do balcão desta vida - e, muitas vezes, nos púlpitos e palanques públicos -, mas fatos que ainda se cumprem, a realidade de uma genuína Mensagem que nos faz nascer de novo para uma vida inteiramente transformada, voltada para o bem, sem transgressões. Ou seja, todo um gozo que nos satisfaz por meio de um irreversível sabor operado por uma ação das boas-novas da salvação, já que a Palavra de Deus é a espada do Espírito, o capacete da salvação, o escudo da fé capaz de livrar-nos de todas as setas do Maligno. Ou seja, a armadura espiritual do cristão. “Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração.” Como crentes cristãos, mesmo reconhecendo que dentro da nossa própria comunidade possa haver um perverso coração de incredulidade, de insensatez ou de imperícia, devemos guardar, não apenas a nossa própria perseverança nesta nossa opção de fé, mas igualmente devemos encorajar uns aos outros para que sigamos em frente sem nenhum desvio de conduta, posto que Cristo pode salvar totalmente os que por Ele se cheguem a Deus. “O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com Seu Filho Jesus Cristo. Estas coisas vos escrevemos para que o vosso gozo se cumpra.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Diferentemente de Lucas que, dentre os evangelistas, é o único que afirma expressamente que não pertence ao rol daqueles que conheceram pessoalmente a nosso Senhor Jesus, mas que se informou de tudo desde o princípio para que possamos conhecer a certeza das coisas do Seu ministério, o apóstolo João é uma das testemunhas escolhidas que viram, ouviram e tocaram nAquele que existe desde o princípio - o Filho de Deus, cuja eterna comunhão com o Pai agora é estendida a outros por meio da proclamação apostólica, contra quaisquer outras especulações ou tergiversações. Duas práticas, dois testemunhos que miram num mesmo alvo que se estende até nós e nos possibilita o livre acesso à Palavra com vistas a dar-nos bases sólidas à nossa fé, já que esta não se baseia em nenhum compêndio técnico de provas irrefutáveis que demonstram que Jesus é o Senhor nem pode ser trocada por crendices, fanatismos e outros shows mirabolantes ou similares, como numa banca de negócios, tampouco poderá ser uma simples opção assumida por indoutos que não têm nenhum zelo pelas coisas do alto e que agem bem longe dos reais motivos que fundamentam a sua adesão a Cristo sem antes terem-se envolvidos de uma maneira toda especial por uma confiança e aceitação completa da Pessoa e obra de Cristo como base de um relacionamento íntimo com Deus numa eficaz operação do Santo Espírito. São dois perfis de um trabalho divinamente inspirado e dois belos exemplares de como a revelação da Palavra pode alcançar-nos, pelo menos àqueles que creem, posto que a fé, que deve vir pelo ouvir perseverantemente esta Palavra revelada, também implica em considerarmos a devida paciência para podermos mergulhar atentamente nas promessas que Deus tem para cada um de nós, porém, ainda não concedidas, já que, para o presente, somente a fé pode enxergar o futuro, na medida em que ela se alimenta destas promessas de Deus. Se no testemunho do profeta Habacuque o justo viverá por sua fé, esta não pode separar-se da paciência mais do que poderia separar-se de si mesma, nos dizeres de Calvino, que, segundo ele, a paciência sempre está relacionada com a fé, e, literalmente, diz que jamais alcançaremos a meta da salvação, a menos que nos munamos de paciência, posto que a fé nos conduz para as coisas distantes que ainda não alcançamos. Daí, completa, faz-se necessário que a fé inclua a paciência. Portanto, devemos planejar os nossos objetivos, preparar-nos para alcançá-los, e, ao mesmo tempo em que o que se espera não se vê, a fé não deixa de ser a substância, o arrimo ou o fundamento sobre o qual firmamos nossos pés, ainda segundo Calvino, que nos ensina igualmente que não devemos exercer fé em Deus com base nas coisas presentes, mas, sim, com base na expectativa de coisas ainda vindouras. Falando sobre provas e tentações, Tiago também ressalta que a prova da nossa fé é a paciência que, por sua vez, na opinião do apóstolo Paulo, produz a experiência e, esta, a esperança que não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado; e que nos gloriemos na esperança da glória de Deus porque em esperança fomos salvos. “Ora, a esperança que se vê não é esperança; porque o que alguém vê como o esperará? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o esperamos.” E os especialistas ainda complementam este pensamento do apóstolo, e afirmam que esta esperança é a certeza de que receberemos algo que ainda não está sendo plenamente experimentado, o que é diferente da incerteza, assim como também esta esperança não será frustrada; ela é garantida aqui e gora pelo amor de Deus que o Santo Espírito derrama em nossos corações, se é que cremos nisso. Igualmente, esta experiência confirma a nossa confiança de que a glória pela qual esperamos nos pertencerá algum dia. &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;     Assim como os discípulos de Jesus não deixavam de falar daquilo que tinham visto e ouvido - eles não transgrediam sua fé nem sob quaisquer ameaças que em geral não paravam apenas nas ameaças, mas na perda da própria vida -, ainda hoje todos nós que também nos identificamos como crentes em Cristo igualmente deveríamos mirar-nos nestes mesmos exemplos de fé e não agirmos muitas vezes como incrédulos, debandando-nos por qualquer coisa ou recaída, lamentando por aí, sem o devido temor a Deus quando as coisas desta vida não acontecem do jeito que a gente quer ou por não entendermos qualquer outra derrocada que possa incidir sobre nossas cabeças, esquecendo-nos de que o comando de tudo está nas mãos dEle que é o Soberano Senhor absoluto sobre tudo o que existe acima e abaixo de nossos pés; nos céus e na terra, encima e embaixo deles. A Palavra de Deus diz que o temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e que somente os loucos é que desprezam esta sabedoria e o ensino, assim como bom entendimento têm os que cumprem os Seus mandamentos, já que o Seu louvor permanece para sempre. Os estudiosos nos lembram que a falta de temor a Deus é a raiz de todos os males, como identifica o próprio salmista, e que este temor de Deus, que se origina na fé, é uma resposta especial às revelações divinas, o respeito reverente que reconhece total dependência dEle. Ainda comentam que, na ausência desta reverência, surge um tipo diferente de temor do SENHOR, que é o pavor. O salmista Davi ao falar da benignidade de Deus, em contraste, apresenta o quadro de uma pessoa perversa, e ora pedindo o seu livramento, na certeza, mediante a fé, da queda destes perversos. “Quão preciosa é, ó Deus, a Tua benignidade, pelo que os filhos dos homens se abrigam à sombra das Tuas asas. Eles se fartarão da gordura da Tua casa, e os farás beber da corrente das Tuas delícias; porque em Ti está o manancial da vida; na Tua luz veremos a luz. Não venha sobre mim o pé dos soberbos, e não me mova a mão dos ímpios. Ali caem os que praticam a iniquidade; cairão, e não se poderão levantar.” Que, sinceramente, possamos distinguir estes contrastes diante de tanta malícia e arrogância dos ímpios, e vermos que Deus realmente salva os retos e quebrantados de coração ainda hoje em nossos dias. Quando o Senhor Jesus deu início à Sua vida pública, pregando em Nazaré, Sua cidadezinha natal, num sábado - como era de costume -, Ele já realizava um intensivo trabalho, e Sua fama já corria por todas as terras em derredor. Ele ensinava em Suas sinagogas, e por todos era louvado. Nesse dia, em Nazaré, quando, pela virtude do Espírito, voltou para a Galiléia, Jesus leu um trecho do livro do profeta Isaías, anunciando o programa do Seu ministério, que dizia: “O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-Me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” E, fechando o livro, e tornando-o a dar ao ministro, assentou-Se. A Bíblia diz que os olhos de todos na sinagoga estavam voltados para Jesus. Os historiadores dizem que, naquele tempo, quem se sentava para instruir os outros era considerado um mestre. Aplicando esta profecia para Si mesmo, o Senhor Jesus explicou, assim, a Sua mudança de vida desde quando havia deixado Sua casa para receber o batismo de João, para espanto da parte daqueles que eram Seus próprios conterrâneos. Jesus havia sido criado entre eles. E hoje, para cada um de nós, quem é este Jesus que nos foi enviado para trazer as boas-novas aos pobres, para curar os corações quebrantados, para dar liberdade aos presos, e oprimidos, para restaurar a vista dos cegos? Quem é este Jesus para mim? Quem é este Jesus para você? Quem é este Jesus para todas as nações deste mundo espiritualmente cego, doente e escravizado por suas próprias mesquinharias? Será que este Jesus ainda é motivo de espanto, de pavor, de escárnio ou rejeição quando entre nós é mencionado o Seu nome? Até que ponto tem-nos despertado o cuidado de uns para com os outros, como membros de um mesmo corpo, no sentido de que devemos anunciar que todos somos um neste mesmo Jesus que, segundo a própria Palavra de Deus, tornou-Se o nosso Mestre, e que é para Ele que os nossos olhos devem estar voltados, e não para nenhum outro? É mesmo neste Jesus que está a nossa liberdade, a nossa vitória, a nossa esperança, e expectativas de uma nova vida transformada por meio deste mesmo Espírito que esteve sobre este mesmo Jesus, e que em cada um de nós também pode operar maravilhas, porquanto ainda hoje se cumprem estas mesmas Escrituras? Até que ponto temos a sensibilidade de vermos que em cada ato deste mesmo Jesus há sempre oportunidades de aprendermos alguma coisa? Que os ensinos deste nosso Mestre nos sirvam de reflexão para uma possível revisão de vida, de atitudes e de conceitos dentro de nós, e assim como Ele cresceu em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens, que nós, que nos consideramos crentes em Cristo, também possamos crescer em desenvolvimento intelectual, social e espiritual, e oferecer-Lhe os nossos melhores dons, ou seja, o nosso amor fraternal, para o benefício do Seu povo que, do mesmo modo, deve crescer como um corpo íntegro, são e santo para louvor, honra e glória do Seu nome e, assim, pela graça, podermos constatar a realidade da Sua salvação dia após dia dentro de nós. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Mas agora Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis. E, se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? Assim, pois, há muitos membros, mas um corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti; nem ainda a cabeça aos pés: Não tenho necessidade de vós. Antes, os membros do corpo que parecem ser os mais fracos são necessários; e os que reputamos serem menos honrosos no corpo, a esses honramos muito mais; e aos que em nós são menos decorosos damos muito mais honra. Porque os que em nós são mais nobres não têm necessidade disso, mas Deus assim formou o corpo, dando muito mais honra ao que tinha falta dela; para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijem com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos mostrarei um caminho mais excelente.” – 1Coríntios 12:12-14,18-27,31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE &lt;br /&gt;Salmo 36; Amós 3:1-8&lt;br /&gt;1Coríntios 12:12-31; Lucas 4:14-21&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;] Lucas 1:1-4; Efésios 6:15-17; Hebreus 4:12; 12:15-17; 7:25; 10:24,25; 13:22; 1João 1:1-4; João 1:1; Gênesis 1:1&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1466, 1509 &lt;br /&gt; [&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;] Hebreus 11:1,2,6; Habacuque 2:4; Tiago 1:3; Romanos 5:3-5; 8:17-25&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 231-236   &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1477, 1325&lt;br /&gt;CALVINO, JOÃO. &lt;em&gt;Comentário à Sagrada Escritura. Exposição de Hebreus&lt;/em&gt;. 1ª ed. em português. Trad. por Valter Graciano Martins. São Paulo: Edições Paracletos,1997. p. 295-308 &lt;br /&gt; [&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;] Atos 4:20; Amós 3:3,8; Salmo 36:1; Provérbios 1:7; 9:10; Salmo 111:10; Salmo 36:5,7-9,10, 1-4,12; Lucas 4:14-21; Isaías 61:1,2; 58:6;Lucas 1:51-53; Salmo 9:18; Lucas 2:52&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 637, 1187, 1185&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 529.Reimpressão&lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Lucas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1034. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-4590657522628791059?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4590657522628791059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/4590657522628791059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/01/ate-o-fundo.html' title='&lt;strong&gt;ATÉ O FUNDO&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7085887452486078128</id><published>2010-01-30T19:51:00.002-02:00</published><updated>2010-01-30T19:59:59.851-02:00</updated><title type='text'>ESPERANÇA NOSSA</title><content type='html'>&lt;em&gt;“(...) assim como a cera se derrete diante do fogo, assim pereçam os ímpios diante de Deus. Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus, e folguem de alegria” – Salmo 68:2,3&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM É QUE não gosta de festas? Obviamente que há festas e festas, ou seja, há festas de todos os tipos e para todos os gostos ou finalidades. Mas uma coisa é certa, há muita alegria, de um jeito ou de outro, e até mesmo muita gente, muita agitação, muita comida e bebida; tudo de acordo com seus convidados e promotores, tudo de acordo com o que essas ocasiões oferecem, além de se levar em consideração suas repercussões e outras decorrências. E as festas de casamento, então!... os noivos, os convidados, todo aquele cerimonial, aquela pompa, e um bom vinho, é claro!... tudo em consideração ao mais sublime amor que une duas pessoas, maritalmente falando, ou seja, o amor entre um homem e uma mulher, agora casados. Pena que, mesmo instituído por Deus, o casamento, muitas vezes, é acometido por situações que o desgasta, por traições, falta de experiência, de amadurecimento, por dificuldades de lidar ou de manter uma fidelidade entre as partes ou pela ilusão de achar que do lado de lá sempre é bem melhor ou que este amor dantes tão efusivo, agora já não é tanto assim, como se o amor - o verdadeiro amor - pudesse  acabar um dia qualquer e que esse amor jamais estivera nos planos de Deus para nossa vida. É verdade tudo isso? O amor pode um dia acabar? Sem falar do amor de Deus para com o Seu povo, esse amor conjugal é tão levado a sério por Deus que para descrever o Seu imenso amor pelo povo de Israel o SENHOR nosso Deus, pela boca do profeta Isaías, compara Jerusalém como uma esposa chamada de a “Desamparada”, a “Assolada”, mas que, “todavia, o número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não pode medir-se nem contar-se; e acontecerá que no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo”, numa clara alusão à restauração dos abandonados e cumprimento da antiga promessa patriarcal de inúmeros descendentes, cujo cumprimento desta restauração, segundo os especialistas, pelo menos em parte, deu-se quando os remanescentes do Norte juntaram-se ao Sul, no governo de Ezequias, e depois do exílio. Afirmam também que quanto a esse objetivo final não há nenhuma dúvida, posto que mais uma vez é exposta a decisão do Servo de prolongar o Seu ministério até ser atingido o alvo desejado desta restauração de Israel, assegurando, assim, a salvação deste povo, embora rebelde, infiel e idólatra. Ainda assim, esta nação será governada com justiça e coroada com o favor visível de Deus. “(...) chamar-te-ão: ‘O Meu prazer está nela’, e à tua terra: ‘A casada’; porque o SENHOR Se agrada de ti, e a tua terra se casará. Porque, como o jovem se casa com a virgem, assim teus filhos se casarão contigo; e como o noivo se alegra da noiva, assim se alegrará de ti o teu Deus.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Deus não Se comporta como os maridos, quando são traídos por suas mulheres. Estes não as acolhem de novo em sua casa nem as recebem de volta em seus braços nem as querem ver outra vez; jamais. Tudo se desmorona daí para frente. Quantos casamentos são destruídos quando um dos cônjuges adquire algum problema no que se refere à sua saúde física, mental ou moral; quando se envereda por outros caminhos, pelo mundo dos vícios, das drogas, do alcoolismo, e tantas outras dificuldades difíceis de serem sanadas, tais como o desemprego ou a infidelidade, por exemplo! A pessoa é jogada às traças, e lá se vão aqueles tão almejados sonhos e metas de felicidade a dois. O amor era tão lindo, e, de repente, transformou-se num inferno, em ódio por todos os lados, e para sempre. Isso será mesmo amor? Os israelitas, ao voltarem do exílio, ao encontrarem Jerusalém reduzida a ruínas, pensavam que Deus os rejeitara para sempre, já que antes era como uma princesa entre as províncias, e grande entre as nações, mas que se tornou como viúva, humilhada, por causa da sua infidelidade, da sua desobediência e rebeldia, como se oferecesse suas graças a muitos amantes - os outros deuses assírios e babilônios. Pensavam que nada mais poderiam fazer diante de tanto desânimo. Mas o amor de Deus não é como o amor dos homens. Não é inconstante, que age segundo as conveniências ou circunstâncias, que perde o seu entusiasmo tão facilmente, que não nos dá nenhuma segurança, nenhuma importância, nenhuma chance de reverter tal situação, mesmo sendo nós todos pecadores, vulneráveis e falíveis. Como o Edificador da Nova Jerusalém, não obstante a tantas traições, e mesmo agindo com justiça e juízo para com Seu povo, o SENHOR nosso Deus - cuja presença importa em salvação divina que não se harmoniza com as expectativas humanas, já que esta salvação se origina na livre decisão divina -, em contraste com as mãos sujas dos homens, estende as Suas mãos com amor e jamais repudia quem quer que seja, muito menos a Sua noiva, o Seu remanescente fiel que, por causa destes, a totalidade será preservada, não somente em Israel, mas em outras nações, como na parábola do joio contada por Jesus onde Deus retém o juízo imediato por causa dos eleitos que estão no mundo e que os justos têm que viver no meio dos ímpios, desde o começo. “Assim diz o SENHOR: Como quando se acha mosto num cacho de uvas, dizem: Não o desperdices, pois há bênção nele, assim farei por amor de Meus servos, que não os destrua a todos.” Que tomemos tudo isso como exemplo quando nos tornamos infiéis a Jesus, nosso Senhor, quando nos devotamos inteiramente a nossas idolatrias ainda tão evidentes, às nossas paixões mundanas ainda tão desenfreadas, a nossos bens materiais em quem ainda depositamos tantas esperanças, mas que, na verdade, são nossos amantes que ainda nos exploram e nos dominam sem nenhuma piedade, levando-nos a derrocada final, se não formos amparados pelo nosso fiel e competente Advogado. Ou seja, se não formos poupados desta triste experiência da devastação provocada pelo pecado. Se não formos alcançados pela mensagem desta esperança salvadora operada por este amor imperecível deste nosso Deus, e intermediado pela poderosa mão do Senhor Jesus, o Cristo prometido, nosso amigo Consolador e Servo Fiel em comunhão com o Santo Espírito deste mesmo SENHOR  nosso Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Assim é que aqueles que não são povos de Deus tornar-se-ão filhos do Deus vivo numa transição das trevas para a luz, das ameaças de justiça divina para as promessas deste amor divino, literalmente cumpridas em Cristo e aplicadas à Sua Igreja - a Sua noiva; o verdadeiro Israel -, composta tanto por judeus quanto por gentios. Os especialistas lembram que, para os apóstolos, o remanescente de Israel étnico era, evidentemente, um modelo para o remanescente das nações - o que se aplicava àqueles aplica-se também a estes. Assim como a expressão “filhos do Deus vivo” pronunciada por Oséias sugere o tipo de relacionamento íntimo que Deus deseja ter com Israel - onde Deus deseja dar vida, em contraste com o relacionamento sem vida que Israel tinha com Baal -, assim também esse relacionamento vivo é, agora, fornecido em Jesus Cristo. “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz; vós, que em outro tempo não éreis povo, mas agora sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas agora alcançastes misericórdia.” É o apóstolo Pedro na sua primeira carta, aplicando à Igreja os mesmos termos do Antigo Testamento aplicados a Israel, e afirmando a continuidade entre Israel daqueles tempos e a Igreja do Novo Testamento. O apóstolo ainda afirma que os crentes cristãos são a casa espiritual edificada em Cristo, ou seja, a Igreja como templo espiritual, destacando um nítido contraste entre o destino dos incrédulos e a posição dos eleitos. Assim, segundo os especialistas, Israel e a Igreja são representados como o único povo de Deus. E, ainda segundo os estudiosos, nesta continuidade essencial entre o Israel do Antigo Testamento e a Igreja do Novo Testamento, a misericórdia de Deus estende-se indistintamente, e de uma forma não meritória, tanto a judeus quanto a gentios. “Levante-Se Deus, e sejam dissipados os Seus inimigos; fugirão de diante dEle os que O odeiam. Como se impele a fumaça, assim Tu os impeles; assim como a cera se derrete diante do fogo, assim pereçam os ímpios diante de Deus. Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus, e folguem de alegria. Cantai a Deus, cantai louvores ao Seu nome; louvai Aquele que vai montado sobre os céus, pois o Seu nome é SENHOR, e exultai diante dEle. Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no Seu lugar santo. Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca.” O salmista distingue muito bem quem é quem nesta vitória de Deus sobre Seus inimigos, e, como pano de fundo, a vitória do Senhor Jesus sobre as forças de Satanás durante a ascensão. É neste clima de muita alegria que Deus Se relaciona com Seu povo, como numa festa de casamento onde não pode haver nenhum clima de tristeza, já que Jerusalém, antes destruída e abandonada, torna-se novamente a esposa amada pelo seu Deus e, na sequência, a Igreja de Cristo, também vitoriosa como povo de Deus cuja “graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo”. Ou seja, todos os cristãos participam da graça da salvação por meio da fé. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus.” E neste contexto de celebração de uma festa de casamento Jesus realiza o Seu primeiro milagre, revelando que Ele veio para firmar uma nova aliança, manifestando ainda a Sua glória e proclamando a nova era messiânica; uma nova ordem mundial em  que Jesus dá apenas um sinal da Sua grande obra que irá realizar como um esposo que celebrará as núpcias com a humanidade, um casamento perfeito, sem traições nem engodos outros, somente alegria, a felicidade da consolidação de uma espera de um Reino de Deus que os profetas tanto anunciavam como um banquete preparado com carnes gordas, tutanos gordos; uma festa em que se servem vinhos velhos e refinados, e iguarias finas. Reino este do qual também participamos com os nossos melhores dons, distribuídos pelo Espírito de Deus, que os reparte particularmente a cada um como bem entender, para o que for útil na comunidade cristã, sem nos considerarmos superiores aos demais, e nem a ninguém, sem promovermos competições nem despertarmos invejas, mas, sim, favorecermos a unidade do Corpo de Cristo, ou seja, a unidade da Sua Igreja, colocando-nos a serviço dos irmãos com aquela mesma humildade demonstrada pelo Cabeça da Igreja; para o bem comum, para o enriquecimento espiritual desta mesma Igreja. Que assim seja! Que o Senhor da obra nos capacite para tal como um digno convidado desta grande festa promovida para a honra e a glória do grande Rei, o Rei do Universo e Senhor da messe.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Levante-Se Deus, e sejam dissipados os Seus inimigos; fugirão de diante dEle os que O odeiam. Como se impele a fumaça, assim Tu os impeles; assim como a cera se derrete diante do fogo, assim pereçam os ímpios diante de Deus. Mas alegrem-se os justos, e se regozijem na presença de Deus, e folguem de alegria. Cantai a Deus, cantai louvores ao Seu nome; louvai Aquele que vai montado sobre os céus, pois o Seu nome é SENHOR, e exultai diante dEle. Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no Seu lugar santo. Deus faz que o solitário viva em família; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca. Ó Deus, quando saías diante do Teu povo, quando caminhavas pelo deserto, a terra abalava-se, e os céus destilavam perante a face de Deus; até o próprio Sinai foi comovido na presença de Deus, do Deus de Israel. Bendito seja o Senhor, que de dia em dia nos carrega de benefícios; o Deus que é a nossa salvação. O nosso Deus é o Deus da salvação; e a Deus, o Senhor, pertencem os livramentos da morte. Mas Deus ferirá gravemente a cabeça de Seus inimigos e o crânio cabeludo do que anda em suas culpas. Celebrai a Deus nas congregações; ao Senhor, desde a fonte de Israel. Reinos da terra, cantai a Deus, cantai louvores ao Senhor. Ó Deus, Tu és tremendo desde os Teus santuários; o Deus de Israel é o que dá força e poder ao Seu povo. Bendito seja Deus!”  – Salmo 68:1-8,19-21,26,32,35&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 68; Isaías 62:1-5&lt;br /&gt;1Coríntios 12:1-11; João 2:1-11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;] 1Coríntios 13:7,8; Isaías 62:1-5; Oséias 1:10; Gênesis 13:16; 15:5; 26:24; 28:14; 22:17; 32:12; 1Pedro 2:10; 2Crônicas 30:11,18; 1Crônicas 9:3; Esdras 8:35; Isaías 49:14; 54:1,6,7&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1007&lt;br /&gt;FITCH, W. &lt;em&gt;Isaías: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 73.  Reimpressão&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;] Isaías 65:1-25; Romanos 10:20; Lamentações 1.1; Romanos 9:11,12,25,26; 10:30,31; 11:6,17; Isaías 65:8; Mateus 13:29,30; Isaías 1:9; 56:6; Gênesis 18:22-33&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 855, 1120&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p.  221, 222 &lt;br /&gt; [&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;] Oséias 1:10; Romanos 9:25,26; 1Pedro 2:10; Êxodo 19:5; Isaías 43:21; Apocalipse 1:5,6; Salmo 68:1-6; Efésios 4:7-13; 2:5,8; Isaías 25:6; Mateus 22:4; 8:11 &lt;br /&gt; &lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1007, 1497&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 223-228   &lt;br /&gt;MACLEOD, A. J. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São João: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1066, 1067. Reimpressão&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 555-557.  Reimpressão&lt;br /&gt;McNAB, ANDREW. &lt;em&gt;As Epístolas Gerais de Pedro - 1Pedro:Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1407, 1408. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7085887452486078128?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7085887452486078128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7085887452486078128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/01/esperanca-nossa.html' title='&lt;strong&gt;ESPERANÇA NOSSA&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-8905414441469846950</id><published>2010-01-30T19:21:00.003-02:00</published><updated>2010-01-30T19:50:03.977-02:00</updated><title type='text'>EXPECTATIVAS DE VIDA</title><content type='html'>&lt;em&gt;“E, estando o povo em expectação, e pensando todos de João, em seus corações, se porventura seria o Cristo” – Lucas 3:15&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E AGORA, que as festas se findaram, as frestas se escancararam diante de nós, e estamos de volta à vida real? E agora, José? - como inquiria o poeta, talvez em outro contexto, mas que também nos leva a refletir sobre os nossos passos nesta vida. Agora é botar o pé na estrada, pegar todas as tralhas, os cacos que restaram e dar graças a Deus pela graça de estarmos vivos depois de todos os acontecidos, e também por mais um ano de tão árdua lida nesta tão insana, insípida e instigada lide. Agora, e sempre, é pegar a nossa cruz e seguir em frente, posto que é mais um tempo de pensarmos no que passou, no que erramos, no que acertamos, e no que vamos fazer daqui para diante, sendo que o mais correto é seguir a Jesus. Buscar primeiro o Reino de Deus, e a Sua justiça, que todas as outras coisas nos serão acrescentadas, e tudo irá bem em nossas vidas, e nenhuma ansiedade nos poderá interferir nesta nossa caminhada. “Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir”, exorta o apóstolo Paulo a Timóteo, mas que nos cai muito bem hoje em dia. Segundo ele, não é a comida que nos faz agradáveis a Deus, “porque, se comemos, nada temos de mais e, se não comemos, nada nos falta”, já que “o Reino de Deus é justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”, ainda segundo o apóstolo quando combate os conceitos materialistas dos judeus com relação ao Reino Messiânico. Nestes tempos em que ainda nos beiramos dos resquícios natalinos, e de um novo ano, ainda trazemos dentro de nós uma predisposição para uma vida nova, talvez inspirados por todo este clima, apesar de toda uma tendência materialista, e hipócrita, nesta sociedade assumidamente consumista. Haja vista os dias seguintes, os estragos noticiados pela mídia depois das tão famigeradas festas, do consumo exagerado de bebidas alcoólicas, e outras drogas, das comilanças, e outros excessos fatais!Vida nova em quê? Onde é que ficaram as lições daquela manjedoura? Será que esquecemos que mais um ano significa mais vidas para serem cuidadas? Mais cuidados para com nós mesmos, e para com o nosso próximo? Mais cuidados para com as ovelhas do Reino, e mais almas para serem curadas neste mundo tão destrambelhado, e, portanto, mais responsabilidades? Agruras, maus humores e outros cataclismos à parte, mas que tudo nos sirva de reflexão para estes tempos de tantas adversidades para que possamos aprender em meio a tantas diversidades, em consideração a todas as nossas expectativas, às nossas esperanças de um mundo melhor contra as abastanças deste mundo enquanto tantos outros passam fome, não só espiritual, porquanto a prosperidade do perverso é temporária. O salmista diz que os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra. Que não nos invejemos dos néscios ao vermos a prosperidade dos ímpios, posto que verdadeiramente bom é somente o SENHOR nosso Deus para com os limpos de coração; e o próprio Senhor Jesus nos alerta que os mansos são bem-aventurados porque herdarão a terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     E esta herança indica a nossa posição na família de Deus, e esta terra é a nova terra em que habita a justiça, segundo a Sua promessa, e Este Senhor é o mesmo Deus, ontem, hoje e sempre em Quem não há dúvidas nem especulações, e diante de Quem devemos manter a nossa reverência sempre em atitudes de altruísmo, humildade e submissão, porquanto o nosso modelo de mansidão é o próprio Senhor Jesus que Se submete à vontade de Seu Pai, portanto, em Quem devemos depositar toda a nossa esperança de salvação, desde já, e até mesmo para estes nossos dias aqui na terra onde o Seu Reino pronta e igualmente atua na medida da nossa fé e segundo a Sua própria vontade a que todos também devemos nos submeter imprescindivelmente. Se no campo espiritual nos é reservado tudo isso, e muito mais, no natural também Deus Se manifesta diuturna e sucessivamente em nossos dias, refletindo a Sua glória, poder e majestade na própria harmonia e rotina colocada por Ele no universo. Não é mais necessário reinventar a roda nem distribuir certos fenômenos a torto e a direito nesse mundo mágico e incrédulo em que o fantástico pulula escorrendo pelos dedos de nossas mãos, tendenciosamente apregoando que sem os quais Deus não Se manifesta e nem está no meio de nós. Balela pura! Literalmente, os estudiosos argumentam que o maior sinal e maravilha apresentados na Bíblia é o governo soberano do universo e a fidelidade de Deus para com o Seu povo, em razão do Seu pacto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Hoje, assim como noutros tempos, vivemos de expectativas, ou melhor, de vãs expectativas, correndo atrás de estranhos sinais, e, longe das prioridades espirituais, desviamos o foco da nossa fé cristã para as riquezas deste mundo, para as coisas materiais, paras as coisas palpáveis, oportunistas, fenomenais. E, de braços dados com estranhas teorias, como as facilidades e prosperidades terrenas, baixamos o nível da nossa crença até o rés do chão ou bem mais abaixo ainda num claro desrespeito a um Deus absolutamente Soberano que é Santo e Forte, Maravilhoso e Conselheiro, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz que nos deixou o Seu Santo Espírito para que fôssemos templo dEle, e propriedade de Cristo, para nos levar com Ele, elevando-nos a um outro patamar, espiritual, de santidade como o dEle. Os especialistas afirmam que, como crentes cristãos, estamos sob o governo de Cristo, já que o Espírito que veio habitar nele é o Espírito de Cristo. No momento do nosso novo nascimento, nós, como crentes em Cristo, recebemos o Espírito, e todos os dons para a vida de serviço que aparecem consequentemente na nossa vida fluem desse batismo inicial no Espírito, porque, por meio desse batismo, mesmo como pecadores que somos, estamos unidos ao Cristo ressurreto. E mesmo que o nosso corpo físico esteja sujeito à morte e outras sequelas, a vida prevalece em nós, porque, se estamos unidos com Cristo, vivemos para Deus na esfera do Espírito. Isso não é uma simples distinção entre o físico e o espiritual em nossa vida como crentes, mas entre duas esferas de existência - insistem os comentadores -, ou seja, a vida física em um mundo caído, com sua morte física sempre presente; e a vida no Espírito, a participação na ressurreição de Cristo. E esta esperança não nos confunde “porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado”, se não estivermos na carne, e se é que o Espírito de Deus habita em nós. “Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dEle.” Será que diante disso realmente temos necessidade de outros deuses ou ídolos e de outros similares que só nos envergonham, confundindo-nos perante este nosso Deus historicamente vivo e verdadeiro? Será que ainda podemos duvidar dessa majestade, desse poder e domínio de um Deus que firmou o mundo, que criou e sustém todas as coisas, e que as forças do mal, da desordem e do caos não nos subjugarão - por mais investidas que possam despender? O SENHOR nosso Deus é bem maior do que todas estas coisas, e merece todas as honras e glória. Na Sua Palavra revelada está insistentemente confirmado que este Deus reina, e que toda a terra e povos devem se alegrar por isso. O Seu poder não se altera de acordo com as variáveis políticas deste mundo nem com a nossa própria vontade, a vontade dos homens. Seu reinado é eterno. O salmista nos convida, e também a todas as nações, a louvar este Deus por isso, chamamento este que teve seu significado esclarecido depois da morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo. Sim, devemos louvar este nosso Deus pelas Suas muitas bênçãos derramadas sobre nós todos os dias. Ou será que nem percebemos isso? Será que somos tão insensíveis, cegos e ingratos que nem percebemos que nEle estão depositadas todas as nossas esperanças de uma vida nova, todas as nossas expectativas de uma vida bem melhor que este modelito injusto, pervertido e pecaminoso? Deus só não oferece perspectivas muito alentadoras aos contumazes e inveterados pecadores. “Ele tem a pá na Sua mão; e limpará a sua eira, e ajuntará o trigo no seu celeiro, mas queimará a palha com fogo que nunca se apaga.” Ou seja, Deus separará os bons dos maus. Estes serão queimados, sem comiseração, num fogo que nunca se extinguirá. No entanto, não deixa de ser um Deus eternamente misericordiosíssimo, pleno de paciência, de amor e de ternura, e que está sempre pronto para nos perdoar. Se formos tocados pelo Seu Espírito, e nos arrependermos das nossas faltas, Ele está sempre de braços abertos para nos resgatar, trazendo-nos de volta para Si como aquele pastor que cuida de sua ovelha ferida, e que sempre acolhe a que está perdida. De nossa parte, como crentes em Cristo – ou quando batemos no peito diante dos outros, convictos, principalmente diante daqueles que não professam a nossa mesma fé ou mesmo diante de pessoas de outras denominações religiosas -, será que também utilizamos destes exemplos e verdadeiramente os praticamos? Na nossa comunidade, será que sabemos entender os erros ou as diferenças dos outros? Somos compreensivos com as fraquezas do nosso próximo? Será que temos paciência para com eles, estimulando-os para que voltem para o bem, colaborando de um jeito ou de outro para que eles possam ser recuperados, mesmo à custa de sacrifícios de nossa parte? Até que ponto somos tolerantes para com os nossos opostos ou mesmo para com aqueles que são diferentes de nós em nível religioso, de comportamento ou mesmo de compleição física ou intelectual? Ou será que nos limitamos somente a criticar, a fofocar, constrangendo as pessoas? Em Jesus, como o Messias anunciado, é que esta figura se nos apresenta mais largamente como o Servo do Senhor, fiel e amado pelo Pai, enviado para o resgate de muitos pecadores. Até que ponto miramos nEle como exemplo em nossa vida, e O seguimos fielmente? Assim como na instituição da vida pública do Senhor Jesus os céus se abrem, e o Espírito de Deus aparece como uma suave figura de uma pomba, e igualmente se ouve uma voz que vem dos céus com que o Pai comprova com alegria a missão do Seu Filho predileto pela fidelidade que Lhe dedicou, também nós somos convidados pela Palavra deste mesmo Deus a identificarmo-nos com este Seu Filho, e, olhando a face dEle, tocarmos em frente a nossa caminhada e segui-lO sem reservas, assim como fez o próprio Cristo, e foi conduzido para a morte seguida de Sua ressurreição. Assim devemos levar a nossa cruz do jeito que somos, e nos considerarmos mortos para o pecado, posto que também seremos resgatados; seremos igualmente ressuscitados. “Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos Seus santos; Ele os livra das mãos dos ímpios. A luz semeia-se para o justo, e a alegria para os retos de coração.” Estas são as nossas expectativas de vida, aqui e na eternidade, a nossa eterna e única esperança. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“O SENHOR reina; regozije-se a terra; alegrem-se as muitas ilhas. Nuvens e escuridão estão ao redor dEle; justiça e juízo são a base do Seu trono. Um fogo vai adiante dEle, e abrasa os Seus inimigos em redor. Os Seus relâmpagos iluminam o mundo; a terra viu e tremeu. Os montes derretem como cera na presença do SENHOR, na presença do Senhor de toda a terra. Os céus anunciam a Sua justiça, e todos os povos veem a Sua glória. Confundidos sejam todos os que servem imagens de escultura, que se gloriam de ídolos; prostrai-vos diante dEle todos os deuses. Sião ouviu e se alegrou; e os filhos de Judá se alegraram por causa da Tua justiça, ó SENHOR. Pois Tu, SENHOR, és o mais exaltado do que todos os deuses. Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos Seus santos; Ele os livra das mãos dos ímpios. A luz semeia-se para o justo, e a alegria para os retos de coração. Alegrai-vos, ó justos, no SENHOR, e daí louvores à memória da Sua santidade.” – Salmo 97:1-12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 97; Isaías 49:1-7&lt;br /&gt;Atos 8:14-17; Lucas 3:15-22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;1&lt;/strong&gt;]Mateus 6:33;1Timóteo 4:8;1Coríntios 8:8; Romanos 14:17; Salmo 25:13; 37:9,11; 73:1,3; Provérbios 2:21; Isaías 57:13; 60:21; Mateus 5:5; Romanos 4:13 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1109&lt;br /&gt;THOMSON, G. T., DAVIDSON, F. &lt;em&gt;A Epístola aos Romanos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;.In:O Novo Comentário da Bíblia,vol. 2.(editor em português R. P. Shedd).São Paulo:Vida Nova,1963,1990.p.1181.Reimpressão&lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;2&lt;/strong&gt;]2Pedro 3:13;Hebreus 11:16; 13:8;Salmo 19;Isaías 8:5-13,16-20; Mateus 12:39&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri:Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999.notas. p.1106 &lt;br /&gt;SOLANO PORTELA NETO, F. &lt;em&gt;Avaliando as Manifestações Sobrenaturais&lt;/em&gt;.In:Fé Cristã e Misticismo.São Paulo:Cultura Cristã,2000.1ª ed. cap. 2. p.23 e 24 &lt;br /&gt;[&lt;strong&gt;3&lt;/strong&gt;]Isaías 9:6;Romanos 5:5;8:9;1:4;1Coríntios 12:13;João 14:26;Atos 2:28;Salmo 96:1-13;97:1-12;98:1-9;99:1-9;18:1-50;Lucas 3:17;7:36-50;15:1-10,11;Salmo 97:10,11&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;.Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri:Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999.notas.p.1256,1330,682, 684 &lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições,1996. p.80-84  &lt;br /&gt;KEVAN, E. F. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Lucas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova,1963,1990. p.1033.Reimpressão&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia,vol. 1.(editor em português R. P. Shedd).São Paulo:Vida Nova,1963,1990. p. 585.Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-8905414441469846950?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/8905414441469846950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/8905414441469846950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2010/01/expectativas-de-vida.html' title='&lt;strong&gt;EXPECTATIVAS DE VIDA&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-1336249336356681355</id><published>2009-12-13T03:39:00.002-02:00</published><updated>2009-12-13T03:45:21.752-02:00</updated><title type='text'>ESTAMOS PRONTOS?</title><content type='html'>&lt;em&gt;“(...) e o Mensageiro da Aliança, a Quem vós desejais, eis que Ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos. Mas quem suportará o dia da Sua vinda?” &lt;/em&gt;–Malaquias 3:1b-2a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AINDA HOJE pessoas tidas como importantes entre os homens, tais como personalidades políticas ou religiosas, assim como representantes do empresariado e de reconhecidas entidades mundiais, dentre outras tantas atividades, quando planejam deslocar-se para outras localidades, cidades ou países em viagens de negócios ou por quaisquer outros interesses, estas pessoas costumam enviar, antecipadamente, ou seja, antes da presença delas nestes locais predeterminados, seus assessores, assim como outros técnicos específicos em determinadas áreas, que chegam nestes locais já cuidadosamente agendados para organizar o ambiente, preparar as pessoas daquele lugar para que a recepção não passe por nenhum vexame, emboscada ou outras surpresas desagradáveis, além de sondar todas as condições de segurança que possam comportar tal evento. Tudo tem que ser cuidadosamente planejado, e nos mínimos detalhes. Há sempre uma preparação e troca de agendas entre as partes envolvidas, e, se necessário, a divulgação pelos mais diversos tipos de mídia, que tem aí o seu papel vital dada a seriedade da tão planejada visita, assim como a importância da tão renomada personagem. Ou seja, para que os objetivos daquele evento sejam plenamente satisfeitos, e que este acontecimento seja um fato tão marcante tanto para o visitante como para o anfitrião a ponto de arrolar-se nas mais afamadas crônicas daquela região qual uma ocorrência histórica, e que ainda não se vincule estritamente àquele lugar, mas que igualmente se espraie a todo o resto do mundo. Vemos isso sendo muito bem aplicado quando se prepara a presença de superastros da música ou de outros tipos de arte, ou da intelectualidade, assim como também de chefes de Estado ou mesmo de outras ilustres representações da nossa própria comunidade. As notícias correm aos quatro cantos do mundo depois desta liturgia toda. Ainda hoje todos temos o cuidado e a curiosidade de querermos saber quem é que vem neste aparato todo tão bem divulgado pelos mais diversificados meios de informação, além das tietagens e fofocas, dos alaridos e de tamanha manifestação,  mesmo diante de apupos das partes contrárias, como sempre. Assim também acontecia nos dias antigos. Os estudiosos afirmam que no Oriente Próximo era comum enviar mensageiros antes da visita de um rei com o objetivo de anunciar a sua vinda e de remover quaisquer dificuldades ou obstáculos no tocante ao bom andamento do tal evento acordado. Do mesmo modo, Jesus de Nazaré deve ser anunciado, e com o mesmo empenho, não como um rei qualquer deste mundo, com todos os podres poderes deste mundo, ou como um superstar qualquer envolto em glamoures mundanos, mas como o Messias, o Rei dos reis, o Rei do Universo, “o Ungido”, e líder designado por Deus para cumprir uma missão especial de redenção e libertação de um povo escolhido. Quantos de nós ainda não conhecemos esse Jesus de Nazaré como Ele realmente deveria ser manifestado dentro de nós ou como Ele vem sendo anunciado desde os tempos mais remotos, não Lhe reconhecendo nem Lhe dando o verdadeiro significado para nossas próprias vidas como Alguém que foi escolhido para uma importante missão, tal como a de salvador do mundo, ou seja, o nosso próprio Salvador ou como Aquele que, dentre tantos poderes, também tem plenos poderes de escolher-nos, livrando-nos dos tropeços desta vida incrédula? Será que ainda hoje muitos de nós continuamos fechando as portas dos nossos corações, dos nossos sentidos e das nossas mentes, propositadamente, não dando ouvidos a esse Mensageiro da Aliança? Ou será que ainda persistimos como aqueles ignorantes, comendo e bebendo, já que um dia morreremos, e pronto, nada mais, sem nenhuma esperança nas maravilhas da mensagem desse Messias há tanto tempo noticiado? Infelizes homens que somos, dentre todos os homens, se assim é que pensamos ou agimos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Porém, eis que de repente diante de nós ainda se põe um mensageiro como predito pelos profetas Malaquias, Elias ou mesmo João Batista, assim como tantos outros, a seu tempo,  anunciando a vinda do Senhor. “Mas quem suportará o dia da Sua vinda? E quem subsistirá quando Ele aparecer?” São as próprias Escrituras que nos alertam sobre este tão terrível e esperado dia. Até que ponto estamos todos nós preparados? Não que devamos espalhar medo por aí, mas a Bíblia diz que o SENHOR virá “como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros, e assentar-Se-á como fundidor e purificador de prata”, posto que mesmo que este Dia do Senhor seja como um dia de trevas e não de luz, o seu propósito será de purificar e não de destruir. Naqueles tempos, Malaquias pregava o julgamento vindouro a um povo que, embora estivesse passando pelas dificuldades dos anos que se seguiram ao exílio babilônico, e que havia impulsionado por altas esperanças, este mesmo povo acusava o SENHOR de injustiça; que Deus tinha prazer em praticar o mal, duvidando da justiça de Seu governo moral. É verdade que estas pessoas estavam passando por dificuldades. Estavam desiludidas. A prosperidade prometida não retornava. Ainda continuavam os roubos, as opressões, as violências contra os mais fracos, e faltavam-lhes as coisas mais indispensáveis para poderem sobreviver. Sofriam por causa da seca, das más colheitas e da fome, além de estarem cercados por inimigos que os impediam em cada oportunidade. Mas, daí, começarem a pôr em dúvida o amor de Deus, dizendo até que os praticantes do mal eram bons aos olhos dEle, e que não havia nenhum proveito na obediência a Seus mandamentos, e em andar penitentemente perante Ele, já que, segundo eles, eram os ímpios os que prosperavam, aí já é demais! Então, o profeta começou a responder-lhes, mostrando que tal ceticismo baseava-se na hipocrisia, posto que, se lhes cabiam as adversidades, estas haviam caído sobre eles, não a despeito de sua piedade, mas, antes, por causa dos seus pecados. Portanto, não poderiam esperar prosperidade se estavam apodrecidos em meio a um atoleiro de suas práticas pecaminosas. Assim, o profeta condenou os pecados daquele povo e convocou-o para que se arrependesse. Se purificassem sua adoração, se obedecessem à lei e pagassem seus dízimos na íntegra, então, o resultado seria as bênçãos de Deus na vida deles. Os especialistas afirmam que enquanto os críticos religiosos acusavam o SENHOR de injustiça, Deus respondia com a promessa de que Ele mesmo enviaria um mensageiro para preparar o caminho diante dEle e, então, retornar para Seu templo. Afirmam ainda que a presença divina em meio a um povo ímpio requer julgamento e purificação graciosa, pois Deus transformará o coração dos levitas e, estes, então, passarão novamente a oferecer corretamente seus sacrifícios. Mas o juízo será severo, e o SENHOR mesmo será a principal testemunha na acusação do Seu povo. Segundo Malaquias, Deus era o majestoso SENHOR dos Exércitos. Seus decretos e juízos eram irresistíveis. Seu amor era santo e imutável. Assim, raiaria o grande Dia do Senhor, dia esse que purificaria e vindicaria os piedosos e destruiria os ímpios, e que seria preparado com a vinda do profeta Elias.  “Eis que Eu envio o Meu mensageiro, que preparará o caminho diante de Mim; e de repente virá ao Seu templo o Senhor, a Quem vós buscais; e o Mensageiro da Aliança, a Quem vós desejais, eis que Ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos”, nas palavras do próprio Malaquias cujas cenas proféticas foram arriadas até a vinda de João Batista. As palavras vívidas e poderosas dos profetas não mais foram ouvidas por cerca de quatrocentos anos, lembram os especialistas, destacando que estes tempos criativos deram lugar à era do aprendizado com os escribas e os sacerdotes que se tornaram os principais personagens religiosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      No entanto, como se vê, Deus nunca nos esquece. Ele nunca abandona o Seu povo, até mesmo quando permanece em Seu silêncio. Mesmo estando cansado da nossa infidelidade e das nossas fraquezas, arrogâncias e tantos outros disparates que praticamos. Até mesmo em Seu silêncio Deus está falando conosco; pensando em nós, ou seja, trabalhando em nosso favor, posto que Seu amor não tem limites, mesmo não sendo os Seus pensamentos iguais aos nossos pensamentos. No momento oportuno, Deus nos estende a Sua poderosa mão, advertindo-nos dos perigos em que estamos sujeitos a atolar-nos até o pescoço ou resgatando-nos deste lamaçal, se persistirmos com os nossos equívocos, não acreditando nEle como o nosso melhor caminho, e única saída, desconstruindo, assim, a segurança de quem confia somente nEle. Nós só temos é que aprender a ouvi-lO. Mesmo envoltos em inumeráveis peripécias, Deus ainda intercede por nós, e se nos arrependermos de tudo o que aprontamos, Ele está sempre pronto para nos perdoar; para nos receber de braços abertos como um pai que recebe seu filho que estava perdido, mas que encontra o caminho de um convívio do seu verdadeiro lar. Os que confiam no SENHOR nunca se abalam, diz o salmista, porquanto permanecem em inabalável segurança. Somente Deus pode livrar o Seu povo. O nosso socorro está no nome dEle, que fez o céu e a terra e tudo o que neles há. São desmesuradamente incontáveis Suas intervenções em nosso favor, desde a manifestação da Sua salvação para com os exilados ao regressarem para a própria pátria, Jerusalém, até os dias de hoje, ou mesmo desde antes da fundação do mundo quando o divino Criador resolveu, pela Sua benignidade, compartilhar conosco as Suas abundantes riquezas da Sua graça, separando-nos única e exclusivamente para o louvor desta Sua glória, pois, se crermos, a veremos, e seremos libertados por Sua obra exclusiva e gratuita da qual somos apenas beneficiários por não podermos conquistá-la por meio das nossas próprias mãos, ou seja, das nossas próprias boas ações, mas por fé, apenas e tão somente, que, por sua vez, igualmente, é um dom de Deus. Fiel a Suas promessas de salvação e intervenções misericordiosas tão bem divulgadas pelos profetas, o SENHOR Deus fez descer Sua Palavra sobre João, filho de Zacarias, no deserto, fatos estes que é relatada com precisão a época em que aconteceram, denotando como Deus intervém na história, porquanto Ele mesmo na Sua absoluta soberania é Quem dita a própria história. Imbuído desse Espírito de Deus, João Batista iniciou seu ministério percorrendo toda a região do Jordão, reunindo multidões e conclamando ao batismo de arrependimento para o perdão dos pecados, embora, na verdade, João não concedesse perdão de pecados. Enquanto seu ministério era caracterizado pelo batismo assinalado pela água, o ministério dAquele que viria teria um batismo assinalado pelo Espírito Santo e pelo fogo. Segundo os especialistas, o perdão definitivo de pecados pertence à aliança que o Messias inauguraria, contrastando o batismo de João com água e o batismo do Messias com o Espírito Santo, também mencionado pelo próprio Jesus após a ressurreição. Salientam ainda que havia um paralelismo entre o batismo de João com água e o derramamento subsequente do Espírito Santo, no Pentecostes, sendo que o ritual que João introduzira teve como base as promessas dos profetas. Já o fogo refere-se ao poder purificador, enquanto a água é referente a seu poder limpador. Outros dizem que o fogo também significa um símbolo de juízo. Sua pregação era de radical condenação, denunciando os líderes religiosos como descendência de víboras, e negando que houvesse qualquer valor no simples fato de alguém ser descendente de Abraão, pois o fato de ser judeu não livrava ninguém do juízo vindouro. Segundo João, era necessário um novo começo, pois já chegara o tempo de clamar a nação inteira para dentre ela preparar um remanescente leal que estaria pronto para a iminente chegada dAquele que viria, e para o julgamento que Ele executaria. Também dizia que ele mesmo era um mero preparador do caminho para Aquele que viria. Declarava-se indigno de realizar para Ele o mais humilde serviço. Ao dar ênfase ao conceito da salvação de Deus, João citava Isaías, num sentido geral, como o chamado para preparar um caminho através do deserto para a chegada de um rei. E dizia à multidão que saía para ser batizada por ele: “Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira que está para vir? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, e não comeceis a dizer em vós mesmos: Temos Abraão por pai; porque eu vos digo que até destas pedras pode Deus suscitar filhos a Abraão.” E ainda: “Já está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não dá bom fruto, corta-se e lança-se no fogo.” Anunciando que a vinda do Messias estava próxima, e que Ele viria para destruir os perversos e salvar aqueles que abandonassem o pecado, e voltassem para um novo caminho, João buscava uma mudança no coração das pessoas. Nem é preciso assinalar que Aquele que viria era o Senhor Jesus – o Messias que estava para vir depois dele. Se o ministério de João foi terminado abruptamente com a sua prisão por conta de Herodes, cujo pecado ele havia reprovado, nem por isso João Batista deixa de ser apresentado como o precursor do Senhor Jesus. Sua prisão ocasionou o início do ministério de Jesus Cristo na Galiléia, depois de ter sido batizado pelo próprio João – um ponto de partida para a pregação apostólica do Senhor Jesus. Os estudiosos lembram ainda que, na estimativa de Jesus, João Batista era o Elias profeticamente prometido em Malaquias, o qual haveria de vir e completar seu ministério de restauração nas vésperas daquele grande e terrível Dia do Senhor. O Senhor Jesus ainda o reputava como o último e o maior membro da sucessão profética. “A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o Reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele”, diz o Senhor Jesus, subtendendo que um novo tempo começou com Ele. É esse Jesus que devemos anunciar, mesmo que tenhamos que passar por desertos e dar provas da nossa fé na esperança da Sua vinda em cada coração carente e na certeza de uma radical transformação na vida daqueles que crêem. Que saibamos esperar, e que estejamos prontos para esse dia tão ansiado, e que também o Espírito de Deus nos dê as ferramentas necessárias para nos aparelharmos e podermos proclamar que esse mesmo Jesus seja o único e soberano senhor de nossas vidas, até que Ele venha em glória e majestade.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÕES DE HOJE&lt;br /&gt;“Eis que Eu envio o Meu mensageiro, que preparará o caminho diante de Mim; e de repente virá ao Seu templo o Senhor, a Quem vós buscais; e o Mensageiro da Aliança, a Quem vós desejais, eis que Ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos. Mas quem suportará o dia da Sua vinda? E quem subsistirá, quando Ele aparecer? Porque Ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros. E assentar-Se-á como fundidor e purificador de prata; e purificará os filhos de Levi, e os refinará como ouro e como prata; então ao SENHOR trarão oferta em justiça. E a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR como nos dias antigos, e como nos primeiros anos.” – Malaquias 3:1-4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 125; Malaquias 3:1-4&lt;br /&gt;Filipenses 1:3-11; Lucas 3:1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Malaquias 3:1; Mateus 1:18; 16:16,20; 26:63,64; 27:22; Marcos 8:29-31; 14:61,62; Lucas 2:11,26; 9:20-22; 22:66-71; João 1:41; 4:25, 29; 7:26-29,31,41,42; 9:22; 10:22-30; Atos 2:36; 3:19-26; 4:26-30; 5:42; 9:20-22; 17:1-4; 18:28; 26:22,23; 1Coríntios 15:32; Isaías 22:13; 56:12; 1Coríntios 15:19&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1091, 1092, 1366, 1367&lt;br /&gt;2] Malaquias 3:2; Amós 5:20; Malaquias 2:17-3:5; 4:5; Mateus 11:10,14; Marcos 1:2; Lucas 1:17; 7:27; João 1:23; 2:14,15; Isaías 40:3-5; 63:9; Habacuque 2:7&lt;br /&gt;ADAMSON, J. T. H. &lt;em&gt;Malaquias: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;.  In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 933, 934, 936. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1091 &lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 456 &lt;br /&gt;[3] Lucas 15:1-32; Salmo 125:1-5; 124:8; João 11:40; Efésios 2:7-10;Jeremias 31:34; Lucas 3:1-6; 1:5-17,80; Mateus 3:11; Marcos 1:8; João 1:33; Atos 1:5; Isaías 44:3; Ezequiel 36:25-27; Isaías 40:3-5; Lucas 3:18-20; Mateus 14:1-12; Marcos 6:14-29; 1:14-20; Atos 10:37; 13:24,25; 1:22; Malaquias 4:5,6; Marcos 9:13; Mateus 11:14; Lucas 1:17; 16:16&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 25-29 &lt;br /&gt;KEVAN, E. F. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Lucas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1032, 1033. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1147, 1186&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 609, 610. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Novo Dicionário da Bíblia&lt;/em&gt;. Trad. por João Bentes. Editor org. J. D. Douglas. (editor em português R. P. Shedd).vol. 2. São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.832, 833. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-1336249336356681355?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1336249336356681355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1336249336356681355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/12/estamos-prontos.html' title='&lt;strong&gt;ESTAMOS PRONTOS?&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-1025887807676023659</id><published>2009-12-01T02:43:00.002-02:00</published><updated>2009-12-01T02:49:23.285-02:00</updated><title type='text'>QUE NÃO NOS ENCONTREMOS DESPREVENIDOS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Naqueles dias e naquele tempo farei brotar a Davi um Renovo de justiça, e Ele fará juízo e justiça na terra”&lt;/em&gt; – Jeremias 33:15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM É QUE esteja passando por sérias e marcantes dificuldades, derrotas, ou  calamidades em sua vida não se sinta desanimado, sem perspectivas, desamparado, sem alternativas, frustrado ou mesmo desesperado? Quem é que esteja ou mesmo ainda depois de ter passado por tais experiências não permaneça vulnerável em todos os sentidos, com os nervos à flor da pele, e com aquela sensação de que tudo e todos estejam jogando contra, do outro lado, e não se posiciona com desconfiança e preventivamente como quem tenta se desviar de corpos estranhos procedentes do espaço sideral que supostamente se arremessam em sua direção e que possam esmagar-lhe justamente a própria cabeça? Mesmo achando que é preciso ir à luta, dispondo de todas as suas garras, quem é que esteja passando por estas provações na sua própria pele não se coloca com aquela postura de gato escaldado que tem medo até de água fria? Quem é que por algum momento na vida, e por uma razão qualquer, já não passou por alguma situação de ser escaldado ou mesmo já não foi até fritado por adversários ou inimigos ou mesmo por aqueles que descaradamente se dizem seus amigos? Em toda a nossa vida somos corriqueiramente provados para sermos um dia aprovados. Mas que estas provas venham da parte de Quem tem autoridade para tal, para o nosso crescimento, seja natural ou espiritual – já que estas provações só nos fortalecem para lutarmos até o dia da vitória final –, não da parte de quem faz isso apenas por pura maldade ou vingança pessoal qual num filme de terror onde naquela cena o vilão investido de todo o seu lado mal maquiavelicamente faz os outros sofrerem horrores a seu bel-prazer apenas e tão somente para satisfazer a seu impulso propenso a malícias. Isso já é tentação; coisas do maligno. Até que ponto resistiremos a tais provações? Até que ponto estaremos expostos às mazelas de tanta astúcia como joguetes nas mãos de espertos? Até quando estaremos cegos diante de tanta opressão e outros tipos de escravidão desta geração? Provas e provações, tentativas e tentações, ou mesmo opressões, à parte, o próprio Senhor Jesus sofreu, foi tentado, Ele que é o Filho de Deus, o Cordeiro que foi imolado a nosso favor, para que pudéssemos mirar nEle e seguirmos em frente na certeza de que neste mundo todos temos aflições, só que estas não duram para sempre. Daí, ser o Senhor Jesus o nosso alvo, e somente em Cristo é que está a nossa salvação. Ele é o nosso leme, o nosso lume nestes nossos dias de escuridão. Ele é o nosso caminho, a verdade que nos liberta da escravidão deste mundo tão alienado. Se crermos em Cristo, temos vida, a vida eterna, e em abundância; não a morte eterna. Não há nada neste mundo que dure para sempre. Isto é certo. É o próprio Senhor Jesus que nos adverte: “Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, Eu venci o Mundo”. É o próprio Senhor Jesus que diz isso. Precisamos mais de outras garantias? A nossa paz está em Cristo, não nas coisas efêmeras deste mundo que logo se apodrecem – e nem deixam rastros –, se nós não nos alicerçarmos em solo firme e fértil, se não plantarmos uma boa semente que dê bons frutos, posto que “cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Embora nada aconteça sem a devida e soberana permissão divina, todos estamos sujeitos a sermos provados ou mesmo tentados, e as nossas provações têm lá os seus benefícios. Não que Deus tente alguém, muito menos pode ser tentado pelo mal; nós é que, devido às nossas fraquezas e enlevados por nossas cobiças, caímos nas lábias do maligno, e, mergulhando num beco sem saída, cavamos a nossa própria cova, se não formos alcançados pelo amor e a justiça deste Deus que é tardio em irar-Se, mas que está sempre pronto para nos perdoar, sem guardar nenhum rancor, já que Ele não tem nenhum prazer em ver ninguém sofrendo, muito menos em nos ver pecando e, consequentemente, não faz ninguém sofrer. Longe de ser Deus a origem das tentações, Ele é o autor e doador de todos os bens, confirmam os especialistas, destacando que, entre os conceitos de ser provado e ser tentado, há grandes diferenças. Deus prova o Seu povo, como um pai a seus filhos, e até com admoestações os corrige, mas nunca os tenta no sentido de estimular neles o pecado. As provações para a nossa fé podem dar ocasião para virem as tentações, contudo, as tentações não têm Deus como o seu autor. Ao destacar a importância de lidarmos com as nossas aflições do ponto de vista da nossa fé, Tiago, apóstolo e irmão do Senhor, em sua epístola, assinala as bem-aventuranças reservadas àquele que suporta a tentação, pois, quando for aprovado, receberá a coroa da vida, ou seja, a recompensa. Segundo os especialistas, passada a tentação, se o crente suportou a prova e ficou firme até o fim, recebe a coroa de vencedor, a coroa da vida – um prêmio especial oferecido aos que perseveraram na fidelidade, que não deve ser confundido com a vida eterna, que é dom gratuito de Deus àqueles que creem no Senhor Jesus Cristo na qualidade de Messias, como o seu único intercessor, e, portanto, seu único Salvador. Líder na Igreja de Jerusalém, e que também presidiu o Concílio de Jerusalém, Tiago assumiu uma posição de autoridade na Igreja; juntamente com Pedro e João, era um dos seus pilares, convertido quando se tornou uma testemunha ocular da ressurreição do Senhor Jesus, mas que foi barbaramente martirizado em razão da sua fé. Eusébio afirma que bateram nele com uma clava até a morte depois de ter sido atirado do parapeito do templo. Personalidade notável na historiografia do povo cristão, “o irmão do Senhor” escreveu sua carta entre o começo da perseguição que se difundiu na Diáspora e o ano de sua morte, tempo em que os crentes cristãos sofriam castigos e eram vítimas de opressão; estavam sendo provados – passavam por testes e sofrimentos por causa da fé. Escrita para encorajar e consolar estes crentes, o autor exorta-os mansamente e reconhece-lhes os sofrimentos morais por que passavam. Tiago começa assim a sua epístola: “Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações” – uma exortação para apreciar o sofrimento da perspectiva de confiança na soberania de Deus, como prova de filhos, e de ser a fé uma realidade. E termina assim: “Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima” – numa clara dedução de que os santos precisam de paciência enquanto aguardam a prometida vindicação que Deus tem para o Seu povo. Dizem os estudiosos que Deus promete justiça para corrigir as formas prevalecentes da injustiça neste mundo, e que as provações podem ser recebidas como uma alegria singular quando existe o conhecimento de que elas são permitidas por Deus para um determinado propósito. “São provações na fé, dadas para que a perseverança seja desenvolvida. E, por recompensa, a perseverança produz maturidade no caráter cristão”, afirmam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Dizem que Deus dá o frio conforme o cobertor. Ou será que não é mesmo o próprio Deus o nosso exclusivo cobertor quando nos sentimos desamparados, relegados ao relento em meio a uma flagrante apostasia no decorrer dos tempos? De implacável perseguidor de cristãos – e miraculosamente convertido – a exímio plantador de Igrejas, o apóstolo Paulo também foi martirizado por conta do seu importante e indiscutível trabalho missionário na promoção do Evangelho de Cristo. Assim como tantos outros, também resistiu às tentações, provou sua fé, e perseverou até o fim. Não foi à toa que sofreu perseguições e, depois de sua segunda prisão em Roma, foi decapitado. Com toda a sua experiência de quem combateu o bom combate, e guardou a fé, Paulo igualmente revestiu-se de toda a autoridade para advertir quem pensa estar em pé e que não se cuida para não cair, já que as tentações sempre querem nos forçar para que possamos nos afastar do modo correto de vida, acovardando-nos. Porém, Deus sempre guarda os Seus escolhidos neste particular, e se eles se apoiarem em Deus, encontrarão um meio para poder escapar, meio este que é mostrado pelo próprio Deus. “Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia. Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar.” Se a história do povo cristão retrata a mesma história de homens destemidos que vão à luta em defesa daquilo que creem, destemidamente e até o fim, também ratifica a trajetória da Igreja de Cristo – uma Igreja militante, mas gloriosa; composta por homens e mulheres, mas sem mácula nem rugas; santa e irrepreensível. Uma Igreja feita por homens e mulheres, sim, mas que foram chamados por Deus para comporem o corpo de Cristo, desde os tempos bíblicos até os dias de hoje; um povo escolhido que, por mais sofredor que seja, e em qualquer lugar que esteja, lá também está o seu Redentor, a seu lado, como uma nuvem que o acompanha; como um farol que ilumina em todos os seus caminhos, mesmo que se for preciso passar por corretivos, mas lá está o seu Senhor que um dia o livrará. A esperança dos cristãos jamais será em vão. O Senhor jamais os trairá; jamais os confundirá. As Suas misericórdias e as Suas benignidades, que são desde a eternidade, serão sempre lembradas e postas em prática; nunca engavetadas. “Na verdade, não serão confundidos os que esperam em Ti; confundidos serão os que transgridem sem causa.” Diz o salmista, plenamente confiante na sua oração. Ainda hoje devemos seguir os passos dos líderes e mártires, os passos daqueles que não se amofinaram, mas perseveraram até o fim em nome de uma fé que remove montanhas, mesmo sob os mais diversos infortúnios, sofrimentos, provações ou privações, e até mesmo tentações, posto que nada por que passamos é por mera casualidade. O profeta Jeremias, considerado como o profeta dos infortúnios, e das ameaças, foi chamado para anunciar o julgamento de um povo idólatra que insistentemente era exortado a arrepender-se para evitar o castigo de Deus. Assim, é anunciado que o tempo de arrependimento havia cessado, já que o julgamento contra os israelitas estava decidido e é compreendido como a invocação da maldição final da aliança, e que o povo escolhido seria exilado para a Babilônia por não ter obedecido a seu Deus. De volta do exílio, este povo de Deus encontra-se em situação periclitante, desanimado, e até desesperado por ter perdido tudo e precisava reconstruir uma nova vida. Reconstruir a própria nação. Exigia-se vencer todas as dificuldades e mandar toda esta tristeza e desânimo para bem longe depois de serem golpeados por calamidades tão marcantes. É quando Deus aparece mais uma vez com Sua maravilhosa intervenção. Surpreendentemente, o profeta Jeremias traz boas notícias com previsões alegres: “Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que cumprirei a boa Palavra que falei à casa de Israel e à casa de Judá; naqueles dias e naquele tempo farei brotar a Davi um Renovo de justiça, e Ele fará juízo e justiça na terra. Naqueles dias Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome com o qual Deus a chamará: O SENHOR é a nossa justiça.” São promessas de paz e prosperidade; a repetição da restauração e futura felicidade de um povo que, até então, tudo havia perdido por conta da sua arrogância, teimosia e desobediência. Mas a compaixão de Iavé pelo Seu povo castigado e aflito apagará a mancha da rejeição lançada pelos que o observavam e pelo seu inimigo. A linhagem davídica será restaurada, e o Filho de Davi dominará com justiça, tal como outrora, a ponto de Jerusalém passar a ser chamada “O SENHOR é a nossa justiça”. E esta promessa foi cumprida num sentido espiritual, e muito mais amplo, não num sentido nacionalista estrito. E quem é esta raiz e esta geração de Davi? Os especialistas não têm dúvida: é o Senhor Jesus Cristo, posto que somente a Jesus Cristo é que se pode aplicar este título: “O Senhor justiça nossa”. Somente o Senhor Jesus pode estabelecer a paz e a justiça na terra, e estão chegando os dias nos quais Deus cumprirá todas as Suas promessas para o bem do Seu povo. Ainda hoje também passamos por situações semelhantes às que passaram os israelitas que voltaram recentemente da Babilônia. Ainda hoje deparamo-nos com injustiças, intolerâncias, escravidões das mais diversas modalidades, vícios, opressões, desencantos, fraquezas, desilusões, opressões, destruições, guerras, até mesmo dentro da nossa própria família, enfim, o maligno está deitando e rolando em nossa frente, e nós não fazemos nada, estamos desprevenidos, porque não acreditamos mais em nada; perdemos a nossa fé. E o que faremos diante de tudo isso? Onde está a nossa força, a nossa fé, a nossa coragem de irmos em frente e derrotar o inimigo? O nosso Deus é maior que tudo isso, basta crermos e fazermos a nossa parte que o Senhor Jesus virá em nosso socorro. Devemos praticar a nossa fé, e ter uma experiência com Deus, só assim tudo poderá mudar em nossa vida, posto que foi com Jesus de Nazaré, que resplandeceu a nossa estrela nas manhãs de nossa vida ou as nossas manhãs se resplandeceram com a luz de um novo dia; de um novo mundo dentro de nós. Ou seja, o Reino da Paz, o Reino de Deus, devolvendo-nos toda a nossa esperança numa mensagem de alegria diante de um mundo tão desesperançado, diante das forças do mal; daqueles que nos querem ver derrotados. A Igreja hoje, ao se alegrar com a primeira vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, antecipa, com esperança, festejando a Sua segunda vinda em poder e glória, pondo por terra todos os sistemas nacionais e grandes impérios, assim como o império do mal, estabelecendo a ordem das coisas neste universo caótico. Será o surgimento de um mundo novo, que já teve início com Jesus de Nazaré, o Renovo que vem brotando dia após dia em nossos corações. Que o Espírito de Deus faça brotar em cada um de nós este Renovo, despertando a nossa vigilância com o poder da oração, assim como os nossos sentimentos de amor para com o nosso próximo sem qualquer distinção. Que não nos encontremos desprevenidos, então. Guia-nos na Tua Verdade, e ensina-nos, pois Tu és o Deus da nossa salvação; por Ti estamos esperando todo dia. Amém. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que cumprirei a boa Palavra que falei à casa de Israel e à casa de Judá; naqueles dias e naquele tempo farei brotar a Davi um Renovo de justiça, e Ele fará juízo e justiça na terra. Naqueles dias Judá será salvo e Jerusalém habitará seguramente; e este é o nome com o qual Deus a chamará: O SENHOR é a nossa justiça.” – Jeremias 33:14-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 25; Jeremias 33:14-16&lt;br /&gt;1Tessalonicenses 3:9-13; Lucas 21:25-36&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Gênesis 22:1-19; Hebreus 11:17,36;Tiago 1:2-4,12; Salmo 11:5-7; Apocalipse 2:10; Lucas 4:1-13; João 1:29,36; 1Coríntios 5:7; Apocalipse 5:6,12; 7:10; João 14:1,6; 16:33; Lucas 6:43-45&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p.1357, 1485, 1486, 1491&lt;br /&gt;[2] Tiago 1:12-15; Gálatas 1:19; 1Coríntios 15:7; Atos 15; 12; Tiago 1:2; 5:8; Hebreus 12:5-8; Salmo 94:12; Romanos 5:3-6&lt;br /&gt;MCNAB, ANDREW. &lt;em&gt;A Epístola Geral de Tiago: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p.1388-1390. Reimpressão&lt;br /&gt; [3] Atos 21:23ss; 1Coríntios 16:3ss; 2Coríntios 9; Romanos 15:25ss; 2Timóteo 4:7ss; 1Coríntios 10:12,13; Romanos 11:20; 1Coríntios 1:9; Salmo 125:3; 25:3,6; Jeremias 7:1-15; 19:10,11; Levítico 26:31-33;Deuteronômio 28:49-68; 24:4-7;Jeremias 33:14-16; Apocalipse 22:16; Isaías 13:10; Ezequiel 32:7; Salmo 25:5&lt;br /&gt;PROCTOR, W. C. G. &lt;em&gt;As Epístolas aos Coríntios – 1Coríntios.: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;.  In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1206. Reimpressão&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano C.&lt;/em&gt; Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 14-21 &lt;br /&gt;CAWLEY, F. &lt;em&gt;Jeremias: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 766.  Reimpressão&lt;br /&gt;KEVAN, E. F. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Lucas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1053. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-1025887807676023659?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1025887807676023659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/1025887807676023659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/12/que-nao-nos-encontremos-desprevenidos.html' title='&lt;strong&gt;QUE NÃO NOS ENCONTREMOS DESPREVENIDOS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-5581997619608458020</id><published>2009-11-23T02:12:00.003-02:00</published><updated>2009-11-23T02:21:55.361-02:00</updated><title type='text'>VEM, SENHOR JESUS!</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;em&gt;“E então verão vir o Filho do Homem nas nuvens, com grande poder e glória. E Ele enviará os Seus anjos, e ajuntará os Seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu”&lt;/em&gt;&lt;/em&gt; – Marcos 13:26,27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUEM É QUE por este mundo afora – e que esteja cônscio de sua plena lucidez ou sanidade mental –, sente prazer em conviver em meio a tantas catástrofes fenomenais sejam de ordem natural ou mesmo moral, tipo tsunamis que nos arrastam sem volta por um despenhadeiro sem fim ou coisa parecida? Ou mesmo quem é que consegue sobreviver em meio a tanta violência, traição, mortes ocasionadas por doenças incuráveis, por assassínios, tantas guerras, quais terremotos ou erupções vulcânicas que vão dizimando tudo por onde vão passando, sem nenhum rastro de compaixão nem qualquer outra sensação de alívio ou outro tipo de sensibilidade qualquer,  e tudo mais? Apesar de hoje em dia tudo isso ser um fato tão corriqueiro que nem nos assusta mais como se consumasse um efetivo desarranjo das coisas, não somente da natureza como um todo, mas também do próprio ser humano em geral, no seu íntimo, na sua ética, no seu próprio relacionamento com os demais semelhantes, e com o seu próprio meio ambiente, assim como na própria sociedade, consequentemente. Como se já estivéssemos acostumados com tantos absurdos, ainda hoje somos confrontados por crises das mais diversas, e outras calamidades, que nos agitam, assustam, e também abalam as nossas famílias e o mundo inteiro. Ainda hoje somos desafiados a acharmos uma saída honrosa para tudo isso que, assim, de pronto, somos os únicos responsáveis, mas que, muita vez, ainda procuramos um bode expiatório como se nada disso nos atingisse e não acontecesse com nenhum de nós. Só acontece com os outros. Como neste mundo dos homens a corda sempre arrebenta do lado mais fraco, certo tipo de gente vive por aí como se fosse intocável, confiando em si mesma como se nada lhe atingisse, como se não vivesse neste mundo dos pobres e mortais pecadores, como se fosse um deus, sem nenhum temor do Deus vivo e verdadeiro. Como se todas as desgraças fossem os outros. “Eu? Não é comigo, não. Dá licença que eu quero passar! Nada disso me atinge. Dá licença aí, meu!”, esquiva-se, rápida e descaradamente. Ô, coitado! Quem é que ainda consegue dormir em paz em meio a tudo isso, a esta confusão toda, e em meio a tanta covardia, sem se arrostar diuturnamente com todos os sinais de um mundo que está sendo dominado pelo maligno? Este mundo, um dia, terá seu fim? Quando estaremos livres de tanta aflição? Não que tais constatações não sejam abomináveis, horríveis, destruidoras, para não serem incansavelmente mencionadas ou insistentemente lembradas. Não que elas não devam ser contestadas nem que não sejam perturbadoras e tão aloucadamente terríveis. No entanto, nenhum de nós, quem quer que seja, está longe de passar por elas neste mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Receios à parte, pois a nossa esperança é que toda esta nossa tristeza seja transformada em grande alegria, algum dia. E os crentes cristãos têm tudo para poderem acreditar nisso, posto que Deus atende todas as nossas aflições. O salmista Davi exorta-nos a louvar a Deus e a confiar somente nEle, testificando os grandes atos deste Deus na história, e em nossas vidas, tendo em vista a sua inesquecível experiência com Ele,  já que Ele sempre ouve e responde às orações de Seu povo. “Engrandecei ao SENHOR comigo; e juntos exaltemos o Seu nome. Busquei ao SENHOR, e Ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. Clamou este pobre, e o SENHOR o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias. Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia. Os olhos do SENHOR estão sobre os justos, e os Seus ouvidos atentos ao seu clamor. Os justos clamam, e o SENHOR os ouve, e os livra de todas as suas angústias. Muitas são as aflições do justo, mas o SENHOR o livra de todas. Ele lhe guarda todos os seus ossos; nem sequer um deles se quebra. O SENHOR resgata a alma dos Seus servos, e nenhum dos que nEle confiam será punido.” Assim como o salmista, apesar de todas as nossas aflições, nós também não podemos desanimar quando tudo nos parecer fora de controle, posto que a bondade e o poder do SENHOR é que mantêm a força interna do crente em total segurança. Ele é o nosso Deus, o nosso refúgio e fortaleza. Ele nos acolhe e nos protege como um escudo debaixo de Suas asas. Está escrito que aquele que se acolhe nos braços de Deus permanece seguro do laço do perseguidor, da peste perniciosa, do terror noturno, e da mortandade que assola ao meio dia. “Mil cairão ao teu lado, e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti.” É isso, que tenhamos fé nEle, e prossigamos em frente, para o alto, sempre, que nada poderá nos abalar. Assim como uma ave-mãe compassiva protege os seus filhotes, como um Deus de perto – e não de longe –, e em toda a Sua onipresença e onipotência, somente o SENHOR é que pode nos trazer paz por mais complexas que sejam as nossas circunstâncias. Os que confiam em Deus não se abalam, continuam firmes, como o monte de Sião. “Assim como estão os montes à roda de Jerusalém, assim o SENHOR está em volta do Seu povo, desde agora e para sempre.” Assim como as montanhas em derredor tinham sua importância para a defesa da cidade, e representavam a presença de Deus, assim também os eruditos afirmam que a fixidez e a imutabilidade dessa relação entre o SENHOR e Seu povo é semelhante a que existe entre uma cidade e suas redondezas. Ou seja, ultrapassa em muito a experiência de um indivíduo, pois dura para sempre. Por isso mesmo é que incansavelmente Deus deve ser louvado pelo amor de Suas obras maravilhosas; por Seus grandes atos de redenção. Como no passado, na nação de Israel, Deus os realizara – cujo maior exemplo, segundo os especialistas, seria o êxodo, quando Deus libertou Seu povo de seus opressores egípcios –, Deus ainda age na história, em conformidade com Seu caráter e Sua lei. Estes estudiosos nos lembram que através de Seus grandes atos históricos, as pessoas podem reconhecer a justiça de Deus, mas que estas maravilhas não fiquem só na nossa lembrança como um ato da memória, e, sim, que também envolvam devoção e obediência, pois devido aos nossos pecados, não merecemos a salvação da parte de Deus, porém, esta tem sua origem no eterno amor de Deus para com Seu povo. “Piedoso e misericordioso é o SENHOR; tardio em irar-Se, e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniquidade, e a transgressão e o pecado; que ao culpado não tem por inocente ...”, e, assim, segue a Palavra de Deus capturando a maneira correta de aproximarmo-nos deste nosso SENHOR, que é Deus, e que, portanto, nos inspira reverência e respeito. “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os Seus mandamentos; o Seu louvor permanece para sempre.” Quer queiramos ou não, Deus cumprirá Suas ameaças contra os ímpios. No entanto, sempre há a esperança do perdão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Falar desse amor de Deus é assunto que não se acaba nunca. Mas muito mais importante do que falar é praticar este amor, como o próprio Deus assim nos ordena, já que é o maior de todos os mandamentos. Amar a Deus de todo o nosso coração, e de toda a nossa alma, e de todo o nosso entendimento, e de todas as nossas forças; e amar o nosso próximo como a nós mesmos, não é apenas um mero jogo de palavras bonitas que servem de pauta para nossas retóricas públicas, de palanques e de púlpitos, mas uma ordem prática de comando que tem que ser cumprida por todos nós, sem exceção alguma, principalmente para nós que tanto nos exaltamos por aí repetindo trechos bíblicos como se competindo com os demais, mas, que, na prática, estamos muito longe de seguirmos de fato este tão significativo ensino do Senhor Jesus. A Bíblia diz que Deus é amor, e que foi Ele que nos amou primeiro, por isso, nós também devemos amá-lO. “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou Seu Filho unigênito ao mundo, para que por Ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou a nós, e enviou Seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.” Aquele cujo advento foi anunciado e em Quem foi acentuado o Seu poder por ser o próprio Messias tão esperado desde os mais remotos tempos, Este em cujos ombros carrega toda a plenitude de um governo próspero, ou seja, um reino eterno, de paz, prevalecem sobre Si a promessa e a certeza do livramento enviado pelo próprio Deus, assim como também um raiar de um novo dia para as nações oprimidas da terra que conhecerão o poder de Seu domínio e a inspiração deste Seu governo salvador e redentor, e em que a paz é o traço dominante nesse reinado. Os especialistas comentam que tão grande e poderoso é este Rei que um único título de majestade não basta para descrevê-lO, e entre os muitos nomes significativos que Lhe são dados está o de Deus Forte, segundo uma das maiores profecias messiânicas já anunciadas. “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os Seus ombros, e se chamará o Seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Ainda segundo os eruditos, é manifestamente impossível relacionar tais palavras de majestosa profecia com qualquer outra pessoa que não seja o próprio Messias, e que através dos séculos a Igreja Cristã  encontrou nelas os atributos iniludíveis do Rei vivo e vitorioso no coração dos homens, o único capaz de libertar e salvar a alma na sua situação desesperada e de conduzir o homem a um novo e melhor caminho de acordo com os mandamentos de Deus. E, depois de vencer a morte, vencendo as aflições deste mundo para servir-nos de exemplo, e nos salvar de nossos pecados, e de nos trazer as vitórias de um Reino promissor cujos frutos já estamos usufruindo desde já aqui nesta terra – o justo vive por fé –, é este mesmo Rei que virá como o Filho do Homem, na Sua segunda vinda, para levar os Seus eleitos, ou seja, a Sua Igreja gloriosa –  aqueles que permaneceram firmes na sua fé até o fim, apesar de todas as contrariedades deste mundo, e de todas as tribulações que lhes foram permitidas passar, mas que foram derrotadas pela sua confiança neste Deus Todo-Poderoso; que foram salvos, principalmente pela graça deste Deus Soberano absoluto e misericordiosíssimo que escolhe quem bem Lhe entender para morar no céu com Ele. Desta vez, a Bíblia diz que o Filho do Homem virá em meio a toda aquela teofania, cercado de todos aqueles eventos de glória, poder e majestade que Lhe são devidos, e que depois disso tudo o mundo não será mais o mesmo. “Eis que vem com as nuvens, e todo o olho O verá, até os mesmos que O traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre Ele. Sim. Amém. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, diz o Senhor, que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso.” Mas quando virá este dia? O próprio Senhor Jesus, após alertar que passará o céu e a terra, mas que as Suas Palavras não passarão, afirma que daquele dia e hora ninguém sabe. “Nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai.” Mas que o Senhor virá, isso sim. Virá para levar os Seus escolhidos. O próprio Senhor Jesus nos exorta a estarmos sempre vigilantes porque não se sabe quando chegará o tempo. O que é certo é que estas são palavras reconfortantes. O anúncio de que o reino do mal está chegando ao fim, e que o Filho do Homem reunirá e levará todos os Seus eleitos, livrando-nos definitivamente  de todos estes cataclismos pelos quais já estamos cansados de tanto sofrer em todos os termos, até mesmo políticos, econômicos e sociais, que só nos levam a um duro teste de fé e de sobrevivência nestes tempos de tantos desafios em que muitos se resignam, outros até se revoltam, blasfemam e desanimam, julgando ter chegado o fim de tudo, até mesmo da própria fé diante de todos estes absurdos. Só mesmo a poderosa mão de Deus para nos resgatar desta confusão toda. Vem, Senhor Jesus, em toda a Tua glória e majestade! Vem buscar este Teu povo que tanto Te espera. Vem, Senhor Jesus, Rei do Universo; vem, a Tua Igreja Te espera! Vem, e salva o Teu povo. Aleluia, e amém!      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOHE&lt;br /&gt;“Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz. E as estrelas cairão do céu, e as forças que estão nos céus serão abaladas. E então verão vir o Filho do Homem nas nuvens, com grande poder e glória. E Ele enviará os Seus anjos, e ajuntará os Seus escolhidos, desde os quatro ventos, da extremidade da terra até a extremidade do céu. Aprendei, pois, a parábola da figueira. Quando já o seu ramo se torna tenro, e brota folhas, bem sabeis que já está próximo o verão. Assim também vós, quando virdes sucederem estas coisas, sabei que já está perto, às portas. Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que todas estas coisas aconteçam. Passará o céu e a terra, mas as Minhas Palavras não passarão.” – Marcos 13:24-31 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 111; Daniel 7:9.10&lt;br /&gt;Apocalipse 1:1-8; Marcos 13:24-31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] João 16:33; Gênesis 16:11; 29:32; Salmo 34:1-8,15-17,19-22; Colossenses 1:24; Isaías 9:6; Romanos 5:1; Efésios 2:13-20; 2Timóteo 3:12; Romanos 8:37; 1João 4:4 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 636&lt;br /&gt;[2] Salmo 126:1-6; 1Samuel 21:10-15; Salmo 91:3-8: Jeremias 23:23,24; Salmo 125:1-3; Isaías 54:10; Joel 3:17,18; 2Reis 6:17; Salmo 111:1-10; 44:1; 111:4b; Êxodo 34:6,7; Isaías 1:18; Marcos 2:5,7b; Salmo 34:7; 36:1; 128:1; 130:4&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.527, 528.  Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999. notas. p.598,599, 681, 697,709&lt;br /&gt;[3] Marcos 12:28-31; 1João 4:9,10,19; Isaías 9:1-7; Apocalipse 1:7,8; Danielo 7:9,10&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 478-482&lt;br /&gt;FITCH, W. &lt;em&gt;Isaías: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 697, 698.Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999. notas. p.1171, 1172&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd).São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p.1017, 1018. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-5581997619608458020?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5581997619608458020'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5581997619608458020'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/11/vem-senhor-jesus.html' title='&lt;strong&gt;VEM, SENHOR JESUS!&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7696155905993877222</id><published>2009-11-17T17:12:00.002-02:00</published><updated>2009-11-17T17:23:44.049-02:00</updated><title type='text'>QUE NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“(...) o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.” &lt;/em&gt;– Marcos 12:30,31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AH, O AMOR!... quem é que já não provou ou provará deste fruto e suas experiências, de um jeito ou de outro? Quem é que já não se expôs por conta destes seus próprios sentimentos? Quem é que já não se dispôs a tais provas? Ainda, e sempre, estas eternas e tão decantadas expressões manifestam-se em todos os tempos e lugares, mesmo que se nos pareçam muitas vezes esquisitas a nossos olhos, e, quem sabe, até aos olhos dAquele que traz em Si a própria essência de um amor sem par, sem fim, e sem fronteiras; de um amor sem exceção, e sem acepção de pessoas; de um amor que se nos parece loucura, e que nos foi ordenado que o praticássemos. Ou seja, que nos amássemos uns aos outros. Não que nos amassássemos uns aos outros, literalmente. Ninguém nos garante que, em busca do que priorizamos como de grande significância para nós mesmos, extasiados por um desejo intenso de domínio, pouco nos importando com os outros, não cometamos barbaridades. Trilhando pelos caminhos dos nossos próprios delírios, dominados por uma inexplicável e avassaladora insanidade, detonamos os outros, de qualquer jeito, desrespeitosamente, empurrando-os para bem longe de nós, do nosso convívio, pensando estarmos fazendo alguma coisa de bom, não se sabe para quem, hoje e sempre, e, acentuadamente, nestes tempos pós-modernos, por diversos ou sofisticados meios à nossa disposição, por mísseis ou por fuzis, carros-bomba, ou no corpo a corpo – na mão grande mesmo –, por socos e pontapés, facões ou facadas, porretadas e traições, pelo mais banal motivo ou até mesmo por uma certa limpeza étnica, por exemplo, e outras discriminações – e tudo mais que se possa imaginar. Arbitrariamente, tudo o que possa nos sobrepor aos outros. Este é o amor dos homens! Amor a quê? Amor a quem? A nós mesmos, apenas e tão somente? Às nossas próprias vaidades? Por vermos as coisas apenas sob a nossa própria ótica e cobiça, sob esta nossa deformação de conceitos e práticas, ou até mesmo de caráter, cometemos terríveis delitos – se é que existam delitos que não sejam terrivelmente abomináveis até para nós mesmos, quando portamos nossa sã consciência. Mas que espécie de amor é este que nós tanto celebramos ou exaltamos em prosas, cantos ou versos, e que, a despeito de tudo isso, nós ainda continuamos nos autodestruindo a nós mesmos, e também aos outros, até mesmo por razões fúteis? Que espécie de amor é este pelo qual, levados por ciúme, egoísmo, e poder, nós nos achamos no direito de oprimirmos as demais pessoas, como indivíduo ou como nação, como marido ou como mulher, como pais ou filhos, namorados ou vizinhos, ou mesmo como um transeunte qualquer, desconhecido, que passa ou é jogado pelas ruas, encharcadas por um sentimento anômalo de exploração como se tivéssemos o privilégio exclusivo sobre tudo e todos deste mundo ou sobre a intimidade alheia? Certamente, este é o nosso tipo de amor; o tipo de amor dos homens. Mas, será que, sinceramente, isto é mesmo amor? Para muitos de nós, isso pouco importa, desde que levemos vantagem em tudo. Desde que sejam satisfeitas as nossas vontades; as nossas atrocidades até então enrustidas. Apesar disso, desse tipo de amor, de tiranias, e, muita vez, de muita covardia – com raríssimas exceções, é claro –, é que são feitas as histórias dos homens, desde os mais pobres coitados das crônicas policiais aos ditos mais nobres, aos superpoderosos, ou aos que se acham donos de todo e de quaisquer poderes, aos que são protegidos por seus comparsas, ou àqueles conhecidos como os de colarinho branco, e que pululam as páginas dos jornais, ou os de cujos feitos estejam estampados nas mais afamadas enciclopédias mundiais.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     Porém, diferentemente deste misto de amor e ódio, de guerra e de paz, neste jogo de poderes em que paradoxalmente nos chafurdamos, e, ao mesmo tempo em que somos o próprio alvo, quando não a própria vítima nestes eventos todos, confundindo-nos em tais conceitos num contexto de conflitos sem igual como numa novela que parece nunca ter fim, mas que arraigadamente fixamos tentáculos ao redor do mundo, ou de nós mesmos, a sabedoria divina nos ensina que o amor cobre todas as transgressões, ou melhor, uma multidão de pecados, enquanto que o ódio excita contendas, como se num alerta contra aqueles que rejeitam a mensagem de nos amarmos uns aos outros, ensinada desde o princípio. Por sua vez, o salmista diz que feliz é aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Ou seja, o amor não guarda registro de erros, mas perdoa em resposta ao perdão de Deus, segundo os especialistas, considerando que a história do mundo é a história do ódio, que teve início – e que serviu como padrão – desde o conflito entre Caim e Abel, posto que a maldade sempre odeia a bondade. Esta é a diferença que sempre existirá entre este mundo tão adverso e o povo de Deus, conforme enfatiza o apóstolo e evangelista João na sua primeira carta universal com base em toda a sua experiência de o único apóstolo sobrevivente, e já com sua idade avançada, quando escreveu esta epístola. Porém, como sempre, com todo o seu tom paternal, tanto no terreno da afeição, como no da autoridade que a caracteriza, e contrastando os filhos de Deus com os filhos de Satanás, ou o amor aos irmãos e o ódio ao mundo, o apóstolo destaca que Deus é luz, verdade e amor, e que este mesmo Deus foi revelado em Cristo para que pudesse comunicar a vida eterna àqueles que creem. Estes mesmos eruditos assinalam que o discípulo amado mostra aos leitores de sua carta que os ideais de pureza e amor são dons de Deus comunicados através da Sua autorrevelação, e que, ao mesmo tempo, eles só são reais quando estão em ação, assim como também esta realidade só é possível através do novo nascimento e do perdão dos nossos pecados. “Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus. Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas. Meus irmãos, não vos maravilheis se o mundo vos odeia. Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte. Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele.” Sábias palavras, e divinamente inspiradas, que, com seu estilo direto, provavelmente, sejam a última mensagem apostólica dirigida à Igreja inteira, sem nenhum endereço particular, e que resumem a beleza de uma carta universal. São palavras simples, práticas e claras. São pensamentos ricos e profundos que nos levam a uma atitude resoluta e responsável, a uma ação concreta, a uma tomada de posição sem nenhum vacilo, já que não devemos amar apenas da boca para fora, “de palavra nem de língua, mas por obra e em verdade”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Ah, o amor!... sim,  este amor de Deus... quão maravilhoso seria este mundo se todos o exercitássemos conforme exigem os Seus mandamentos! Quão seríamos muito mais felizes! Sim, porque este é um gesto que confere resultados, não unilateralmente, mas como numa via de mão dupla, dando e recebendo, plantando e colhendo, regando e frutificando, para a glória dAquele que um dia amou o Seu povo com amor eterno e com benignidade o atraiu a Si por meio de um projeto de restauração, de prosperidade e de paz. Este é o sonho que Deus tem reservado para cada um de nós. Sim, ainda hoje este projeto também está à nossa disposição para podermos empregar os dons de Deus em benefício dos outros – eis o resumo de todo o nosso dever e obrigação no exercício deste amor, posto que Cristo deu  Sua vida por nós, por meio deste grande e gracioso gesto. Assim, também, ao alcançarmos algo da grandeza deste amor de Deus, a nós é imposto, igualmente, estarmos prontos a dar nossa vida pelos outros, assim, de pronto auxílio, por meio de nossas obras, tendo em vista a nossa fé. Como crentes cristãos, somos este povo que também navega nesta estrada da esperança, nesta via de duas mãos, na certeza desta nossa salvação, se temermos a este único SENHOR, não por medo, posto que Ele não é um deus de terror nem um deus enganador, que nos promete bem-estares, tranquilidades e paz, e não cumpre, ou que toma de volta, depois, traindo-nos com a Sua própria Palavra; escravizando-nos, humilhando-nos e destruindo todos os nossos sonhos, mesmo nós depositando nele toda a nossa confiança. Nada disso. O SENHOR nosso Deus não é um deus de balelas nem de oba-oba à moda dos homens e dos seus ídolos. Tampouco o Seu projeto de amor se assemelhe à cantilena dos homens, permeada de um sentimento fugaz, de segundas intenções, de emoções baratas, e efêmeras, chamuscada por declarações de afeto superficiais manifestadas apenas com os lábios, mas bem longe do coração. Sem nenhuma sinceridade. Também este amor não pode ser reduzido a meras expressões externas, ensaiadas, cheias de vãs e enfadonhas repetições, esboroando num vazio sem fim e sem nenhum efeito que possa nos edificar ou nos tonificar contra as hostes do inimigo. Só pode mesmo agradar o coração dAquele que nos chamou a aderirmos a um projeto de salvação que nos foi revelado na Pessoa do Seu único Filho, e nosso Senhor Jesus Cristo, com vistas à nossa plena felicidade, posto que prova de amor não há se não doarmos  nossa vida à nosso irmão. E este amor é combinado com a nossa fé na unidade de Deus, que nos cobra obediência a Suas leis, não por medo, mas por amor, como diz o salmista. “Amo os Teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino. Por isso, estimo todos os Teus preceitos acerca de tudo, como retos, e odeio toda falsa vereda.” E mais ainda: “A lei do SENHOR é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos, e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos”.  É isso, este amor de Deus nos faz andar por veredas retas e verdadeiras, longe das hipocrisias deste mundo, como um tesouro que devemos guardar lá dentro do fundo do nosso coração e comprometermo-nos com ele com toda a nossa alma e com todas as nossas forças, assim como também devemos fazer com que as nossas gerações futuras, nossos filhos, e os filhos dos nossos filhos possam igualmente amar a este mesmo Deus como o seu único Senhor, amando-O, obedecendo-Lhe, e dedicando-se inteiramente a Ele como seu único Salvador. Não é a toa que este amor mútuo, que pode ser definido como a perfeição de Deus pela qual Ele é movido eternamente a comunicar-Se, posto que Ele é absolutamente bom, também aparece como a relação humana ideal, longe de ser uma utopia sentimental, posto que deve produzir ajuda prática a quem dela necessitar. Assim, o Senhor Jesus coloca-nos na dinâmica desta “lei régia”, deste grande mandamento, unindo duas escrituras para resumir o nosso dever como homens, nunca dantes interligadas desta maneira. Primeiro, o nosso amor para com Deus, depois, para com o próximo, amando este como a nós mesmos, num mundo onde muitos de nós dizemos que amamos a Deus, mas que desprezamos os demais, principalmente os mais necessitados, dentre tantos outros excluídos por outros quaisquer motivos. Também está escrito que se dissermos que amamos a Deus e odiarmos a nosso próximo, somos mentirosos, “pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a Quem não viu?”  Por Sua vez, o Senhor Jesus também põe fim a qualquer discriminação ao declarar que o nosso próximo é qualquer pessoa, até mesmo o nosso inimigo; aquele que praticou o mal contra nós. Daí, só mesmo o amor consegue nos aproximar de Deus e dos homens. O amor cristão, fraternal, bem entendido, que tem sua nascente em Deus e se expande a todos os homens. Não as nossas enfadonhas cantilenas ou despropósitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Aproximando-se dEle [de Jesus] um dos escribas que os tinha ouvido disputar, e sabendo que lhes tinha respondido bem, perguntou-lhes: Qual é o primeiro de todos os mandamentos? E Jesus respondeu-lhe: O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes. E o escriba Lhe disse: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que há um só Deus, e que não há outro além dEle; e que amá-lO de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios. E Jesus, vendo que havia respondido sabiamente, disse-lhe: Não estás longe do Reino de Deus. E já ninguém ousava perguntar-Lhe mais nada.” – Marcos 12:28-34&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 119:121-128; Deuteronômio 6:1-9&lt;br /&gt;2Tessalonicenses 2:13-3:5; Marcos 12:28-34&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS &lt;br /&gt;[1] João 3:16; 15:12,13,17; 16:27; Romanos 5:8; 1João 3:1; Salmo 36:5-10; 145:9,15,&lt;br /&gt;16; 104:21; Mateus 5:44,45; 6:26; 1Coríntios 1:18,25; Atos 10:34; Romanos 2:11; Efésios 6:9; 1Pedro 1:17; Tiago 4:1,2 &lt;br /&gt;BERKHOF, LOUIS. &lt;em&gt;Teologia Sistemática&lt;/em&gt;. 3.ª ed. revisada. Trad. Odayr Olivetti. São Paulo: Cultura Cristã, 2007. p. 68, 69&lt;br /&gt;[2] Provérbios 10:12; 1Pedro 4:8; Salmo 32:1,2; Romanos 4:7,8; Mateus 18:21,22; Tiago 5:20; 1Coríntios 13:4-7; 1João 3:10-15,18,23; Romanos 13:8&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1500, 1509, 1512 &lt;br /&gt; [3] 1Coríntios 13:1-13; 1Pedro 4:7-11; Jeremias 31:3; Deuteronômio 6:1-9; Salmo 119:127,128; 19:7-10; Mateus 22:37; Tiago 2:8; Levítico 19:18; 1João 4:20; Mateus 5:43-48&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 456, 457, 459-465&lt;br /&gt;DRUMMOND, R. J. e MORRIS, Leon. &lt;em&gt;As Epístolas de João, 1João: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1434, 1435. Reimpressão&lt;br /&gt;MANLEY, G. T. &lt;em&gt;Deuteronômio: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 235.  Reimpressão&lt;br /&gt;BERKHOF, LOUIS. &lt;em&gt;Teologia Sistemática&lt;/em&gt;. 3.ª ed. revisada. Trad. Odayr Olivetti. São Paulo: Cultura Cristã, 2007. p. 68, 69&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Novo Dicionário da Bíblia&lt;/em&gt;. Trad. por João Bentes. Editor org. J. D. Douglas. (editor em português R. P. Shedd). vol. 1. São Paulo: Vida Nova, 1963,1990. p. 71.  Reimpressão&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1015. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7696155905993877222?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7696155905993877222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7696155905993877222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/11/que-nos-amemos-uns-aos-outros.html' title='&lt;strong&gt;QUE NOS AMEMOS UNS AOS OUTROS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-978889098767552383</id><published>2009-10-30T18:08:00.002-02:00</published><updated>2009-10-30T18:49:44.216-02:00</updated><title type='text'>LÂMPADA PARA NOSSOS PÉS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Atende-me, ouve-me, ó SENHOR meu Deus; ilumina os meus olhos para que eu não adormeça na morte"&lt;/em&gt; – Salmo 13:3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SABE-SE LÁ se hoje ainda se diz nos meios daqueles que se consideram engajados intelectualmente, ou coisa parecida, que toda unanimidade é burra. Conceito este que se apregoava, até pouco tempo e de certa forma até imprudentemente, para não dizer de conteúdo preconceituoso, talvez por se distanciar dos demais, ou seja, daqueles que, segundo eles, sejam tachados de plebe, ou de maioria indouta, isto é, a maioria dos detentores de um mesmo pensamento ou sentimento comum sobre determinada prática ou conceito. Tais idéias podem ainda estar tão predominantes em distintas camadas políticas, econômicas ou sociais, dentre outras, assim como também nos mais diversificados segmentos religiosos, incluindo aí até mesmo uma acirrada militância destes tais ditos intelectuais que se enclausuram em suas castas. Mas será que tudo isso ainda faz sentido? E quando se trata de um rápido questionamento sobre os caminhos da fé? Mais ainda de uma fé genuinamente cristã, obviamente, mesmo diante de tanta pregação estranha que se ouve por aí? Como é que ficamos perante tais considerações e atitudes às vezes tão polêmicas, para não dizer contraditórias, ou mesmo catastróficas, se comparadas às vistas da própria Bíblia, em que muitos de nós agimos, assim, como se diz, de pronto, tão de perto, e de peito aberto, sem pejo algum, como verdadeiros cegos, tateando no escuro, sem sabermos a quem recorrer ou em quem acertar em busca até mesmo de uma pequena luz que possa nos direcionar melhor o final de todo este túnel? Quem é que pode nos fazer vislumbrar o brilho das estrelas lá tão alto, as riquezas de uma mensagem puramente cristalina, mesmo estando nós no fundo de um poço tão escuro e profundo que parece não ter fim; que parece tão distante daquela verdadeira luz, sem miragem nenhuma em nossa frente? Em meio a estes conceitos todos, talvez em busca de uma outra unanimidade que já virou modismo, vivemos de miragens, posto que fingimo-nos de mortos como naquelas brincadeiras de criança em que, a um toque ou sinal, elas se autocongelam, e ficam paradas, imóveis, até quando alguém que está dirigindo a brincadeira ordena que se movam, e tudo se inicia novamente e, assim, tudo recomeça repetida e sucessivamente. Mas quem é que está neste nosso comando? Quem é que nos faz mover? Quem é que pode nos descongelar deste marasmo todo, de tantas idéias malucas, inclusive no campo espiritual, deste ciclo vicioso permeado de tanto misticismo ou fanatismo estufado de uma exótica e falsa piedade? Quem é que pode nos livrar da nossa cegueira? Quem é que pode nos levar para bem longe desta letargia, destas emoções baratas – as emoções terrenas, as ilusões deste tão fascinante mundo? Quem é que pode nos trazer de volta para aquilo que fomos realmente chamados, para as nossas legítimas responsabilidades, como homens e mulheres empreendedores de um mundo novo, de novos conceitos, com vistas àquele antigo contexto referente à nossa realidade desta e da outra vida, bem longe desta escuridão das nossas almas, sem deixar de lado todos os nossos sonhos? Sim, porque Deus tem um sonho para cada um de nós que é o sonho dEle de nos trazer de volta para uma vida da graça em abundância, ou seja, para uma vida de plena paz e de comunhão com Ele, graças Àquele que nos ensinou a obedecer e adorar ao Pai em espírito e em verdade, que nos dias de Sua vida terrena, embora sendo Filho, e enquanto homem,  humilhou-Se, sofreu, submeteu-Se às nossas enfermidades e fraquezas, passou pelas angústias da cruz, assim como pela experiência da dor e da tentação, tudo isso por amor a cada um de nós, mas que também aprendeu a obediência, venceu a morte, e foi consagrado Sacerdote para a nossa salvação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Até quando vamo-nos permitir, assim, às cegas, e tão aleatoriamente, que nos comandem sem nenhum prumo quanto ao que possa mudar de uma vez por todas o nosso rumo, inclusive com melhor e mais qualidade de vida, não somente natural, mas também espiritual? Ou será que não mais acreditamos que Deus pode mesmo transformar vidas? Muitos vivem por aí às multidões, perambulando por este mundo afora, escravizados por uma fantasia sem tamanho, sofrendo e fazendo com que os outros também sofram, muitas vezes sacrificando vidas, por prazer e por pura maldade, iludidos por sonhos e promessas vãs, por idéias excêntricas e egoísticas. Até quando? As coisas deste mundo não nos levam a nada, porque são passageiras, e até grotescas. Para que servem todas elas, se depois de tudo, de esbanjarmos tanta mediocridade, ainda chegarmos a perder a nossa própria alma? Ou será que vivemos neste mundo trocando seis por meia dúzia? “Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” Neste exato momento, onde está o meu oração? Onde está o meu tesouro? É de boa qualidade? Quais são as suas qualificações? Quanto e até quando vale? Somos qualificados para a caça a este tesouro? A Palavra de Deus nos aconselha a não errarmos o alvo porque toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das Luzes, em Quem não há mudança nem sombra de dúvidas ou variação, já que devemos pensar nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra. Apesar de expressar a sua angústia pelo grande peso do seu chamado profético, ou seja, do seu ministério, e apesar das respostas de suas orações e encorajamento da parte do SENHOR, o profeta Jeremias é famoso por suas profecias de infortúnios. Porém, numa certa parte da sua profecia, ele teve também que anunciar que o tempo de arrependimento já havia passado para os israelitas, e que o julgamento de Deus já estava decidido contra este povo rebelde. Assim, ele faz previsões de alegria, e conclama que Deus está prestes a realizar um grande e tão almejado sonho: trará de volta para a sua pátria aqueles israelitas que tinham sido conduzidos para Nínive pelos soldados assírios há cerca de cem anos. Assim, quando, surpreendentemente, Deus promete trazer de volta do cativeiro o Seu povo, lamentos, dores e sofrimentos transformaram-se em júbilo em meio àquela multidão em que se incluíam cegos e aleijados, mulheres grávidas e mulheres que deram à luz, dentre tantas outras pessoas. Este era o perfil daquele séqüito que estava voltando à sua terra, e com seus choros e súplicas, o SENHOR estava levantando-os,levando-os e guiando-os aos ribeiros de águas por caminho direito no qual não tropeçariam, proclama o profeta, convidando este povo a louvar, cantando com alegria, a este Senhor que não abandona ninguém, mesmo se tivermos que nos responsabilizar por nossos próprios atos, se tivermos que pagar um alto preço pelos nossos próprios deslizes. Se lutarmos e se pedirmos, sem nenhum tipo de desânimo, seremos atendidos. Com justiça, o Espírito de Deus opera em cada um de nós e nos faz refletir sobre nossos próprios erros, dando-nos a chance de podermos voltar sãos e salvos do cativeiro em que nos chafurdamos sabe-se lá por que e quando, posto que Deus não é como nós, que só nos interessamos pelos mais fortes, pelos mais saudáveis, pelos mais bonitos, segundo o nosso ponto de vista, e desprezamos os mais fracos, os cegos, os coxos, os viciados em quaisquer drogas que alucinam este mundo, ofuscando de todos a verdadeira luz. Como aquela multidão que foi resgatada de seu exílio e trazida com grande alegria para sua terra ante a fartura do seu país, hoje, também nós devemos desfrutar deste regresso aos braços de um Deus que salva todos os coxos e cegos espiritualmente, aqueles que necessitam de salvação, e pedem com suas próprias palavras, não importa se com choros ou lágrimas outras. Aqueles que clamam o nome do Senhor com objetividade, com verdadeiro arrependimento e sentimento de fé no seu coração são atendidos por um Pai que por meio da obediência e méritos do Seu Filho traz-nos de volta a um ambiente de festa e fartura de bênçãos num Reino que não tem fim e que só nos faz bem, consequentemente, posto que nos céus sempre há uma grande alegria pelo pecador que se arrepende, e esta alegria chega até diante dos anjos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         Mas, por que será que quando se fala destas bênçãos, a maioria das pessoas torce o nariz, e muitas delas até mudam de assunto ou saem correndo? Sabe-se lá!... O que se deduz é que o inimigo é muito astuto. Por meio desta astúcia, e utilizando-se das nossas fraquezas, assim como da nossa arrogância e desobediência, o mal entrou no mundo, e este inimigo ainda age no meio de nós, priorizando, assim, a corrupção geral do gênero humano. Desde então, vivemos, igualmente, carregando as marcas desta herança adâmica como se fôssemos equilibristas sobre um fio de navalha, como cegos e coxos exilados espiritualmente, debaixo das sanhas da escravidão dos nossos próprios pecados, se não formos alcançados pelos rumos da salvação nesta nossa longa viagem de volta às exigências da Palavra de Deus revelada nas Escrituras, já que depois desta nossa queda estamos inteiramente debilitados e impossibilitados de levantar-nos por nossas próprias mãos. Necessitamos, então, de um socorro. E de onde vem o nosso socorro? Nos dizeres do salmista, o nosso socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra, já que Deus é o guarda fiel do Seu povo, o nosso protetor e libertador contra qualquer possibilidade de perigo em nossa volta. Segundo os comentaristas, esta presença de Deus é como uma sombra a proteger-nos do calor do sol, e dos raios da lua. A salvaguarda de todo perigo exterior em que qualquer possibilidade de ameaça é contrabalançada pela confiança ilimitada e indubitável no poder e na vigilância do SENHOR, que é o nosso eterno e constante ajudador. A Bíblia diz que em Deus faremos proezas porque Ele é que pisará os nossos inimigos. Em seus lamentos expressados nos momentos de aflição quando o inimigo tentava erguer-se contra ele, seja nas guerras, na doença ou mesmo se estivesse prestes a morrer, diante desta sua extrema tristeza, Davi sempre recorria a Deus, confiantemente: ”Mas eu confio na Tua benignidade; na Tua salvação se alegrará o meu coração. Cantarei ao SENHOR, porquanto me tem feito muito bem”, orava com fé. O próprio Senhor Jesus, enquanto homem, ou seja, nos dias de Sua carne, quando dos tempos de Sua vida terrena, mesmo isento de qualquer infecção do pecado, também não possuía um espírito férreo, nos dizeres de Calvino. Ele mesmo buscou um meio de escape para livrar-Se do mal, “oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas Ao Que O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho (...)”, dando, assim, testemunho da suprema angústia de Seu espírito e, segundo o escritor da carta aos hebreus, expressando a intensidade de Sua tristeza. Assim como os salmistas louvaram a Deus porque Ele ouvia os seus gritos de socorro, assim também os clamores do Senhor Jesus, pedindo pelo livramento da morte, do mesmo modo, foram respondidos, segundo os especialistas, não através de um livramento do horror da cruz, mas através de Sua ressurreição dentre os mortos. Daí, Calvino indicar que o tempo de nossas misérias humanas é limitado; existe um ponto final para o nosso sofrimento, posto que ainda quando somos oprimidos por adversidades, não somos excluídos do rol dos filhos de Deus, ao vermos que adiante de nós vai Aquele que, por natureza, é Seu único Filho. O comentarista ainda ressalta que este fato de sermos contados no número dos filhos de Deus só se dá em virtude da graça de nossa adoção porquanto o Único que possui o direito de reivindicar tal honra nos admite em Sua comunhão. Esta é a nossa segurança, posto que sempre que formos perseguidos, torturados e oprimidos por nossos males, devemos voltar as nossas mentes para o Filho de Deus que suportou o mesmo fardo. É Cristo que marcha diante de nós, não nos dando motivos para qualquer desespero. Também devemos estar atentos para não buscarmos salvação nestes nossos tempos de angústia em nenhum outro senão unicamente em Deus. Os exemplos do próprio Senhor Jesus são os nossos melhores guias para as nossas orações, já que, em nossos momentos de lágrimas e clamores, recomendam-se fervor e sinceridade nas nossas orações. Foi o que fez o cego Bartimeu que gritava desesperadamente para que o Filho de Davi tivesse misericórdia dele, quando Jesus saía de Jericó com Seus discípulos e uma grande multidão a caminho de Jerusalém para doar a Sua vida por amor e que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Diante de tanta insistência, e mesmo sendo repreendido para que se calasse, o cego de Jericó clamava cada vez mais, até que Jesus, parando, pediu para que o chamassem. Assim, Bartimeu lançou fora a sua capa, levantou-se, e foi ter com Jesus que lhe perguntou o que queria que lhe fosse feito. O cego disse: Mestre, que eu tenha vista. E Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou. A Bíblia diz que o cego logo começou a enxergar, e seguiu a Jesus pelo caminho. Quanta lição de vida devemos aprender com as revelações da Palavra de Deus em nossa vida, qual neste rico episódio, se analisarmos pormenorizadamente tudo o que foi dito aqui! A começar que Deus sempre ouve as nossas orações, mesmo quando não nos pareça, principalmente quando elas forem pronunciadas com resolução, clareza e fé. Que estejamos sempre atentos ao toque do Espírito de Deus, para que tenhamos ânimo sempre, não desistindo nunca das nossas petições, posto que somente Deus por meio do Senhor Jesus Cristo, Seu único Filho, é capaz de parar para nos ouvir e restituir-nos a luz através de um milagre que ilumina os nossos pés para podermos ir em frente pelo caminho que Ele pede para segui-lO daí por diante, e para sempre, posto que a Palavra de Deus é lâmpada para os nossos pés, e luz para este nosso novo caminho. Mas será que estamos realmente dispostos a deixar para trás toda uma vida de escuridão para seguirmos a Jesus, como aquele cego de Jericó, depois que enxergou a verdadeira luz? Que Deus nos ajude, e ilumine os nossos corações e mentes!    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Porque todo o sumo sacerdote, tomando dentre os homens, é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus, para que ofereça dons e sacrifícios pelos pecados; e possa compadecer-se ternamente dos ignorantes e errados; pois também ele mesmo está rodeado de fraqueza. E por esta causa deve ele, tanto pelo povo, como também por si mesmo, fazer oferta pelos pecados. E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão. Assim também Cristo não Se glorificou a Si mesmo, para Se fazer sumo sacerdote, mas Aquele que Lhe disse: Tu és Meu Filho, hoje Te gerei. Como também diz, noutro lugar: Tu és sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque. O Qual, nos dias da Sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas Ao Que O podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu  a obediência, por aquilo que padeceu. E, sendo Ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que Lhe obedecem; chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.” – Hebreus 5:1-10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 13; Jeremias 31:7-9&lt;br /&gt;Hebreus 5:1-10; Marcos 10:46-52&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] João 4:23,24; Hebreus 5:7-9; Marcos 14:32-36,39; João 12:27&lt;br /&gt;CALVINO, JOÃO. &lt;em&gt;Comentário à Sagrada Escritura. Exposição de Hebreus&lt;/em&gt;. Trad. Valter Graciano Martins. São Paulo: Edições Paracletos, 1997. 1.ª ed. p. 131&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1468   &lt;br /&gt;[2] Marcos 8:36,37; Mateus 16:26; 6:19-21; Tiago 1:16,17; Colossenses 3:2; Jeremias 30-31; 31:7-9; 19:10,11; Lucas 15:4-10,11-32&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 859, 894   &lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B.&lt;/em&gt; Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 446-455&lt;br /&gt;CAWLEY, F. &lt;em&gt;Jeremias: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 765. Reimpressão&lt;br /&gt; [3] Gênesis 3:1-24; 6:5,11; Salmo 14:1-7; 51:5; 53:3; Romanos 3:9-20; Salmo 60:12; 121:1-8; 124:8; 13:5,6; Hebreus 5:7,8a; Mateus 26:39,42,44,53; 27:46; Marcos 14:36,39; Lucas 22:41,44; Salmo 22:1,24; 116:1; João 3:16; Salmo 119:105; Provérbios 22:6&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.509, 510, 608.  Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 707, 708  &lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1011. Reimpressão&lt;br /&gt;CALVINO, JOÃO. &lt;em&gt;Comentário à Sagrada Escritura. Exposição de Hebreus&lt;/em&gt;. Trad. Valter Graciano Martins. São Paulo: Edições Paracletos, 1997. 1.ª ed. p. 126, 132-134&lt;br /&gt;STIBBS, A. M. &lt;em&gt;A Epístola aos Hebreus: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1357, 1358. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-978889098767552383?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/978889098767552383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/978889098767552383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/10/lampada-para-nossos-pes.html' title='&lt;strong&gt;LÂMPADA PARA NOSSOS PÉS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7814936337509214819</id><published>2009-10-22T18:13:00.002-02:00</published><updated>2009-10-22T18:27:47.879-02:00</updated><title type='text'>SERVIR, E SER SERVIDO  </title><content type='html'>&lt;em&gt;“Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos”&lt;/em&gt; – Marcos 10:45&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUANTAS VEZES já nos deparamos com pessoas aparentemente simples, mas com dons especiais, ou mesmo com lideranças das mais exemplares, personalidades de destaque na Igreja, pessoas das mais participativas, disponíveis para qualquer serviço, que se envolvem ativamente em quaisquer atividades entre os irmãos, e que se dispõem a fazer tudo, inclusive sozinhas, às vezes até dispensando ajudas, mas que, no final das contas, percebemos que muitas destas pessoas querem mesmo é aparecer dentre os demais, impondo-se sobre estes, apenas com o objetivo de solidificarem a sua própria supremacia e controle, além de outras estranhas intenções, causando mal-estares, descontentamentos, e prejudicando o grande bem que poderiam estar fazendo a quem realmente necessite destes seus préstimos que deveriam ser praticados espontaneamente!  Quantas vezes já descobrimos, vimos, ouvimos ou lemos por meio das mais diversas mídias, ilícitos cometidos por personalidades das mais variadas graduações sociais, públicas ou privadas, e até mesmo religiosas, perpetrados apenas com um único intuito: angariar mais e mais poder, fama, riquezas, prazer, ou até encantos para si próprios, apenas e tão somente, e a qualquer preço! Lógico que, depois, estas práticas são costumeiramente negadas, contestadas e desmentidas pelas próprias fontes ou personagens envolvidas ou por aqueles que tomaram como base os próprios fatos para se defenderem ou pagarem seus defensores, recorrendo até aos famigerados recursos, de acordo com a dimensão da cara de pau de cada um dos possíveis arrolados, para não dizer do montante da sua conta bancária. E o que é pior ainda: em geral, posam de ilibados líderes absolutos ao longo da história, sempre vitoriosos, como se nunca tivessem cometido nada demais; como os reis da cocada, dos abacaxis e marmeladas. É a tal inversão de valores, e isso escorrega por todos os poros vivos dos escalões da nossa sociedade, em maior ou menor escala, conforme o perímetro de cada uma de suas células. E esta escalada até vira piada! Curioso hábito que temos de rirmos de nós mesmos, dos nossos próprios erros, da nossa própria desgraça, e que não leva a nada. Não é absurdo tudo isso? Mas quem se aventura a mexer ou remexer nestes contextos todos, nesta fedentina toda, e mudar tais conceitos e comportamentos arraigados há séculos? Ah, coitado, será eliminado da face da terra, literalmente! É a escalada dos tais, dos podres poderes. E os outros, os pobres coitados, os ditos bem intencionados? Que se danem! E os acordos ou conchavos de bastidores, e até mesmo a pressão ou influência dos lobistas? Tudo faz parte do jogo, justificam. E os que não podem arcar com seus próprios defensores, contratar seus próprios marqueteiros? Que se explodem! – lá, intimamente, na versão deles, que se acham os mais espertos deste mundo onde os outros são tidos como otários; que nos fazem viver de mentiras, na grande ilusão desta vida sem sentido, por conta de um desrespeito generalizado, da exclusão ou invisibilidade dos demais, dos mais humildes, dos mais fracos e oprimidos, dos que não têm acesso à informação ou à sua própria defesa; dos próprios excluídos, propriamente ditos. Mas, na verdade, quem é que é o próprio otário? Quem é que sempre insiste em posar isoladamente, e de corpo inteiro, como o tal neste mundo de loucuras mil? Quem é que vive no decorrer destes dias afetadamente em eterno êxtase? Quem não conhece a infeliz expressão: “Você sabe com quem está falando?” Ou, ainda: “Alto lá, eu sou amigo, compadre, apadrinhado – ou sabe-se lá o que mais nestas baboseiras todas – do Dr. Fulano, que é amigo do Dr. Sicrano ...” E por aí vai, diante de tamanha prepotência como se certas posições sociais lhes dessem poder de deuses. Como já dizia certo âncora de um antigo noticiário de televisão ante casos parecidos e veiculados por estas bandas: “Isso é uma vergonha!” É isso mesmo, é uma vergonha para quem preza a honestidade, a humildade, a ética, a sinceridade, a moral, o respeito e, principalmente, o temor a Deus. Ao Deus vivo e verdadeiro, bem entendido. Estes são até ironizados, achincalhados acintosamente, como animais em extinção, espécime rara de uma geração que tomou corpo depois que o pecado entrou no mundo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Regra de fé e prática para os crentes cristãos e fonte inesgotável de ensinamento em que até os que não professam esta mesma fé dela se utilizam, seguindo outras e particulares intenções, a Bíblia, como a revelação da própria Palavra de Deus, e inspirada por Ele, nos alerta que o temor do SENHOR é o princípio do conhecimento e os loucos desprezam esta sabedoria e instrução. O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria porque é Ele Quem nos dá esta sabedoria; da Sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento. E mais: Deus reserva a verdadeira sabedoria para os retos. A sabedoria é o escudo para os que caminham na sinceridade. Mas, por ambição, e dominados pelo desejo de poder e autoridade deste mundo, extrapolamos e confundimo-nos, dada a nossa incapacidade de entendermos as coisas do alto, muitas vezes, colocando tudo a perder. No Evangelho de Marcos, a Bíblia narra a história de um ousado e ambicioso pedido dos filhos de Zebedeu, Tiago e João, que, na frente de todos os outros discípulos, fizeram a Jesus uma proposta, no mínimo, indecente, se considerarmos as sérias reflexões anteriores que o Mestre lhes havia anunciado pela terceira vez a respeito de Sua morte e ressurreição, posto que seria insultado, condenado, flagelado e levado à morte. Por sua vez, o Evangelho de Mateus conta que foi a mãe de Tiago e João que tomou a iniciativa, formulando tal pedido com palavras mais amenas. O nome dela era Salomé, e parece que era irmã da mãe do Senhor Jesus. Neste caso, Tiago e João eram primos de Jesus. Considerada pelos especialistas como a primeira intriga eclesiástica para obter posições destacadas na Igreja, originada de uma maquinação da família Zebedeu contra Pedro – o terceiro membro do trio privilegiado –,estes primos do Senhor exigiram dEle os primeiros lugares na Sua glória, com um deles assentando-se à direita e outro à esquerda de Jesus, como se o Reino Messiânico fosse um reino deste mundo, onde se faz o que bem se entende ou por acordos entre as partes segundo as nossas benesses, desconsiderando, assim, o ensino de Jesus sobre grandeza, o que nos leva a crer que eles ainda tinham muito o que mudar em suas atitudes. O mesmo pode acontecer também com cada um de nós ainda hoje nestes nossos tempos tão atribulados pelas ambições de honrarias e privilégios dos primeiros lugares em tudo, e a quaisquer custos, ou pela nossa ignorância a respeito de Quem outorga o tão cobiçado lugar que não é agraciado por nenhum favoritismo pessoal de ninguém, mas “para aqueles a quem está reservado”, e até mesmo nestes nossos tempos de cegueira espiritual, mesmo que nós tenhamos ouvido e lido, discutido e interpretado corriqueiramente os textos que falam sobre o Servo Fiel, desde como Deus avalia a vida deste Servo, até Este próprio Servo Se apresentar, encarnando-Se feito homem, tomando sobre Si os nossos pecados, e nos dando uma tremenda chacoalhada deste nosso sono estranho como fez com os discípulos por meio de Seus reiterados ensinos, sendo Ele mesmo esta encarnação da Sua própria ética e prática desta Sua própria pregação. O Senhor Jesus não foi de nenhum modo condescendente com a postura dos filhos de Zebedeu e da mãe deles, convencendo-lhes que eles nem tinham noção do que estavam pedindo. E, usando de símbolos poéticos do cálice e do batismo tirados dos tempos passados para representar sofrimento e aflição que o Justo deve suportar para o resgate de muitos, o Senhor Jesus procura revelar-lhes o significado da Sua glória e a realização dos desejos deles. Ainda sem entender, eles preferem embalar-se na ilusão, nos dizeres dos especialistas, de que o cálice a ser participado com Jesus seja delicioso; esperam que seja um sinal de participação à Sua vitória e se declaram dispostos a sorvê-lo. O Senhor Jesus respeita a lentidão deles nesta compreensão dos desígnios de Deus, e anuncia-lhes que um dia eles também participarão com Ele destes Seus sofrimentos e morte, tomando do Seu mesmo cálice, e darão a própria vida em razão da fé deles. Somente muitos anos depois é que eles compreenderam e sentiram o significado de tudo isso em suas próprias peles. Até então, Jesus insistia na Sua severidade, sendo até duro com eles, contra qualquer tipo de ambição para que não se pusesse em risco os fundamentos da Sua doutrina. Ao dar-lhes uma ordem taxativa, o Senhor Jesus não quer deixar dúvidas, incertezas ou perplexidades, confirmam os estudiosos, sobre este assunto. “Sabeis que os que são considerados governadores das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas; mas entre vós não será assim; antes, qualquer que entre vós quiser ser grande, será vosso serviçal; e qualquer que dentre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos. Porque o Filho do Homem também não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Não parece um paradoxo para os nossos dias tais propostas? Até que ponto estamos preparados para levarmos tudo isso a sério na nossa comunidade, nas nossas lideranças, no nosso dia a dia, principalmente nós que sabemos, lemos, ouvimos e discutimos tais ensinos? Como é que consideramos isso dentro e fora da Igreja? Ou isso também não vale para a nossa prática secular? Devemos não esquecer que o que quebrou os corações de pedra dos discípulos de Jesus foi o exemplo que Ele mesmo dá como líder. Qual tem sido o nosso exemplo com relação a essa quebra de paradigmas em meio aos desafios destes nossos dias? Também devemos não esquecer que Aquele que é conhecido como o Filho do Homem, e que herdará domínio e glória, assim como também o Reino, veio humildemente como servo, conforme anunciado desde os mais remotos tempos, para cumprir o projeto de salvação do SENHOR nosso Deus, e nos dar o exemplo que, apesar das dificuldades deste mundo, nós também podemos vencer todas as tribulações e crescer conforme os exemplos do próprio Senhor. É pela fé que somos salvos, e pela fé seremos alcançados pela Palavra por meio deste mesmo Senhor que foi tentado pelo demônio, mas que Se livrou dele por esta mesma Palavra, ou seja, pela Palavra de Deus. Não podemos esmorecer nunca, se é que queremos nos libertar destas ansiedades e ganância por um poder passageiro, por um poder que já nasceu falido, o poder dos homens quando gerado pelo próprio homem. Este mesmo Jesus passou por todas as dificuldades que nós também temos que passar ou já passamos ou estamos passando. Ele conhece os nossos corações e todas estas nossas dificuldades. Ele sabe como é difícil seguir fielmente a Deus, mas que é possível, se nos apegarmos firmemente, e sem desanimar, a Ele, que não teve nenhum pecado, especialmente quando somos provados pelo sofrimento, já que Ele também passou por tudo isso, e venceu. Somente a Palavra de Deus nos liberta. Somente o Senhor Jesus tem autoridade para entender todas as nossas fraquezas. Sempre é tempo para recorrermos a Ele, e o nosso tempo é hoje, para revermos todos os nossos conceitos, posto que somente a Ele “foi-Lhe dado o domínio, e a honra, e o Reino, para que todos os povos, nações e línguas O servissem; o Seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o Seu Reino tal, que não será destruído”. Só que este Seu Reino não é deste mundo. Somente a este Senhor é que devemos servir, não a outro, já que os diversos dons e aptidões nos foram dados por Deus, não para provocarmos divisões entre os homens e nações, ou famílias, mas para a nossa melhor comunhão entre todos nós, juntamente com Ele na cabeça, com vistas à harmonia deste Seu Reino, desde já, e aqui neste mundo que, segundo os Seus planos, ser grande é ser servo, o servo de todos; é ser sempre o último, e não o primeiro, para a dignidade de todos, longe das guerras, das confusões todas que tão bem estamos vivenciando nestes nossos tempos em que as pessoas estão digladiando entre si por qualquer banalidade, e se autodestruindo, não somente a si mesmas ou as suas próprias famílias, mas também o seu próprio ambiente terrestre, o seu próprio meio de vida, ou seja, a própria natureza em que vivemos, assim como a sua própria natureza como ser humano filho de Deus, esquecendo que tudo isso nos foi presenteado pelo divino Criador para que possamos gozar com Ele na Sua glória, que não se restringe à glória somente deste mundo, mas também futura. A glória eterna. Que possamos ter esse ânimo e intenso esforço para continuarmos nesta caminhada, desfrutando a possessão desta bênção a nós reservada – que é atual e futura. Que tenhamos a grandeza daquela humildade tão reiteradamente exercida e ensinada pelo Servo Fiel, e que também possamos ser privilegiados por esta divina graça de fazermos parte deste rol daqueles que zelam pela fidelidade àquele Servo que veio, não para ser servido, mas para nos servir, doando-Se a Si mesmo como inenarrável prova de amor por nós em cumprimento à própria Palavra de Deus no tocante a Seu plano de redenção, dando a Sua própria vida em nosso lugar neste memorável resgate. A Ele, pois, todo o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.   &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, e mais penetrante do que espada alguma de dois gumes, e penetra até a divisão da alma e do espírito, e das juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração. E não há criatura alguma encoberta diante dEle; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos dAquele com Quem temos de tratar. Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão. Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno.” – Hebreus 4:12-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 91; Isaías 53:10-12&lt;br /&gt;Hebreus 4:9-16; Marcos 10:35-45&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] 1Coríntios 12:4-6; Efésios 4:7,8,11-16; Romanos 12:1-8; 1Pedro 4:8-13&lt;br /&gt;[2] Provérbios 1:7; 2:6,7; 9:10; Marcos 1:19; 3:17; 10:35-45;15:40; Mateus 20:20-28; 27:56; João 19:25; Marcos 9:34,35; Isaías 53:2,3,10-12; Atos 12:2; Apocalipse 1:9; Marcos 10:42-45 &lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo:Vida Nova, 1963, 1990. p. 1010, 1011. Reimpressão&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 439-445&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia Sagrada – Nova Versão Internacional&lt;/em&gt;. Trad. pela Comissão de Tradução da Sociedade Bíblica Internacional. São Paulo: Editora Vida, 2000. p. 808 &lt;br /&gt; [3] Marcos 10:45; Isaías 53:11,12; 52:13-53-12; Lucas 22:27; João 13:13-15; Filipenses 2:6-8; 2Coríntios 8:9; Daniel 7:14; João 3:16,17; Mateus 6:13&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1166  &lt;br /&gt;FITCH, W. &lt;em&gt;Isaías: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.732. Reimpressão&lt;br /&gt;STIBBS, A. M. &lt;em&gt;A Epístola aos Hebreus: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1356. Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7814936337509214819?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7814936337509214819'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7814936337509214819'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/10/servir-e-ser-servido.html' title='&lt;strong&gt;SERVIR, E SER SERVIDO  &lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-591926046849021879</id><published>2009-10-18T17:09:00.003-02:00</published><updated>2009-10-18T17:21:45.241-02:00</updated><title type='text'>SEM DESCULPAS EVASIVAS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-Me”&lt;/em&gt; – Marcos 10:21b&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOSSA VIDA é feita de escolhas. Pode até ser que terceiros venham nos influenciar, mas, no final, na hora de bater o martelo, somos nós mesmos que temos que escolher qual caminho seguir, seja em termos de ideais ou definição de toda uma vida que vale, em geral, para sempre. E isso nos trará sérias repercussões que podem deixar rastros dos mais variados possíveis para o resto da nossa vida. Amargos ou não, são rastros que  absorvem as marcas de uma decisão definitiva que somente a nós pertence, já que temos que fazer a nossa parte por mais difícil que seja tomar tão extremada iniciativa. Muitas vezes isso se torna em grande e complicado dilema, uma incógnita que nos perguntamos se realmente vai valer a pena. Porém, a resposta só a teremos quando mergulharmos de cabeça, e irmos até o fundo,  às vezes à custa de muitas lágrimas, posto que nada daquilo que seja sério nesta nossa vida seja adquirido, assim, como se diz, de mão beijada, subitamente. Ou seja, com facilidades. Sem contar que certas tomadas de decisão ainda podem respingar sequelas em quem estiver por perto ou ligado a nós, ou de um jeito ou de outro, interferindo em suas decisões e destino. É como se fôssemos postos à prova a todo instante num teste de resistência para podermos contar mais tarde, não se sabe para quem ou como se fosse um ótimo ensejo para uma reflexão, depois, que sirva talvez para nossos filhos ou para os outros de uma possível e futura consangüinidade ou mesmo para contarmos numa roda de amigos como experiência de vida. Ou ainda que sirva de pauta na mídia como um belo exemplo a ser especulado diante dos infortúnios do nosso tão atribulado dia a dia em que vivemos até mesmo atordoados diante de tantos conflitos e contrassensos. Só que muitas vezes muitas águas vão rolar, muitos corações vão sangrar, vão verter nossas seivas corpos adentro, e ardentes, dilacerando uma vida inteira que só continua graças ao incomensurável amor dAquele que sabe todas as coisas, como sempre, o SENHOR nosso Deus, depois de um rio que foi passando aos trancos e barrancos rasgando e deixando feridas neste desafio constante de querer seguir em frente. De querer seguir até o fim. De querer ser gente, não qualquer coisa à toa fincada na proa desta embarcação que voa de vento em popa sem pedir passagem nem medir esforços até aquele inevitável dia. Ou seja, a nossa vida tem que continuar, já que todos temos as nossas responsabilidades, posto que também vivemos de propósitos e de propostas que nos incumbiu o divino Criador antes mesmo da fundação do mundo. Antes mesmo de sermos criados, tendo em vista a onipresença e a onipotência deste nosso poderoso Deus que nos sonda e nos conhece desde os nossos próprios pensamentos, assim como todos os nossos próprios caminhos. Daí, a importância de sabermos discernir as vias e vielas, portas e janelas, assim como as veredas e entranhas destas nossas escolhas, por onde elas vão seguir, em que vão dar e nos levar depois, aonde e quando elas vão chegar, e se elas vêm mesmo de Quem no-las outorgou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     É certo que no roteiro desta nossa viagem muitas coisas nos chamam atenção e nos atraem. Muitas não passam de lisonjeiras tentações. É certo também que não conseguimos alcançar todas elas, nem tudo o que queremos, nesta vida, mas escolher uma significa renunciar à outra ou a muitas outras. Veja a história de Salomão. Ele não pediu os desejos comuns de um monarca qualquer, ou seja, vida longa, riquezas ou a morte de seus inimigos, mas, preferiu a sabedoria e o conhecimento a todos os outros bens deste mundo. A escolha de Salomão foi tão considerada por Deus e marcante no seu reinado que lhe foram dados tantas riquezas, bens e honra os quais não teve nenhum outro rei antes dele, e nem depois dele haverá, ratifica a Bíblia, cujos especialistas identificam este esplendor e poder do reinado de Salomão como o resultado da sabedoria divinamente conferida a ele. No decorrer de toda a nossa vida temos que fazer, desfazer ou refazer as nossas próprias escolhas, todos os dias, e sobrevivermos a todos estes procedimentos, superando obstáculos, dimensionando o tamanho dos nossos sonhos, das nossas metas e de como encararmos o nosso porvir, individualmente ou em nossa comunidade, seja como instituição pública ou privada, laica ou religiosa, ou como liderança em cada uma delas, e mesmo como pais dentro da nossa própria família, tendo em vista um projeto de vida criativo, que produza resultados positivos, que sirva de lenitivo e preencha possíveis deficiências ou quaisquer outras lacunas, e que contribua para o bem-estar e qualidade da nossa própria sobrevivência, e também dos outros, o que nos leva a refletir sobre qual o formato deste projeto que idealizamos para hoje e para os próximos anos de toda a nossa vida. Como andam as nossas escolhas para alcançarmos tais objetivos? Quais as personagens deste plano? Temos colocado estas escolhas diante de Deus? Qual é o plano de Deus na dimensão destes nossos planos e escolhas ou vice-versa? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Dizem os especialistas que, em sua sabedoria, Salomão prefigurou a nosso Senhor Jesus Cristo, que, por meio do Seu Reino próspero e pacífico, representa uma nova liderança da dinastia de Davi por ser também a sabedoria e o poder do Deus encarnado e em Quem estão ocultos todos os tesouros desta sabedoria e desta ciência. Consideram ainda que esta sabedoria e poder de Deus não são forças abstratas, mas, sim, qualidades pessoais que se manifestam plenamente na vida, nos ensinos, na morte e na ressurreição do Senhor Jesus. Como Filho de Deus, este mesmo Senhor, em Cristo, foi escolhido pelo Pai para resgatar um povo que este mesmo Deus escolheu para ser Seu. Moisés também foi escolhido por Deus para livrar o povo hebreu da escravidão egípcia, e levá-lo a uma terra fértil, boa e larga que mana leite e mel. Moisés e Cristo são comparados quanto à fidelidade e contrastados quanto à honra. Mediador humano do antigo pacto, Moisés foi chamado apenas para ser servo, embora um servo especial, e sem paralelo, do SENHOR. Tinha o privilégio de falar face a face com Deus e ver a Sua forma. Os israelitas traçavam até ele seu senso de posição e chamada como povo consagrado de Deus. “E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar”, diz a Bíblia. Porém, como agente da criação, Cristo merece a honra como o construtor divino de todas as coisas e, “como Filho, sobre a Sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até o fim”, confirmam os estudiosos, assim como as próprias Escrituras, concluindo que, semelhantemente aos israelitas, os crentes são dedicados e chamados por intermédio do Senhor Jesus, o Mediador do novo pacto, “porque, assim, o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos.” Moisés e Cristo, ambos escolhidos e, obedientes a um chamado, também tiveram o privilégio de escolher, abraçando um mandado do SENHOR nosso Deus e Pai quanto à realidade da esperança  e a confiança de um mundo melhor; de um povo regenerado, assim como a herança da vida eterna, longe das armadilhas do pecado. Herança esta que ainda hoje nos leva a refletir sobre as influências das nossas próprias escolhas em nossa vida presente e futura. A Palavra de Deus, segundo os Evangelhos sinóticos, narra o episódio de um jovem rico a quem o Senhor Jesus propõe uma decisiva escolha, quando este jovem Lhe pergunta o que faria para herdar a vida eterna, a que Jesus respondeu: ou segui-Lo, renunciando a todos os bens que possuía, vendendo-os todos, ou dando-os aos pobres por conta de um tesouro no céu; ou ficar com tudo, e não segui-Lo. Diante desta resposta do Senhor, a Bíblia diz que o jovem “pesaroso desta Palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades”. Então, Jesus disse a Seus discípulos: “Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no Reino de Deus!”, enquanto Seus discípulos admiravam-nO ainda mais, e perguntavam entre si: “Quem poderá, pois, salvar-se?” Jesus, porém, olhando para eles, disse: “Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis”. É certo que a Palavra de Deus não está de brincadeira para com nenhum de nós, posto que ela trata da nossa própria salvação, de uma situação que, em especial, consta nos planos e propostas de Deus para cada um de nós. Deus nos deu a liberdade de escolha, sim, porque Ele não é nenhum impostor,  nenhum déspota, mas também nos deu a responsabilidade para podermos fazer tais escolhas e arcarmos com as consequências das nossas decisões, conforme aquilo que Ele tem traçado para o bem de cada um de nós desde os mais remotos tempos, posto que Ele é pura benignidade. O Senhor não nos quer para o mal, e nem nos faz mal algum, nós é que nos entrincheiramos por caminhos estranhos e adversos, iludidos por falsos poderes, afastando-nos daquilo que Ele tem para nos oferecer. O salmista diz que a lei de Deus é uma delícia para ele, e ainda: “As Tuas mãos me fizeram e me formaram; dá-me inteligência para entender os Teus mandamentos”. Por piores que possamos estar em qualquer situação, por mais que as consideremos intransponíveis diante das dificuldades, devemos sempre ter fé e encarar tudo de frente porque aquilo que pensamos ser impossível para nós, para Deus tudo é possível, já que é o Deus da nossa salvação. O SENHOR é a nossa luz, a nossa salvação, a força da nossa vida. A quem temeremos? De quem nos recearemos? A Palavra de Deus é exigente, sim, porque ela é poderosa para nos salvar de qualquer caminho errado em que nos infiltremos ou por ignorância ou por arrogância nossa ou soberba própria dos homens. Nós só temos é que obedecer. Por tudo isso é que temos que tomar decisões radicais em nossa vida, pois se nos é dada a chance de escolher, também temos o privilégio de sermos escolhidos, e quando Deus nos escolhe, não há outro jeito, é segui-Lo, sem desculpas evasivas, e ponto final. Dos céus, o SENHOR nos chama, convocando-nos a sermos perseverantes na fé, a irmos em frente, se as nossas escolhas são realmente verdadeiras, ou seja, do agrado dEle. Ele também nos chama para os céus, uma pátria superior e eterna herança daqueles que são chamados, já que esta é uma herança e, se assim o é, não se ganha, não se conquista como prêmio, como recompensa por nossas boas obras, mas é dada gratuitamente, é dom de Deus, porque pela graça somos salvos, por meio da fé; não vem de nós nem das nossas obras, para que ninguém se glorie. A nossa salvação vem apenas do SENHOR nosso Deus por meio da soberana iniciativa divina, e não por esforços humanos. Nós só temos é que cumprir as nossas obrigações, fazer a nossa lição de casa; o resto é com o nosso Salvador, pelo Seu imenso amor intermediado pelos méritos do Senhor Jesus, não pelos nossos, pois não temos mérito nenhum que possa nos levar a sermos salvos por nós mesmos. Que o Espírito de Deus nos oriente neste sentido, hoje e sempre, diante de todas as nossas escolhas.      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Então Jesus, olhando em redor, disse aos Seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no Reino de Deus os que têm riquezas! E os discípulos se admiraram destas Suas palavras; mas Jesus, tornando a falar, disse-lhes: Filhos, quão difícil é, para os que confiam nas riquezas, entrar no Reino de Deus! É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no Reino de Deus. E eles se admiravam ainda mais, dizendo entre si: Quem poderá, pois, salvar-se? Jesus, porém, olhando para eles, disse: Para os homens é impossível, mas não para Deus, porque para Deus todas as coisas são possíveis.” – Marcos 10:23-27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 119:73-80; Amós 5:6-8&lt;br /&gt;Hebreus 3:1-6; Marcos 10:17-31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Salmo 119:73; 139:1-24&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 432-438 &lt;br /&gt;[2] 1Reis 3:3-15; 2Crônicas 1:7-12; 1Reis 10:14-29&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 394, 395, 499 &lt;br /&gt;ELLISON, H. L. &lt;em&gt;1 e 2Crônicas: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.417. Reimpressão&lt;br /&gt;ELLISON, H. L. &lt;em&gt;1 e 2Reis: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.354. Reimpressão&lt;br /&gt;[3] Isaías 11:1,2; Mateus 1:1; Colossenses 2:3; 1Coríntios 1:24,30; Romanos 1:4,16; Jeremias 2:7; Êxodo 3:8; Hebreus 1:2,10; 3:1-6; Números 12:5-8; Hebreus 2:11; Mateus 19:16-30; Marcos 10:17-31; Lucas 18:18-30; Salmo 119:73,77; 27:1-3; Hebreus 9:15;   11:16; 12:25; Salmo 3:8; 68:19,20; Efésios 2:8,9&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 804, 1466&lt;br /&gt;STIBBS, A. M. &lt;em&gt;A Epístola aos Hebreus: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1353, 1354. Reimpressão&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1009, 1010.  Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-591926046849021879?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/591926046849021879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/591926046849021879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/10/sem-desculpas-evasivas.html' title='&lt;strong&gt;SEM DESCULPAS EVASIVAS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-5922473645265406455</id><published>2009-10-08T19:12:00.003-03:00</published><updated>2009-10-08T22:55:44.454-03:00</updated><title type='text'>MATIZES E SEQUELAS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne” &lt;/em&gt;– Gênesis 2:24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TALVEZ seja mesmo por conta deste relativismo ético que somos impossibilitados de refletir com mais afinco a respeito dos fundamentais valores que sustentam a sociedade em geral e, de maneira especial, as instituições que governam os cidadãos, notadamente naquilo que diz respeito à promoção do catalisador vital da nossa sociedade, que é a família. Relativismo este que alguns especialistas concordam que parece permear a hodierna sociedade consumista destes nossos dias tão egoisticamente envolvida consigo mesma, sem nem mesmo distender um olhar a seu derredor, a não ser a seu próprio umbigo. Em meio a esta inversão destes valores éticos e morais vivemos chafurdados numa violência generalizada, não somente a violência física propriamente dita esparramada pelos campos e cidade, e até dentro da nossa própria casa, que é uma lástima, cuja convivência alcança um nível insuportável atingindo a todas as classes sociais sem distinção de idade, mas também um outro tipo de violência que nos agride em nosso íntimo, em nossa conduta espiritual, em que a fé que professamos parece estar desvirtuada e que, se não nos cuidarmos, cairemos na lábia desta pós-modernidade avassaladora e tão bem difundida, inclusive pela própria mídia, e sermos até tachados de caretas, de fora de moda ou de conceitos outros mirando no sentido de que somos muito ortodoxos, muito apegados a certos costumes e padrões tradicionais, e que isto não cabe mais no mundo de hoje, como se fôssemos pregoeiros do anacronismo, dos mais bárbaros procedimentos humanos, só porque optamos por seguir intransigentemente, mas sem fanatismo, aquilo que acreditamos ser nossa regra de vida e prática em nosso cotidiano; aquilo que aprendemos desde criancinha. Ou seja, aquilo que nossos pais e nossos antigos professores nos ensinaram desde aqueles longínquos tempos com tanto esmero em volta da mesa da cozinha de nossa casa ou nas aulas de estudos bíblicos, respectivamente. Talvez por conta deste relativismo ético é que estes valores morais caíram em descrédito e desuso, e nada mais nos escandaliza, já que tudo é possível neste mundo de ninguém, ou melhor, dos homens. Será que perdemos a noção das coisas? Por onde anda a seriedade no trato destes valores? O que nos dá o direito de jogarmos tudo na lata de lixo e vivermos de cabeça para baixo, andando para trás, e pensando que tudo isso seja o máximo? Será que perdemos a nossa autoestima, o nosso amor próprio, o nosso amor pelos outros, por conta de certos modernismos que só nos fragilizam naquilo que possa nos edificar em nossa dimensão individual quanto em nossa dimensão comunitária? Vivermos por quê? Vivermos para quê? Crermos no quê? Crermos em quem? Assim, o que se ouve são declarações sobre a falência das instituições, e dos seus representantes legais, inclusive daquelas constituídas pelo próprio Deus, como é o caso da família cristã – a mais antiga e a mais básica das instituições humanas. E agora? Como convivermos em meio a tudo isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Talvez de toda esta paisagem social pincelada com seus valores éticos e morais, dentre outros, a moldura deste quadro seja a própria família com todos os seus matizes e sequelas que tem como pano de fundo a figura essencial dos pais, homem e mulher, tal qual o SENHOR os criou como a excelência de Suas criaturas antes da entrada do pecado no mundo, destacando aí o papel do homem como o chefe deste cenário ao lado de sua companheira e ajudadora, além dos filhos gerados por eles. Os especialistas nos lembram que a Bíblia acentua a importância da família como uma unidade espiritual e base do treinamento para um caráter adulto e maduro, assim como também a Palavra de Deus descreve uma clara estrutura da autoridade dentro deste contexto, pela qual o marido conduz sua mulher e os pais conduzem os filhos. Acentuam, porém, que, como toda liderança deve ser exercida como uma forma de ministério, em vez de uma tirania, assim esses papéis de liderança doméstica devem ser cumpridos em amor. E é esse amor que deve entremear toda a estrutura familiar, já que o amor cristão tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta e supera, e nunca falha, diferentemente do que se ouve por aí em alto e bom som com todas as letras, versos e emoções nos ritmos de sucesso musical. Não que não seja bom sermos românticos, cantarmos ou fazermos poesias para o nosso ser amado ou elogiá-lo, reconhecendo suas qualidades, seus valores. Não que não devamos instruir nossos filhos sobre estes valores de convivência social, sobre ética e cidadania, tendo como base muita sabedoria e a lei do amor. Quem é que não gosta de carinho; de ser amado? Entretanto, além de tudo isso, também devemos estar atentos a outros deveres domésticos, posto que são mandamentos do SENHOR nosso Deus. E mandamentos se cumprem; são leis. O quarto mandamento exige que o chefe de família conduza toda a sua família para que consagre a Deus os tempos determinados em Sua Palavra, particularmente um dia inteiro em cada sete, para ser um dia de santo descanso a Ele dedicado. Já o quinto mandamento exige que os filhos respeitem os seus pais e se submetam a eles, e mais longe ainda: que se observem a conservação da honra e o desempenho dos deveres pertencentes a cada um em suas diferentes condições e relações, como superiores, inferiores, ou iguais. O apóstolo Paulo já aconselhava a Igreja de Colossos com relação a atitude cristã para com suas afinidades dentro da família, seguindo a mesma trilha de outros escritores bíblicos no que diz respeito a este mesmo assunto.  “Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas. Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais, porque isto é agradável ao Senhor. Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.” Nada mais atual para nossos dias. É a Palavra viva no decorrer da história nos alertando para que a família deve ser uma comunidade de ensino e aprendizado a respeito de Deus e da piedade. É a Palavra viva nos lembrando que as crianças devem ser instruídas e encorajadas a usar essas instruções como base para sua vida prática, e que a disciplina deve ser usada como forma de treinamento corretivo para conduzir estas crianças para além de tolices pueris, à sabedoria do domínio próprio; para além dos desvios de conduta. Só que nunca podemos esquecer que tudo isso deve ser instruído com base no amor, conforme insistem os especialistas que afirmam que desenvolver uma vida familiar forte é sempre uma prioridade no serviço de Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     De um jeito ou de outro, somos o reflexo da nossa própria família. Um dia ou outro vamos perceber, como diz uma canção popular, que somos como os nossos pais. A nossa base está na nossa própria família, a célula-mãe de toda a nossa vida, e o casamento sela esta relação exclusiva na qual um homem e uma mulher se entregam mutuamente um ao outro numa aliança vitalícia e, com base nesse voto solene, eles se tornam “uma só carne”. Não somente para a nossa comunidade, mas, e principalmente, para Deus, esta é uma aliança que nos compromete na qualidade de nos completarmos um ao outro, como homem e mulher, e podermos participar da obra criativa de fazer um novo povo. Assim, é importante estarmos unidos numa mesma fé com vistas a um mesmo fim, ou seja, o privilégio de participarmos da criação juntamente com Aquele que nos outorgou o dom da vida para o bem e consolidação da nossa espécie. Tudo isso só pode vir de um grande ato de amor. Não é brincadeira nem pura emoção ou medo de viver, e algo que o valha. É plano do divino Criador numa chance de podermos participar da Sua própria criação. Não é nenhum experimento para ficarmos até quando der certo, e, se não der, joga-se fora. É uma aliança constituída por Deus para proteger a Sua mais excelente criatura com base num amor recíproco entre o homem e a mulher, assim como também num compartilhamento de conquistas da felicidade, já que ninguém consegue viver feliz sozinho, precisa de alguém a seu lado igual a ele. É uma aliança, primeiramente, com Deus, depois, para o que der e vier num tempo de crescimento e novas descobertas recíprocos, de busca de um projeto comum, de um crescimento também espiritual, de preparação para partilhar alegrias, e até mesmo tristezas, e responsabilidades. Não são dois indivíduos separados, mas uma só pessoa, com projetos comuns. Por isso é que “deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma só carne”, evidenciando, assim, a sua íntima interdependência. Não adianta um estar indo por um lado e o outro por outro. Têm que estarem ligados na mesma direção, na mesma sintonia, posto que se um cair, o outro também cairá. É sério isso! Tanto é que nem todos têm condições de encarar este ministério. Nem todos estão capacitados para o casamento. Dizem estes que esta é uma instituição falida. Balela! O SENHOR nosso Deus não institui algo tão importante para deixar quebrar depois. Esta não é uma instituição criada por homens. Queremos é fazer as coisas a nosso modo, isto sim. Mas Deus só permite do jeito dEle, pois, segundo a Sua soberana sabedoria, já pressentia os estragos que faríamos se fosse à nossa maneira. Paulo já dizia para aqueles que não têm dom para o casamento que é melhor não casarem. “Cada um ande como o Senhor o chamou. Cada um fique na vocação em que foi chamado”. Por isso o Senhor preserva aqueles que fazem a escolha certa. Diante de tantas tentações, de tantas exposições e divulgações contrárias, é certo que não é fácil entender que a indissolubilidade do casamento, a monogamia, a castidade não são imposições duras e contrárias à razão para os dias de hoje. O que temos que entender é  que elas foram estabelecidas para a defesa da dignidade do homem e da mulher. Diante da banalização dos princípios éticos e morais, assim como da nossa própria cidadania, não só no seio da nossa comunidade, mas, e principalmente, perante Deus, seria oportuno repensarmos os nossos conceitos porque qualquer escolha contrária ao projeto de Deus em qualquer instância de nossa vida poderá causar prazer, mas não trará a felicidade. Talvez tenhamos que voltar a sermos crianças para entendermos tudo isso. O Senhor Jesus, que está acima de todas as criaturas, humilhando-Se, chegou até o nosso nível; mesmo sendo grande Ele é um de nós. Viveu os nossos sentimentos, as nossas emoções. Passou por todas as nossas experiências, até o sofrimento e a morte. Só não pecou. Portanto, somente Ele tem autoridade e condições de nos entender, principalmente quando erramos Somente Ele pode nos resgatar dos nossos erros, dos nossos pecados. Devemos também nos espelhar na figura de Jesus, perdoando aqueles que provavelmente também machucamos em nossas relações erradas, talvez por nossa própria ignorância. O Senhor sabe todas as coisas. Somente ele pode nos perdoar. Uma bela imagem que deve ficar em nossas mentes, assim como também deve permanecer  gravada em nossos corações, é aquela descrita pelo salmista quando fala que aquele que teme a Deus será abençoado na sua família. Primeiramente, este será abençoado em seu trabalho e no seu lar, depois, na prosperidade nacional e da sua família. É imprescindível o temor e a vontade de Deus quando fazemos qualquer escolha, principalmente quando sabemos que estas nossas opções serão para sempre. Que Ele nos oriente nestas horas, muitas vezes tão difíceis, por estarmos apenas enxergando pelos olhos da nossa carne, por uma visão passageira e humana de nossa parte. Que o Espírito de Deus não nos abandone nestas horas, tendo em vista o infinito amor de Deus; e por meio do Senhor Jesus, que intercede pelos nossos pecados. &lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Bem-aventurado aquele que teme ao SENHOR e anda nos Seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem. A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao SENHOR. O SENHOR te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém em todos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobre Israel.”– Salmo 128:1-6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 128; Gênesis 2:18-24&lt;br /&gt;Hebreus 2:9-11; Marcos 10:2-16&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] 1Coríntios 10:12; Provérbios 22:6&lt;br /&gt;SCAVOLINI, F. &lt;em&gt;Toffoli, STF, família e aborto&lt;/em&gt;. In: Folha de S.Paulo, &lt;br /&gt;6 out 2009, Opinião, seção Tendências/Debates. p. A3 &lt;br /&gt;[2] Gênesis 1:26-31; 2:18,20-22; 1Coríntios 11:3,8; Efésios 5:22-6:4; Colossenses 3:18-21; 1Pedro 3:1-7;  1Coríntios 13:1-8a,13; Êxodo 20:8-12; Levítico 19:30; Efésios 6:1-4; Romanos 12:10; 13:1,2; Gênesis 18:18,19; Deuteronômio 4:9; 6:6-8; 11:18-21; Provérbios 22:6; Efésios 6:4; Provérbios 1:8; 6:20; 13:24; 19:18; 22:15; 23:13,14; 29:15,17; 3:11,12; Hebreus 12:5-11  &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas teológicas. p. 1408&lt;br /&gt;KEVAN, E. F. &lt;em&gt;Gênesis: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.85.  Reimpressão&lt;br /&gt;ITHEL JONES, J. &lt;em&gt;A Epístola aos Colossenses: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1294. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Breve Catecismo de Westminster&lt;/em&gt;. 2.ª ed. Trad. por Igreja Presbiteriana do Brasil. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. p. 51-56. Reimpressão&lt;br /&gt;[3] Gênesis 2:18-24; Malaquias 2:14; Mateus 19:1-12; Marcos 10:1-12; 1Coríntios 7:1-40; Hebreus 2:9-11; Salmo 128:1-6 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas teológicas. p. 1090 &lt;br /&gt;KEVAN, E. F. &lt;em&gt;Gênesis: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.85.  Reimpressão&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 421-429&lt;br /&gt;STIBBS, A. M. &lt;em&gt;A Epístola aos Hebreus: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1353. Reimpressão&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1008.  Reimpressão&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.611. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-5922473645265406455?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5922473645265406455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5922473645265406455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/10/carne-da-mesma-carne.html' title='&lt;strong&gt;MATIZES E SEQUELAS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7542174455621798847</id><published>2009-09-28T04:06:00.001-03:00</published><updated>2009-09-28T04:11:33.333-03:00</updated><title type='text'>DE MÃOS LIMPAS</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Não lho proibais; porque ninguém há que faça milagre em Meu nome e possa logo falar mal de Mim”&lt;/em&gt; – Marcos 9:39b&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NESTE mundo em que tudo é para ontem, tudo é rápido, como se estivéssemos fugindo do bicho papão, ou sabe-se lá de quê, apenas por insistirmos estar na crista da onda, e por priorizarmos estar sempre à frente dos nossos antagonistas, fazemos de tudo para podermos aparecer utilizando-nos de meios dos mais absurdos possíveis e impossíveis que passam por nossa imaginação, quando não lutamos com unhas e dentes em busca deles, doa a quem doer, apenas para que nossos intentos sejam satisfeitos. As intenções aí são das mais diversas, assim como as vias para acessarmos e chegarmos até a consumação delas. Hoje, diante de todos os meios à nossa disposição, muitos de nós em vez de ajudarmo-nos uns aos outros, prevenindo estas más intenções com vistas a um mundo melhor e de paz, envolvemo-nos em toda esta agitação, e damos as nossas próprias mãos, sujando-as até então. Não que não devamos ser eficientes na excelência daquilo que propomos ou que não devamos batalhar por aquilo que cremos e queremos, mas que estejamos bem longe das intrigas, ciúmes, invejas, orgulhos, presunções e fanatismo deste mundo. Tudo isso não nos leva a nenhuma edificação – nem de nosso corpo nem de nossa alma nem de nós mesmos, como um todo, na nossa comunidade, na nossa família, nos nossos filhos, e diante de todos os demais. Entretanto, nos iludimos, pensando estar com aquela corda toda, posto que em menos ou mais dia, atrelada a nosso pescoço, esta ruirá do mais alto que estivermos. É quando já é tarde! Ou já vamos tarde? Depende do lado em que estivermos. Mas como de coisas ruins não nos descartamos tão fácil assim, muitos de nós ainda continuamos engrossando as fileiras dos adeptos daqueles que não importam que falem, mesmo que falem mal, mas que falem de nós. Assim, o importante é estarmos na boca do povo, custe o que custar, não importa o teor desta falação. “Falem mal, mas falem de mim”, confirma um certo homem público bem conhecido por seus caracteres pouco ortodoxos de gerir o erário, além da sua autoria de outros tantos fiascos. “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo”, alerta o apóstolo Paulo, preocupando-se com as necessidades e interesses dos outros, posto que este seja o melhor alvo para onde deveríamos direcionar todos os nossos atos, estando nós em que esfera estivermos na sociedade, sem nenhuma retórica ou hipocrisia; sem nenhum exclusivismo arrogante e sectário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Na sua difícil missão de conduzir o povo eleito, em meio a exigências, idolatrias, revoltas e murmurações, Moisés, apesar de haver-se dedicado totalmente ao serviço do povo de Deus, e de considerar pesado este seu cargo, ele também se emocionava com as lágrimas dos israelitas. Por meio de suas orações, Deus lhe ouvia, e respondia os seus pedidos. Foi assim que lhes vieram o maná, as codornizes, os 70 anciãos para ajudarem Moisés, dentre outras promessas cumpridas pelo SENHOR nosso Deus. “Escolhe 70 homens que estejam em condições de colaborar contigo; sobre eles farei descer o mesmo Espírito que se encontrava em ti”, disse Deus a Moisés, e assim o fez, de modo que, “quando o Espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas, depois, nunca mais”; servindo para autenticar a liderança destes anciãos. Ora, havia dois anciãos do povo, Eldade e Medade, que, embora não tivessem participado daquele evento dos 70, também receberam o Espírito de Deus e se tornaram profetas, exatamente como os outros 70 anciãos. Armou-se uma grande confusão, posto que pessoas estranhas tinham recebido o mesmo dom de Deus, sem fazerem parte do grupo dos escolhidos. Escandalizado com este acontecimento, Josué, servo de Moisés, e eminente personagem no seio dos israelitas, receando pela reputação do seu senhor – o único a quem competia a suprema direção do povo –, pediu para que Moisés interviesse a fim de impedir que aqueles dois homens profetizassem. Sem sentir qualquer ponta de inveja pelos demais auxiliares, na sua grandeza de ânimo, segundo os especialistas, Moisés simplesmente respondeu, alegremente: “Tens tu ciúmes por mim? Quem me dera que todo o povo do SENHOR fosse profeta, e que o SENHOR pusesse o Seu Espírito sobre ele!” Esta é a Palavra de Deus! Que excelente exemplo para todos nós, principalmente para quem tem ou almeja algum cargo de liderança secular ou no ministério eclesiástico. Qual seria a nossa postura, igual à de Josué ou à de Moisés, diante de nossos colaboradores? Será que somos nós que comandamos o Espírito de Deus ou Ele age como, quando e em quem quiser? Será que a escassez de resultados e o excesso de nossas preocupações não dependem, pelo menos parcialmente, de nós que estamos na liderança e achamos que podemos resolver tudo sozinhos? Até que ponto, por ciúmes, inveja ou insegurança, não boicotamos o bom andamento de um trabalho, as esperanças e sonhos de nossos auxiliares com medo de perdermos o nosso lugar de destaque na empresa, na Igreja ou em qualquer outra instituição, ignorando que, se Deus realmente nos deu qualquer posição em qualquer lugar, ninguém a tirará de nós? É bonito despejarmos elogios a alguém diante dos aplausos de uma efusiva platéia. Mas será que estamos sendo realmente sinceros ou fingindo de bonzinhos pela causa de um possível proveito próprio? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     É certo que ás vezes é difícil distinguirmos quem realmente está conosco ou quem está contra nós neste mundo hipócrita e calculista. É certo que também não é fácil apontarmos quem são nossos amigos ou inimigos. Alguém pode se declarar nosso fiel amigo, e, na hora de que mais precisamos dele, na hora de praticar isso tudo, pode nos trair, tirando o corpo fora, deixando o nosso cair na lama e às feras. Para nossa surpresa, alguma outra pessoa, até então, considerada adversária, por nós atacada e até caluniada, pode se revelar como nosso parceiro de confiança, que luta por nossa causa até o fim, venha o que vier nestas horas tão importantes. O Senhor Jesus nos alerta em um outro episódio que pode nos levar à reflexão sobre a nossa sabedoria e discernimento na hora de lidarmos com os dons das pessoas, sejam elas do nosso grupo ou fora dele. O importante é não posarmos de fanáticos, orgulhosos ou presunçosos, e pensarmos que somos os donos do pedaço, e que, ao fazermos parte de um determinado grupo, ninguém mais poderá entrar nele. Temos que abrir mão deste exclusivismo arrogante e sectário. Infelizmente, entre os discípulos de Jesus isso também acontecia. Temos a mania de pensarmos que somente nós ou nosso grupo é que podemos tudo, que podemos praticar qualquer ato que quisermos; qualquer arbitrariedade. Somente nós é que somos os melhores, e ninguém mais tem este direito. Fanatismos, sectarismos, ciúmes, invejas, arbitrariedades e discórdias à parte, o que vale mesmo é o bom desempenho dos nossos dons com abnegação e generosidade, sem a preocupação com o que os outros podem fazer, sem glosarmos o trabalho deles diante da comunidade, se é melhor ou pior do que o nosso, e sem os tacharmos de intrusos, quando eles simplesmente só querem nos ajudar. E sem inseguranças; sem o medo de perdermos o nosso espaço de poder e de prestígio que conseguimos até então. Sem o medo de sermos felizes também, dando uma chance aos outros. Temos que ajudar os outros a serem úteis e desenvolverem os seus melhores dons para o bem dos seus semelhantes, e de si mesmos, e também serem felizes, sem cometermos nenhum escândalo, nenhum tropeço. Sem deixarmos nenhuma dúvida daquilo que realmente somos, mas que não temos o monopólio de nada. Deus deu a cada um de nós aquilo que somos capazes de fazer. Basta percebermos isso e irmos em frente, sem contendas, de mãos limpas, com todo o ânimo, humilhando-nos diante dEle para que Ele possa nos exaltar diante dos outros. Nas Suas lições de discipulado, o Senhor Jesus, conforme narrações de Marcos, salienta-nos o dever da bondade e tolerância mútuas, e enfatiza a nossa disciplina pessoal, quando João, mencionando um exorcista anônimo, que não seguia a Jesus, portanto, não era do grupo dos Seus discípulos, mas que expulsava demônios em nome de Jesus, diferentemente do caso do menino que tinha um espírito mudo, mas que os próprios discípulos não conseguiram expulsar os demônios dele, e também do caso dos exorcistas judeus que o maligno não reconheceu seus poderes, mas, sim, os de Jesus e de Paulo,  o evangelista destaca, na opinião dos especialistas, a sinceridade e eficiência deste exorcista, não obstante todos os seus defeitos. João queria que o senhor Jesus proibisse os trabalhos deste exorcista pelos quais as vidas estavam sendo abençoadas e libertadas do poder do mal, mas que, talvez, este homem não reconhecesse a autoridade dos Doze. Sem tirar a prerrogativa dos Doze, mas percebendo o orgulho e exclusivismo deles, Jesus Se recusa a condenar aquele de quem os discípulos estavam falando. Em vez disso, o Senhor Jesus ensina que o apoio e a comunhão de todos os que defendem Sua causa devem ser gratamente reconhecidos. “Porque quem não é contra nós, é por nós”, diz, para, em seguida, advertir solenemente contra os escândalos que possam fazer tropeçar aqueles de pequena importância para o mundo, “os pequeninos”, os fracos na fé. Os especialistas comentam que comprometer a confiança destes através do uso egoísta e inconsiderado de poder exige a mais severa punição. O apóstolo Paulo diz que é bom nem comer carne nem beber vinho nem fazer outras coisas que possam fazer tropeçar nosso irmão ou que o escandalize ou que o enfraqueça na fé. “Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!”, avisa o próprio Senhor Jesus para Quem é melhor entrarmos no Reino dos Céus aleijados ou cegos, faltando um de nossos membros, ou mesmo o nosso próprio olho, do que irmos para o inferno com o nosso corpo todo perfeito, numa clara alusão a que é muito difícil renunciarmos os nosso hábitos pecaminosos, mas que devemos perseverar, insistindo na nossa fé e nos nossos serviços, com humildade com vistas a nossa própria paz, seja na Igreja ou em qualquer outro lugar da nossa comunidade. Não devemos temer a cirurgia espiritual para salvar a vida da alma, nos dizeres de J. D. Jones, para não sermos lançados no fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, ou seja, no inferno.          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE &lt;br /&gt;“E qualquer que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que lhe pusessem ao pescoço uma mó de atafona, e que fosse lançado no mar. E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no Reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.” – Marcos 9:42-48&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 19; Números 11:4-6,10-16,24-29&lt;br /&gt;Tiago 4:7-12; Marcos 9:38-50&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Judas 3; 1Tessalonicenses 5:22; 1Coríntios 6:12; 10:23,24; Efésios 4:29;  Filipenses 2:3; Gálatas 5:26&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1414&lt;br /&gt;[2] Números 11:4-6,10-16,24-29&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 173 &lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B.&lt;/em&gt; Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 412-420&lt;br /&gt;MAC RAE, A. A. &lt;em&gt;Números: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.200.  Reimpressão&lt;br /&gt;[3] Marcos 9:38-50; Tiago 4:8,10; Marcos 9:38-42,43-50; Atos 19:15-16; Marcos 9:18; Mateus 18:7; Romanos 14:21; Isaías 66:24; Mateus 10:28&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1007, 1008.  Reimpressão&lt;br /&gt;Bíblia de Estudo de Genebra. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1163, 1164&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7542174455621798847?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7542174455621798847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7542174455621798847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/09/de-maos-limpas.html' title='&lt;strong&gt;DE MÃOS LIMPAS&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-5613116902373178154</id><published>2009-09-23T23:50:00.002-03:00</published><updated>2009-09-24T00:21:27.583-03:00</updated><title type='text'>SELVA HUMANA</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos”&lt;/em&gt; – Marcos 9:35b&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VIVEMOS num mundo exageradamente competitivo, e quem fugir destes padrões consumistas de nossos dias é visto como um estranho no ninho, carregando sobre si todas as sequelas e chacotas por causa de uma postura desigual, além das discriminações e possíveis retaliações impostas por supostos detentores de certos poderes que se acham no direito de ditarem a moda que se deve seguir por todos a seu modo, e ponto final. Vivemos iludidos por chavões em nossa mente incutidos como se fôssemos gado marcado para ser despachado a um mercado que se tornou escravo do quanto mais, melhor, ou daquele que tem mais é o melhor. Somos vistos pelo que temos e não pelo que somos. Somos produtos das aparências, da hipocrisia, em todos os sentidos, e em quaisquer segmentos em que estamos inseridos, sejam eles laicos ou não. Desde pequenos somos educados para sermos os mais bonitos, os mais inteligentes, os mais isso, os mais aquilo, senão não conseguiremos sucesso na vida, e assim por diante. Irrefletidamente, tomamos tais conceitos ao pé da letra, e construímos a nossa vida assim, arrasando tudo e todos, pisando em tudo e em todos, até naquilo que com muito amor e com todo cuidado plantamos. Adotamos tais atitudes às vezes até por uma questão banal ou mesmo em troca de uma posição social, política ou até mesmo religiosa que, na realidade, jamais seríamos capazes de preencher, já que os nossos dons são visivelmente antagônicos a estes que tresloucadamente forçamos a sua prática, mesmo que em sã consciência seja impraticável, apenas para inviabilizarmos que outrem possa desempenhá-los bem melhor do que nós. Mas, não, “isto é meu; é meu! Sou eu que sei tudo. Fui eu que fiz. Nenhum outro é capaz, além de mim”, e assim vamos tropeçando. Estouramos, estrondosamente, vociferando que os outros são os outros, o resto, a gentalha... Em meio a esta insana ânsia pelo poder, por querermos ser sempre o melhor de todos e o maior dentre todos, o detentor de tudo, ou seja, os superpoderosos, perdemos o senso do ridículo, incapacitando-nos de distinguirmos com transparência quem é quem neste contexto e nestes conceitos de gente ordinária ou de ralé nesta pirâmide da desinteligência esparramada por esta selva de barbárie humana. Somos incapazes de refletirmos que somos reféns de nós mesmos, que somos intimamente atormentados dia após dia por nossos próprios estranhos desejos e pelo medo de botarmos o nariz ou os nossos próprios olhos para fora da janela e não sermos decepados de corpo inteiro ou atravessados por balas de todos os calibres disparadas por pessoas do mais baixo mundo por conta da nossa ganância, do nosso egoísmo, dos nossos maus desejos, da nossa imoralidade, das nossas corrupções, das nossas paixões desenfreadas, da nossa covardia, das nossas intrigas e mentiras, e da nossa retórica em relação a nossa falta de humildade e desapego aos bens materiais – e olha que isso vem enlameando todos os escalões da nossa sociedade há muito tempo para vexame de poucos. Aonde tudo isso pode nos levar?  Em que pé estamos neste lamaçal? Até onde está o nosso dedo nisso tudo? Será que não temos nem um pingo de vergonha? Por onde anda aquela nossa dignidade cuja excelência pelo Pai das Luzes nos foi outorgada? Ou será que esta luz ainda não nos foi alcançada? Até quando vamos viver iludidos pelas bobagens deste mundo, embevecidos por este abjeto e efêmero glamour, apegados às coisas que são da terra, a estas coisas passageiras, que logo se apodrecem, e que estão bem longe daquelas coisas que vêm do alto?  Quando vamos nos abdicar de tudo o que pertence à nossa natureza terrena? Quando vamos desistir de tanta idolatria? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     E, então, quem é o maior nesta confusão toda com relação ao Reino dos Céus? Responder a esta pergunta talvez não seja tão fácil assim, no universo da nossa concepção humana, assim como também não foi aos discípulos de Jesus que discutiam entre si sobre tal assunto. Entre nós também talvez tenhamos este mesmo receio, até de inquirirmos uns aos outros, dada tanta competição entre os homens, posto que ninguém queira ficar por baixo como se isso fosse algum demérito para alguém quando se trata de sermos úteis aos serviços do SENHOR nosso Deus; àquilo que realmente fomos chamados a desempenhar na nossa comunidade. Talvez precipitadamente desejosos de transformarem-se em deficientes físicos ou em monstros, uns até se arroguem dizendo que não nasceram para serem cauda, mas, sim, cabeça, como se uma coisa desdissesse ou anulasse a outra, segundo Aquele que criou todas as coisas para o louvor da Sua glória. Ensinando a Seus discípulos, Jesus, como o Messias anunciado em toda a Escritura, como o Filho do Deus vivo e Redentor nosso apregoado em todos os tempos, que, por um imenso amor, rebaixou-Se ao nível dos homens, tomando sobre Si todos os nossos pecados e sofrimentos, além de anunciar Sua morte e ressurreição, deu o exemplo a todos os arrogantes e filhos da desobediência ainda presentes nos dias de hoje. Mas, sem destruir a noção de hierarquia funcional daquela sociedade, dada a sua importância de honra, assim como a preocupação de desempenhar um significativo papel na mente daquele povo, Jesus introduz uma revolução neste modo de pensar quando chama à parte os Doze e, reconhecendo explicitamente a posição de liderança deles, diz: “Se alguém quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos.” Segundo os especialistas, Jesus não está atacando a posição de liderança, mas mostrando o modo que essa liderança deve ser exercida, como “último e servo de todos”. Princípio este que é exemplificado pelo próprio Jesus, que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Ao concluir Sua obra o supremo e divino Criador viu que tudo era bom, e, assim, por último, nela colocou o homem para dela usufruir de tudo, multiplicando-se nela, administrando-a para o seu próprio bem-estar e felicidade geral da humanidade. Só que, para isso, o homem teria que obedecer a certos requisitos ordenados por Deus. O desfecho desta história todo mundo já sabe, pois ainda respinga em todos nós, e, mesmo assim, ainda continuamos no auge da nossa ingratidão, soberba e desobediência. Ainda continuamos aprontando as nossas peripécias que vêm custando muito caro a cada um de nós, não apenas no campo espiritual, mas também aos quatro cantos deste mundo que jaz no maligno. São as farpas fincadas no nosso íntimo que sangram até na nossa carne. São resquícios de uma herança dos nossos próprios pecados. Haja vista os contrastes e as incoerências deste mundo; as catástrofes e aflições que sofremos, as guerras, a fome, e tantas outras mazelas e necessidades, se comparadas com a parte saudável de toda esta história, que anda bem distante daquela do jardim do Éden, e que ninguém pode escapar a esta rede de intrigas sem o socorro divino, já que a escravização ao pecado é voluntária e somente o Filho de Deus pode destruir tal servidão, substituindo-a por uma vida de perdão, gratidão e obediência, ou seja, uma nova vida. Também não podemos fugir de nossas responsabilidades, culpando os outros ou mesmo o próprio diabo por nossa situação. Somos responsáveis por nossos próprios atos, não o vizinho, o cara lá de longe, da esquina, de não se sabe onde, mas cada um de nós coopera com a sua parte, já que qualquer assunto resvala pela aldeia global. Temos que vestir a nossa própria carapuça, sem covardias nem fingimentos; pelo menos isso. Ninguém é uma ilha, que sobrevive isolado, longe de tudo e todos, muito menos nos dias de hoje, na era das mais avançadas tecnologias. Só que muitos ainda vivem muito longe da parte boa destes benefícios, como se vivêssemos em castas, a dos privilegiados e a dos outros, como se fossem predestinados a sobreviverem à míngua, eternamente. Resistência também tem seus limites. Há muito conhecimento e pouca sabedoria. Até quando? A verdadeira sabedoria vem de Deus. A epístola de Tiago fala desta sabedoria que vem do alto, posto ser possível alguém conhecer muita coisa e ter pouca sabedoria, já que o sábio é aquele que tem fé, é submisso a Deus, e, além de ser ensinado por Ele, aceita críticas, aprende e cresce com elas. Já uma sabedoria falsa e simulada, pode produzir inveja e rivalidades, ciúmes e contendas, aguçando os nossos instintos desregrados de onde provém toda a maldade, inclusive o vandalismo, assassínio, adultério, furtos, malícia e outros pecados que violam as pessoas, e provocam caos na comunidade. Segundo Tiago, esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. “Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.” A epístola continua examinando as causas das discórdias que existem entre os homens, assim como nas comunidades cristãs, denunciando a ganância de acumular bens materiais e, consequentemente, a inveja, em relação àqueles que possuem mais que os outros. Assim, as guerras, as lutas, as contendas existem por causa do nosso egoísmo em procurar dominar os outros quando, na verdade, deveríamos colaborar, até mesmo com os mais necessitados, os pobres e os desvalidos em qualquer circunstância. Mas não; todos queremos alcançar os primeiros lugares, não os últimos, como aconselha o próprio Senhor Jesus, que tanto insistiu nisso, e serviu de exemplo em toda a Sua vida prática. É o que todos deveríamos priorizar em nossa prática diária, como ressalta a epístola de Tiago, ou seja, todo aquele que se arroga uma superioridade deve provar de modo prático, e modestamente, tal superioridade por meio de seu bom procedimento no meio da sua comunidade, inclusive no meio cristão. Devemos não só praticar esta sabedoria, mas também ensiná-la aos demais para que estes também a pratiquem, e o mundo passe a ser mais solidário, em vez de solitário, em meio a tantas guerras, tanto ódio, enfim, tantos conflitos que têm sua origem na não-aceitação dos ensinos de Jesus que é o de colocarmo-nos a serviço do bem-estar dos outros, sejam eles quem forem, posto que quem semeia a verdadeira sabedoria, não apenas o conhecimento ou a exorbitância, semeia a boa semente que produz a justiça, a retidão, já que é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz.        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa. Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. De onde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais, e nada tendes; matais, e sois invejosos, e nada podeis alcançar; combateis e guerreais; e nada tendes, porque não pedis. Pedis, e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites. Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus. Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes? Antes, ele dá maior graça. Portanto, diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.” – Tiago 3:16-4:6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 54; Jeremias 11:18-20&lt;br /&gt;Tiago 3:16-4:6; Marcos 9:30-37&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Tiago 1:17; Colossenses 3:2,5,6,8; Romanos 6:13; 8:13; Efésios 4:19; 5:3,5; Mateus 6:19-22&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 406-411&lt;br /&gt;[2] Marcos 8:31; 9:30-37; João 3:13-19; Colossenses 3:6; Marcos 10:45&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1163  &lt;br /&gt;[3] Gênesis 1:1-31; 2:4-25; 3:1-24; 6:3; 8:21; 1João 3:8; 5:19;Tiago 1:13-18; 4:1-6; Gálatas 5:22; 2Pedro 1:5-9&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1490, 1515 &lt;br /&gt;ROSS, ALEXANDER. &lt;em&gt;A Epístola Geral de Tiago: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1394-1396. Reimpressão&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1007.Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-5613116902373178154?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5613116902373178154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/5613116902373178154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/09/selva-humana.html' title='&lt;strong&gt;SELVA HUMANA&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-7302168023928038564</id><published>2009-09-13T01:32:00.003-03:00</published><updated>2009-09-13T18:10:34.017-03:00</updated><title type='text'>À LUTA, POIS!...</title><content type='html'>&lt;em&gt;“Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR, e firme-se sobre o seu Deus”&lt;/em&gt; – Isaías 50:10b&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIANTE DOS desafios a que estamos expostos todos os dias da nossa vida – e olha que são muitos! –, muitas vezes, até parece que esta lide nunca terá fim, posto que estamos tão envolvidos neles que nem vemos o final deste túnel, muito menos a tão esperada e famigerada luz. Diante de tão exaustiva situação, às vezes nos tornamos ainda mais frágeis, muito mais impotentes do que já fomos, ou que ainda somos, perante outras ocasiões, posto que não somos nenhum super-homem, por mais que pensamos ou que nos arroubamos que somos ou por mais metidos a besta que queiramos, tendo em vista tanta propaganda enganosa em torno deste assunto supervalorizando o antropocentrismo, que, no final  das contas, ou melhor, no final dos nossos dias, veremos que aqueles super-heróis da mídia são muito melhores do que nós mesmos porque, embora inventados pelo próprio homem, eles não passam de um grande sonho daquilo que almejávamos na vida real. Super-heróis?  Super-homens? Ledo engano! Haja vista tantas crianças que na sua vasta, mas ingênua, criatividade tentam imitá-los, e se esborracham pela janela abaixo, esboroando-se, deixando apenas uma triste história  nas cenas de uma tragédia de um catastrófico e último ato, ou seja, levando consigo o fim de um sonho para toda a eternidade. Embora todos estejam no direito de terem os seus sonhos – porque sonhar também faz parte desta vida –, mesmo assim, sonhos não passam de apenas sonhos, se não os transformarmos em realidade; se, na prática, não os concretizarmos. Aí é que a coisa pega, porque é aí que temos que suar a nossa camisa e mostrarmos o que somos, ou a que viemos, para não tornarmos tais sonhos em pesadelo. Temos que praticar os nossos melhores dons, conforme os desígnios dAquele que nos incumbiu que os praticássemos com vistas aos objetivos para cada um de nós por Ele projetados. Daí, voltarmos aos nossos desafios, à nossa realidade do dia a dia que, mesmo sacrificante, é bem melhor, já que esta nossa vida não é nenhum faz de conta, muito menos um mar de rosas, mas que, no final das contas, vivemos pela causa de alguma vitória, mesmo que nem sempre tenhamos a chance de vencer tudo numa única largada. Muita vez a derrota significa uma grande vitória, um enorme estágio para um importante aprendizado, uma reflexão de que estávamos necessitando para botarmos os pés nos trilhos e começarmos tudo de novo, de uma outra forma, bem mais amadurecida. E para que consigamos tal vitória, imprescindivelmente, é necessário que passemos por lutas, às vezes, terríveis, que parecem não ter fim. Mas isto é a vida, ou não é? Vida fácil? Balela. Superpoderes, sonhos, vitórias ou derrotas à parte, poderoso mesmo é somente Deus, que de tudo nos provê em favor do nosso bem-estar, natural e espiritual; que é o Criador do céu e da terra, e de tudo o que neles há; e de Quem vem a nossa capacidade e o nosso socorro a todo tempo que clamarmos, não importam as circunstâncias, porque nEle não há acepção de pessoas. Ele não nos julga com parcialidade, como nós, seres humanos, errônea e costumeiramente nos portamos. Os especialistas confirmam que, embora Deus nos chame para discernir e discriminar entre o bem e o mal, uma distinção baseada sobre meras exterioridades, tais como status econômico, diferenças étnicas e coisas semelhantes, é vista como uma forma pervertida de juízo. Todos somos preciosos para Deus, ricos e pobres, negros e brancos, vermelhos e amarelos, dentre tantos outros contextos e matizes, no sentido de irmandade cristã, ensinada pelo próprio Senhor Jesus.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;     Basta uma pitada de fé, e a nossa vida se transformará para sempre por uma ação divina e eficaz operada pelo Santo Espírito de Deus para nunca mais desandarmos num passado nebuloso, covarde, e sem sentido para com as coisas espirituais, já que a carne é podre – pelo menos apodrecerá em pouquíssimo tempo; e fenecerá. “O espírito é que vivifica, a carne para nada aproveita”, ensina o Senhor Jesus, numa estreita cooperação entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo com relação à condução à fé de todos aqueles que Deus escolheu redimir, já que a redenção dos eleitos é certa, e o Filho promete aceitar qualquer um que crê verdadeiramente. Só as coisas do espírito é que nos revigoram com o tônico da vida eterna, renovando-nos em abundância, cotidianamente, pela graça de Deus, não por merecimento nosso, longe das mesquinharias da carne cujos dias já estão contados nesta vida de lamúrias.  Só o espírito é que permanece para toda a eternidade, carregando em si as consequências das práticas dos tempos da carne. Com propostas diametralmente opostas, como a luz e as trevas que, em termos de uma luta entre as forças da fé e as da descrença, a carne e o espírito jamais se resolverão de comum acordo, daí, carecermos do alerta sobre a escolha entre um ou outro caminho, seguindo em constante vigilância na rota desta nova vida neste mundo atribulado, posto que, depois, só mesmo o juízo de Deus naquele dia aprazado.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Diante de tanto contrassenso e tentações neste mundo, o próprio Senhor Jesus ainda continua sendo a nossa única esperança, quer queira ou não os incrédulos e seus similares, já que este mesmo Jesus é a encarnação da própria Palavra de Deus tão insistentemente propalada desde os tempos mais remotos, e até mesmo antes da fundação do mundo, dado o soberano conhecimento do SENHOR nosso Deus sobre os nossos percalços, posto ser sabedor de todas as coisas como elas realmente se dão, passadas, presentes e futuras, e em suas reais relações, segundo Berkhof: “Ele [Deus] conhece a essência oculta das coisas, em que o conhecimento do homem não pode penetrar. Ele [Deus] não vê como vê o homem, que só observa as manifestações externas da vida, mas penetra as profundezas do coração humano.” Portanto, que nos vigiemos em estarmos em pé, cuidando-nos para não cairmos, como um atleta que toma o devido cuidado para chegar vitorioso ao final de cada modalidade das suas competições. Se somos verdadeiramente crentes em Cristo, se sabemos que fiel é Deus que não nos permitirá que sejamos tentados além das nossas forças, estaremos seguros na certeza de que, juntamente com as tentações, o Senhor nos proverá livramento, de sorte que possamos suportar quaisquer agruras deste mundo cruel. Mas, segundo estudiosos, tal confiança deve-se estear nas promessas de Deus e na fiel aderência às condições nelas implícitas. Afirmam ainda que a tentação sempre nos força por afastar-nos do modo correto de vida, entretanto, Deus sempre guarda o crente neste particular, e se este crente se apoiar em Deus, encontrará meio de escapar, tornando-se mais que vencedor por meio dAquele que nos amou primeiro, e que, por isso mesmo, devemos aclamar tal qual o apóstolo Paulo: “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.” E quem é este Jesus Cristo para cada um de nós? Quem é Jesus Cristo para mim? Quem é Jesus Cristo para você, para o nosso vizinho, para nossa família, nossos filhos, nosso país? Além de ser Aquele que venceu o mundo, que alertou a Seus discípulos que por meio dEle é que se tem a verdadeira paz, posto que neste mundo teremos aflições, este mesmo Jesus Cristo também confia na vontade do Seu próprio Pai, o Qual está sempre com Ele. Mais ainda, revela que o alicerce da nossa fé deve ser posto na Sua vitória sobre as forças das trevas. Assim, encoraja os Seus discípulos, dizendo: “Tende bom ânimo, eu venci o mundo.” Tudo isso serve para cada um de nós também. São exemplos dos portais da nossa fé tão ameaçada hoje em dia, e  que também servem para todos nós diante de tanta banalidade, mas que, inspirados pelo Espírito também possamos proclamar como fez Pedro em nome dos seus irmãos desta mesma fé quando Jesus lhe inquiriu sobre o que eles pensavam quem era o Senhor Jesus na opinião de cada um deles: “Tu és o Cristo.” Foi esta a resposta convicta de Pedro. Será que já estamos prontos para receber uma inspiração tão profunda e real a ponto de declararmos diante de todos em nosso derredor, seja lá onde estivermos, e na hora adequada, uma afirmação deste porte que possa convencer a todos os demais e levá-los a compartilhar e também a acreditar conosco nas maravilhas desta nossa fé, desta nossa confissão, assim, rasgada, de peito aberto, sem nenhum fanatismo religioso da boca para fora ou intenção outra senão a de que somos sincera e intimamente convencidos por uma ação divina do Espírito de Deus? Quão extraordinário é reconhecer nesse Jesus o Messias, o Salvador do Qual todos os profetas falaram e que todos nós, na nossa quase  totalidade, esperamos! Quão admirável é confessarmos abertamente, e de dentro do nosso coração, ou seja, francamente, que esse Jesus Cristo é o Filho de Deus, o nosso único Advogado, o nosso único intercessor entre nós e o Pai – e não mais outro nem mais ninguém nem qualquer outra coisa, aqui sem nenhum fruto de pura emoção, mas racionalmente, ou seja, em espírito e em verdade! Só assim é que poderemos enfrentar qualquer desafio, venha de onde vier, posto que o nosso Deus é bem maior que as coisas deste mundo, e poderoso para nos livrar. “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós?” À luta, pois, já que somos mais que vencedores pelo amor deste SENHOR nosso Deus que está em Jesus Cristo, nosso Senhor e Redentor. À luta, pois!... É o SENHOR que nos livra a nossa alma da morte, os nossos olhos das lágrimas, e os nossos pés da queda; nEle, pois, não há derrota alguma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“O Senhor Deus me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, desperta-me o ouvido para que ouça, como aqueles que aprendem. O Senhor Deus me abriu os ouvidos, e eu não fui rebelde; não me retirei para trás. As minhas costas ofereci aos que me feriam, e a minha face aos que me arrancavam os cabelos; não escondi a minha face dos que me afrontavam e me cuspiam. Porque o Senhor Deus me ajuda, assim não me confundo; por isso pus o meu rosto como um seixo, porque sei que não serei envergonhado. Perto está o que me justifica; quem contenderá comigo? Compareçamos juntamente; quem é meu adversário? Chegue-se para mim. Eis que o Senhor Deus me ajuda; quem há que me condene? Eis que todos eles como roupas se envelhecerão, e a traça os comerá. Quem há entre vós que tema ao SENHOR e ouça a voz do Seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR, e firme-se sobre o seu Deus.” – Isaías 50:4-10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 116; Isaías 50:4-10&lt;br /&gt;Tiago 2:1-5; Marcos 8:27-38&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Salmo 121:1-8; 124:8; Gênesis 1:1; 2Coríntios 3:5; Romanos 2:11; Efésios 6:9; Colossenses 3:25; Tiago 2:1,4&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1487 &lt;br /&gt;ROSS, ALEXANDER. &lt;em&gt;A Epístola Geral de Tiago: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1391. Reimpressão&lt;br /&gt;[2]Romanos 7:15-23; 8:5-8,13; João 6:63; 2Coríntios 3:5,6; João 6:37-40,44-46,57,65; 1:4,5&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1228, 1240, 1241 &lt;br /&gt;[3] João 1:1-14; 1Coríntios 10:24-27,12,13;  Romanos 8:37; 1Coríntios 15:57; João 16:33;  17:15;  Marcos 8:27-29; Romanos 8:31,37; João 4:23,24; Salmo 116:3b,8&lt;br /&gt;BERKHOF, LOUIS. &lt;em&gt;Teologia Sistemática&lt;/em&gt;. 3.ª ed. revisada. Trad. Odayr Olivetti. São Paluo: Cultura Cristã, 2007. p. 65, 66&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1356, 1357 &lt;br /&gt;PROCTOR, W. C. G. &lt;em&gt;As Epístolas aos Coríntios: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p. 1206. Reimpressão&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 399&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;em&gt;O Evangelho Segundo São Marcos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1004, 1005.  Reimpressão&lt;br /&gt;M´CAW, Leslie S. &lt;em&gt;Os Salmos: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 1. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.601.  Reimpressão&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5771903612565660100-7302168023928038564?l=revcamilo.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7302168023928038564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5771903612565660100/posts/default/7302168023928038564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://revcamilo.blogspot.com/2009/09/luta-pois.html' title='&lt;strong&gt;À LUTA, POIS!...&lt;/strong&gt;'/><author><name>Rev. Camilo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04801947285058887697</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_LMraGv0m83I/S983s7B7jEI/AAAAAAAAAG4/NqR9GWQ_UbE/S220/Digitalizar0002.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5771903612565660100.post-1356234147920063396</id><published>2009-09-08T02:29:00.003-03:00</published><updated>2009-09-08T02:43:36.277-03:00</updated><title type='text'>ABRE-TE!</title><content type='html'>&lt;em&gt;“E, levantando os olhos ao céu, suspirou, e disse: Efatá; isto é, Abre-te. E logo se abriram os seus ouvidos, e a prisão da língua se desfez, e falava perfeitamente”&lt;/em&gt; – Marcos 7:34,35&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; OU COMO PESSOA, individualmente falando, ou mesmo como nação ou como qualquer  outra das nossas comunidades ou instituições de hoje, estamos sempre envolvidos com as nossas próprias linguagens como se estivéssemos sido encaixados em compartimentos muita vez adaptados a nossas próprias considerações, apreciações estas eivadas de julgamentos, manias e conflitos por nós mesmos inventados, talvez com medo de sermos atingidos por situações diferentes das que já estamos acostumados, desconstruindo, assim, antigos e vigentes conceitos. Situações estas que nós mesmos designamos por conta de uma pseudofelicidade, de acordo com o que cada um de nós pensa sobre o que vem a ser um genuíno e pleno conforto para nós mesmos e também, quem sabe, para os outros. Com receio de um mal-estar geral, talvez até mesmo por pura ignorância ou por ações do maligno, metemo-nos nas brenhas das tradições, costumes, segredos e tantos outros códigos gerados por nós mesmos com o intuito de garantirmos a nossa própria sobrevivência doa a quem doer neste mundo abarrotado de tantas ciladas. Em geral, fazemo-nos prisioneiros de nós mesmos sem condições de enxergar a realidade das coisas em nossa volta, tornando-nos reféns de quem jamais pensávamos que pudesse ser detentor de tal poder. Não vigiamos, deixando-nos seduzir pelos artifícios dos nossos opositores. Não tomamos as devidas precauções, e subestimamos os outros como se estivéssemos por cima de todas as coisas, desconsiderando até mesmo os possíveis falsos líderes. Não que não devamos lutar persuasiva e insistentemente por aquilo que cremos, se é que temos alguma fé pela qual valha a pena persistir. Como se fôssemos inatingíveis, referendamos o que pensávamos que jamais poderia nos alcançar ou, um dia, deteriorar-se. Assim, perdendo a nossa referência, caímos num mesmo saco de pancadas nesta guerra dos mundos que parece não ter fim. O grande dilema é se estamos prontos para encararmos sozinhos tantos infortúnios ou se estamos neste mundo como se cada um fosse e agisse apenas e tão somente para si mesmo ou como se fôssemos todos para cada um de nós ao mesmo tempo. E daí, como é que ficamos? Depende de cada um de nós? Mas, será que cada um de nós, acostumado com o seu contexto de cada dia, tem condições de se levantar contra toda a nossa inércia, natural e espiritual? Será?! Haja vista o cenário que estamos experimentando em nossos dias, até mesmo do lado de dentro da nossa própria porta, e as peripécias deste mundo para poder se autossustentar diante de tantos desafios e derrocadas provocados pelas posturas do próprio homem. E isto vem desde que o mundo é mundo, principalmente quando nele entraram os homens com suas histórias mirabolantes; com o seu histórico corrupto, e decaído, há muito tempo!... Eis o contraste entre os sábios e os insensatos. Enquanto aqueles percebem o lado positivo de uma mudança, de uma correção, não vivem na defensiva, não se ofendem facilmente, e, por meio da humildade, responsavelmente, se emendam, e crescem. Os outros, porém, por sua vez, resistem ou até mesmo odeiam mudanças ou admoestações; egoisticamente, persistem de olho no seu próprio umbigo. Mas por onde anda a nossa sabedoria? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A Bíblia diz que o temor de Deus é o princípio da sabedoria, e, destacando o seu valor, compara esta sabedoria com os mais desejáveis símbolos da riqueza, porém, advertindo contra o materialismo, obviamente. “Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento; se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz, se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do SENHOR, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o SENHOR dá a sabedoria; da Sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento” É Deus que nos provê as necessidades para a devida interpretação da nossa realidade. Até que ponto estamos sensíveis a isso ou será que somos tão surdos e mudos em relação a estes princípios tão básicos que não necessitamos de uma palavra amiga, de alguém que nos oriente, de alguém que nos conduza a algum conhecimento que nos edifique, ou até mesmo, e mais ainda, da própria Palavra de Deus? O salmista diz que a Palavra de Deus é lâmpada para seus pés e luz para seu caminho. Que tal fazermos nossas estas sábias palavras, já que a revelação de Deus, por meio de Sua Palavra, ou seja, do Seu próprio Evangelho, provê o discernimento que nos guia, fazendo com que não tropecemos nas trevas, assim como considerava o próprio salmista? Que tal abrirmos o nosso coração e deixarmos Deus trabalhar dentro de nós, partindo do mais íntimo do nosso ser, pela obra transformadora do Seu Espírito, e, daí, contagiarmos todo o nosso derredor? Que beleza, não?! Esta é a única obra que pode mudar o homem; mudar você, a mim, e a todos nós, e, portanto, mudar o mundo. Você crê nisso? Então, arregacemos as mangas, e mãos à obra!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Na epístola de Tiago – analisada pelos especialistas como uma pequena obra, mas rica em conselhos práticos do começo ao fim, posto que é considerada como literatura de sabedoria, uma diatribe e uma exortação moral – , ao ensinar uma cristologia elevada e  destacar a importância de lidar com a aflição do ponto de vista da fé, logo no início, o autor nos convida à prática da Palavra de Deus, já que fomos gerados para uma nova vida pela Palavra da Verdade, ou seja, o Evangelho, segundo a vontade de Deus, para que fôssemos como primícias das Suas criaturas. E esta é uma dádiva que procede do Pai das luzes, em Quem não há mudanças nem sombra de variação, pois permanece para sempre, diferentemente dos luzeiros do firmamento que variam em magnitude e são sujeitos a fases, eclipses e sombras. Ou seja, em Deus, como autor da luz, não há variações de brilho ou claridade. Não existem flutuações em Seu caráter, concluem os estudiosos. Em Deus não há meias palavras, titubeações ou quaisquer outras oscilações tão bem conhecidas em nosso meio, ou seja, em toda a humanidade. Com Ele é sim, sim, não, não, e ai de quem não seguir as Suas ordens! Os Seus mandamentos só falam de amor, e de obediência. De um amor sem igual, e sincero, que deve partir de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, e de todo o nosso pensamento, ou seja, de todo o nosso ser, sem hipocrisias. Primeiro, devemos amar a Deus como nosso Senhor sobre todas as demais coisas, e, depois, a nosso próximo, ao qual devemos amar como amamos a nós mesmos, incluindo aí até os nossos inimigos. É o próprio SENHOR nosso Deus que manda fazer isso. “Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem (...).” Difícil isso? Experimentemos as riquezas deste amor de Deus! Se assim o fizermos, faremos como os filhos dAquele que está nos céus, já que pela graça da regeneração fomos adotados na família de Deus, e os filhos de Deus não andam por aí, costumeiramente, pisando na bola, como dizem por aí quando se fazem coisas erradas. “E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos”, continua, alertando-nos em sua epístola, com toda a sua autoridade de apóstolo-líder da Igreja de Jerusalém e um dos pilares da Igreja de Cristo, juntamente com Pedro e João, e irmão do Senhor Jesus – o Seu discípulo e presbítero Tiago. Não é fácil tomarmos certas decisões em nossa vida, mas elas têm que ser tomadas quando devem ser tomadas, se não quisermos viver na cegueira, ou surdos e mudos para sempre, pagando pela nossa omissão, ou mesmo covardia, sem direito a provar as delícias dos novos céus e da nova terra reservadas a todo aquele que crê que o único Redentor dos escolhidos de Deus é o Senhor Jesus, exemplo da maior prova de amor que Deus nos deu. E por acreditar nisso, e para deleite dos incrédulos, o próprio Tiago – também conhecido como “Tiago, o Justo” – foi martirizado depois que lhe bateram até a morte com uma clava depois de ter sido atirado do parapeito do templo por testificar sua piedade, seu zelo pela obediência à lei de Deus e sua singular devoção à oração, e depois de cumprir a sua missão, seguindo os passos de seu Mestre que a todos maravilhavam ao fazer o bem, fazendo ouvir os surdos e falar os mudos, abrindo-nos uma nova visão para uma nova vida ao ouvirmos a Palavra de Deus, curando-nos  com o milagre de abrir-nos os nossos ouvidos, a nossa boca e o nosso coração, fazendo-nos entender que o cristão, não importa qual o seu segmento, não é somente aquele que pode escutar o Evangelho do Senhor Jesus, mas é também aquele que anuncia a Sua mensagem salvadora em alto e bom tom por este mundo afora, sem nenhum segredo nem tergiversação; mas também sem ser nenhum agente secreto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFLEXÃO DE HOJE&lt;br /&gt;“TODA A BOA dádiva e todo o dom perfeito vem do alto, descendo do Pai das luzes, em Quem não há mudanças nem sombra de variação. Segundo a Sua vontade, Ele nos gerou pela Palavra da Verdade, para que fôssemos como primícias das Suas criaturas. Portanto, meus amados irmãos, todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus. Por isso, rejeitando toda a imundícia e superfluidade de malícia, recebei com mansidão a Palavra em vós enxertada, a qual pode salvar as vossas almas. E sede cumpridores da Palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos.” – Tiago 1:17-22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEITURAS DE HOJE&lt;br /&gt;Salmo 119:113-120; Provérbios 9:8-12&lt;br /&gt;Tiago 1:17-22; Marcos 7:31-37&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS&lt;br /&gt;[1] Marcos 13:32-37; 14:38; Atos 20:30,31; Efésios 6:18-20; Colossenses 4:2-6; Apocalipse 16:15; Provérbios 9:7-9; 1Coríntios 1:17-25 &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1427,1428 &lt;br /&gt;[2] Provérbios 9:10; 2:1-6; 3:14,15; 8:19-21; Jó 28:12,17; Salmo 119:105&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil,1999. notas. p. 705,728,736, 738&lt;br /&gt;[3] Tiago 1:17-22; 1Pedro 1:23; Levítico 19:18; Deuteronômio 6:5; Tiago 5:12; Mateus 5:37; 22:36-40; Romanos 13:9; 1Coríntios 13:1-13; Mateus 5:43-48; Levítico 19:2; 1Pedro 1:15,16; Atos 15; Gálatas 1:19; 2:9; Mateus 13:55; Marcos 6:3; 1Coríntios 15:7;&lt;br /&gt;João 3:16; Marcos 7:32,34-37&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Bíblia de Estudo de Genebra&lt;/em&gt;. Trad. por João Ferreira de Almeida. São Paulo e Barueri: Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. notas. p. 1485&lt;br /&gt;ARMELLINI, Fernando. &lt;em&gt;Celebrando a Palavra. Ano B&lt;/em&gt;. Trad. por Comercindo B. Dalla Costa. São Paulo: AM Edições, 1996. p. 380, 391-395&lt;br /&gt;ROSS, ALEXANDER. &lt;em&gt;A Epístola Geral de Tiago: Introdução e Comentário&lt;/em&gt;. In: O Novo Comentário da Bíblia, vol. 2. (editor em português R. P. Shedd). São Paulo: Vida Nova, 1963, 1990. p.1390. Reimpressão&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O Breve Catecismo de Westminster&lt;/em&gt;. 2.ª ed. Trad. por Igreja Presbiteriana do Brasil. São Paulo: Cultura Cristã, 2006. p. 26. Reimpressão&lt;br /&gt;SWIFT GRAHAM, C. E. &lt;
